Hoje tem jogo do São Paulo

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo joga esta tarde em Ribeirão Preto, contra o Botafogo. Um jogo que serve para pouca coisa, para não dizer que tem serventia nula, pois o Tricolor já está classificado para o mata-mata do Paulista e com grande chance de ser o primeiro colocado.

Achei acertada a decisão de Ney Franco de mandar o time reserva para lá. Afinal, do jeito que as coisas andam, se fosse o titular e perdesse, uma tormenta cairia sobre o Morumbi. Se o time reserva perder, a situação não vai piorar e ficará no estado em que se encontra.

Melhor este jogo ser no interior. Não haverá tanta chiadeira da torcida, o que prejudica ainda mais o ambiente do time. Aliás, ridícula a manifestação feita ontem no CT da Barra Funda. Meia dúzia de gatos pingados xingando  Luis Fabiano, como se fosse o único culpado pela atual fase do time. Bem no feitio dessa diretoria, que está se igualando a outras, não tendo coragem de tomar uma atitude usa a torcida para ser sua porta-voz. São, portanto, covardes.

Para hoje espero vitória, mas para a Libertadores, mantenho minha posição: enquanto houver um por cento de chance eu terei 99% de esperança.

A vaga ficou difícil, mas a esperança tem que estar viva

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, é evidente que a chance de classificação para a próxima fase da Libertadores ficou muito difícil para o São Paulo. Até acho que o The Strongest não ganha o jogo em Buenos Aires, mas tenho dúvida se o São Paulo ganha do Atlético-MG aqui.

Só que se baixarmos as guardas, o que é difícil vira impossível. E, como sempre se diz, enquanto houver esperança haverá vida. Então vamos acreditar na classificação, pois somos do Time da Fé.

Li os diversos comentários postados na Opinião de São-paulino e, apesar de concordar com a grande maioria, não me afasto da opinião de que, pelo segundo jogo consecutivo, jogamos bem e perdemos por erros individuais. No domingo houve um erro de Paulo Miranda e outro gravíssimo de Rafael Toloi. Nesta quinta-feira Denilson falhou no primeiro gol e Rogério Ceni tomou um gol ridículo no segundo.

Quem foi que perdeu mais gols: o São Paulo ou o The Strongest? Só que me lembro, rapidamente, Aloísio perdeu dois – e estou falando só dos mais graves , Osvaldo dois, Ganso um e Wallyson um. O The Strongest perdeu um gol, aos 45 minutos do segundo tempo. O domínio de bola foi do São Paulo. Portanto, o time jogou muito melhor que o adversário, mas saiu derrotado.

Não sou favorável ao início da caça às bruxas, nem a demissão de Ney Franco. É verdade que o técnico tem que ser responsabilizado pela situação do clube, pois levou três meses insistindo numa teimosia burra de inventar alguém que substituísse Lucas, sabendo ser impossível, e quanto acordou para a realidade, que é a dupla Jadson e Ganso, já era tarde. Mas ele acabou percebendo e mudou. Isso tem que ser reconhecido.

Fazer limpeza no elenco, agora, de nada vai adiantar. Se é verdade que temos que contratar jogadores para algumas posições, também é fato que temos um bom elenco. Ajustes são necessários e isso a diretoria terá que fazer.

Quero e vou manter o otimismo. As coisas não podem sempre dar errado, uma hora tem que virar. Quem sabe essa virada não será no jogo contra o Atlético?

O jogo para salvar o ano

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo entra em campo esta noite, em La Paz, para salvar o ano. Uma derrota e possível eliminação da Libertadores pode jogar 2013 na lata do lixo, ainda no mês de abril. Ou então teremos que juntar os cacos para tentar uma boa campanha no Campeonato Brasileiro.

Por mais incrível que possa parecer, a situação do São Paulo no grupo não é tão desesperadora. Um empate esta noite não será trágico. O São Paulo iria a cinco pontos, um a mais que Arsenal e The Strongest. Aí precisaria vencer o Atlético-MG no Morumbi. E, convenhamos, se não tivermos potencial para vencer qualquer time, ainda que seja o melhor da Libertadores até agora, no Morumbi, é melhor jogar a toalha.

Se o São Paulo vencer, a classificação estará assegurada esta noite. O The Strongest permaneceria com três (o São Paulo iria a sete) e, com o Arsenal tendo quatro pontos, mas saldo negativo de seis gols, ficaria em situação muito dífícil. O São Paulo tem saldo negativo de um gol, mas, supondo que a vitória seja por 1 a 0, ficaria com zero de saldo, ou seja, seis gols de diferença para o Arsenal. Só duas goleadas (o São Paulo perdendo aqui e o Arsenal ganhando em Buenos Aires) tirariam a vaga do Tricolor.

Já em caso de derrota a situação se complica um pouco. O São Paulo precisaria ganhar do Atlético-MG e torcer para o The Strongest não vencer o Arsenal. Mas a situação só se complica porque passaremos a depender de um resultado. Entretanto, em caso de vitória do Arsenal ou empate, com a vitória do São Paulo a vaga seria nossa.

A grande dificuldade, além da altitude, será a ausência de Luis Fabiano. Aloísio não me inspira nenhuma confiança e acho que aí estará o grande problema do time. Por outro lado, se Carleto calibrar seus chutes, se Ganso e Jadson passarem a arriscar de fora da área, teremos grandes chances de marcar gols. E, convenhamos, o The Strongest não é lá essas coisas. Por isso minha confiança, sempre presente, não faltará para esta noite.

Então, à vitória, Tricolor!

São Paulo jogou bem, mas os erros individuais trouxeram a derrota

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo perdeu de virada para o Corinthians, no Morumbi e o resultado, em si, pode parecer que fracassamos mais uma vez ante um time forte. Mas não foi bem isso o que eu vi. E me perdoem se não concordarem com minha opinião ou se eu estiver redondamente enganado.

O São Paulo começou ganhando, matando o esquema armado pelo adversário que é o abafa. Mas logo a quatro minutos já tínhamos o gol e eles deveriam correr em busca do placar. O São Paulo sempre teve domínio do jogo. Faltou chutar mais em gol, pois Ganso em uma oportunidade e Jadson em outra tiveram possibilidade de chutar e até definir o jogo, mas preferiram o toque para trás e o gol não saiu.

Foi num erro pessoal de Paulo Miranda, já com 40 minutos de jogo, que o Corinthians conseguiu o empate. Ele, que já vinha levando um baile de Danilo, foi para a frente e, pouco depois da linha de meio de campo, perdeu a bola e cedeu o contra-ataque para o adversário. A bola foi encontrar exatamente Danilo, sozinho, sem qualquer marcação. E ele fez o gol.

No segundo tempo as ações voltaram a ser do São Paulo. Ainda que os chutes a gol diminuíssem, o domínio Tricolor era total. Parecia que estávamos jogando contra time pequeno. O Corinthians todo concentrado na defesa e o São Paulo tocando bola. Aí surgiu a razão da dupla Jadson e Ganso estar em campo, pois não havia erro de passe. O São Paulo ia tocando e crescendo para cima a defesa corinthiana. Só faltou Luis Fabiano ter um pouco mais de percepção e não se colocar em impedimento.

Aí, em outra falha individual, Rafael Toloi comete um erro grotesco recuando erroneamente a bola para Rogério Ceni. Então, num lance de interpretação do árbitro, ele marca pênalti. Confesso que nem acho que ele errou, mas tenho certeza que, fosse do lado contrário, daria solada do atacante no goleiro. O que, mais uma vez, mostra o quão nossa diretoria é primária na relação de bastidores com a Federação Paulista de Futebol.

Com a vitória garantida, o Corinthians fez o que melhor sabe fazer: cozinhar o jogo. E ficou claro que o São Paulo seria impotente para chegar ao empate. Ainda teve uma chance, na segunda jogada de Osvaldo na partida. Ele cruzou para a cabeçada de Wallyson, mas o atacante cabeceou fraco, nas mãos do goleiro adversário.

Como escrevi no comentário pré-jogo, era só uma partida pelo Campeonato Paulista, onde continuamos líderes e já estamos classificados. Não vai afetar em nada para a partida da Libertadores, pois terça-feira – depois das gozações desta segunda -, todos já terão esquecido o resultado e estarão pensando na partida contra o The Strongest. E o jogo de domingo servirá apenas para constar nas estatísticas do encontro entre São Paulo e Corinthians.

O clássico será só pelo Paulista, nada mais

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o clássico desta tarde, no Morumbi, só não será mais esvaziado em virtude da rivalidade extrema que existe entre São Paulo e Corinthians. Não fosse por isso, ambos estão classificados para o mata-mata do Paulistão e a cabeça está voltada para os jogos do meio de semana, pela Libertadores.

Não acredito que uma derrota vá abalar a confiança dos jogadores, de lado a lado, a ponto de afetar o desempenho dos jogos de meio de semana. Salvo por uma grande goleada, algo muito improvável de acontecer, a vida continuará normalmente a partir de terça-feira. Sim, porque a segunda será para gozação, como é normal e saudável no futebol.

Por tudo isso acho que o São Paulo deveria entrar com o time B e ter mandado, já semana passada, o time A para La Paz, para se adaptar à altitude. Mas, como não sou fisiologista, tenho que aceitar a decisão dos profissionais que são muito bem pagos para tomar essas decisões.

Então não me oponho ao time principal. Só acho que alguns cuidados em divididas mais fortes devem ser tomados. Vaai ser muito bom vermos Jadson e Ganso juntos, novamente, principalmente quando teremos Osvaldo em campo e as opções de passe aumentando.

E será, sem dúvida, um grande teste para vermos o poder de fogo deste time.

Então, à vitória, Tricolor!

Vitória, classificação antecipada e Luis Fabiano fazendo o que sabe: gols

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo, com seu time reserva, venceu o Paulista e conseguiu garantir, antecipadamente, sua classificação para a fase seguindo do Campeonato Paulista. Mais do que isso, poupou o time titular para o clássico de domingo, quando vai chegar muito embalado para buscar uma vitória, que dará moral muito alta para nossa grande missão, semana que vem, em La Paz.

Importante nesta noite, também, foram os dois gols de Luis Fabiano. O Fabuloso voltou a sorrir, a comemorar e saiu calado de campo, para evitar novas polêmicas. Podem até me criticar, mas defendo ardorosamente Luis Fabiano no São Paulo. Quando ele foi contratado, suas expulsões faziam parte do pacote. É fato que ele ainda não nos deu um título, mas tenho certeza que essa hora está chegando e ele é de suma importância para o time. Até porque…não dá para contar com o Aloísio. Tem muita disposição, mas em alguns lances chega a ser patético.

Também gostei da performance de Fabrício e de Douglas. Entendo que Fabrício deve, inclusive, compor a dupla de volantes titular do São Paulo, ao lado de Wellington ou Denilson, tanto faz. Já Douglas provou que pode ser uma boa opção de banco, e não titular nessa posição, pois uma coisa é fazer uma apresentação perfeita como a desta quarta-feira, contra o Paulista; outra é jogar contra o Corinthians ou em La Paz.

Achei Cortez muito parado, sem confiança e Paulo Miranda, apesar de estar voltando de contusão grave, muito mal tecnicamente. E também vi um Wallyson que será, certamente, uma excelente opção no banco para formar o ataque em eventual necessidade, pois a dupla de frente será Osvaldo e Luis Fabiano. Ou, na Libertadores, Osvaldo e Aloísio.

Enfim, classificação garantida, vamos pensar, sim, no Corinthians, mas principalmente no The Strongest. Então teremos dias de muita emoção pela frente.

A vitória ratifica que a mudança de esquema está dando frutos

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo bateu o Bragantino, no Morumbi, resultado absolutamente previsível, mas com isso trouxe um respaldo psicológico, principalmente ao técnico Ney Franco: a mudança de esquema tático foi bem feita e assim deve continuar.

Ainda bem que o time vem se encontrando antes do jogo como The Strongest. Por mais que Bragantino, São Bernardo e outros mais não sejam considerados adversários difíceis, acho melhor tê-los pela frente, para testar o time, do que ficar treinando dentro do CT contra juniores ou o próprio time reserva, onde ninguém entra prá valer.

De quebra as vitórias nos colocaram numa liderança muito folgada do Campeonato Paulista, outro fator psicológico que eleva o moral e a confiança dos jogadores.

Neste sábado o início de jogo foi muito ruim para o São Paulo. Nos primeiros dez minutos o Bragantino dominou o jogo, criou uma chance de gol, chutou outras bolas para fora. O Tricolor só foi acordar a partir dos 15 minutos. Aí conseguiu administrar um pouco mais com toques de bola e os passes começaram a sair. Por isso os 2 a 0 vieram com tranquilidade e o segundo tempo serviu para o time perder alguns gols e, no mais, tocar a bola.

Acho que Ganso cresceu mais um pouquinho, provando que só jogando ele vai readquirir seu ritmo de jogo e ficou provado que Jadson é, sem dúvida, o cérebro do São Paulo. Se Ganso atingir esse patamar, teremos um meio de campo infernal. Com Osvaldo no lugar de Wallyson e dois volantes de marcação – eu seria pelo Wellington e Denilson -, o time tem tudo para seguir em frente na Libertadores.

Enquanto o jogo contra o The Strongest não chega, vamos nos preparando para a partida contra o Paulista e no próximo domingo, contra o Corinthians. Aliás, acho que no clássico, iremos com o Expressinho. Espero.

Ganso e Jadson provaram que podem – e devem – jogar juntos

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, pela manhã escrevi um editorial levantando a possibilidade de a escalação do time para este jogo contra o São Bernardo conter uma “pegadinha” para Ganso, pois com Maicon o meio de campo ficaria fraco e o time vulnerável. Se Ney Franco pensou assim, se deu mal, muito mal.

Ganso e Jadson provaram que podem – e devem – jogar juntos. Que Ganso está abaixo do nível dos demais jogadores, é fato. Mas ele não tem tido ritmo de jogo e isso tem dificultado, e muito, sua recuperação plena. Mas o nível técnico apresentado pelo time melhorou consideravelmente. Mesmo Maicon, que não transmite segurança na marcação, deu qualidade à saída de bola e fez com que, com o domínio da bola, fosse quase impossível o São Bernardo roubá-la e os lances iam acontecendo pouco a pouco.

Por outro lado a defesa sofreu com esta falta de marcação, já que Denilson não é primeiro volante e ficou perdido, sobrecarregado, com a cabeça de área.

Outra questão: Rodrigo Caio fez uma bela partida, marcou até um gol, mas nota-se claramente ter dificuldade de jogar como lateral. É um bom volante. Eu temo que ele venha a ser mais volante, como foram Jean e Arouca, por exemplo, queimado jogando de lateral.

Grata surpresa, também, foi Thiago Carleto. Marcou bem, atacou em eficiência, chutou uma bola na trave, fez o cruzamento que resultou no segundo gol, enfim, se não é o lateral dos sonhos, ao menos está melhor que Cortez.

De resto, sei que o adversário foi o São Bernardo, mas acho que esse time, com pequenos ajustes, pode dar alguma esperança para nós. Ganso e Jadson no meio, com Osvaldo e Luis Fabiano no ataque, nos dará uma espécie de quadrado mágico. Se tivermos dois bons volantes de marcação, como Wellington e Denilson, ou Wellington e Fabrício, ou Rodrigo Caio e Fabrício, enfim, dois volantes de chegada para marcar o que os outros quatro não marcam, poderemos ser felizes.

E fico satisfeito pois, na entrevista coletiva, Ney Franco disse que vai manter o time para sábado, contra o Bragantino.  Que bom!

O teste para Ganso pode conter uma pegadinha

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, Ney franco decidiu mudar o time e colocar Lúcio na reserva. Mais do que isso, vem com Ganso como titular, alterando o esquema tático e passando par o 4-4-2.

É verdade que esse vinha sendo o clamor da torcida, mas temo que ele tenha armado uma pegadinha para Ganso. Se vocês perceberem o meio de campo, além de Ganso teremos Jadson, Maicon e Denilson. Quem vai marcar nesse time?

Para que Ganso e Jadson possam jogar tranquilos, municiando o ataque e, por que não, fazendo parte desse ataque, são necessários dois jogadores de contenção. E só teremos Denilson, porque Maicon não consegue ser um volante marcador. Isso deixará o time vulnerável e a chance de levarmos gols aumenta. Quem será responsabilizado? Ganso, pois com ele o time fica enfraquecido na marcação.

Espero estar errado na minha previsão, mas nós conhecemos bem ar artimanhas da vida. E não gosto desse tipo de pressentimento.

Outra coisa: por que Rodrigo Caio na lateral? Por que não ele como volante, ao invés de Maicon, e Lucas Farias na lateral direita? Quando é que Lucas Farias terá uma oportunidade no time titular? Em La Paz, na Libertadores? Se ele não pode começar jogando contra o São Bernardo, então é melhor emprestá-lo.

Não acordei de mau-humor, não. Apenas a paciência está chegando no limite com as escalações de Ney Franco. Continuo defendendo sua permanência à frente do time. Permaneço contrário às trocas constantes de técnicos. Mas isso não me impede de tecer as críticas ao seu trabalho.

 

Vitória sofrida de um elenco quebrado e técnico enfraquecido

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo venceu o Oeste mas a partida serviu para escancarar o que muito já conseguiam ler nas entrelinhas: o time está rachado e o técnico completamente perdido, sem força, sem mão.

Desde o início pode-se perceber um time tenso, inseguro, sem saber bem o que fazer com a bola, ninguém querendo aparecer para decidir. O gol marcado por Edson Silva mostrou a imagem exata do elenco: pouca comemoração, poucos jogadores correram até ele e, incrível, mas ele mesmo não comemorou o gol.

O segundo gol, de Rafael Tolói, foi para que ele mesmo comemorasse, como uma espécie de auto-afirmação em ser titular do time e hoje, especificamente, estar jogando em sua real posição. Aliás, uma comemoração quase paricular, solitária.

No terceiro gol veio o grande recado: Luis Fabiano foi seco, sombrio e extremamente frio na “comemoração” do gol. Também poucos companheiros foram até ele.

Ney Franco, por sua vez, decidiu responder os xingamentos de “burro” feitos pela torcida e usou Ganso como sua arma para atacar, deixando o meia no banco o tempo todo. Lembrando que a torcida pediu durante todo o segundo tempo -e já em parte do primeiro tempo – a entrada do ex-santista. E disse, ao caminhar para o vestiário, que a partir de agora, jogador que reclamar de substituição não joga mais com ele. O recado foi direto para Lúcio, Ganso e, principalmente, para a torcida. Então acho que a torcida jogou a toalha em relação à Ney Franco.

O time foi uma bagunça neste domingo. Ele não abriu mão do esquema 4-2-3-1 e quis fazer de Wallyson o novo Lucas. Mas ele também não conseguiu. Já Rodrigo Caio tentou ser o Paulo Miranda, mas também não conseguiu. Então o negócio foi voltar o Douglas e por o Rodrigo Caio no meio de campo. Rendeu mais que o Wellington.

O fato é que estamos no meio de março e Ney Franco não conseguiu, ainda, encontrar o substituto de Lucas. E continua insistindo num esquema que deu certo ano passado, mas se mostrou infrutífero em 2013. E vai naufragar com essa teimosia, mantendo Ganso no banco de reserva até quando Juvenal quiser. E a torcida continuará entoando o burro para Ney Franco. Aliás, se ainda existir torcida no estádio, pois acho que o recado foi dado hoje pelos pouco mais de sete mil presentes.