Mais uma prova de fogo para o São Paulo

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo tem mais uma prova de fogo neste domingo. O jogo contra o líder do Campeonato Brasileiro, e campeão virtual, Fluminense, tem tudo para ser emocionante e repleto de duelos táticos.

O Tricolor vem crescendo muito de produção. Tivesse alcançado esse nível de futebol que vem desempenhando lá atrás, hoje não estaríamos brigando por um terceiro lugar, ou ainda pelo vice-campeonato, mas estaríamos disputado o título. Percebam que se ganharmos do Fluminense hoje, vamos assumir a liderança isolada do segundo turno, o que demonstra bem o que estou falando.

Mas o São Paulo vem sendo testado consecutivamente, e não tem decepcionado. Basta ver o futebol primoroso do primeiro tempo contra a La U, na última quarta-feira, em Santiago do Chile.

Entendo que uma vitória sobre o Fluminense hoje nos coloca a um ponto – um empate com o Grêmio em Porto Alegre, por exemplo – da Libertadores. Até porque depois os nossos jogos serão bem mais tranquilos.

Ney Franco encontrou a forma ideal para o atual elenco do São Paulo. Sem contar que a entrada de Wellington deu mais segurança à defesa, com sua marcação implacável no meio de campo, e nos deu o futebol de Denilson, que cresceu muito nessa parceria que se formou.

Se o Fluminense tem Fred, nós temos Luis Fabiano. E eu ou mais o Fabuloso nessa disputa. Eles têm Thiago Neves, e nós temos Lucas. Sou muito mais Lucas nessa disputa. Eles tem Diego Cavalieri e nós temos Rogério Ceni, o M1TO. Aqui é até sacanagem querer fazer qualquer tipo de comparação.

O Morumbi receberá um grande público nesta tarde. Até ontem quase 36 mil ingressos tinham sido vendidos. Estou esperando público próximo da casa dos 50 mil. E nós, claro, estaremos lá para apoiar o nosso Tricolor.

Então, à vitória, Tricolor!!!

Vitória maiúscula em Santiago

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo obteve uma grande vitória nesta quarta-feira, jogando em Santiago, no Chile, contra o La U, e deu um passo importantíssimo para a classificação para a semifinal da Copa Sul-Americana. Venceu por 2 a 0 e ficou barato para os chilenos.

O primeiro tempo do Tricolor foi primoroso. Sofreu cinco minutos de pressão, mas equilibrou o jogo e passou a dominá-lo por completo. A ponto de, com 22 minutos, já estar ganhando por 2 a 0.

Jadson, em vários momentos, aparecia mais avançado do que Lucas, que vinha de trás com a bola. Wellington, em noite perfeita, desequilibrou a partida, participando diretamente dos dois gols. E Willian José, desta vez, fez a ausência de Luis Fabiano não ser sentida.

Para completar, a La U teve um jogador expulso por falta em Osvaldo, quando ele ia em direção ao gol. O domínio ficou maior ainda e o São Paulo só não dilatou o placar por excesso de preciosismo.

Mas aí veio o segundo tempo. E Ney Franco conseguiu estragar tudo. Tirou Cortez, que tinha recebido cartão amarelo no primeiro tempo e corria risco de ser expulso e colocou Maicon. Com isso deslocou Douglas para a lateral esquerda e Wellington, o melhor em campo, para a lateral direita. E o São Paulo passou de dominador a dominado. E toma sufoco.

Percebendo a grande besteira que tinha feito, dez minutos depois tirou Jadson e colocou Edson Silva, voltando Douglas para a lateral direita, Edson Silva indo jogar como lateral esquerdo e Wellington voltando ao meio.

Essa nova mudança fez com que o São Paulo recuperasse as rédeas do jogo, mas não com a velocidade do primeiro tempo, até porque Ney Franco trocou a rapidez de Jadson pela lentidão de Maicon.

Mas o que importa é o resultado, de extrema importância para nossa sequência na competição. Basta dizer que o São Paulo pode até perder por um gol de diferença quarta-feira próxima, no Pacaembu, que estará classificado. Muito bom!

Missão difícil no Chile

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo terá uma missão muito difícil esta noite: enfrentar a Universidad de Chile, atual campeão da Copa Sul-Americana, em Santiago do Chile. É um time tinhoso, com bom padrão tático e bons jogadores, que conseguiu reverter um placar desfavorável (empatou em casa com o Emelec em 2 a 2 e ganhou em Quito) e foi tido, ano passado, como o Barcelona da América do Sul.

Sei que a Copa Sul-Americana não tem o glamour de uma Libertadores, nem mesmo do título Brasileiro. Mas, se é o que nos sobrou para tentar ganhar algo este ano, então vamos com raça e vontade.

Em relação à Libertadores, o título da Sul-Americana tem o mesmo peso do quarto lugar do Brasileiro. Por ter sido um brasileiro o último campeão da Libertadores, terceiro e quarto colocados do Brasileiro disputarão a pré-Libertadores. Caso um brasileiro – São Paulo ou Grêmio – vença a Sul-Americana, este também disputará a pré-Libertadores junto com o terceiro do Brasileiro. O quarto colocado ficaria de fora.

No jogo desta noite não teremos Paulo Miranda – quem diria que eu iria sentir sua falta – e Luis Fabiano. Douglas volta à lateral direita e William José entra no lugar do Fabuloso. Assim Ney Franco mantém o esquema que vem dando certo, com a dupla de volantes formada por Wellington e Denilson, Jadson fazendo a ligação com Lucas e Osvaldo abertos pelas pontas.

Acho que o São Paulo pode conseguir um bom resultado e apresentar bom futebol, pois, ao menos em termos de tradição, o gramado do estádio Nacional do Chile é bom, o tamanho ideal, não temos altitude desfavorável e a La U joga e permite jogar. Estarei contente com um empate, principalmente se for com gols. Mas dá para ganhar.

Então, à vitória, Tricolor!!!

Vitória conta o Sport nos deixou a um passo da Libertadores

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo conseguiu uma grande vitória contra o Sport, em Recife, e deu um passo decisivo para estar na Libertadores de 2013. Nesse momento estamos sete pontos à frente do Internacional e oito à frente do Vasco, faltando apenas cinco rodadas para o final do Brasileiro.

O jogo começou eletrizante, com ataque de um lado e do outro. Mas em poucos minutos o Sport passou a dominar até marcar o primeiro gol. Ney Franco, que tinha entrado no sistema 3-5-2 alterou rapidamente e mandou Douglas para o ataque, com Paulo Miranda passando para a lateral direita. O jogo do São Paulo começou a aparecer e o Sport passou de dominador a dominado.

O que os pernambucanos não podiam contar, no entanto, é que Lucas estaria tão inspirado como estava. De cara acertou uma bomba de fora da área, marcando o gol de empate. Depois numa falha grotesca do goleiro do Sport, colocou para o fundo do gol, marcando o gol da virada. Ainda haveria espaço para Cortez fazer grande jogada pelo meio e marcar o terceiro gol.

No segundo tempo todos sabiam que o negócio seria administrar o resultado. Mas Lucas ainda encontrou espaço para fazer grande jogada, uma linda tabela com Luis Fabiano e marcar o quatro do São Paulo, seu terceiro gol na partida.

Por mais que o Sport tenha feito o segundo gol em cobrança de pênalti, o São Paulo estava com a partida nas mãos e garantiu o resultado até o final do jogo.

Com isso estamos muito próximos da Libertadores. É só manter o ritmo que não há como qualquer time nos tirar desta posição. E ainda podemos beliscar o terceiro lugar. É esperar para ver.

Um portante jogo contra o Sport

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo tem jogo dos mais importantes neste sábado, em Recife, contra o Sport. Uma vitória poderá quase que garantir nossa permanência definitiva no G4, até porque o Grêmio vai a Salvador jogar contra o Bahia e, numa combinação de resultados, poderemos ficar oito pontos à frente do quinto colocado, faltando cinco jogos para o final do Brasileiro.

É fato que será um jogo muito difícil. O Sport, além de estar brigando desesperadamente para fugir da zona de rebaixamento, está vinvendo um momento bom. Vem crescendo e ganhando alguns jogos seguidos nesta fase do campeonato. Tem um time experiente, com Hugo, Cicinho e outros jogadores com bagagem internacional e uma torcida fanática que vai lotar a Ilha do Retiro.

O São Paulo não terá Jadson, que se não é o meia dos nossos sonhos, ainda assim consegue ser o peça importante no meio de campo do Tricolor. Ney franco não definiu ainda o que fará. Poderia colocar simplesmente Maicon naquele lugar, mas parece que vai recuar Lucas para essa função e colocar Ademilson jogando aberto pela direita, com Osvaldo aberto pela esquerda e Luis Fabiano no centro. O restante do time será o mesmo dos últimos jogos.

O horário favorece um pouco o São Paulo, pois no horário de verão o jogo será às 17h30 de Recife (18h30 para nós). Isso faz com que o sol já tenha se recolhido e o calor não seja tão extenuante.

Vamos torcer porque a Libertadores está aí, à nossa frente.

Então, à vitória, Tricolor!!!

A polêmica Rogério Ceni x Ney Franco

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, parece que todos estão querendo tumultuar o ambiente do São Paulo mais uma vez. Boa parte da imprensa, e dos adversários – esses mais do que nunca – não conseguem ver o sucesso do Tricolor que a inveja bate, e bate pesado. Estamos muito próximos de atingir o objetivo maior deste ano – e praticamente único possível – que é o de voltarmos para a Libertadores. Mas parece que só o negativismo prevalece no noticiário.

É fato que o time jogou muito mal contra a LDU de Loja e que não mereceu a vitória contra um time semi-amador. Mas o objetivo, que era a classificação para as quartas de final da Copa Sul-Americana, foi alcançado. Então tinham que encontrar um corpo para velar. Encontraram uma polêmica entre Rogério Ceni e Ney Franco.

Em minha opinião Rogério Ceni, por mais que seja o M1TO, o maior jogador da nossa história, não tem o direito de pedir substituição de um jogador por outro de forma explícita como fez na quarta-feira. Por mais que estivesse coberto de razão, há formas e formas. Por exemplo, mandasse um recado pelo massagista, ou por Paulo Miranda, que corre pela lateral e, consequentemente, passa na frente de Ney Franco. A forma ostensiva foi o que pegou mal.

Ney Franco foi bem ao falar, na entrevista coletiva, quando perguntado sobre o teme, que cada um faz a sua. E Rogério, ontem, rapidamente desmentiu qualquer mal estar, elogiando a postura e o caráter de Ney Franco e dizendo que o ambiente no clube está muito bom.

Mas a imprensa – na qual me incluo, nesse caso, como reprodutor do material jornalístico  – alardeou o fato. Já vieram Leão, Muricy e outros dar palpite onde não foram chamados. Até de forma anti-ética, pois não são profissionais do clube e não têm o direito de opinar sobre nada que envolva o São Paulo publicamente.

Nossa posição, portanto, é de que Rogério Ceni, por mais que tivesse razão no pedido, o fez de forma ostensiva e, portanto, errada, e Ney Franco, por mais que tivesse errado na substituição, é o técnico e assim tem que ser respeitado.

E, vambora, vambora, porque tem Sport Recife amanhã. O momento não é de crise, mas de continuar a luta pela Libertadores.

Empate sonso com arbitragem grotesca

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, nem o empate sonso do São Paulo com a LDU de Loja (que time é este, mesmo?), em pleno Morumbi, me deixou tão irritado nesta noite de quarta-feira quanto a arbitragem do paraguaio Julio Quintana. Além de horrível, ele é mal intencionado – para não dizer “ladrão” -.

Foram quatro pênaltis não marcados a favor do São Paulo: um sobre Paulo Miranda, no começo do jogo; dois num mesmo lance, sendo o primeiro em Ademilson e o segundo em Lucas; e outro em Paulo Miranda, no final do primeiro tempo.

Além disso, muitas faltas claras, algumas agressões amplamente visíveis, contra jogadores do São Paulo não eram marcadas nem os jogadores punidos. Talvez isso venha a provar, mais uma vez, falta total de força política desta diretoria nos bastidores da Sul-Americana. Ser roubado por um paraguaio jogando contra a LDU de Loja, no Morumbi, já é demais.

Do jogo propriamente dito, muito pouco a falar. Por mais que tenha havido o prejuízo pelos “erros” da arbitragem, não há justificativa para não ganhar da LDU de Loja, um time semi-amador,  em pleno Morumbi. Um time que se espantou ao conhecer o Templo Sagrado do Futebol. Seus jogadores tiraram fotos em todos os cantos, ao lado do símbolo do São Paulo. Não dá para não ganhar deste time.

Ney Franco manteve o esquema, mas voltou a errar. Ademilson nem jogou tão mal, mas estava evidente que precisávamos de um homem de área. E ele demorou uma eternidade para colocar Willian José. Já eram quase 30 minutos do segundo tempo. E de novo tirou Jadson, que era o mais lúcido daquela linha de frente.

Dos males o menor e estamos classificados para as quartas de final da Copa Sul-Americana. Agora é pensar no Sport Recife, sábado, pelo Brasileiro. Lá na Ilha do Retiro a missão será das mais difíceis.

LDU de Loja: quem é mesmo?

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo enfrenta a LDU de Loja esta noite, no Morumbi, precisando de uma vitória simples, ou mesmo um empate em 0 a 0 para se classificar para as quartas-de-final da Copa Sul-Americana. Convenhamos que isso é o mínimo que esperamos.

Se ponderamos, e até aceitamos,  alguns resultados acidentais dentro do Morumbi, isso vale para times de camisa e que mereçam respeito pelo futebol e pela tradição. Com todo o respeito do mundo que eu possa ter pelo adversário de hoje, mas quem é mesmo a LDU de Loja?

Ficou evidente que o São Paulo só não ganhou o jogo de ida, no interior do Equador, em virtude do cansaço pela exaustiva viagem até Loja e pela altitude da cidade. Mas aqui não há como não vencer.

O time de Loja vem deslumbrado. Imaginem que aqui vão fazer um “tour” de Metro e curtir uma balada após a partida. Ou seja: vieram para fazer turismo e curar esse deslumbramento.

O time estará quase completo. Só não joga Luis Fabiano, mais por precaução do que propriamente por necessidade. Mas quem entrar em campo fará o necessário para o São Paulo sair classificado. Afinal, se ganhar é obrigação; se perder, um vexame.

Claro que entendo que o time tem que respeitar o adversário, mesmo não tendo tradição. Isso é fundamental para evitar o “já ganhou” antecipado. Mas isso fica para o time. Para a torcida continua a pergunta: LDU de Loja. Quem é mesmo?

Então, à vitória, Tricolor!

Depois da derrota, o negócio é levantar a cabeça

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, é claro que eu, como todos vocês, não fiquei contente com a derrota do São Paulo para o Flamengo nesta tarde, no Engenhão. Também é óbvio que fiquei muito “p” da vida com o pênalti perdido pelo Luis Fabiano. Até demorei um tanto para escrever meu comentário para deixar a adrenalina cair e ser realista, com todo meu coração são-paulino. E conclui: o time não jogou mal e a derrota, até certo ponto, acabou sendo injusta.

Vamos entrar na língua do “se”, mas “se” o Luis Fabiano tivesse convertido o pênalti, tudo seria diferente. O Flamengo entraria em mais desespero ainda, a torcida começaria a vaiar, pressionar, e o São Paulo poderia administrar o jogo com tranquilidade. Um lance infeliz, o erro da cobrança de pênalti, acabou deixando o jogo igual. Pior: o São Paulo se abateu e o Flamengo cresceu.

Mesmo assim tínhamos maior domínio das ações e mantínhamos o jogo equilibrado. A contusão de Luis Fabiano, com sua saída no intervalo, acabou de prejudicar o time. Sem referência na frente, já que Ney Franco – para mim erroneamente – colocou Douglas em seu lugar, o time começou a tocar bola sem nenhuma objetividade. Em alguns momentos até chegava à linha de fundo, ora com Osvaldo, ora com Cortez, até com Wellington, mas faltava a referência no meio da área.

Para consertar essa situação, Ney Fanco piorou ainda mais o time: colocou Willian José, que, apesar de toda sua ruindade, deveria ter entrado no lugar de Luis Fabiano, e tirou Jadson. É fato que Jadson não estava bem, mas era o único que pensava o jogo e de quem poderia sair um passe, quem sabe, para a definição de alguma jogada.

O São Paulo perdeu, então, seu potencial de ataque e de armação e viu o Flamengo administrar a vantagem, sem correr risco algum.

Mas temos que levantar a cabeça e correr em busca dos objetivos palpáveis. O primeiro é nesta quarta-feira, na Sul-Americana, pois estamos na briga. Depois pensar no Sport, em Recife, pois o terceiro lugar ainda é algo bem próximo de ser conseguido no Brasileiro.

Vencer o Flamengo: viável e fundamental

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, é incrível mas estamos muito próximos do G3. Depois do inesperado empate do Grêmio, em Porto Alegre, com o Coritiba em 0 a 0, ficamos a quatro pontos do terceiro colocado. E uma vitória hoje, no Rio, sobre o Flamento, nos deixará a apenas um ponto desta posição.

Eu sei que nós vamos jogar contra um time de muita camisa e tradição, que ostenta a maior torcida do Brasil. Mas tudo isso não ganha jogo se o momento não for bom. E nós, também, temos toda essa tradição e uma camisa sagrada, que tem que ser respeitada.

Os próprios comentaristas esportivos, muitos deles radicados no Rio de Janeiro, colocam o São Paulo como favorito para o jogo de hoje. E eu também entendo que o é. Basta jogar como fez, por exemplo, contra o Vasco, ou como jogou nas últimas cinco partidas, e não tenho dúvida alguma que sairemos com um resultado altamente positivo do Engenhão.

O time será o mesmo da quinta-feira, aquele que é considerado, hoje, titular pelo técnico Ney Franco. A única coisa a ficar muito atento são as artimanhas extra campo que podem acontecer. Afinal o Flamengo está numa situação desconfortável e corre, sim, risco de ir para a zona de rebaixamento, até porque o Bahia empatou ontem e o Palmeiras venceu. Tenho muito medo da arbitragem. Gosto do estilo do Leandro Pedro Vuaden, mas ele é daqueles que quando quer errar o faz e de maneira forte. Então, sinal de alerta ligado no Engenhão.

De resto, vamos jogar nosso futebol e impor a administração do jogo.

À vitória, Tricolor!