Um show de Lucas, mas a preocupação bate à nossa porta!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo venceu a Portuguesa, num verdadeiro show de Lucas, decisivo na partida com duas assistências e outras jogadas maravilhosas. Foi muito bom, mas essa “lucasdependência” me assusta. Quando ele joga bem, nós ganhamos. Quando joga mal, ou nem joga, nós perdemos. E ele vai embora em janeiro.

A partida deste sábado, contra a Portuguesa, foi decidida por ele. No primeiro gol ele fez jogada brilhante, e Osvaldo concluiu depois de Luis Fabiano ter perdido o gol; no segundo gol chutou para o gol e Cortez desviou para marcar; no terceiro fez toda a jogada e entregou para Luis Fabiano marcar. O que mais é preciso para ele?

É verdade que o esquema ofensivo de Ney Franco facilitou seu trabalho. Jogando com Jadson e Maicon na armação, Lucas e Osvaldo abertos pelas pontas e Luis Fabiano no meio, o São Paulo massacrou a Portuguesa nos primeiros 20 minutos, já com 1 a 0 no placar. Depois foi diminuindo o ímpeto, perdendo gols e acabou sucumbindo ao gol da Portuguesa e até tomou uma certa pressão no final do primeiro tempo.

Mas no segundo tempo voltou como no início e dominou completamente o jogo. Foi tocando bola, criando chances e encontrando o espaço para os gols. Pena que não tivemos um meia para servir melhor o ataque, pois Jadson, que tinha essa função, fez outra partida sofrível. Coube a Maicon, parcialmente, e a Lucas, totalmente, tomarem conta do jogo.

Gostei de Wellington na direita, apesar que seu forte seja a marcação e Cortez, que hoje teve uma atuação um pouco melhor do que vinha tendo. Mas destaco Denilson como dono do meio de campo. Marcação precisa, em todos os cantos e saída de bola com alto nível.

Estamos na briga do G4. É esperar para ver o que vai acontecer no final da semana para vermos nossas possibilidades (o líder, Fluminense, já perdeu no Rio de Janeiro). Mas eu acredito, apesar do elenco fraco que temos.

Dando a volta por cima

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web está na hora, mais uma vez, de darmos a volta por cima. Aliás, ou damos agora definitivamente, ou esquecemos da Libertadores em 2013. Se tivemos dois jogos difíceis fora, em sequência, agora temos dois em casa: Portuguesa e Sport. E não admito deixar de ganhar um dos seis pontos em jogo.

Imagino que a torcida tenha uma motivação extra para ir ao Morumbi hoje: o possível anúncio oficial da contratação de Paulo Henrique Ganso. De resto é esperar que o time volte a jogar o futebol que apresentou em alguns jogos deste campeonato, quando até chegou a dar esperanças de algo melhor. Mas esse melhor, hoje, é uma vaga na Libertadores, porque o título já é algo impossível.

Ney Franco vai colocar o time na frente. Ele tirou Casemiro e manteve Osvaldo, formando um autêntico 4-3-3, onde temos Lucas e Osvaldo jogando pelos lados e Luis Fabiano pelo meio. Jadson e Maicon farão a armação do jogo e a marcação ficará por conta de Denilson. Como Wellington jogará na lateral direita, tenho certeza que será muito mais um volante marcando pela direita do que propriamente um lateral.

Apesar de estarmos desprovidos de uma marcação mais forte, entendo que o esquema é correto e temos que ir para cima para definir o jogo. A Portuguesa, historicamente, sempre foi um time traiçoeiro e todo cuidado será pouco.

Então, à vitória, Tricolor!!!

Arbitragem arrasou o São Paulo em Belo Horizonte

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, não sou daqueles que ficam chorando e jogando nas costas do árbitro a culpa de uma derrota. Você que me acompanha aqui há oito anos sabe bem disso. Mas ontem fiquei absolutamente revoltado com Sandro Meira Ricci e não tenho medo de afirmar: é ladrão e caseiro!

Vamos pegar alguns detalhes que provam bem o que estou falando:

– cartão amarelo para Maicon com três minutos de jogo, sem sentido algum;

– com cinco minutos, Ronaldinho Gaúcho dá um carrinho na lateral do campo e não recebe nem advertência. O lance foi muito mais violento que o de Maicon;

– pouco mais de 20 minutos e a expulsão absurda de Douglas, num lance que, quando muito, mereceria um amarelo pela fatalidade do escorregão;

– final do primeiro tempo e Ronaldinho dá outra entrada violenta, agora no meio de campo. O juiz dá amarelo mas, tivesse agido com o rigor que teve com Maicon no início do jogo, seria o vermelho;

– o primeiro tempo tem dois minutos de acréscimo, mas aos 47 minutos há um escanteio para o Atlético-MG. O lance segue até quase 48 minutos, quando a defesa do São Paulo tira a bola da área;

– o segundo tempo tem três minutos de acréscimo e, aos 48, Lucas traz a bola da lateral para a frente da área e arma o chute. Ele termina o jogo;

– antes disso, aos 47 minutos, um escanteio claro para o São Paulo e ele dá tiro de meta, causando surpresa até no adversário; já no início do segundo tempo havia invertido um lateral que era nosso, causando risos em Junior Cesar;

– antes disso, ainda, Osvaldo vai na direção do gol, Leonardo Silva é o último homem e o agarra pelo pescoço, e recebe só cartão amarelo;

– cartões amarelos em profusão para o São Paulo, mas sem o mesmo rigor com o Atlético.

Esses foram alguns dos detalhes que marcaram a arbitragem deste imbecil e canalha chamado Sandro Meire Ricci.

Esquecendo o árbitro – apesar de ser impossível – o São Paulo não merecia perder, pela abnegação demonstrada por alguns jogadores: Paulo Miranda, Rafael Toloi (apesar da falha no gol), Wellington, Casemiro, Osvaldo e, como sempre, o M1TO. A marcação feita sobre a criação atleticana estava indo bem o time claramente jogando nos contra-ataques. O problema é que Jadson errou todos os passes, Lucas não entrou no jogo e Osvaldo, por mais que se esforçasse, tem suas limitações.

O que preocupa é que nos últimos quatro jogos (3 fora e um em casa) fizemos apenas dois pontos e marcamos somente um gol. Empatamos com times que estavam totalmente desfalcados, como Internacional e Santos, e perdemos de um time, o Bahia, que briga contra o rebaixamento. Isso, sim, é preocupante, não a derrota de ontem  para o Atlético-MG.

O título já ficou para lá, mas a disputa pela vaga da Libertadores continua aberta. Por mais que tenhamos nos distanciado seis pontos do Vasco e possamos ficar a nove do Grêmio – que deve vencer o Náutico hoje, em Porto Alegre -, teremos dois jogos em casa – Portuguesa e Cruzeiro – com obrigação de vencer. E conquistando esses seis pontos, certamente, retornaremos à briga.

 

O que nos espera esta noite

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo entra em campo esta noite para enfrentar o Atlético-MG, em Belo Horizonte, como franco atirador. É evidente que o time mineiro tem todo o favoritismo do mundo, não só por jogar em casa, por ter o estádio cheio com sua fanática torcida, mas por estar em melhor momento e ter, sem dúvida, melhores time e elenco do que o São Paulo.

A situação se agrava por estarmos desfalcado de três jogadores; Rhodolfo, Denilson e Luis Fabiano. Há dúvida na formação do ataque, pois Ney Franco não definiu se entra com Osvaldo ou Ademilson no lugar do Fabuloso. Também não se sabe se a dupla de zaga será formada por Rafael Toloi e Paulo Miranda, ou se entra Edson Silva com Paulo Miranda jogando pela lateral direita no lugar de Douglas, que iria para a reserva.

Tudo isso mostra que nosso elenco é bastante deficitário. As peças de reposição são fracas e para se tentar um time um pouco mais forte temos que improvisar aqui e acolá, o que vira um autêntico remendo.

Mas são-paulino que é são-paulino nunca perde a esperança. Por isso vou assistir o jogo confiando que uma grande atuação possa vir e seja premiada com um belo resultado.

Então, à vitória, Tricolor!

As convocações do Mano

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, acabo de concluir que o técnico da Seleção Brasileira está vivendo outro mundo e vendo jogos que eu não vejo. A convocação que ele fez para os jogos “caseiros” contra a Argentina dão bem a explicação para isso.

Vou me ater, aqui, apenas aos jogadores do São Paulo que foram chamados: Rhodolfo, Jadson, Lucas e Luis Fabiano.

Lucas é unanimidade. Não carece qualquer tipo de comentário. Luis Fabiano, por mais que venha lutando muito com seus problemas físicos é, em minha opinião, se estiver em forma, disparado o melhor centro-avante brasileiro em atividade e candidato, inclusive, à camisa 9 da Seleção na Copa do Mundo de 2014.

Mas Rhodolfo comprova que Mano não assiste jogos do São Paulo. Ele está atravessando uma fase muito ruim e Rafael Toloi é, hoje, disparado, o melhor zagueiro do São Paulo. E vou mais longe: jogando com três zagueiros – que não me parece ser o caso da Seleção -, Paulo Miranda está jogando melhor que Rhodolfo. Portanto uma convocação, no mínimo, estranha.

Jadson é outro exemplo. Um meia apenas razoável, que vive altos e baixos no São Paulo, capaz de em um lance botar um jogador na cara do gol e resolver a partida, mas que na maioria das vezes se perde e sai de campo sem qualquer aproveitamento.

Por isso fico sem entender a convocação de Mano. Mais uma vez. Aliás, que belo técnico tem a nossa Seleção. Talvez seja a que ela mereça, pois não me causa suspiro algum. Foi o tempo em que me preocupei com Seleção Brasileira. Até isso o Ricardo Teixeira fez comigo.

Placar da Vila foi a nota para os dois times

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, São Paulo e Santos fizeram um clássico digno de dó na Vila Belmiro. Dó dos torcedores que compareceram e dos que viram pela televisão. O jogo foi tão ruim, mas tão ruim, que mais parecia um grupo de amigos que saiu de uma bela feijoada – ou churrasco – e foi brincar num “casados e solteiros”. Um verdadeiro estelionato para quem pagou ingresso…e para quem deixou de curtir sua família, um passeio, um cinema, para ficar em casa assistindo pela TV.

Os 22 jogadores só não podem ser colocados num saco e misturados no limbo porque, temos que reconhecer, Paulo Miranda, por exemplo, foi muito bem e Casemiro, enquanto teve fôlego, também. Bem quando Paulo Miranda é o melhor do time, já dá para entender a qualidade do jogo.

Ney Franco surpreendeu e entrou com o 3-5-2. Ao invés de colocar Cícero ou Casemiro no lugar de Maicon, optou por colocar um terceiro zagueiro – Paulo Miranda – e tirar o lento e marcador Paulo Assunção para tenter melhorar a saída de bola. A ideia foi boa mas, na prática, não deu certo. Não pelos dois que entraram, que foram os melhores do time, mas porque ninguém estava com vontade de jogar.

Jadson não criou nada. Pressionado, perdeu bolas bobas e deu passes no vazio; Luis Fabiano teve algumas chances, mas foi grotesco nas finalizações; Osvaldo chegou a me lembrar jogador de várzea querendo mostrar que é bom. Beirou o ridículo; os laterais, Cortez e Douglas, que deveriam atacar, não conseguiam carregar a bola, muito menos auxiliar o ataque.

Enfim, foi daqueles jogos onde você não consegue acreditar que está sendo disputado por equipes profissionais, mais do que isso, um clássico que envolve cinco títulos mundiais e seis de Libertadores. Os jogadores não dignificaram a camisa que vestiram, mantos que devem ser respeitados por uma real história de vida. São Paulo e Santos não merecem isso!

São Paulo pecou nas finalizações e só por isso não ganhou

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo apenas empatou com o Internacional, no Morumbi, e andou de lado na classificação do Brasileiro. Manteve a 5ª posição e ficou com a mesma diferença de pontos para o Vasco e o Atlético-MG, que também empataram, mas perdeu terreno para o Grêmio e pode perder mais ainda para o Fluminense.

No entanto o time foi bem, o que me dá esperança de que a briga ainda está aí à nossa frente. Tirando os primeiros 15 minutos onde fomos completamente dominados pelo Inter, a partir do gol de empate o São Paulo cresceu e passou a administrar a partida. Maicon era o responsável direto por esse equilíbrio, com passes certeiros e bom domínio de bola. Jadson, apesar de cobrar inúmeras faltas nas mãos do goleiro do Inter, também fazia seu papel de armador com toques rápidos.

Nosso problema estava nas laterais. Quando Douglas descia, as jogadas até prosperavam. Mas quando era Cortez, um horror. Não ganhou uma única jogada e perdeu todas as bolas.

O segundo tempo, então, foi um verdadeiro massacre. Osvaldo foi deslocado para o lado esquerdo e passou a infernizar a defesa gaúcha. Três jogadores do Internacional receberam cartão amarelo por faltas em Osvaldo. Só que ele não é Lucas e, assim sendo, não conseguiu decidir o jogo.

Aliás, que tinha poder para isso, Luis Fabiano, apesar de estar sempre presente e tentando, perdeu ao menos dois gols que não costuma perder. E outros jogadores que chegavam e chutavam ao gol o faziam sem pontaria. Portanto, apesar do verdadeiro massacre imposto ao Inter, as finalizações deficientes nos tiraram a possibilidade de vitória.

Por falar em comparações, não gosto disso. Tanto que falei que Osvaldo não é Lucas. E temo por outra comparação que já está começando a fazer: Maicon pode ter o mesmo destino de Danilo no São Paulo. Isso porque é tido como lento, a torcida de irrita fácil com ele mas, aos poucos, vem sendo importante para o time, tudo igual a Danilo. Só que o futebol dos dois, ao menos nesse momento, não permite fazer qualquer tipo de analogia.

Vamos continuar remando. O campeonato está aí e ainda faltam 16 rodadas. São 48 pontos em jogo e precisamos tirar quatro, ou seja, menos de dez por cento, para chegarmos ao G4. Temos dois compromissos dificílimos pela frente: Santos e Atlético-MG fora de casa. Pode ser o começo da grande arrancada.

Um jogo de seis pontos

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo entra em campo nesta noite, no Morumbi, para enfrentar o Internacional, num jogo daqueles que podemos dizer que valem seis pontos.

Não há dúvida que se o Tricolor tiver em mente uma vaga para a Libertadores – e até mesmo a disputa tanto distante do título – a possível conquista passa, necessariamente, por uma vitória nesta noite. Tivéssemos vencido na Bahia, um empate nem seria tão trágico em nossa campanha. Mas a derrota de Salvador nos leva à necessidade premente de vitória, até como forma de retomar o embalo visando os dois próximos compromissos, que serão fora de casa: Santos e Atlético-MG.

O São Paulo terá a ausência de Lucas, na Seleção Brasileira. Em seu lugar entra Osvaldo. Certamente será uma ausência bastante sentida, mas do outro lado, no Inter, também não jogam Damião, Guiñazu e Forlan, em sues respectivas seleções.

Acho que Osvaldo poderá suprir bem a ausência de Lucas e , com a volta de Luis Fabiano, poderemos ter um ataque forte para fazer valer a nossa força e, entendo, nosso favoritismo no Morumbi.

Apesar do jogo ser às 22 horas, horário muito ruim para quem levanta cedo para trabalhar, espero bom público do Templo Sagrado do Futebol. E, confesso, estou bastante confiante numa grande apresentação.

Então, à vitória, tricolor!!!

A derrota na Bahia foi um balde de água fria na nossa reação

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo jogou muito mal e foi derrotado pelo Bahia neste domingo, em Salvador. Os grandes destaques do time tiveram uma péssima tarde: Lucas, que não conseguiu ganhar uma única jogada e Jadson, com passes errados e bolas dominadas sem convicção.

O time pareceu sentir o forte calor de Salvador e o empenho não foi aquele que vimos nos últimos jogos. Aliás, o próprio padrão adquirido com o toque de bola, o time compacto, as jogadas em profundidade e a marcação precisa, nada foi visto.

O São Paulo lembrou aquele time que vinha jogando, antes de Ney franco, sem qualquer padrão tático, um verdadeiro amontoado de jogadores.

Rhodolfo, outrora o pilar de nossa zaga, perdeu todas as bolas pelo alto e entregou literalmente o jogo para o Bahia, pois foi de um erro grotesco seu na saída de bola que os baianos marcaram o gol da vitória.

Espero que o resultado negativo não cause impacto na nossa campanha. Temos como nos recuperar e há tempo para isso. Em nenhum momento levantamos o sonho do título, pois sabemos a limitação do elenco. E hoje ficou provado mais uma vez isso. Mas a briga pelo G4 está em pé e esse tropeço de Salvador não pode jogar por terra o trabalho que começou e vinha dando certo.

Vitória merecida que deixa um gostinho de “quero mais”

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo massacrou o Botafogo no Morumbi, nesta noite de quinta-feira e mostrou que começa a sobrar frente a alguns adversários. E não me venham falar que continuamos chutando galinha morta. Quando tenho que criticar, não imponho limites para isso. Mas temos que admitir o crescimento fenomenal do time.

Está provado que faltavam Lucas e Luis Fabiano, um excluído pela Seleção e outro pelas contusões. Mas com os dois em campo e com Jadson jogando o futebol que jogou nas últimas partidas, temos o melhor ataque da competição. Com a volta de Wellington, ao lado de Denilson, teremos um time bastante equilibrado.

Mas isso vem mostrar que temos um bom time, sim, mas não elenco. Ou então não estaríamos na posição em que nos encontramos, porque deixamos de ter dois ou três jogadores por boa parte da competição.

Mas não quero falar de problemas (se não vão falar que sou oposição). O São Paulo fez uma grande partida, mostrou que está, sim, vivo na briga por um lugar na Libertadores do próximo ano. Título é coisa mais distante e temos que vencer uma etapa por vez. Emelhor: Ney Franco começa a dar sua cara ao time, os jogadores se comunicam mais, jogam mais próximos, trocam mais bolas e a marcação é mais efetiva.

O Botafogo não teve tempo sequer de respirar. Com cinco minutos Luis Fabuloso Fabiano já havia marcado um golaço, deixando outro goleiro da Seleção (um ele já havia deixado no domingo) no chão. Aliás, abro aqui um parênteses: se a diretoria vender Luis Fabiano para o time do Qatar, vou baixar o nível, perder as estribeiras e xingar violentamente todos desta diretoria medíocre, além de desencadear no site um movimento pelo “Fora já” de Juvenal Juvêncio.

Voltando a falar de coisa boa, o passeio foi fantástico no Morumbi. Domínio total. O primeiro tempo terminando com 1 a 0 não refletiu a superioridade do Tricolor.

Os primeiros minutos do segundo tempo foram marcados por um domínio do Botafogo. Mas o técnico Ney Franco me chamou de burro. Ao colocar Osvaldo no lugar de Paulo Assunção ele criou outra alternativa para o contra-ataque, ganhou um jogador que consegue manter a posse de bola e voltou a dar velocidade ao time.  Eu, em seu lugar, teria colocado Paulo Miranda no lugar de Paulo Assunção, ou mesmo Wellington, para melhorar a marcação. Fico com Ney Franco, que é muito melhor técnico do que eu.

Osvaldo entrou e o São Paulo voltou a dominar a partida. Os gols foram saindo naturalmente, a torcida começou a gritar olé e os jogadores saíram aplaudidos de campo. Até o grito de “o campeão voltou” foi ligeiramente ouvido no estádio.

Não sei se o campeão voltou, mas o São Paulo está de volta, com um futebol vistoso, envolvente, cadenciado quando é preciso, rápido quando se faz necessário. O jogo acaba e fica aquela vontade de “quero mais”.

Quem sabe domingo, em Salvador, um novo show tricolor.