2012 acaba como tem que ser 2013

Amigo são-páulino, leitor do Tricolor na Web, estamos chegando ao final de mais um ano. 2012 começou muito mal, com o Tricolor indo mal no Paulista, sendo eliminado na Copa do Brasil e dando a impressão de que marcaria passo e não conseguiria, sequer, chegar a Libertadores.

De repente a diretoria acerta um técnico que consegue dar padrão ao time. Então as vitórias começam a aparecer, o elenco se enche de brio e vontade, Lucas é vendido mas garante que só sai do clube com um título, a diretoria deixa de fazer tantas bobagens como vinha fazendo no primeiro semestre e as coisas passam a se encaixar.

Quando ninguém esperava, vem a classificação para a Libertadores no Campeonato Brasileiro. E mais: vem a possibilidade de um título. Mais ainda: ganhamos o título da Copa Sul-Americana.

A torcida do São Paulo bateu recordes de público no Morumbi. Foram os melhores públicos no Brasileiro, na Sul-Americana, mostrando que quando a coisa é séria, quando a diretoria trabalha e o elenco dá seu recado em campo, o público comparece.

Por tudo isso é inegável que terminamos 2012 muito bem. E o que espero é que 2013 seja igual o final do ano que está terminando. Teremos o Paulista, a Libertadores, o Brasileiro e a Copa Sul-Americana, sem contar a Recopa contra o time da Marginal.

O Tricolor na Web se orgulha de ter passado mais um ano junto a vocês, ampliando a cada dia seus leitores, vendo a fan page do Facebook ganhando seguidores dia após dia, mostrando a força que conquistou junto do coração do torcedor são-paulino.

E no findar deste ano não podemos deixar de agradecer ao Bradesco, que apostou no nosso trabalho e desde julho está avalizando nosso trabalho com seu apoio publicitário. E assim continuará no primeiro semestre de 2013, pois nosso contrato foi renovado para os próximos 180 dias. Afinal, são mais de 5 milhões de acessos por mês.

Por tudo isso queremos deixar aqui nosso esterno agradecimento a vocês, que fizeram e fazem do Tricolor na Web a potência que é e revigorar nossas forças para 2013, que certamente será um ano de muitas vitórias.

A vocês, nossos queridos leitores, os desejos de um 2013 repleto de realizações e vitórias. Continuem com o Tricolor na Web, o site que está com o São Paulo.

Nosso difícil caminho pela Libertadores

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo conheceu nesta sexta-feira seu adversário na Pré-Libertadores e seu grupo, caso consiga a classificação. De cara vamos pegar o Bolivar. A primeira partida será no Morumbi e a decisão em La Paz, a mais de 3.500 metros de altitude.

Depois, obtida a classificação, teremos o Arsenal, o Atlético-MG e o The Strongest.

O começo já será difícil. Ou conseguimos uma boa vitória ou vamos ter grandes dificuldades para segurar um resultado magro em La Paz. O Santos de Neymar e Ganso, que foi campeão da Libertadores, perdeu do Bolivar jogando lá na Bolívia.

Passando para o grupo, reputo como um dos mais difíceis da Libertadores. Teremos o Arsenal, que não tem nome é um time argentino. E nós temos uma experiência bem recente do que é jogar contra time pequeno argentino. Depois tem o Atlético Mineiro, um time brasileiro e lembro que sempre tivemos sérias dificuldades em jogos pela Libertadores, enfrentando brasileiros. Para concluir o The Strongest, que se me parece presa fácil aqui, lá joga, também, em altitude superior a 3.500 metros.

Não vamos ter refresco. O time vai ter que estar muito bem preparado já no início do ano.Teremos que encontrar um substituto para Lucas e que entre já funcionando. Ou do contrário 2013 poderá começar muito mal para nós.

São Paulo campeão: na bola, no tapa, no público e na camisa

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo é o campeão da Copa Sul-Americana e o resto é conversa. Ganhamos na bola, no tapa, recorde de público na competição e no ano no País e na camisa. Jogamos contra um time de várzea, que caiu como paraquedista na final desta competição, e colocamos esse tal de Tigre no seu devido lugar.

São todos testemunhas que não tenho poupado a diretoria do São Paulo de críticas, muito menos o presidente Juvenal Juvêncio. Mas ontem, já na saída do Morumbi, ouvi sua declaração e ele foi perfeito: o Tigre estava perdendo de 2 a 0, com 67 mil pessoas no estádio, ficou com medo da goleada que fatalmente sofreria e preferiu criar um clima e não voltar para o segundo tempo. Definição perfeita. Nem time de várzea eu vi fazer o que esse abominável Tigre fez no Templo Sagrado do Futebol.

E o que achei das tais porradas que os argentinos dizem ter tomado dos seguranças do São Paulo? Perfeito. Eles são pagos para isso. Se é fato – e há testemunhas que confirmam – que os argentinos tentaram se dirigir ao vestiário do São Paulo, têm mais é que tomar porrada mesmo. Aliás, falando em bater, o que mais fez esse time grotesco na Argentina e no Brasil do que bater?

Já estava na hora do São Paulo fazer valer seu mando de campo.Vira e mexe ficamos sabendo que o São Paulo foi mal recebido aqui e acolá, aprontam um monte, fecham água dos vestiários, enfim, criam um clima de terror e quando esses times vem ao Morumbi são recebidos com tapete vermelho. Não, é hora de mudar e, aparentemente, mudou. Ainda bem.

O time todo está de parabéns, mas quero destacar aqui o garoto Lucas, o menino gênio. Muitos falaram que ele tiraria o pé, mas ele cresceu ainda mais, não se escondeu das pancadas, apanhou, deu nó com a bola nos pés e foi decisivo. Tão jovem, tão menino sai do São Paulo para ir ao PSG como um grande ídolo, pela sua técnica e pela sua raça e dedicação.

E a torcida? Show. Verdadeira obra de arte, com festa, entusiasmo, soltando o gripo de “O Campeão Voltou” e “É campeão!”. Ah, São Paulo, só você pode me proporcionar momentos tão mágicos como os de ontem. Aquele Morumbi com 67 mil pessoas, uma energia inigualável e uma emoção indescritível.

Agora vamos comemorar. Foi um ano difícil, doído em alguns momentos. Houve um tempo, ainda no final do primeiro semestre, que tínhamos previsões terríveis para o ano, e rimos quando Ney Franco chegou e pediu para ser cobrado caso não desse um título ao São Paulo até o final do ano. Pois somos campeões e estamos no lugar onde sempre deveríamos estar.

E encerro meu comentário com a frase perfeita estampada no placar eletrônico no final do jogo: “Não é o São Paulo que está voltando a disputar a Libertadores, é a Libertadores que voltará a ser disputada pelo São Paulo”.

 

Hoje é dia de título internacional

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, hoje acordamos respirando título. Ou melhor: a possibilidade de ganharmos mais um título internacional, que certamente enriquecerá nossa sala de troféus.

Refleti muito sobre o momento e sinto que será um grande prêmio para o ano de 2012. Afinal, no primeiro semestre, quem é que poderia imaginar que o São Paulo teria possibilidade de disputar um título este ano? Nem mesmo um mísero quarto lugar no Brasileiro, que daria a vaga da Libertadores, tinha o crédito da grande e massacrante maioria da torcida, na qual me incluo.

Mas Ney Franco chegou, arrumou o time, os jogadores que estavam machucados aos poucos foram voltando e o time ganhou forma e corpo. Hoje é respeitado e, sem dúvida alguma, o favorito disparado ao título da Sul-Americana.

Mas não espero jogo fácil, não. Não existe jogo fácil contra time argentino, seja ele qual for. E o Tigre, um time reconhecidamente inferior ao São Paulo, virá ao Morumbi retrancado, dando muitas porradas, assim como foi na Argentina. Vão se valer da catimba e tudo o que o argentino tem de pior para tentar levar o jogo aos pênaltis.

Por isso a torcida, que lotará o Morumbi, vai ter que manter a calma, incentivar o time, com muita paciência, pois o primeiro gol será muito complicado. Também tem o seguinte: se der a sorte e conseguir marcar um gol logo de cara, aí não tenho dúvidas em afirmar que vira goleada.

Será a última partida de Lucas com a camisa do São Paulo. Vamos sentir muita falta do nosso garoto. Mas o dinheiro europeu falou mais alto e ele não teve como ficar. Vou torcer muito por um gol dele na despedida.

De resto, todos nós estaremos no Morumbi esta noite, gritando que o campeão voltou e esperando o  momento de gritar “é campeão”.

Então, à vitória, Tricolor!

Willian José: para mim, a escolha certa

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, Ney franco definiu pela manutenção do esquema e a escalação de Willian José para a vaga de Luis Fabiano, na final da Copa Sul-Americana nesta quarta-feira, no Morumbi, contra o Tigre da Argentina.

Para mim a escolha foi certa. Não gosto de Willian José. Acho que é, como muitos chamam, um cone. Mas é preferível ter um homem referência, como manda o esquema tático de Ney franco, do que outro jogador que não ocupa aquela vaga no meio para prender dois zagueiros.

As outras opções seriam Cícero, Ademilson e Ganso. Cícero é esforçado, joga em todas as posições, é mais técnico que Willian José, mas não tem o faro de um centro-avante. Ademilson joga pelos lados. Além do mais tem demonstrado muita imaturidade nos jogos que tem entrado. E Paulo Henrique Ganso seria outro meia, mas com sua entrada Lucas e Osvaldo teriam que se revezar pelo meio. Sabendo-se que o time argentino jogará completamente fechado, como fez em Buenos Aires, não podemos nos dar ao luxo de deixar um dos lados do campo sem um jogador. Acredito que esse jogo será ganho pelas laterais.

Outro dado positivo para Willian José, como disse Ney Franco, é que ele está com muita vontade de jogar. Falou a todos os cantos que é a partida mais importante da sua vida e que quer marcar um gol, de preferência o do título, para se despedir de cabeça erguida do São Paulo.

Por tudo isso, apesar de reconhecer a incomparável distância entre Luis Fabiano e Willian José, acho que sua entrada pode ser uma solução muito mais simples e funcional que qualquer outro jogador.

Luis Fabiano frustrou a possibilidade de vitória

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo empatou a primeira partida da decisão da Sul-Americana, em 0 a 0 com o Tigre, na Argentina e joga por uma vitória simples no Morumbi na próxima quarta-eira. Mas a responsabilidade pelo empate é inteiramente de Luis Fabiano. Um jogador com sua experiência, de futebol internacional e de Copa do Mundo, não pode entrar no jogo argentino como ele entrou, em apenas 12 minutos de jogo.

Era evidente que o Tigre ia jogar para irritar os jogadores do São Paulo. Um time medíocre, com nível técnico muito inferior ao do São Paulo, não conseguiria suportar nossa pressão. O São Paulo dominou completamente o primeiro tempo e sentiu falta do homem referência, que não estava em campo desde os 12 minutos.

Claro que ficamos na subjetividade do “se” para prever que com Luis Fabiano em campo o gol teria saído. Mas a possibilidade era de quase cem por cento.

O que mais me preocupa é que Ney Franco não conseguiu organizar o time, no intervalo, para atuar sem o homem referência. Eo Tigre cresceu e foi melhor que o São Paulo, ainda que não tenha dado um único chute ao gol.

Gostei muito da dupla de zaga e achei que Cortez poderia ter aproveitado um pouco mais o corredor esquerdo para chegar ao ataque. Mas Lucas, de novo, foi o diferencial e vem ratificando, a cada jogo, que vai ser impossível encontra alguém para substituí-lo a partir de janeiro.

Vamos esperar o jogo do Morumbi. Não será fácil. O Tigre virá mais fechado ainda buscando segurar o empate e levar o jogo para os pênaltis. Entretando, se fizermos um gol no início, tenho certeza que sairá uma grande goleada.

Hoje começa a decisão

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo começa a decidir o título da Sul-Americana esta noite, em La Bombonera, contra o Tigre. Pela tradição das camisas, pela composição dos times, pela força da torcida, enfim, por tudo que cerca esse jogo só posso estar otimista e esperando um grande resultado em Buenos Aires, para sacramentarmos o título com Morumbi lotado na próxima quarta-feira.
o São Paulo vai com o que tem de melhor. Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson e Jadson; Lucas, Luis Fabiano e Osvaldo. E ainda se dá ao luxo de ter Paulo Henrique Ganso no banco.

O segredo é ir para cima desde o começo, marcando pressão a saída de bola, sufocando o time do Tigre em seu campo, coisa que o São Paulo tem feito muito bem.

Pelo que vi em alguns jogos, o Tigre é um time que joga muito fechado e sua única jogada – mortal – é a bola aérea em cobranças de falta pelo seu meia. O time toca bem e cava muitas faltas. A partir da intermediária a bola sempre é alçada na área, com vários jogadores participando desse ataque. Esse é o único receio que tenho, pois nossa defesa tem se esmerado em tomar gols em bolas aéreas.

Ney franco disse que o time conhece tudo sobre o Tigre e deve ter treinado esse fundamento. Por isso espero que o São Paulo saia de Buenos Aires com um grande resultado.

Então, à vitória, tricolor!

A vergonha na venda dos ingressos

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo vendeu, em menos de 24 horas, os 64 mil ingressos para a final da Copa Sul-Americana, dia 12, no Morumbi, contra o Tigre. Entretanto poucas vezes na minha vida, para não dizer que é inédito, vi algo semelhante, onde direitos foram jogados ao lixo e o desrespeito imperou.

Quem conseguiu entrar no tal site acesso fácil? Aliás, é bom que se pergunte, quem é que escolhe e como escolhe o site que vai receber a benesse  da venda de ingressos para um jogo desta envergadura? Soa estranho, não acham? O tal do Acesso Fácil não tem a menor estrutura para atuar nessa situação. E os responsáveis pela escolha deveriam saber isso. Ou são todos amadores na diretoria (isso só para pensar com alguma ingenuidade)?

Sócios torcedores, que pagam o ano inteiro uma mensalidade e tem, no contrato, a garantia de ingresso para qualquer jogo, ficaram a ver navios. Até porque quando se deram conta de que a venda havia iniciado e apenas pela internet, Inês era morta.

E os sócios do clube, que contribuem com manutenções altíssimas, gerando receita para o São Paulo? Sempre tiveram a possibilidade de comprar o ingresso na Tesouraria. De alguns dias para cá a venda passou a ser feita numa cabine, na saída do clube. Também ficaram de mãos abanando.

Provavelmente a única categoria que foi respeitada foi a de proprietários de cadeiras cativas no estádio. Bem, se eles também não conseguissem o ingresso, então poderíamos fechar o Morumbi.

Outro dia disse que o departamento de Marketing do Corinthians havia aprendido com maestria como desenvolver trabalhos que trazem frutos ao clube com o São Paulo. Só que aprendeu e inovou, enquanto nós ficamos parados ao tempo, olhando para o umbigo, com arrogância e prepotência, nos julgando insuperáveis.

Pois bem: Corinthians, Grêmio e Internacional têm controle do número de jogos que cada torcedor vai. E quanto surge um evento desta importância, abre a venda privilegiando aqueles que foram em mais jogos, que enfrentaram frio, chuva e sol, para assistir um jogo contra o Bahia, ou contra a LDU de Loja. Esse torcedor não merece ser privilegiado, a despeito daqueles que só vão na final?

Sei que vai ter muita contestação deste meu editorial dentro da diretoria, mas nós ficamos para trás em tudo destes nossos adversários. E isso só não vê quem é cego. E o pior cego é aquele que não quer ver.

Eu, assim como toda a imprensa esportiva de São Paulo, vou fiscalizar a ação dos cambistas dia do jogo. Não me venham com essa conversa que a venda foi feita corretamente, sem que cambistas tenham feito grandes compras. E vou denunciar aqui, na Jovem Pan, para a polícia e para quem for de direito. E seio que a diretoria vai falar: “cambista não é problema nosso, mas da polícia”.

 

Não precisa do time titular para ganhar do Corinthians

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, a tarde de domingo foi mais do que especial. No estádio da municipalidade, onde conquistamos memoráveis vitórias e títulos, o São Paulo, com o time completamente reserva, bateu o Corinthians, com o time completamente titular, por 3 a 1, de virada, e ainda teve direito a “olé”. Isso provou que não precisamos de time titular para ganhar do time da Marginal Tietê.

Confesso que fiquei muito revoltado quando soube, por volta das 15h40, que o São Paulo não tinha levado um titular sequer para o Pacaembu. Ney Franco enganou todo o mundo. A princípio disse que apenas Rhodolfo e Denilson seriam poupados; depois que conversaria com Jadson e o pouparia, colocando Ganso desde o início. Mas fez tudo diferente enganando a todos.

Quando João Filipe fez aquela besteira, entregando o gol para o Corinthians, lembrei do primeiro turno e imaginei: vamos virar. Lembram-se como foi? Paulo Assunção fez uma besteira e entregou uma bola para o Corinthians, que fez um a zero. Depois Luis Fabuloso Fabiano se encarregou do resto e virou o jogo para o Tricolor.

Hoje não tinha Luis Fabiano, nem Lucas, nem Wellington, mas tinha um Casemiro que era um gigante em campo, um Ganso que está entrando em forma e um Maicon que resolveu jogar tudo o que pode hoje. Ainda contou com Edson Silva sem falhar, Douglas preciso, Cícero esforçado e muita, mas muita vontade de jogar e vencer o jogo.

Assim Ganso meteu uma bola perfeita para Douglas empatar; assim Ganso tabelou com Maicon e deixou que ele marcasse um golaço; assim Willian José enxergou Maicon arrancando para o contra-ataque e fez o terceiro gol; assim o São Paulo perdeu inúmeros contra-ataques, que poderiam redundar numa sonora goleada sobre o Corinthians. Aliás, se bem me lembro, já faz algum tempo que não perdemos do Corinthians.

Me desculpem a falta de modéstia, mas se o Chelsea quiser nós mandamos esse time B para jogar lá, por eles. É título na certa.

Quanto a Ney Franco, não sei se coube a ele a decisão ou se recebeu ordem da diretoria. Mas é fato que acertou. Claro que se tivesse perdido estaria sendo criticado aqui. Mas não foi o caso. Por isso merece o destaque.

Agora é Sul-Americana. Vamos ganhar lá, na Bombonera e sacramentar o título em nossa casa, o Morumbi. Vai lá, vai lá, vai lá, vai de coração, vamos, São Paulo, vamos São Paulo, vamos ser campeões!

Valeu a raça! Estamos na final!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo está na final da Copa Sul-Americana. Após o empate em 0 a 0 no Morumbi com a Universidad Católica, o Tricolor volta a disputar uma final, coisa que não fazia desde a Recopa de 2006.

Apesar do título do meu comentário falando em “raça”, porque efetivamente existiu, o São Paulo  não correu risco algum durante o jogo e perdeu uma infinidade de gols, como já houvera acontecido na partida de ida, quando deveríamos ter encerrado o primeiro tempo ganhando por 4 a 0.

Nesta noite de quarta-feira Jadson perdeu três oportunidades claras, Luis Fabiano outras três, e assim sucessivamente. Se é fato que o goleiro da Católica foi o destaque do jogo, não é menos verdade que os atacantes do São Paulo tem que treinar mais finalizações a gol para apurar a pontaria.

O jogo desta quarta-feira, no entanto, escancarou mais uma vez o que já estava estampado em nossos olhos: a falta que Lucas fará no próximo ano, quando disputaremos, entre outros campeonatos, a Libertadores. Como disse o próprio capitão Rogério Ceni, Lucas representa hoje 40% do time do São Paulo. O que quer dizer que Ney Franco terá que ser um verdadeiro gênio para montar esse time e torná-lo competitivo.

Também gostei muito dos laterais Paulo Miranda e Cortez e de Osvaldo, principalmente no segundo tempo. Entendo que Jadson fez um bom primeiro tempo. Talvez tivesse feito sua melhor partida com a camisa do São Paulo caso não perdesse os gols que perdeu.

Não imagino que o São Paulo tenha grandes dificuldades, seja contra o Tigre, seja contra o Milionários, mas, repito, a pontaria do ataque tem que melhorar.

Estou muito esperançoso de ganhar a Copa Sul-Americana e podermos, finalmente, dar a esta Copa um valor que ela não conseguiu até os dias de hoje.