Hoje é vencer ou vencer

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web,  São Paulo tem esta noite a obrigação de vencer a partida contra o The Strongest, pela Libertadores. O time boliviano tem três pontos, pois ganhou do Arsenal e o Atlético-MG já está  com seis. Um resultado que não seja a vitória esta noite fará com que fiquemos seis pontos atrás de dois times em nosso grupo, tornando muito difícil – para não dizer impossível – a classificação para a próxima fase.

Estou escrevendo isso mas quero deixar claro que não passa pela minha cabeça a mais remota possibilidade de qualquer resultado que não seja a vitória do São Paulo. O jogo é no Morumbi, nosso elenco é infinitamente superior ao do time boliviano e o centro-avante deles não vai jogar: a altitude.

Ney Franco optou pelo esquema 4-3-3 ou, como estão gostando chamar, 4-2-3-1. O fato é que Paulo Henrique Ganso volta para o banco e Aloísio ganha a posição para jogar aberto pela direita do ataque. É o esquema preferido do nosso técnico. Confesso que eu também optaria por ele, se tivesse Lucas ainda no time.

Paulo Henrique Ganso continuará ganhando forma nos jogos do Campeonato Paulista. Hoje, a ideia é pressionar a saída de bola do The Strongest e tentar marcar o primeiro gol nos primeiros minutos da partida. Isso facilitará todo o restante do jogo, pois obrigará ao time boliviano lançar-se ao ataque, até porque ele virá fechadinho como fazem todos aqueles que enfrentam o Soberano no Templo Sagrado do Futebol.

Deveremos ter mais de 30 mil pessoas no Morumbi. Público, para mim, aquém do esperado para um jogo de Libertadores. Mas todos, certamente, estarão repletos daquele espírito de união, força e coração, para empurrar o São Paulo para cima dos bolivianos.

Então, à vitória, Tricolor!!!

Vitória tranquila para embalar a Libertadores

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo goleou o Linense no Morumbi, nesta tarde/noite de sábado e está na liderança do Campeonato Paulista, ainda com um jogo a menos. Nada mal. Melhor: está embalado com duas boas vitórias para o jogo que nos interessa mesmo, quinta-feira, pela Libertadores, contra o The Strongest.

Ney Franco fez o que dele se esperava. Usou as duas partidas do Paulista para forçar Rafael Tolói pelo lado esquerdo, no lugar de Rhodolfo, e Ganso no meio de campo, mudando o esquema do 4-3-3 para o 4-4-2. E acho que a experiência foi positiva.

Hoje vimos uma defesa mais tranquila, apesar de sobrecarregada pelo time jogar com apenas um volante de contenção e ter Maicon, Ganso e Jadson formando um trio ofensivo impulsionando Osvaldo e Luis Fabiano.

Gostei de ver algumas trocas de bola entra Ganso e Jadson e as constantes chegadas de Jadson, com chutes de fora da área. Jadson, aliás, fez uma partida impecável, assim como Osvaldo.

Por falar em Osvaldo, como cresceu seu futebol. E pensar que o técnico Emerson Leão sequer o relacionava para alguns jogos. Vai entender.

Mas, voltando ao jogo, é impressionante o que o time criou de oportunidades no primeiro tempo e o índice de desperdício, a partir de Luis Fabiano que perdeu todo o estoque que lhe é permitido de gols.

No segundo tempo, com a saída de Ganso para a entrada de Aloísio, o time foi mais para a frente, mas perdemos em técnica e em criação de oportunidades. Trocamos a classe pela correria.

O saldo do Paulista é muito positivo. Mas agora isso é página virada e temos que ter um belo preparo para enfrentar o The Strongest. Ali é ganhar ou ganhar se quisermos seguir na Libertadores. Mas esse será assunto para o próximo comentário. Agora quero curtir a liderança do Paulista.

A vitória vai dar a tranquilidade desejada

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, aconteceu o que todos nós, são-paulinos, poderíamos querer: o time jogou no 4-4-2, com Ganso e Tolói como titulares e ganhou por 4 a 2 do São Caetano, no Anacleto Campanella.

Calma, eu sei que o adversário era fraco, mas se não for assim para darmos ritmo ao Ganso e tempo ao Tolói pela esquerda, não vai ser jogando contra times de ponta ou na Libertadores que vamos conseguir.

É fato que Ganso nem foi tão bem e que Tolói está sentindo o lado esquerdo. Também é verdade que Lúcio tomou um drible impressionante, que redundou no primeiro gol do São Caetano.

Mas tenho convicção que com muito treino, e com estes jogos do Paulista, o time vai se acertar e crescer com essa formação.

Mas Ney Franco foi ainda mais audacioso: tirou Wellington e colocou Maicon. Reconheço que o time ficou vulnerável e a defesa exposta, pois Denilson não é primeiro volante e Maicon está mais para meia do que para volante. Entretanto, as jogadas vão saindo, a posse de bola é do São Paulo e, se tomamos dois, fazemos quatro. E eu tenho muito mais simpatia por esse futebol ofensivo, em busca do gol, do que aquele que praticamos num passado próximo, com grande retranca e chuveirinhos na área.

O time é vice-lider do Campeonato Paulista, com um jogo a menos. E eu espero, com toda sinceridade, que Ney Franco entre com Ganso e Toloi no sábado, contra o Linense. Vamos aprimorando esse meio de campo porque será, tenho certeza, de muita importância para o São Paulo.

Ney Franco acerta na aposta em Ganso

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo joga esta noite contra o São Caetano, em partida atrasada do Campeonato Paulista, mas traz como grande importância a presença de Ganso desde o início do jogo.

Ney Franco, que tem dado chances sucessivas para Douglas no ataque e Rhodolfo na defesa vai, finalmente, dar essa mesma chance a Paulo Henrique Ganso. E que não seja só hoje, é o que eu espero. Que se repita contra a Linense, no sábado, para preparar para o jogo contra o The Strongest, na próxima quinta-feira. Ganso poderá, com confiança e ritmo, ser um diferencial.

Apesar de não haver definição clara, também espero que Rafael Tolói seja mantido na zaga no lugar de Rhodolfo, que tem falhado sucessivamente e continua merecendo o crédito do treinador. Esses dois jogos do Paulista também serão, para Tolói, excelentes para aprimorar o jogo pelo lado esquerdo da defesa.

É fato que para jogar com Ganso e Jadson o esquema tático do São Paulo precisa ser alterado. Mas cabe ao treinador criar os espaços necessários para a nova formação. E um meia que se preze tem que entrar mais na área. Então Jadson e Ganso terão que jogar mais próximos de Luis Fabiano e Osvaldo não se limitar ao lado esquerdo, e sim alternar os lados durante o jogo. Os laterais também ganharão mais importância no ataque. Me parece lógico quando Osvaldo estiver na esquerda Douglas aparecer na frente, fazendo o 1-2 com Jadson; e quando Osvaldo estiver na direita aparecer Cortez na frente fazendo o 1-2 com Ganso. E olha que não sou técnico para ver que isso é factível.

Enfim, espero três pontos em São Caetano, porque nosso adversário não é daqueles que assustam um grande time.

Então, à vitória, Tricolor!

A derrota para o Atlético-MG não foi o fim do mundo

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo perdeu para o Atlético-MG em Belo Horizonte, num resultado que, convenhamos, era previsível. Fez um primeiro tempo horrível, sem dar um único chute a gol e um segundo tempo digno de quem está disputando um torneio importante e que precisava do resultado. Componentes que unem o azar às falhas decidiram o resultado.

O primeiro gol, dito pelo próprio Ronaldinho Gaúcho, foi absoluta sorte. O time não treina esse tipo de jogada. Sorte deles, azar o nosso. Mas nesse gol acrescento: o time do berçário do meu bairro não tomaria gol igual. Ou, para não ser tão ofensivo, nos rachões lá no clube não são marcados gols deste tipo.

E na minha opinião falharam Rogério Ceni, que viu o atacante ali e não chamou a defesa, talvez pensando inocentemente que ele não faria um mal desses ao “amigo; Rhodolfo e Lúcio, pois Jô passou no meio dos dois, correndo na direção da área para marcar o gol; Cortez que estava marcando a bola; e os volantes, que deveriam colar em Ronaldinho, e o deixaram livre.

O retrato do primeiro tempo foi sintetizado nas palavras de Rogério Ceni, na saída para o vestiário: “não podíamos cometer falhas. E falhamos”. Foi esse o detalhe, até porque, por mais que o Atlético tenha dominado por inteiro o primeiro tempo, teve apenas mais uma chance clara e gol, com boa defesa de Rogério Ceni.

O São Paulo tinha Paulo Miranda, que perdia todas as disputas com Bernard; Douglas, que não conseguia ajudar na marcação, muito menos atacar, como era intenção de Ney franco ao escalá-lo; Jadson que não conseguia armar uma jogada; Wellington e Denilson que se revezavam na marcação de Ronaldinho, mas invariavelmente eram batidos; e um ataque inoperante por completa falta de assistência.

Pensei que Ney Franco fosse mudar para o segundo tempo, mas nada. Então o quadro pouco se alterou. E só mudou porque Paulo Miranda tomou um cartão amarelo e, certamente, seria expulso. A entrada de Aloísio, com Douglas passando para a lateral, surtiu efeito. O São Paulo cresceu e passou a pressionar. Depois veio Ganso, que também acertou o passe do meio.

Mas novamente Ronaldinho desequilibrou, passando por um Ganso imóvel e um Wellington com medo de chegar no jogador atleticano. Cruzamento para o meio da área que encontrou um Rhodolfo preso ao chão e Rever cabeceando quase sem pular.

Luis Fabiano, que no primeiro tempo fora presa fácil da zaga adversária, resolveu sair da área. E numa dessas meteu uma linda bola para Aloísio marcar o nosso gol. O São Paulo continuou pressionando e ainda teve a chance, no último lance do jogo, nos pés de Ganso. Mas, de novo, o azar, para nós, esteve presente e a bola tirou tinta da trave atleticana.

Não estou no barco daqueles que acham que o fim do mundo chegou e que com este time não chegaremos a lugar nenhum. Acho que temos um bom elenco. Falta Ney Franco encaixar um esquema para Ganso jogar. E falta, principalmente, a diretoria abrir a mão e trazer um jogador que supra a ausência de Lucas, ou explique onde foi enfiado o dinheiro da venda do nosso craque.

Dia em que a adrenalina vai subir

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, a quarta-feira de cinzas tem um sabor diferente. Ao invés de estarmos pensando o que deixamos para trás no carnaval, estamos com os olhos voltados para o estádio Independência, em Belo Horizonte, onde o São Paulo, nesta noite, enfrentará o Atlético-MG, naquele que reputo será o jogo mais difícil desta fase de grupo da Libertadores.

Não estou esquecendo que teremos que enfrentar, novamente, a altitude de La Paz e um compromisso em Buenos Aires. Mas a pressão que sofreremos no Independência lotado, com a maluca torcida do Atlético-MG, aliado ao bom nível técnico do time mineiro, faz com que nossa adrenalina fique a mil desde o início da manhã, durante todo o dia, para explodir à noite.

Rogério Ceni disse – e quem sou eu para discordar? – que o Atlético é o favorito para o jogo desta noite. Afinal, além de ter sido o vice-campeão brasileiro e não ter desmontado sua estrutura, nem perdido qualquer jogador de destaque, ainda trouxe Diego Tardelli para o ataque e conta com Ronaldinho Gaúcho em boa fase. Por outro lado o São Paulo perdeu Lucas, jogador absolutamente decisivo e fator de desequilíbrio em qualquer circunstância e não trouxe ninguém para substituí-lo, apesar do montante financeiro que temos em caixa.

Por aquele setor já foram testados, sem sucesso, Jadson – com Ganso pelo meio -, Aloísio, Cañete e Douglas. Hoje joga Douglas. Me parece uma decisão acertada de Ney Franco, pois além dele jogar aberto pela direita e ter condição de chegar à linha de fundo, também fecha o meio de campo e fortalece a marcação. Mas, convenhamos, a distância entre qualquer um dos quatro e Lucas é um verdadeiro abismo.

Vamos precisar contar com a inspiração de Luis Fabiano para marcar, de Osvaldo para correr, de Jadson para dar assistências, de Lúcio para segurar, da dupla de volantes para formar a barreira e do capitão Rogério Ceni para reger a orquestra. Mas considero que sair com um empate de Belo Horizonte será um grande resultado.

O M1TO e o Expressinho fizeram outra vítima

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o Expressinho do São Paulo, reforçado por Rogério Ceni, foi a Campinas e não tomou conhecimento do adversário. Fez 2 a 1, com direito a um golaço de falta do M1TO.

Desde o princípio já dava para perceber que o resultado nos seria favorável. O time começou marcando pressão na saída do Guarani. E teve a primeira chance cedo, desperdiçada de maneira bisonha por Aloísio. Mas caberia a ele mesmo marcar o primeiro gol. Como também caberia a ele perder mais dois gols, um dos quais de forma inacreditável.

Paulo Henrique Ganso tentou chamar o jogo para ele. No primeiro tempo sempre procurou estar bem posicionado e, com toques rápidos, fez o time girar. Maicon fazia ótima partida pelo meio, mas evitava as descidas. Quando se soltou, melhorou seu desempenho, mas fez com que Ganso sumisse em campo.

Notoriamente o preparo físico de Ganso ainda não é ideal. Tanto que Ney Franco o deixou até o fim, mas ele, a partir dos 39 minutos do segundo tempo, visivelmente se arrastou em campo.

Outro que preciso destacar, só que negativamente, é Cañete. Jogador que ficou mais de um ano no departamento médico, que precisa mostrar serviço, teve seu contrato prorrogado recentemente, entra bem em alguns jogos, vira unanimidade para ser titular, e quando começa jogando vai muito mal, como o foi contra o Santos, e pior ainda hoje, quando além de estar mal, foi expulso de maneira fútil. Não é este Cañete que queremos.

Agora é descansar e carregar as baterias para quarta-feira. Aquele é o nosso jogo. Aquele é o nosso campeonato.Então vamos nos preparar para isso.

Empate modorrento, mas longe de ser a realidade

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo empatou em 0 a 0 com a Ponte Preta no Morumbi, nesta noite de quarta-feira, num jogo modorrento, irritante e sem um pingo de emoção. Faltou talento, ousadia e vontade ao Tricolor.

Ney Franco até tentou mudar alguma coisa. Em determinado momento do segundo tempo tirou Rhodolfo para começar a testar a formação da dupla de zaga com Lúcio e Rafael Tolói, pela esquerda; tirou Jadson e colocou Paulo Henrique Ganso; tirou Wellington, já que era “muito” ter dois volantes de marcação, fazendo entrar Paulo Miranda e empurrando Douglas para a frente. Mas nada deu certo.

Na verdade a Ponte Preta veio com o claro objetivo de empatar em 0 a 0. Em vários momentos do jogo o que se via eram 21 jogadores dentro do campo da Ponte. Apenas Denis no campo do São Paulo. E nesse grande congestionamento faltavam as jogadas laterais. Osvaldo estava pouco inspirado e Cañete não tinha a velocidade necessária para furar a defesa adversária.

No primeiro tempo até tivemos duas chances claras de gol com Aloísio. Ambas em belíssimo lançamento de Jadson. Mas Aloísio conseguiu desperdiçá-las. No segundo tempo vivemos de algumas chances nos últimos minutos, quando o time pressionou um pouco mais a defesa da Ponte.

Mas tem uma coisa que chama muito a atenção: o time não chuta para o gol. Ontem vimos Denilson tentar um chute de meia distância e só. Nem Jadson, nem Cañete, nem Ganso, nem Osvaldo, nem Aloísio. O time parece ter medo de chutar para o gol.

Vou justificar, apesar de não aceitar essa justificativa, com o fato de ser Campeonato Paulista, dia chuvoso, com apenas 5 mil e poucos pagantes, para acreditar que essa não é a realidade do  nosso time e que quarta-feira, em Belo Horizonte, contra o Atlético-MG, tudo será diferente. É a minha esperança.

Ajustando o time para a Libertadores

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo faz hoje mais um ajuste para o time que enfrentará o Atlético-MG na próxima quarta-feira, pela Libertadores, que é o que realmente nos interessa. A “sparring” pela frente será a Ponte Preta. Um bom time, sem dúvida alguma.

Ney franco mexeu mais uma vez. Sacou  Paulo Miranda, escalando Douglas em seu lugar, um lateral de ofício e, na posição mais polêmica, tirou Paulo Henrique Ganso e promoveu a titular o argentino Cañete. Pelo que os dois vêm fazendo em campo, nada a contestar. Cañete é merecedor desta vaga. Mas pelo talento de Ganso, entendo que Ney Franco deveria ser um pouco mais persisntente, ainda que tivéssemos resultado negativo nesta noite. Sem jogar juntos os dois – Ganso e Jadson – nunca irão se adaptar.

Mais do que isso, Ney Franco deixou entender que Ganso é reserva de Jadson e que os dois não jogarão juntos. Como Jadson está em ótima fase, teremos um talento no banco de reservas.

Apesar de não realizar outra alteração hoje, sabe-se que mais uma está a caminho: Rafael Tolói, em pouco tempo, será o zagueiro pelo lado esquerdo no lugar de Rhodolfo. Que a adaptação seja rápida, porque a defesa está carente de Rafael Tolói.

O jogo é muito tarde, e até por isso não acredito em grande público no Morumbi. E, já que estamos com o time titular, o Morumbi é nossa casa e não podemos pensar em perder.

Então, à vitória, Tricolor!

Derrota previsível e Ganso burocrático

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, a derrota do São Paulo – e de qualquer time – para o Santos na Vila Belmiro nunca pode ser deixar de ser tratada como algo natural. Portanto, não de se estranhar.

O que está me deixando um pouco encucado, no entanto, é Paulo Henrique Ganso. Teve todo o tempo do mundo para se recuperar quando chegou ao clube, começou o ano no mesmo nível dos demais atletas, mas até agora não se encaixou. Pior: sua entrada no time faz Jadson cair de produção assustadoramente.

Então hoje vimos um time com mais toque, mas Jadson e Osvaldo sem saber o que fazer. Vou, aqui, responsabilizar Ney Franco, que está fazendo um grande trabalho, mas vai ter que encontrar a forma de Jadson e Ganso jogarem juntos.

Outro ponto preocupante é a defesa. A entrada de Lucio, para mim titular absoluto, desestabilizou o setor. Rhodolfo vem falhando, é verdade, mas Lúcio não tem fôlego para cobrir o quarto zagueiro toda hora. É chegado o momento de Rafael Toloi treinar pelo lado esquerdo e assumir a posição.

Ponto positivo, também, para Cañete. Demorou para começar a jogar, mas tem entrado muito bem e está merecendo ser olhado com mais atenção pelo técnico Ney Franco.

Mas o jogo de hoje não foi perdido só porque Neymar desequilibrou ou pelos fatos citados acima. A arbitragem teve papel fundamental, pois anulou um gol legítimo de Luis Fabiano, quando o jogo ainda estava 1 a 0 e poderia ter mudado o rumo da partida. Sem contar o pênalti marcado que foi, no mínimo, muito detalhista.

Mas arbitragens funestas para São Paulo nós já estamos acostumados. E vamos ter que lutar contra elas. Agora, sendo no Campeonato Paulista, basta abandoná-lo e colocar o time reserva para jogar todos os jogos até o fim.