A derrota mostrou que nosso técnico está perdido

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo perdeu para o Arsenal e ficou em situação delicadíssima na Libertadores. Não acredito, sequer, que empate em La Paz e acho que terá sérias dificuldades para ganhar do Atlético-MG no Morumbi. Isso significará eliminação ainda na primeira fase.

Ney Franco está absolutamente perdido neste momento. Entrou com um esquema 3-5-2, o qual nunca utilizou desde sua chegada no São Paulo e depois, para mudar o esquema, estragou tudo. Tirou Rodrigo Caio que fazia grande partida como volante e o colocou na lateral direita. Tirou Douglas e colocou Maicon.

Quebrou a marcação e deu o resultado para o Arsenal. Afinal, ficou sem um cabeça de área e deixou Denilson sobrecarregado. Ele também se perdeu no jogo e Maicon nem marcou, nem armou.

Colocou Ganso no lugar de Lúcio e o meia não correspondeu. Entrou apático e não justificou sua entrada no time.

O pior é que o São Paulo nem jogou tão mal. Em boa parte do segundo tempo dominou o jogo e poderia ter feito dois ou três gols. Só que teve um centro-avante ridículo, que perdeu gols inacreditáveis, apesar de ter feito um. Então não adiantava Osvaldo fazer as jogadas de linha de fundo porque o centro-avante perdia. Não adiantava Jadson encontrar o centro-avante dentro da área porque ele perdia a bola ou o gol.

Temos dois laterais que não apoiam e não marcam, um zagueiro campeão mundial que está fora de forma e sai de campo dando clara impressão de não ter gostado. Então é Rogério Ceni reclamando, Lúcio reclamando, Ganso chiando, Luis Fabiano sendo expulso, o que nos faz acreditar que Ney Franco está perdido.

O pior é que a imprensa, entenda-se de imediato a Folha de São Paulo e o Uol, a partir de agora vão gerar uma crise dentro do São Paulo. Já andaram dizendo que o treinador vai ser mandado embora, enfim, ficam colocando fogo num palheiro que está, é fato, prestes a ser aceso. Mas ainda está apagado.

A classificação ficou muito difícil, mas não impossível. Mas o time precisa justificar, se empenhar, honrar a camisa do São Paulo. Afinal, este manto precisa ser respeitado pela sua grandeza e tradição.

Noite de fazer o tango virar samba

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo tem noite decisiva hoje, na Argentina. Ou consegue, no mínimo, um empate com o Arsenal ou dá adeus à Libertadores. Com um empate iremos a cinco pontos contra quatro dos argentinos e três do The Strongest. Levando-se em conta que, assim como iremos à La Paz, o Arsenal também irá a Belo Horizonte, acho não tão desastroso o resultado.

De outro lado se perdermos, ficaremos com quatro contra seis do Arsenal. Mesmo os argentinos indo a Buenos Aires, depois terão o The Strongest em seu campo. Ou seja: tchau tchau para nós. Até porque não acredito, de maneira alguma, em vitória em La Paz.

Ney Franco está escondendo o time, deixou a entender que vai optar pelo 4-4-2, mas Ganso já andou falando que está no banco. Se vai para o 4-4-2, quem é melhor do que Ganso para compor o meio de campo?

Algumas fontes me contaram que ele pode aparecer com Rodrigo Caio jogando como lateral e Douglas fazendo o meio de campo, ao lado de Denilson, Fabrício e Jadson. Aí só posso dizer que Ney Franco está de brincadeira. Por mais que eu apoie seu trabalho e acho que deve continuar, ele começa a me irritar profundamente.

Concordo que Paulo Henrique Ganso ainda não provou que é titular absoluto do time, mas se o técnico dá várias partidas para Cortez e Douglas entrarem em ritmo de competição, por que não para Ganso? Quantas partidas, até hoje, ele começou e terminou jogando? Ou ele começa e sai, ou entra no decorrer do jogo.

Além do mais não teremos Luis Fabiano na frente. Mesmo em má fase, sempre leva preocupação ao adversário e pode ser decisivo para nós. Hoje será Aloísio. Sem ter alguém que ajude Jadson a levar a bola até a área, vai ser difícil, até porque os argentinos vão concentrar a marcação sobre Jadson.

Estou temendo muito por nossa sorte nesta noite. Ney Franco não está sabendo usar nosso elenco, que  se não é o melhor do País, também está muito longe de figurar entre os piores. Mas vou carregar durante o dia aquela esperança de que eu não entendo nada de futebol, não vejo os treinos, quem entende é o treinador e devo aceitar sua escalação. E quem sabe ele faça o tango virar samba.

Então, à vitória, Tricolor!!!

Empate deprimente e futuro sombrio

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o empate deste domingo entre São Paulo e Palmeiras foi deprimente para nós, são-paulinos, pois vimos nosso time se nivelar ao Palmeiras e fazer um péssimo espetáculo. Um primeiro tempo horrível e um segundo que se salvou porque o Palmeiras, sim, o Palmeiras, partiu para cima e começo a criar chances de gol.

Ney Franco, hoje, pareceu mais inventor do que técnico. O pior é que com sua invenção nos deu mostras do que nos espera. Não foi à tôa a colocação de Douglas na frente com Rodrigo Caio cobrindo a lateral direita, apesar da escalação orignal apontar para Rodrigo como volante e Douglas como lateral. Pode estar aí a indicação de que Rodrigo Caio será o lateral direito contra o Arsenal, Douglas o atacante pela direita e Fabrício e Denilson os volantes.

O problema é que Douglas não consegue sequer cumprir seu papel com coesão, ou seja, lateral direito. Como atacante, então, é dantesco.

Não entendi a razão de Osvaldo e Jadson terem ficado no banco. Hoje seria um excelente momento de testar Ganso e Jadson juntos, no meio de campo, com Osvaldo aberto por um canto e Aloisio centralizado, deixando Luis Fabiano como opção, já que ele não jogará na Argentina. Mas foi pior ainda: quando colocou Jadson tirou exatamente Ganso. Ou seja: para Ney Franco – e só para ele – os dois não podem jogar no mesmo time.

Pela esquerda Cortez continua não atacando, nem marcando ninguém. Wellington voltou a jogar mal, Maicon não armou nem marcou, e o São Paulo foi um amontoado de jogadores sem saber o que fazer em campo. A tirar pelo gol perdido por Luis Fabiano a um minuto de jogo, passamos os outros 89 sem criar, sem chutar, sem fazer nada.

Se até outro dia eu era um grande otimista, hoje o futuro me preocupa. Eu o vejo como sombrio. Ou Ney Franco entende que Lucas não joga mais no São Paulo e repensa o time, ou teremos muita dor de cabeça pela frente.

Vitória no clássico será importante para o equilíbrio do time

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, apesar de estarmos dando de ombros para o Campeonato Paulista, e mesmo assim sermos os líderes, entendo que uma vitória sobre o Palmeiras nesta tarde, no Morumbi, será fundamental para dar o equilíbrio necessário ao time e fazer com que a confiança seja retomada para o jogo da próxima quinta-feira, em Buenos Aires.

Tanto isso pode ser fato que o técnico Ney Franco decidiu não poupar ninguém e vai colocar em campo o time que, em sua cabeça, é hoje o titular. O formato 4-2-3-1 será mantido, o que quer dizer que Paulo Henrique Ganso é, mesmo, reserva no São Paulo.

O problema é que quinta-feira não teremos nem Wellington, nem Luis Fabiano. Provavelmente a dupla de volantes será formada por Fabrício e Denilson. Mas e o ataque? Entra Wallyson no lugar de Luis Fabiano, com Aloísio jogando mais centralizado? É Cañete quem vai fazer essa função? Ou vamos de 4-4-2 com Paulo Henrique Ganso entrando no time?

A reposta para a formação de quinta-feira poderemos ter no segundo tempo da partida de hoje. E espero que o teste seja feito pois, para mim, no primeiro tempo, se jogarmos de forma séria e contundente, poderemos ter definido a partida a nosso favor.

Então, à vitória, Tricolor!

Empate doído e complicador de situações no Pacaembu

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo deixou a vitória escapar e só empatou com o Arsenal de Sarandi, nesta noite, no Pacaembu. Um resultado que complica muito nossa situação, até porque num torneio como é a Libertadores, não se permite perder pontos em casa.

O time nem jogou tão mal. A constatar que mandou três bolas na trave e teve no goleiro adversário o melhor jogador do time deles, então é sinal que a pressão foi grande. Mas não o suficiente para conseguir a vitória.

Jadson, mais uma vez o melhor do time, teve que ser o pensador, o passador e o finalizador. Afinal Luis Fabiano estava totalmente ausente da partida e Aloísio, pela direita, vivia de seu voluntarismo, mas pouco de efetivo, a não ser uma bola na trave. É bem verdade que foi dele, Aloísio, o passe de calcanhar para o gol de Jadson. Mas isso é pouco para um atacante.

Então Osvaldo era o único jogador efetivo deste ataque. Foi muito explorado, trouxe problemas para a defesa adversária, mas não conseguiu furar o forte bloqueio que foi feito sobre ele.

Aliás estou querendo entender esse esquema de Ney Franco. Coloca três atacantes para, em tese, fazer uma blitz e marcar a saída de bola do adversário, sufocando-o em seu campo, mas o que tem acontecido é exatamente o contrário. O adversário vem para cima, pega um meio de campo deficitário e acaba dominando o jogo.

Ney Franco esquece que esse esquema era perfeito com Lucas. E falta um jogador para cumprir seu papel, já que Aloísio não é esse jogador. Além do mais, está claro que Ganso tem que ser titular ao lado de Jadson. O jogo fica mais bonito e as chances aparecem com maior frequência quando ambos estão em campo.

Para nossa sorte na Libertadores o Atlético-MG ganhou do The Strongest e, assim estamos em segundo lugar. Só que agora temos dois jogos fora, enquanto os bolivianos têm dois em casa. E lá a altitude é considerável. Por isso nossa situação não é nada confortável.

Vamos manter a fé, mas Ney Franco tem que acordar e ver que o esquema não está dando certo.

O Expressinho continua dando conta

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo, com seu Expressinho, continua sobrando no campeonato Paulista. Agora foi em Penápolis, onde o Tricolor venceu por 2 a 0 e manteve a liderança do torneio.

Ney Franco tem feito muito bem esta alternância do titular para o reserva, mesclando quando é preciso e assim vai  dando ritmo de jogo a todos.

Mesmo sacrificando Ganso, Ney manteve o esquema tático de sua preferência, fazendo a dupla de volantes com Rodrigo Caio – o melhor em campo – e Frabício, a armação por conta de Maicon, deixou abertos Cañete e Ademilson e fez Ganso surgir como centro-avante. É fato que isso fez com que Ganso ficasse completamente apagado na partida e Maicon, muitas vezes, funcionou mais como um terceiro volante do que como meia.

O esquema foi facilitado pelo primeiro gol ter saído logo a quatro minutos de jogo. Apesar do domínio total do Panepolense no primeiro tempo, o São Paulo, nitidamente, tinha o jogo dominado.

Gostei muito da partida de Rodrigo Caio e de Ademilson, este no segundo tempo. Também vi com bons olhos a participação de Fabrício e a dupla de zaga que, por incrível que pareça, não nos deu tantos sustos.

O único senão que deixo para Ney Franco foi pela escolha de João Filipe, para a lateral, e não Lucas Farias. Foi a única coisa que colocou em risco a defesa do Tricolor. Fora isso, foi um jogo sem problemas.

Agora é forçar o treino para o jogo da próxima quinta-feira, contra o Arsenal, pois será mais um jogo onde teremos que vencer ou vencer. E eu gosto muito do Pacaembu e acho, até por jogar lá, que vamos dar uma grande goleada nos argentinos.

Vitória necessária, mas que deixou dúvidas

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo venceu com muita dificuldade o The Strongest, no Morumbi, na noite desta quinta-feira, pela Libertadores. Confesso que eu esperava um jogo muito mais tranquilo, até como forma de abrirmos no saldo de gols. Mas não foi isso o que aconteceu.

O esquema 4-2-3-1 até funcionou no começo. O São Paulo começou com grande volume de jogo e poderia ter aberto a contagem não fosse o erro do árbitro, logo a dois minutos, ao não observar a lei da vantagem e parar o jogo marcando uma falta. Assim mesmo Rogério Ceni quase marcou na cobrança da falta.

O São Paulo dominava o jogo por completo, restando ao The Strongest o contra-ataque. Mas, numa cobrança de escanteio, veio o gol dos bolivianos. Pronto. O time desandou. A parte técnica, que já não era das melhores, foi diretamente abalada pelo nervosismo e pela falta de confiança.

Os erros começaram a aparecer com mais frequência. Douglas e Cortez não saíam para o ataque e não conseguiam segurar as descidas dos laterais bolivianos. Denilson estava completamente perdido na marcação e Wellington, não não vive um bom momento, não conseguia dar conta sozinho da marcação. E o São Paulo começou a correr muitos riscos.

O gol de Osvaldo, no final do primeiro tempo, serviu para acalmar os ânimos e fazer com que o time saísse de campo, para o intervalo, aplaudido pela torcida.

O segundo tempo começou do mesmo jeito que acabou o primeiro: o São Paulo errando muito e o The Strongest ameaçando.

Ney Franco, então, ousou: tirou Denilson, que fazia uma má partida, e colocou Ganso. Jadson foi recuado para funcionar como segundo volante e Ganso jogou mais avançado.

O time cresceu de produção, mas não o suficiente para virar o jogo. Então entrou Cañete no lugar de Aloísio. E foi um grande abafa para cima da defesa boliviana, até Cañete achar Ganso, que por sua vez encontrou Luis Fabiano e o segundo gol estava marcado.

Ney Franco rapidamente colocou Fabrício no lugar de Jadson, para reforçar a marcação do meio de campo e, por mais que o The Strongest voltasse para o ataque, foi o São Paulo quem esteve mais perto de marcar o terceiro gol.

Ainda acredito neste time do São Paulo para o futuro na Libertadores, mas muita coisa tem que melhorar. Os jogadores estão aí. Cabe a Ney Franco arrumar o esquema para a defesa não sofrer tanto. Talvez a entrada de Fabrício no lugar de Denilson possa ser uma boa solução. E Ganso, não tenho dúvidas, tem que ser titular.

 

Hoje é vencer ou vencer

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web,  São Paulo tem esta noite a obrigação de vencer a partida contra o The Strongest, pela Libertadores. O time boliviano tem três pontos, pois ganhou do Arsenal e o Atlético-MG já está  com seis. Um resultado que não seja a vitória esta noite fará com que fiquemos seis pontos atrás de dois times em nosso grupo, tornando muito difícil – para não dizer impossível – a classificação para a próxima fase.

Estou escrevendo isso mas quero deixar claro que não passa pela minha cabeça a mais remota possibilidade de qualquer resultado que não seja a vitória do São Paulo. O jogo é no Morumbi, nosso elenco é infinitamente superior ao do time boliviano e o centro-avante deles não vai jogar: a altitude.

Ney Franco optou pelo esquema 4-3-3 ou, como estão gostando chamar, 4-2-3-1. O fato é que Paulo Henrique Ganso volta para o banco e Aloísio ganha a posição para jogar aberto pela direita do ataque. É o esquema preferido do nosso técnico. Confesso que eu também optaria por ele, se tivesse Lucas ainda no time.

Paulo Henrique Ganso continuará ganhando forma nos jogos do Campeonato Paulista. Hoje, a ideia é pressionar a saída de bola do The Strongest e tentar marcar o primeiro gol nos primeiros minutos da partida. Isso facilitará todo o restante do jogo, pois obrigará ao time boliviano lançar-se ao ataque, até porque ele virá fechadinho como fazem todos aqueles que enfrentam o Soberano no Templo Sagrado do Futebol.

Deveremos ter mais de 30 mil pessoas no Morumbi. Público, para mim, aquém do esperado para um jogo de Libertadores. Mas todos, certamente, estarão repletos daquele espírito de união, força e coração, para empurrar o São Paulo para cima dos bolivianos.

Então, à vitória, Tricolor!!!

Fabuloso já mira o The Strongest: “Jogo mais importante do ano”

Depois da vitória sobre o Linense por 3 a 0, neste sábado, pelo Campeonato Paulista, o São Paulo já voltou as suas atenções para a Copa Libertadores. Na próxima quinta-feira, o Tricolor enfrentará o The Strongest (BOL), no Morumbi. Segundo Luis Fabiano, o jogo da temporada para o clube.

“Quinta-feira é o jogo mais importante da temporada para o nosso time, temos a obrigação de conquistar os três pontos. Vamos entrar fortes e determinados para isso. O The Strongest vai jogar atrás, mas estamos acostumados com isso. Temos a obrigação de vencer”, disse o camisa 9.

Na estreia do Grupo 3 da Libertadores, o São Paulo perdeu para o Atlético-MG por 2 a 1, fora de casa. Já o time boliviano derrotou o Arsenal (ARG), em casa. Na sequência, o Tricolor receberá o Arsenal no Morumbi, no próximo dia 7 de março.

 

Fonte: Sit Oficial – Foto: Rubens Chiri

Toloi vibra com vitória e defesa “zerada” no Morumbi

Na véspera da partida contra o Linense, o zagueiro Rafael Toloi admitiu que o São Paulo teria de melhorar defensivamente. Depois da vitória sobre o time do interior por 3 a 0, na noite deste sábado, no Morumbi, o camisa 2 são-paulino enalteceu o fato de o time não ter sofrido gols.

“Foi uma vitória importante, o time foi bem e não sofremos gols. É só uma questão de ajustar a equipe, de achar um padrão de jogo. Vencemos, mas sempre temos de melhorar e vamos procurar fazer isso”, ressaltou Toloi.

Com o triunfo, o São Paulo chegou a 19 pontos e assumiu a liderança provisória do Campeonato Paulista. Na quinta-feira, novamente no Morumbi, o Tricolor voltará a campo, mas desta vez pela Copa Libertadores. A equipe enfrentará o The Strongest, da Bolívia.

“Hoje a defesa já ficou mais protegida em relação aos nossos últimos jogos”, elogiou o técnico Ney Franco, durante entrevista coletiva logo após o confronto diante do Linense, no Morumbi.

 

Fonte: Site Oficial