Ganso tem que começar a justificar a contratação

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo enfrenta o Santos nesta tarde, na Vila Belmiro e a principal atração será Paulo Henrique Ganso. Ele entra como titular jogando contra o time que o criou e no estádio onde brilhou. Será um cenário espetacular para que seja testado seu emocional, seu condicionamento físico e capacidade de vir a ser o meia que sonhamos.

Paulo Henrique Ganso tem sido cobrado dentro do clube, e principalmente pelo capitão Rogério Ceni, para se dedicar um pouco mais nos treinos e ter mais vida quando entra em campo. Não quero dizer aqui que me preocupa essa frieza excessiva de Ganso, mas também é fato que eu gostaria de ver um jogador mais vibrante.

Ney Franco havia dito, na reapresentação das férias, que Ganso estaria no mesmo nível dos demais atletas no final de janeiro, início de fevereiro. Ok. O momento chegou.

Também não aceito a tese de que Jadson e Paulo Henrique Ganso não podem jogar juntos, pois ocupam o mesmo espaço do campo. Historicamente o São Paulo jogou e ganhou títulos atuando com dois meias. O São Paulo tem tradição de padrão técnico elevado, jogo cadenciado, e nada melhor que dois meias, da qualidade dos que nós temos, para fazer isso. Mais ainda: Jadson e Ganso são jogadores que chutam bem para o gol e sabem entrar na área. Vai do técnico criar um esquema tático que possibilite os dois jogarem juntos.

Ainda não sei o time que entrará em campo, mas estou deduzindo: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Lúcio, Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson Jadson e Ganso; Osvaldo e Luis Fabiano. Se for esse, ao menos no papel, para mim é o time ideal.

Então, à vitória, Tricolor!

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