Jogo chato e “torcida” indecente

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, a vitória do São Paulo sobre o Paulista nesta quinta-feira, no Morumbi, não foi nada além do que se esperava, a não ser o futebol pequeno e chato que tivemos. A nota da noite ficou por conta de meia dúzia de gatos pingados da Independente, que optou por xingar Alexandre Pato, mesmo sem ele ter sido, sequer, apresentado pelo clube.

Essa ridícula torcida, que assim como outras organizadas, serve para usufruir de “agrados” dados pela diretoria e abrigar marginais, continua prestando um verdadeiro desserviço ao São Paulo. Não que eu esteja defendendo com unhas e dentes a negociação feita pelo clube, com a troca de Jadson por Alexandre Pato. Mas acho, sim, que foi interessante, até porque Jadson chegou ao ponto que podia, dali não passaria, enquanto Pato tem, sim, potencial para crescer. E muito. Por isso, temos que acreditar.

O espetáculo que a minúscula Independente deu nesta quinta-feira, no Morumbi, foi deprimente, típico deste bando de marginais.

Quanto ao jogo, bem, mais uma vez Antonio Carlos foi melhor no artilharia do que na defesa e Luis Fabiano deixou sua marca. Aliás, não concordo com os que chamam Luis Fabiano artilheiro dos gols inúteis. Se não fossem seus “gols inúteis”, não chegaríamos longe nos campeonato, pois perderíamos pontos obrigatórios de se ganhar contra times pequenos jogando no Morumbi. Portanto, para mim, todos os gols são úteis. E quero ver, sim, Luis Fabiano, Ganso e Pato jogando juntos. Acho que pode dar um grande negócio.

Pato por Jadson: é esperar para ver

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, não tenho uma opinião formada sobre a troca entre São Paulo e Corinthians, envolvendo Jadson por Alexandre Pato. Se eu fosse olhar para trás, bem lá atrás, diria que o negócio é excelente para o São Paulo, pois Pato é um craque e Jadson um jogador que um dia inventaram para a Seleção Brasileira e lhe garantiu o status de craque, sem nunca ter sido.

Se formos olhar para o ano passado veremos que Pato nunca vingou no Milan e no Corinthians foi um emérito frequentador do departamento médico, enquanto Jadson teve um período muito bom, colocando Ganso no banco.

Se formos olhar para o presente veremos que Pato continua sem vingar, sem jogar, sem se firmar, enquanto Jadson engordou e virou, quando muito, opção de banco.

Pelo histórico de carreira, Pato tem muito mais condição de dar a volta por cima e mostrar por quê um dia foi chamado de craque do que Jadson, cujo futebol todos já conhecem. Mas Jadson pode recuperar lá o futebol perdido, enquanto Pato pode continuar sendo o jogadorzinho mimado e chinelinho que tem sido nos últimos tempos. Aí o Mico estará em nossas mãos.

Quanto a negociação em si, Pato deverá ficar dois anos e meio no São Paulo, ou seja, até junho de 2016. Seu contrato acaba em dezembro daquele ano e, se não for negociado antes, poderia assinar pré-contrato com o São Paulo e ficar de graça. Mas se ele for vendido, mesmo sem anuência do Tricolor, haverá uma compensação financeira para o São Paulo. Jadson, por sua vez, terá seu contrato rescindido (acabaria em dezembro deste ano) e passará a ser jogador do Corinthians em definitivo. O valor da multa seria compensada com o empréstimo de Pato.

O fato é que o negócio tem que ser bom para os dois lados. E em se tratando disso, tenho medo do que essa diretoria possa vir a fazer.

Desejo boa sorte ao Alexandre Pato. Vou torcer muito para dar certo. Afinal, sou otimista nato.

Quanto o time tinha que provar, decepcionou!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo precisava provar que estava no caminho certo, que o elenco, com alguns ajustes, seria suficiente para disputar títulos este ano. E na hora disso acontecer, o time decepcionou e foi derrotado pelo Palmeiras, no primeiro jogo efetivamente forte que tivemos este ano.

A derrota jogou por terra as goleadas contra Mogi Mirim e Rio Claro e botou na cabeça da torcida, de volta, a dúvida: vamos disputar algum título este ano com isso que está aí?

Não sou daqueles que rotulam este elenco como o mais fraco que já tivemos. Entendo que alguns estão jogando só com o nome, mas que ainda voltarão a render o que renderam num passado não tão distante. Mas fico excessivamente irritado com a indolência em campo, a falta de criar para mudar uma situação.

O jogo deste domingo foi exatamente assim. Um Palmeiras determinado a vencer, de qualquer maneira, e o São Paulo se achando superior, entendendo que o gol sairia com naturalidade. O jogo começou e terminou da mesma maneira. E fomos derrotados.

Incrível, mas esse jogo me lembrou muito aquela partida de Bragança Paulista, quando também perdemos por 2 a 0, na estreia do Paulista. Naquele dia tocamos a bola de um lado para outro o tempo todo. Demos dois chutes a gol e, em dois contra-ataques, o Bragantino fez 2 a 0. Hoje também demos dois chutes a gol: Luis Fabiano, no primeiro tempo e Maicon, aos 45 minutos do segundo tempo. E tocamos, tocamos, tocamos, erramos, erramos, erramos, tocamos, tocamos. Impressionante.

Tudo isso acontecendo e Ganso não conseguia encontrar, em sua genialidade, uma fórmula para mudar o quadro. Claro. Os atacantes ficavam fixos como postes. Álvaro Dias, muito marcado, não chegava ao ataque. Luis Ricardo tinha liberdade, mas sua ruindade plena não permitia que ele fosse eficiente. O meio de campo é uma piada de mal gosto, com Wellington e Maicon não se completando, nem se individualizando. Enfim, um time sem cara de time.

Interessante ouvir de Luis Fabiano que o São Paulo dominou o jogo e os dois gols do Palmeiras foram de bola parada. E isso não ratifica a nossa incompetência absoluta?

Enfim, na hora que tinha que provar, o time decepcionou. Agora é ganhar dos pequenos que temos pela frente, de novo, até chegarmos a outro clássico. E aí, mais uma vez, colocarmos o time à prova. E, sinceramente, não sei no que vai dar.

Clássico para mostrar o time que temos

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo encara o Palmeiras esta tarde, no Pacaembu, naquele que será, efetivamente, o primeiro teste do ano para medirmos a força deste time. Além de ser um clássico, o Palmeiras está com cem por cento de aproveitamento no campeonato, jogando um bom futebol.

O São Paulo terá em campo o mesmo time que jogou as partidas anteriores e goleou Mogi Mirim e Rio Claro. Só que são times fracos e não tinha condição de medir a força do São Paulo.

Hoje será diferente. Quero ver o comportamento desta defesa, que sofreu três gols do Rio Claro; quero ver esse ataque funcionando contra uma defesa mais consistente, mesmo tendo marcado dez gols e dois jogos; e quero ver se esse meio de campo consegue, mesmo, dar segurança à zaga e municiar o ataque.

Mas ouso dizer que se Osvaldo e Luis Fabiano repetirem a atuação que tiveram na última quarta-feira, passo a achar que o São Paulo tem grande chance de sair com um resultado positivo esta tarde, do Pacaembu. E, como sou otimista, eu acredito.

Então, à vitória, Tricolor!

A goleada nos mostrou fragilidades

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, é um paradoxo, mas a goleada que o São Paulo impôs sobre o Rio Claro nesta quarta-feira, no Morumbi, mostrou fragilidades que o time tem e que poderão  nos dar dor de cabeça em jogos mais difíceis.

O ataque foi muito bem. Luis Fabiano estava em sua noite e Osvaldo reviveu o futebol que o levou, um dia, à Seleção Brasileira. A decepção ficou por conta de Ademilson, mas, mesmo assim, ele ainda cravou o dele.

No meio Maicon vem dando conta do recado, correndo por todos os lados do campo, acompanhando a bola e Ganso, mesmo fora de ritmo, tem lances magistrais. Além disso, temos um lateral esquerdo que fez apenas dua segunda partida com a camisa do São Paulo, mas parece jogar no Tricolor há dez anos.

A preocupação fica com a defesa – excetuando-se Álvaro Pereira – e com o cabeça de área. Jogando contra um time da fragilidade do Rio Claro, conseguimos tomar três gols. Culpe-se aqui Luis Ricardo no primeiro gol e Rogério Ceni no terceiro, por uma saída errada. Mas, principalmente, nos três, a participação  negativa de Wellington. E mais: os três pelo lado que cobria Rodrigo Caio.

Muricy Ramalho, que sempre montou boas defesas, vai ter que quebrar a cabeça, mas esse sistema de marcação com os jogadores que estão em campo, nos trará sérios problemas ainda. E pela frente temos um clássico. O tempo urge e algo urgente precisa ser feito.

São Paulo apresenta projeto de cobertura do Morumbi aos sócios e põe pressão na oposição

O dia 25 de janeiro marcou o aniversário de São Paulo. E a data não poderia ser melhor para que a diretoria tornasse público o projeto de reforma e modernização do Morumbi.

O pacote, que deveria ter sido aprovado em dezembro, na reunião do Conselho Deliberativo, sequer foi apreciado por falta de quórum, já que a oposição não entrou na reunião. A alegação era de desconhecimento total do bojo do projeto.

Apesar de ser criada uma comissão composta por membros da situação e da oposição, a diretoria viu pouco progresso na negociação e sentiu que dificilmente haveria votação ainda em janeiro. Então optou por convocar todos os sócios, por e-mail, para tornar público todo o pacote de intenções, respondendo a todo tipo de pergunta e assim deixar claro que ninguém mais poderia alegar desconhecimento da matéria. Ou seja: a oposição foi colocada em xeque pelo próprio associado.

O projeto

De acordo com o que foi apresentado, a obra de cobertura do Morumbi vai durar 18 meses. Nesse período será construída uma Arena que terá 25 mil lugares e ficará localizada no setor da antiga arquibancada amarela. A cessão será feita por dez anos, renováveis por mais dez.

Está acordado que a empresa que detiver os direitos da Arena poderá realizar shows nos dias que quiser, só estando impedida de fazê-lo quando houver jogo do São Paulo no Morumbi. Ou seja: o São Paulo não terá que procurar estádio para mandar seus jogos por shows marcados para a Arena.

Nos jogos do São Paulo, a empresa que tiver domínio sobre a arena terá a seus dispor a quantidade de ingressos que cabe ao setor. Ela terá direito exclusivo sobre a venda, mas o valor total dos ingressos terá que ser repassado integralmente ao São Paulo. O mesmo vale para os mega-shows que se realizarem no Morumbi. Já os shows da arena terão renda totalmente revertida à empresa detentora dos direitos, sem qualquer participação do São Paulo.

Serão construídos dois estacionamentos que completem 2.200 vagas. Um prédio de cinco andares ficará onde hoje existem as quadras poliesportivas externas, beirando o muro do clube;o outro será uma extensão do espaço da piscina aquecida, unindo o estacionamento já existente, no portão 13, com o setor onde estão as quadras de Fut Volei.

Os sócios terão direito a 460 vagas ao custo aproximado de R$ 1,50 por hora, independente do dia (se tem jogo, show ou não). As demais vagas serão para uso comum, a preços de mercado.

As quadras poliesportivas, que desaparecerão num primeiro momento, serão resconstruidas no algo do edifício estacionamento.

Essas obras poderão ficar prontas em seis meses e para isso boa parte do clube ficará interditado para os sócios.

Mudança de estatuto

Segundo conversa que mantive com alguns conselheiros, é praticamente certo que Juvenal Juvêncio irá mudar o estatuto do clube, para que a aprovação destas reformas seja feita por 50% mais um do Conselho, ao invés de 75%, que é o número atual.

Aliás, vale explicar que este número qualificado de 75% existe para apenas três fatores, dentro do estatuto: para a extinção do São Paulo Futebol Clube; para a venda do Morumbi; e para o impeachment do presidente.

A oposição entende que ao alienar um setor do Morumbi para a arena seria uma espécie de venda de um setor do estádio, coisa com que a situação não concorda.  Mas Juvenal, para ver seu projeto aprovado, mudará o estatuto na próxima reunião, até porque para isso precisa de 50% mais um dos votos.

Minha opinião

O que aconteceu no sábado foi muito triste. A política falou mais alto e, ao invés do pleno esclarecimento aos sócios, o que se viu foi muita provocação e discussão de lado a lado. Eram camisas amarelas e vermelhas disputando que tinha mais gente. A oposição  não entrou no salão nobre – o que é muito triste -, mas mandou representantes sem identificação para “armar o circo”. E a diretoria, como não poderia deixar de ser, entrou no jogo e o nível foi muito baixo.

Entendo, sim, que a obra será boa e não vejo a alienação do espaço da arena como venda de um pedaço do Morumbi, até porque tem dia e hora para ser encerrada e o setor volta a ser integralmente do São Paulo.

Por isso, agora com pouco mais de conhecimento, defendo, sim a aprovação já do projeto de cobertura do Morumbi. E que a política não nos deixe mais atrasados do que estamos em relação aos nossos “co-irmãos”.

 

A vitória que era simples quase ficou complicada

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o próprio técnico Muricy Ramalho disse: “ganhar dos mais fracos é obrigação”. E eu acrescento: quanto mais pelo jogo ter sido mo Morumbi. Então o São Paulo ganhou do Oeste por 2 a 1, mas por pouco não jogou por terra o que parecia muito fácil.

O Oeste veio para se defender e o São Paulo para atacar. O volume de jogo do Tricolor foi adequado, apesar do ataque estar distante do meio de campo e dependermos muito das descidas dos laterais. Nesse ponto Luis Ricardo ficou devendo, mas Álvaro Pereira, o estreante da tarde, foi muito bem e criou várias jogadas pelo seu setor. Os cruzamenos do uruguaio eram todos certeiros. Finalmente temos alguém que sabe, ao menos, bater escanteios.

Mas o primeiro gol veio de um total voluntarismo de Ademilson, que correu atrás de uma bola praticamente perdida, recuperou e cruzou na cabeça de Antonio Carlos. Depois, em cobrança de escanteio, outro gol de cabeça de Antonio Carlos, ainda no primeiro tempo. Tudo indicava que a fatura estava consumada.

Veio o segundo tempo e, mesmo tendo diminuído o ritmo de jogo, pela ainda pré-temporada e o intenso calor da tarde paulistana, o time continuou com pleno domínio da partida. Até sair um pênalti, que Luis Fabiano bateu e perdeu.

Mas nada parecia tirar a tranquilidade do time, até que, aos 36 minutos do segundo tempo, o Oeste marcou seu gol. Pronto. Foi como se o castelo de areia sã-paulino tivesse desmoronado e o time entrou em pânico. Foram dez minutos de muita pressão do Oeste, com direito a uma defesa espetacular de Denis, que salvou o Tricolor de tomar o gol de empate.

Isso é coisa psicológica, mas que preocupa muito. Ficar perdido em campo em pleno Morumbi, contra o Oeste, só porque tomou um gol aos 36 minutos do segundo tempo, mas quando já ganhava por 2 a 0. O que dirá quando for um clássico ou partida mais decisiva e sairmos atrás no marcador?

Cabe ao professor Muricy Ramalho trabalhar a cabeça dos jogadores e mostrar que 2013 ficou para trás e vivemos um novo ano. E que ele seja, realmente, novo.

Vitória obrigatória na pré-temporada

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo goleou o Mogi Mirim nesta quarta-feira, no Morumbi, e cumpriu com sua obrigação numa fase do Paulistão que reputo como pré-temporada.

Uma constatação que pode ser feita – e aí não digo apenas do São Paulo – é o abismo existente entre os grandes e os pequenos do Estado. Nesse início de campeonato há um nivelamento porque os times do interior vem treinando há tempos para esses jogos, enquanto São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos estão voltando das férias.

O primeiro tempo do jogo desta quarta-feira deixou patente essa questão. O número de passes errados, muitos de forma grotesca, do São Paulo, foi assustador. O próprio goleiro Rogério Ceni saiu numa dividida fora da área, completamente sem ritmo e reflexo, e perdeu na corrida para o atacante adversário. É fato que depois, no segundo tempo, ele praticou uma defesa impressionante, de puro reflexo.

Além do mais não podemos nos esquecer que os quatro gols do São Paulo foram feitos com participação efetiva da zaga adversária: o chute de Osvaldo desviou no zagueiro; o gol de Luis Fabiano saiu depois de uma cochilada da zaga, com Ganso roubando a bola; o de Ademilson foi a partir de um recuo completamente errado do zagueiro para o goleiro; e o de Douglas desviou no zagueiro. Reconheço que jogando com três atacantes e, principalmente no segundo tempo, exercendo forte pressão sobre o Mogi, o São Paulo fez com os erros do adversário aparecessem.

É o começo do trabalho do ano, mas não me iludo com os  a 0. O elenco é fraco, o time é o mesmo do ano passado e, salvo grandes e excepcionais surpresas, não espero grandes conquistas este ano.

Ano Novo, futebol velho

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o ano de 2014 começa igual 2013. No campo Luis Ricardo, a única diferença. Diferença? Para o Douglas, só de número e porte físico. Futebol não.

Mas, sinceramente, alguém esperava algo diferente? Se já não tínhamos um bom elenco, e ainda perdemos alguns que tínhamos, o que imaginar? O ataque precisava marcar gols, estava perdendo o jogo. Na linha Ademilson e Luis Fabiano. No banco Osvaldo. Por que só Osvaldo? Porque é o que tem para hoje, amanhã e até não sei quando.

Muricy também foi otimista ao extremo, ou fez de propósito para pressionar a diretoria, pois escalar Wellington como armador do ataque é brincadeira; colocar Cañete para tentar resolver alguma coisa, é outra brincadeira. Mas colocar quem? Osvaldo? Entrou. E é o que tem para hoje, amanhã e até não sei quando.

O time jogou no estilo Barcelona. Mais de 70 por cento de posse de bola. Mas e daí? Na hora de chutar para o gol era bola para esse, para aquele, para o outro, para esse, para aquele, para o outro…e ninguém chutava. E quando o fazia, eram chutes de péssima qualidade. Mas os chutadores que estão aí é que tem para agora, amanhã e até não sei quando.

A torcida presente pediu jogador, falou que é absurdo perder para time de série B, mas esqueceu de dizer um “Fora Juvenal” bem grande. Então essa diretoria vai continuar achando que o time é bom, que o elenco é sensacional e não vai buscar ninguém. Por isso o time é esse que temos para hoje, para amanhã e até não sei quando. Talvez quando Juvenal sair. Quem sabe!

Começa o ano para o time principal

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, hoje começa o ano para o São Paulo. Vou esquecer o time da Copinha, que deu vexame ontem – apesar de entender que foi o Sub-17 enfrentando o Sub-20  – mas 5 a 1 é muito para a minha cabeça.

O time entrará em campo hoje com Luis Ricardo, a única novidade. Esta semana tivemos uma boa notícia que foi a contratação de Álvaro Pereira, lateral da Seleção do Uruguai.

Mas o meio de campo e o ataque não foram modificados. Para piorar, além de não chegar ninguém, ainda perdemos Aloísio. O que quer dizer que, se Luis Fabiano se machucar – que é muito comum acontecer – não teremos ninguém para jogar por ali.

O fato é tão grave que Muricy Ramalho já está preparando Cañete para ser atacante. Triste. E não tenho nenhuma esperança de algo mudará, até porque agora, mais do que nunca, o que Juvenal Juvêncio pensa é na eleição de abril. Até lá, Deus que nos ajude.

Mas como início de temporada, estreia no Paulistinha, torço pelos três pontos.

Então, à vitória Tricolor!