Ney Franco acerta na aposta em Ganso

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo joga esta noite contra o São Caetano, em partida atrasada do Campeonato Paulista, mas traz como grande importância a presença de Ganso desde o início do jogo.

Ney Franco, que tem dado chances sucessivas para Douglas no ataque e Rhodolfo na defesa vai, finalmente, dar essa mesma chance a Paulo Henrique Ganso. E que não seja só hoje, é o que eu espero. Que se repita contra a Linense, no sábado, para preparar para o jogo contra o The Strongest, na próxima quinta-feira. Ganso poderá, com confiança e ritmo, ser um diferencial.

Apesar de não haver definição clara, também espero que Rafael Tolói seja mantido na zaga no lugar de Rhodolfo, que tem falhado sucessivamente e continua merecendo o crédito do treinador. Esses dois jogos do Paulista também serão, para Tolói, excelentes para aprimorar o jogo pelo lado esquerdo da defesa.

É fato que para jogar com Ganso e Jadson o esquema tático do São Paulo precisa ser alterado. Mas cabe ao treinador criar os espaços necessários para a nova formação. E um meia que se preze tem que entrar mais na área. Então Jadson e Ganso terão que jogar mais próximos de Luis Fabiano e Osvaldo não se limitar ao lado esquerdo, e sim alternar os lados durante o jogo. Os laterais também ganharão mais importância no ataque. Me parece lógico quando Osvaldo estiver na esquerda Douglas aparecer na frente, fazendo o 1-2 com Jadson; e quando Osvaldo estiver na direita aparecer Cortez na frente fazendo o 1-2 com Ganso. E olha que não sou técnico para ver que isso é factível.

Enfim, espero três pontos em São Caetano, porque nosso adversário não é daqueles que assustam um grande time.

Então, à vitória, Tricolor!

A derrota para o Atlético-MG não foi o fim do mundo

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo perdeu para o Atlético-MG em Belo Horizonte, num resultado que, convenhamos, era previsível. Fez um primeiro tempo horrível, sem dar um único chute a gol e um segundo tempo digno de quem está disputando um torneio importante e que precisava do resultado. Componentes que unem o azar às falhas decidiram o resultado.

O primeiro gol, dito pelo próprio Ronaldinho Gaúcho, foi absoluta sorte. O time não treina esse tipo de jogada. Sorte deles, azar o nosso. Mas nesse gol acrescento: o time do berçário do meu bairro não tomaria gol igual. Ou, para não ser tão ofensivo, nos rachões lá no clube não são marcados gols deste tipo.

E na minha opinião falharam Rogério Ceni, que viu o atacante ali e não chamou a defesa, talvez pensando inocentemente que ele não faria um mal desses ao “amigo; Rhodolfo e Lúcio, pois Jô passou no meio dos dois, correndo na direção da área para marcar o gol; Cortez que estava marcando a bola; e os volantes, que deveriam colar em Ronaldinho, e o deixaram livre.

O retrato do primeiro tempo foi sintetizado nas palavras de Rogério Ceni, na saída para o vestiário: “não podíamos cometer falhas. E falhamos”. Foi esse o detalhe, até porque, por mais que o Atlético tenha dominado por inteiro o primeiro tempo, teve apenas mais uma chance clara e gol, com boa defesa de Rogério Ceni.

O São Paulo tinha Paulo Miranda, que perdia todas as disputas com Bernard; Douglas, que não conseguia ajudar na marcação, muito menos atacar, como era intenção de Ney franco ao escalá-lo; Jadson que não conseguia armar uma jogada; Wellington e Denilson que se revezavam na marcação de Ronaldinho, mas invariavelmente eram batidos; e um ataque inoperante por completa falta de assistência.

Pensei que Ney Franco fosse mudar para o segundo tempo, mas nada. Então o quadro pouco se alterou. E só mudou porque Paulo Miranda tomou um cartão amarelo e, certamente, seria expulso. A entrada de Aloísio, com Douglas passando para a lateral, surtiu efeito. O São Paulo cresceu e passou a pressionar. Depois veio Ganso, que também acertou o passe do meio.

Mas novamente Ronaldinho desequilibrou, passando por um Ganso imóvel e um Wellington com medo de chegar no jogador atleticano. Cruzamento para o meio da área que encontrou um Rhodolfo preso ao chão e Rever cabeceando quase sem pular.

Luis Fabiano, que no primeiro tempo fora presa fácil da zaga adversária, resolveu sair da área. E numa dessas meteu uma linda bola para Aloísio marcar o nosso gol. O São Paulo continuou pressionando e ainda teve a chance, no último lance do jogo, nos pés de Ganso. Mas, de novo, o azar, para nós, esteve presente e a bola tirou tinta da trave atleticana.

Não estou no barco daqueles que acham que o fim do mundo chegou e que com este time não chegaremos a lugar nenhum. Acho que temos um bom elenco. Falta Ney Franco encaixar um esquema para Ganso jogar. E falta, principalmente, a diretoria abrir a mão e trazer um jogador que supra a ausência de Lucas, ou explique onde foi enfiado o dinheiro da venda do nosso craque.

Dia em que a adrenalina vai subir

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, a quarta-feira de cinzas tem um sabor diferente. Ao invés de estarmos pensando o que deixamos para trás no carnaval, estamos com os olhos voltados para o estádio Independência, em Belo Horizonte, onde o São Paulo, nesta noite, enfrentará o Atlético-MG, naquele que reputo será o jogo mais difícil desta fase de grupo da Libertadores.

Não estou esquecendo que teremos que enfrentar, novamente, a altitude de La Paz e um compromisso em Buenos Aires. Mas a pressão que sofreremos no Independência lotado, com a maluca torcida do Atlético-MG, aliado ao bom nível técnico do time mineiro, faz com que nossa adrenalina fique a mil desde o início da manhã, durante todo o dia, para explodir à noite.

Rogério Ceni disse – e quem sou eu para discordar? – que o Atlético é o favorito para o jogo desta noite. Afinal, além de ter sido o vice-campeão brasileiro e não ter desmontado sua estrutura, nem perdido qualquer jogador de destaque, ainda trouxe Diego Tardelli para o ataque e conta com Ronaldinho Gaúcho em boa fase. Por outro lado o São Paulo perdeu Lucas, jogador absolutamente decisivo e fator de desequilíbrio em qualquer circunstância e não trouxe ninguém para substituí-lo, apesar do montante financeiro que temos em caixa.

Por aquele setor já foram testados, sem sucesso, Jadson – com Ganso pelo meio -, Aloísio, Cañete e Douglas. Hoje joga Douglas. Me parece uma decisão acertada de Ney Franco, pois além dele jogar aberto pela direita e ter condição de chegar à linha de fundo, também fecha o meio de campo e fortalece a marcação. Mas, convenhamos, a distância entre qualquer um dos quatro e Lucas é um verdadeiro abismo.

Vamos precisar contar com a inspiração de Luis Fabiano para marcar, de Osvaldo para correr, de Jadson para dar assistências, de Lúcio para segurar, da dupla de volantes para formar a barreira e do capitão Rogério Ceni para reger a orquestra. Mas considero que sair com um empate de Belo Horizonte será um grande resultado.

O M1TO e o Expressinho fizeram outra vítima

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o Expressinho do São Paulo, reforçado por Rogério Ceni, foi a Campinas e não tomou conhecimento do adversário. Fez 2 a 1, com direito a um golaço de falta do M1TO.

Desde o princípio já dava para perceber que o resultado nos seria favorável. O time começou marcando pressão na saída do Guarani. E teve a primeira chance cedo, desperdiçada de maneira bisonha por Aloísio. Mas caberia a ele mesmo marcar o primeiro gol. Como também caberia a ele perder mais dois gols, um dos quais de forma inacreditável.

Paulo Henrique Ganso tentou chamar o jogo para ele. No primeiro tempo sempre procurou estar bem posicionado e, com toques rápidos, fez o time girar. Maicon fazia ótima partida pelo meio, mas evitava as descidas. Quando se soltou, melhorou seu desempenho, mas fez com que Ganso sumisse em campo.

Notoriamente o preparo físico de Ganso ainda não é ideal. Tanto que Ney Franco o deixou até o fim, mas ele, a partir dos 39 minutos do segundo tempo, visivelmente se arrastou em campo.

Outro que preciso destacar, só que negativamente, é Cañete. Jogador que ficou mais de um ano no departamento médico, que precisa mostrar serviço, teve seu contrato prorrogado recentemente, entra bem em alguns jogos, vira unanimidade para ser titular, e quando começa jogando vai muito mal, como o foi contra o Santos, e pior ainda hoje, quando além de estar mal, foi expulso de maneira fútil. Não é este Cañete que queremos.

Agora é descansar e carregar as baterias para quarta-feira. Aquele é o nosso jogo. Aquele é o nosso campeonato.Então vamos nos preparar para isso.

Empate modorrento, mas longe de ser a realidade

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo empatou em 0 a 0 com a Ponte Preta no Morumbi, nesta noite de quarta-feira, num jogo modorrento, irritante e sem um pingo de emoção. Faltou talento, ousadia e vontade ao Tricolor.

Ney Franco até tentou mudar alguma coisa. Em determinado momento do segundo tempo tirou Rhodolfo para começar a testar a formação da dupla de zaga com Lúcio e Rafael Tolói, pela esquerda; tirou Jadson e colocou Paulo Henrique Ganso; tirou Wellington, já que era “muito” ter dois volantes de marcação, fazendo entrar Paulo Miranda e empurrando Douglas para a frente. Mas nada deu certo.

Na verdade a Ponte Preta veio com o claro objetivo de empatar em 0 a 0. Em vários momentos do jogo o que se via eram 21 jogadores dentro do campo da Ponte. Apenas Denis no campo do São Paulo. E nesse grande congestionamento faltavam as jogadas laterais. Osvaldo estava pouco inspirado e Cañete não tinha a velocidade necessária para furar a defesa adversária.

No primeiro tempo até tivemos duas chances claras de gol com Aloísio. Ambas em belíssimo lançamento de Jadson. Mas Aloísio conseguiu desperdiçá-las. No segundo tempo vivemos de algumas chances nos últimos minutos, quando o time pressionou um pouco mais a defesa da Ponte.

Mas tem uma coisa que chama muito a atenção: o time não chuta para o gol. Ontem vimos Denilson tentar um chute de meia distância e só. Nem Jadson, nem Cañete, nem Ganso, nem Osvaldo, nem Aloísio. O time parece ter medo de chutar para o gol.

Vou justificar, apesar de não aceitar essa justificativa, com o fato de ser Campeonato Paulista, dia chuvoso, com apenas 5 mil e poucos pagantes, para acreditar que essa não é a realidade do  nosso time e que quarta-feira, em Belo Horizonte, contra o Atlético-MG, tudo será diferente. É a minha esperança.

Ajustando o time para a Libertadores

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo faz hoje mais um ajuste para o time que enfrentará o Atlético-MG na próxima quarta-feira, pela Libertadores, que é o que realmente nos interessa. A “sparring” pela frente será a Ponte Preta. Um bom time, sem dúvida alguma.

Ney franco mexeu mais uma vez. Sacou  Paulo Miranda, escalando Douglas em seu lugar, um lateral de ofício e, na posição mais polêmica, tirou Paulo Henrique Ganso e promoveu a titular o argentino Cañete. Pelo que os dois vêm fazendo em campo, nada a contestar. Cañete é merecedor desta vaga. Mas pelo talento de Ganso, entendo que Ney Franco deveria ser um pouco mais persisntente, ainda que tivéssemos resultado negativo nesta noite. Sem jogar juntos os dois – Ganso e Jadson – nunca irão se adaptar.

Mais do que isso, Ney Franco deixou entender que Ganso é reserva de Jadson e que os dois não jogarão juntos. Como Jadson está em ótima fase, teremos um talento no banco de reservas.

Apesar de não realizar outra alteração hoje, sabe-se que mais uma está a caminho: Rafael Tolói, em pouco tempo, será o zagueiro pelo lado esquerdo no lugar de Rhodolfo. Que a adaptação seja rápida, porque a defesa está carente de Rafael Tolói.

O jogo é muito tarde, e até por isso não acredito em grande público no Morumbi. E, já que estamos com o time titular, o Morumbi é nossa casa e não podemos pensar em perder.

Então, à vitória, Tricolor!

Derrota previsível e Ganso burocrático

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, a derrota do São Paulo – e de qualquer time – para o Santos na Vila Belmiro nunca pode ser deixar de ser tratada como algo natural. Portanto, não de se estranhar.

O que está me deixando um pouco encucado, no entanto, é Paulo Henrique Ganso. Teve todo o tempo do mundo para se recuperar quando chegou ao clube, começou o ano no mesmo nível dos demais atletas, mas até agora não se encaixou. Pior: sua entrada no time faz Jadson cair de produção assustadoramente.

Então hoje vimos um time com mais toque, mas Jadson e Osvaldo sem saber o que fazer. Vou, aqui, responsabilizar Ney Franco, que está fazendo um grande trabalho, mas vai ter que encontrar a forma de Jadson e Ganso jogarem juntos.

Outro ponto preocupante é a defesa. A entrada de Lucio, para mim titular absoluto, desestabilizou o setor. Rhodolfo vem falhando, é verdade, mas Lúcio não tem fôlego para cobrir o quarto zagueiro toda hora. É chegado o momento de Rafael Toloi treinar pelo lado esquerdo e assumir a posição.

Ponto positivo, também, para Cañete. Demorou para começar a jogar, mas tem entrado muito bem e está merecendo ser olhado com mais atenção pelo técnico Ney Franco.

Mas o jogo de hoje não foi perdido só porque Neymar desequilibrou ou pelos fatos citados acima. A arbitragem teve papel fundamental, pois anulou um gol legítimo de Luis Fabiano, quando o jogo ainda estava 1 a 0 e poderia ter mudado o rumo da partida. Sem contar o pênalti marcado que foi, no mínimo, muito detalhista.

Mas arbitragens funestas para São Paulo nós já estamos acostumados. E vamos ter que lutar contra elas. Agora, sendo no Campeonato Paulista, basta abandoná-lo e colocar o time reserva para jogar todos os jogos até o fim.

Ganso tem que começar a justificar a contratação

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo enfrenta o Santos nesta tarde, na Vila Belmiro e a principal atração será Paulo Henrique Ganso. Ele entra como titular jogando contra o time que o criou e no estádio onde brilhou. Será um cenário espetacular para que seja testado seu emocional, seu condicionamento físico e capacidade de vir a ser o meia que sonhamos.

Paulo Henrique Ganso tem sido cobrado dentro do clube, e principalmente pelo capitão Rogério Ceni, para se dedicar um pouco mais nos treinos e ter mais vida quando entra em campo. Não quero dizer aqui que me preocupa essa frieza excessiva de Ganso, mas também é fato que eu gostaria de ver um jogador mais vibrante.

Ney Franco havia dito, na reapresentação das férias, que Ganso estaria no mesmo nível dos demais atletas no final de janeiro, início de fevereiro. Ok. O momento chegou.

Também não aceito a tese de que Jadson e Paulo Henrique Ganso não podem jogar juntos, pois ocupam o mesmo espaço do campo. Historicamente o São Paulo jogou e ganhou títulos atuando com dois meias. O São Paulo tem tradição de padrão técnico elevado, jogo cadenciado, e nada melhor que dois meias, da qualidade dos que nós temos, para fazer isso. Mais ainda: Jadson e Ganso são jogadores que chutam bem para o gol e sabem entrar na área. Vai do técnico criar um esquema tático que possibilite os dois jogarem juntos.

Ainda não sei o time que entrará em campo, mas estou deduzindo: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Lúcio, Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson Jadson e Ganso; Osvaldo e Luis Fabiano. Se for esse, ao menos no papel, para mim é o time ideal.

Então, à vitória, Tricolor!

A traiçoeira altitude derrotou o São Paulo

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo acabou sendo derrotado na noite desta quarta-feira, em La Paz, por 4 a 3, depois de estar ganhando por 3 a 0. Ficou claro que o principal jogador do time boliviano, “o altitude” foi o responsável direto por esse resultado.

É evidente que o time se desconcentrou no segundo tempo. Também, depois de ter vencido o primeiro jogo por 5 a 0 e ter feito 3 a 0 no primeiro tempo na Bolívia, por mais que o Bolivar tenha marcado um gol ainda antes da ida para os vestiários, era impossível se imaginar uma desclassificação. Afinal, o Bolivar teria que fazer 9 a 3. Mas teve o principal componente que foi a falta de ar, motivada por essa altitude perversa que judia de quem vai jogar lá e é o único diferencial para os times bolivianos.

Vai servir de lição para o time na sequência da Libertadores. Esse jogo o São Paulo poderia se dar ao luxo de exagerar na dose no primeiro tempo e morrer no segundo. Mas contra o The Strongest valerá contagem de pontos para classificação a outra fase. E o time não poderá brincar. Talvez seja melhor segurar a bola para administrar o jogo e só ir na certeza. Ontem vimos Osvaldo, Jadson, Douglas e até Luis Fabiano dando alguns piques desnecessários para o todo do jogo.

Portanto prefiro analisar como aprendizado e aquisição de experiência o jogo contra o Bolivar e não ficar achando defeito aqui e ali. Por mais que a defesa tenha falhado em demasia, vamos culpar a altitude, o início de temporada e o excesso de vontade para ganhar o jogo, o que motivou o cansaço final.

Noite de confirmar a classificação

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo joga nesta noite na altitude de La Paz, contra o Bolivar, pela pré-Libertadores. Podendo perder até por 4 a 0 ou, se marcar um gol, até por 6 a 1, não passa pela cabeça de nenhum fanático torcedor boliviano ou bolivariano, muito menos são-paulino, que a classificação não esteja consumada.

Entretanto a seriedade tem que ser mantida, até porque a altitude é perversa e chega a mexer com o cérebro das pessoas. Daí a tirar a pessoa de si e virar uma tragédia em termos de resultado, não é impossível.

Os jogadores ficaram concentrados em Santa Cruz de La Sierra,  ou seja, no nível do mar, com 35 graus, em média, de temperatura, só subirão a serra momentos antes do jogo. Lá, além dos 3.690 metros de altitude, encontrarão um frio de 5º em média.

A tática perfeita será evitar a correria e optar pelo toque de bola. Talvez, nesse caso, fosse mais proveitoso entrar com Ganso no lugar de Aloísio. Mas não me parece que seja isso o que vai acontecer. Também optaria por Paulo Miranda na lateral direita. Mas, pelas informações que chegam, Ney Franco deverá escalar o mesmo time que jogou na quarta-feira passada, ou seja, com Douglas na lateral.

De qualquer maneira o time é bem experiente e não vai correr riscos desnecessários. E com o placar muito folgado, levando o desespero ao Bolivar, quem sabe o São paulo pode até surpreender.

Então, à vitória, Tricolor!