A vitória do São Paulo e a camisa vermelha

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo bateu o Penapolense por 1 a 0, no Morumbi, e está classificado para a semifinal do Campeonato Paulista. É lógico que o futebol apresentado não foi o dos nossos sonhos e que levantou a desconfiança, mais uma vez, sobre nossas possibilidades na sequência do Paulistão e mesmo da Libertadores.

O time não se encontrou em campo. Começou o jogo pressionando o Penapolense em seu campo mas com o passar do tempo foi recuando, recuando, e deixando que o time do interior equilibrasse o jogo e em muitas vezes chegasse a ameaçar o gol do Tricolor.

O São Paulo carecia de um lateral que fosse à linha de fundo pela direita. Pela esquerda Osvaldo conseguia as penetrações, mas Paulo Miranda não tem cacoete de lateral avançado. Ele é marcador. Quando Ney Franco colocou Douglas no lugar de Wellington eu reclamei muito. Esperava a entrada de Douglas, sim, mas no lugar de Paulo Miranda.

A substituição, porém, acabou dando certo. O time cresceu, Douglas passou a ocupar o lado direito do campo como um ponta, quando o São Paulo tinha posse de bola, e fechava o meio de campo quando a bola estava com o Penapolense. Aí Luis Fabiano cabeceou uma bola na trave, chutou outra no travessão e as chances foram aparecendo. E o gol saiu e ótima jogada de Osvaldo.

Ney Franco falou no vestiário e é fato: teremos que melhorar muito para jogar contra o Atlético e contra o Corinthians, ou corremos risco de ser eliminados nos dois torneios. Mas caberá a ele, principalmente, fazer esse time andar.

Foi o dia do vermelho no Morumbi. Tudo bem. Valeu pela festa, pela inauguração do estádio com todos os seus bancos vermelhos, o Morumbi todo pintado de vermelho, inclusive as redes, mas o uniforme…dá licença. Exageraram na dose.

Escrevi no editorial pré-jogo que não era contra a criação de um terceiro uniforme, desde que respeitasse as cores do São Paulo. O que a Penalty fez foi dar um banho de vermelho em tudo e esconder as faixas e até o nosso distintivo. Então ficou muito ruim.Não teria problema algum criar uma faixa branca e outra preta, ou detalhe nas golas, não sei, algo deveria ter sido feito para não deixar só o vermelho. Mas o principal foi o distintivo que foi encoberto pelo vermelho. Aí é demais!

Tem decisão no jogo do vermelho

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo tem mais uma decisão neste domingo. No jogo contra o Penapolense, no Morumbi, precisamos ganhar para chegar à semifinal do Paulista. Mais do que importante pelo simples fato de nos manter no campeonato, uma boa vitória hoje elevará o moral do time e dará mais confiança para o jogo de quinta-feira, contra o Atlético-MG.

O time estará completo. Podemos dizer que o quadro que entrará em campo hoje é o titular na cabeça de Ney Franco. Os poucos jogadores que estão no departamento médico são, no máximo, reservas. Então: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Lúcio, Rafael Toloi e Carleto; Wellington, Denilson, Ganso e Jadson; Luis Fabiano e Osvaldo são so 11 titulares.

Será um domingo de festa, do vermelho, de inauguração do novo Morumbi – antes da cobertura – com o time usando um terceiro uniforme, todo vermelho, autorizado pelo Conselho para um único jogo.

Aliás, quero abordar esse assunto. Sou, também, conservador e tradicionalista. Entendo que o São Paulo NUNCA deverá mudar seus primeiro e segundo uniformes. E isso tem sido feito. Ao contrário de outros que jogam com camisa risca texto, ou roxa, ou azul, nós mantemos nossa tradição. Mas não sou contra o terceiro uniforme, desde que mantenha rigidez com o uso das três cores de nossa bandeira. Seria inadmissível o uso de um uniforme com…azul, ou amarelo, ou outra cor qualquer que não o vermelho e/ou o preto e/ou o branco. Sendo assim, vamos à festa do vermelho.

E para uma grande festa, à vitória, Tricolor!!!

Dia do goleiro, orgulho de ter Rogério Ceni, o M1TO!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, 26 de abril comemora-se o Dia do Goleiro. Nós, são-paulinos, podemos nos considerar duplamente privilegiados: primeiro por torcermos pelo Soberano, o Time da Fé; segundo por termos como grande ídolo Rogério Ceni, o M1TO.

Fui buscar em minha memória, do alto dos meus 54 anos, para lembrar quais goleiros vi jogar pelo São Paulo. E foram grandes arqueiros, como se dizia antigamente.

Não vi José Poy, mas seu sucessor, no começo dos anos 60, Suli. Depois veio Fábio, Cláudio, que não ficaram muito tempo como titulares, pois viria para o Tricolor Picasso, goleiro que chegou a Seleção Brasileira.

No começo da década de 70 tivemos Sérgio Valentin, tão bom que era apelidado de São Sérgio. Nos deu o bicampeonato Paulista, em 70 e 71, já que há 13 anos não conquistávamos nada.

O sucessor de Sérgio foi Waldir Peres, um dos maiores da nossa história, goleiro titular da Seleção Brasileira de 1982. E o nível em sua época era tão grande, que o reserva, Toinho, era tão bom quanto ele. Tanto que revezava alguns jogos como titular, para não ser um mero reserva.

Depois alguns goleiros taparam buraco, como Barbiroto, até surgir Gilmar. Ele foi durante cinco anos goleiro do Tricolor, tendo no grupo Rojas, o goleiro chileno.

Depois veio Zetti, bicampeão mundial e da Libertadores. Um dos maiores de toda a nossa história. E foi sucedido pelo M1TO. Rogério Ceni entrou e não mais saiu. Além de goleiro, um artilheiro, o capitão, o líder,

O São Paulo pode dizer que em termos de goleiro, não discutimos com ninguém. Os melhores passaram pelo nosso clube.  E o melhor do mundo está, ainda, em nosso time.

Parabéns, M1TO. Em seu nome a homeagem do Tricolor na Web a todos os goleiros que vestiram nosso manto sagrado.

Algumas constatações na derrota do time B

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, não acho que possamos colocar o elenco do São Paulo como horrível pelas duas últimas partidas deprimentes que o time B fez, perdendo para o XV de Piracicaba e para o Mogi Mirim. Afinal, foi este mesmo time B quem jogou boa parte do Campeonato Paulista e nos colocou na liderança, deixando, com três rodadas de antecedência o time classificado em primeiro lugar.

A situação é pior do que ser um elenco fraco: é um elenco com jogadores sem vontade. Visivelmente alguns jogadores como Cortez, Fabrício, Edson Silva, Cañete e Wallyson, isso para citar apenas alguns, deixaram estampado que não estão conformados em não estar no time titular e não se empenharam nas partidas.

Burros, desculpem-me o termo, pois a única maneira deles voltarem ao time de cima é mostrando futebol e vontade. Foi assim que Carleto ganhou a posição na lateral esquerda e o time foi se ajeitando. Atitudes como a “estranha” contusão de Jadson sábado passado, no Morumbi,  a repentina contratura muscular de Luis Fabiano, antes do jogo de hoje, mostram que poucos estão preocupados com o Manto Sagrado do Tricolor, mas sim com sua própria imagem.

Para estes todos, que não se empenham pelo simples fato de estarem no time reserva, a serventia da casa pode ser a porta da rua. Não cabe no São Paulo jogador insatisfeito, que, com sua atitude, desrespeita nosso símbolo, nossa bandeira, nosso manto.

Por isso, mais do que achar que Cortez, Fabrício, Cañete e tantos outros jogaram um péssimo futebol hoje,  acho que eles entraram com má vontade e isso levou o time à derrota.

Conseguiram passar 90 minutos sem dar um único chute a gol, sem levar perigo nenhum à meta do Mogi. Isso nem time de rua consegue. É uma proeza e tanto. Ainda bem que a fase de time reserva acabou. Agora é o que tem de melhor. E que seja assim.

Eu posso dizer: “Eu já sabia!”

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, todos são testemunhas, mesmo me criticando pelo excesso de otimismo, que puxei no nosso site a campanha de que “enquanto houver um por cento de chance eu terei 99% de esperança”. Vencemos, nos classificamos e, então, eu posso dizer: “Eu já sabia!”

Não estou com isso querendo dizer que já considero o time um dos favoritos ao título, que tudo está perfeito, que não precisa melhorar nada. Ao contrário, muito há que ser feito.

Mas ontem o time foi nota 10. Se faltou técnica em alguns momentos, sobrou raça. Se faltou esquema tático mais aprimorado, sobrou determinação. Jogando o que jogou ontem, com toda aquela vontade de ganhar, tivesse sido eliminado teria saído de campo aplaudido. O São Paulo foi, mesmo, o São Paulo.

Wellington e Denilson relembraram a dupla do ano passado, onde ninguém passava, a marcação era precisa e a saída de bola com correção. Lúcio e Rafael Tolói não tiveram uma única falha. Foram precisos, perfeitos, gigantes. Ganso, marcado passo a passo por Pierre, conseguiu superar a marcação e teve a genialidade de iniciar a jogada do segundo gol. Osvaldo, se errou alguns cruzamentos e chutes, foi o responsável pelas assistências dos dois gols. Aloísio, batalhador, grosso, mas raçudo. Carleto ganhou a posição e hoje é unanimidade pela esquerda. Até Paulo Miranda foi bem. Douglas, que não é meia, errou alguns passes, mas marcou muito. E Rogério Ceni…esse é M1TO. Calou a boca dos invejosos torcedores adversários de que está velho, na hora de parar.

Não adianta se iludir e imaginar que o São Paulo fará grandes contratações para as oitavas-de-final da Libertadores. A fase começa já na próxima semana (apesar que o São Paulo só deve jogar daqui a 15 dias), e, nem temos jogadores em vista, nem teremos tempo hábil para isso.

Mas tenho a impressão que o Atlético-MG voltará a ser Atlético e que o São Paulo voltou a ser São Paulo. E que podemos repetir o placar no primeiro jogo no Morumbi. E se isso acontecer, o Atlético vai mergulhar na profundidade da leveza de sua camisa. Lembrando que para o primeiro jogo já teremos Jadson de volta. E no segundo, Luis Fabiano, que está em dívida com o clube. Será a hora dele acertar as contas.

Estou muito feliz, sim, como está toda a Nação são-paulina. O time fez o que dele se esperava. Missão dada foi missão cumprida. A torcida também fez a sua parte. Os mais de 50 mil torcedores presentes no Templo Sagrado do Futebol empurraram o time desde o apito inicial do árbitro e não pararam um só segundo. Foi o casamento perfeito: time e torcida. Que dure para sempre!

É hoje, tem que ser hoje, não pode ser amanhã!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, chegou o grande dia. O São Paulo entra em campo esta noite precisando vencer o Atlético-MG, contando, também, com a não vitória do The Strongest, em Buenos Aires, para seguir na Libertadores. E eu reafirmo que enquanto houver um por cento de chance terei 99% de esperança.

Hoje não é dia de ficarmos encontrando as bruxas no time nem demonstrar pessimismo. Somos realistas, sim, mas nossa missão é torcer. Depois do jogo terminado, se algo der errado, teremos todo o espaço do mundo e direito de criticar tudo e todos. Mas agora, antes do jogo e durante a partida, como torcedores – e como o nome já diz – temos que torcer e vibrar para que o time encontre seu futebol e tenha uma noite de gala no Templo Sagrado do Futebol.

Vou fazer aqui uma autocrítica, pois vou reclamar da imprensa e faço parte dela. Fosse o Corinthians que estivesse na nossa situação e a torcida comprado mais de 40 mil ingressos antecipadamente, todos estariam vangloriando como uma torcida única diferente, de um time que é da massa e consegue coisas impossíveis. Como foi a torcida do São Paulo quem comprou esses 40 e poucos mil ingressos antecipadamente, podendo chegar a 50 mil esta noite, ninguém fala nada e tratam a coisa como normal. Deixa prá lá, pois nós sabemos a força do nosso time e da nossa torcida.

Não vou apostar nas escalações que os diversos sites estão trazendo -e que estão publicadas aqui – para esta noite. Pode parcer óbviso que a dúvida fica para a lateral direita (Paulo Miranda ou Rodrigo Caio), e que o restante do time terá Rogério Ceni, Lúcio, Rafael Tolói e Carleto; Wellington, Denilson, Douglas e Ganso; Osvaldo e Aloísio. Mas não será surpresa se Douglas for o lateral direito e Wallyson aparecer na frente, com o time jogando com três atacantes. Ou, se for mais conservador, Douglas na lateral direita e Fabrício no meio, formando o time com três volantes.

Mas com Douglas na lateral, no meio ou no ataque, não importa, vou torcer muito. Mas muito mesmo. Estarei no meu lugar no Templo Sagrado do Futebol concentrado e confiante que tudo vai dar certo.

Então, à vitória, Tricolor!

É quarta-feira! É quarta-feira!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, estou no embalo dos quase dez mil torcedores que estiveram neste sábado, no Morumbi, e gritaram o tempo todo: “É quarta-feira”! Tenho certeza que a imensa maioria sequer sabe quanto foi o jogo que estava rolando, que o Expressinho perdeu por 1 a 0 para o frágil XV de Piracicaba, jogando, jogando uma partida medonha.

Nas entrevistas pós-jogo todos disseram que a cabeça está voltada para o jogo de quarta-feira e o fato do time ter garantido o primeiro lugar no Paulista antecipadamente  pesaram para o péssimo desempenho da equipe.

Só que eu entendo que este jogo poderia servir para alguns jogadores, que já foram titulares do time um dia, mostrarem que estão em condição de voltar a vestir a camisa de titular. Mas não fizeram nem isso e, pior, mostraram que estão na reserva por absoluto merecimento.

Vejamos alguns exemplos: Cortez é umarrremedo de jogador. Não marca, não ataca, não chega à linha de fundo, enfim, não é um lateral; Cañete, que muitos – como eu – criticaram Ney Franco por deixá-lo no banco, entendendo que o técnico deveria achar um lugar de titular para ele, me faz lembrar o Sierra, de triste memória; Wallyson, recém-contratado para ser o substituto do Lucas – que infâmia -, não sabe para quem cruzar e não consegue chutar para o gol; Ademilson, aquele amado e idolatrado pelo presidente, não consegue se posicionar para receber uma bola. E quando o faz, perde com facilidade; Fabrício tem dificuldade para marcar o time do XV de Piracicaba e erra passes a todo instante.

Enfim, o tal elenco maravilhoso me parece não ser tão de outro mundo assim. Apenas um elenco normal, talvez melhor do que muitos outros, mas, nesse caso, confirma-se que está sendo muito mal trabalhado.

Então vamos esperar que uma luz desça sobre nós, que o time acorde que aqueles que têm o dever de carregar a responsabilidade os ombros por serem os melhores salários e tido como astros, entrem em campo para resolver e o façam diante do Atletico-MG. Porque “É quarta-feira”! E eu vou poder justificar porque tenho dito desde a partida contra o The Stronges que, enquanto houver um por cento de chance, eu terei 99% de esperança. Vamos, São Paulo!

Time da Libertadores precisa de ajustes

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo venceu o União Barbarense por 2 a 1 e garantiu o primeiro lugar no Campeonato Paulista, com duas rodadas de antecedência. Mas todos sabem que as atenções estão voltadas para a próxima quarta-eira, quando enfrentaremos o Atlético-MG precisando vencer e torcendo para o The Strongest não ganhar do Arsenal, na Argentina.

Ney Franco foi bem ao escalar o time que ele tem em mente para entrar em campo semana que vem. Assim pode testar a formação. E já vimos, pela entrevista coletiva que deu logo após o jogo, que ele ficou em dúvida se esse será mesmo o time. Douglas não foi bem no meio de campo e isso prejudicou o andamento do time. Aloísio, também, por mais que tenha marcado o gol, continua perdendo bolas de forma bisonha.

Talvez, ao ver a partida desta noite de quarta-feira em Santa Bárbara D’Oeste, passe pela cabeça de Ney Franco retomar o esquema 4-3-3 colocando Wallyson pela direita e Osvaldo pela esquerda com Aloísio centralizado. Ganso seria o único armador do time e dois volantes dariam a segurança lá atrás.

O problema é que Ganso também não foi bem e deixar toda essa responsabilidade em suas costas pode nos dar prejuízo. Além disso, o miolo do ataque não vai mudar, porque Luis Fabiano está suspenso e teremos que contar, mesmo, com Aloísio.

Ele terá uma semana para preparar o time, mudar o que tiver que mudar e colocar sua teoria em prática. Sábado irá a campo o time reserva para evitar contusões em jogo sem qualquer valor.

Só que nesse time titular, depois do jogo desta quarta-feira, ficam alguns recados a serem dados:

– Ganso, está na hora de acordar e mostrar o futebol que te apontou como um fora de série;

– Douglas, você é apenas o Douglas, nada mais do que isso;

– Aloísio, ou você para de perder tantos gols ou será rifado do São Paulo;

– Osvaldo, esqueça a Seleção Brasileira e volte a jogar o futebol de Cristiano Osvaldo que você vinha jogando, ou será esquecido pela Seleção.

– elenco, está na hora de honrar essa camisa com suor e muita raça.

O Paulistinha está garantido, em termos de vantagem. Mas a  cabeça está na próxima semana. E eu não paro de afirmar. Enquanto houver um por cento de chance eu terei 99% de esperança.

10 razões que me levam a acreditar que seguiremos na Libertadores

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, sei que poderei ser taxado de sonhador, ilusionário e otimista extremo por este comentário. E, é claro, todos têm o direito sagrado e pleno de discordar de mim. Mas estou defendendo a tese de que, enquanto houver um por cento de chance de classificação eu terei 99% de esperança. E vou expor aqui as razões que me levam a isso.

1) Começando pelo jogo contra o Bolivar, no Morumbi, aindana pré-Libertadores, precisávamos fazer um grande resultado que nos garantisse na altitude. E aplicamos um sonoro 5 a 0 nos bolivianos. É verdade que lá tomamos uma virada ridícula, após estarmos ganhando por 3 a 0 e sairmos derrotados por 4 a 3;

2) O jogo contra o Atlético-MG em Belo Horizonte foi a mais forte demonstração de falta de sorte e inexperiência (de um time experiente). O jogo estava equilibrado até o momento em que Ronaldinho foi tomar água com Rogério Ceni e ficou passeando pela área, numa cobrança de lateral. E ninguém viu. Saiu o primeiro gol. O São Paulo voltou a equilibrar o jogo, estava pressionando, prestes a empatar, mais uma bobeira do time e o segundo gol do Atlético. O São Paulo marcou seu gol, continuou em cima e, aos 47 minutos, Ganso chuta uma bola da entrada da área e a bola chega a triscar a trave, mas não entra. Era para empatar e perdemos.

3) Ganhamos do The Strongest no Morumbi, como se deve fazer em jogos em casa. Aliás, tirando o jogo contra o Corinthians pelo Campeonato Paulista no último domingo, nossa última derrota no Morumbi foi em agosto do ano passado.

4) O São Paulo massacrou o Arsenal no Pacaembu, chutou três bolas na trave, teve um pênalti marcado contra si que não foi e não teve um marcado a seu favor, que foi. Ou seja: além da falta de sorte (a trave) ainda fomos roubados. Portanto, em condições normais, ganharíamos o jogo;

5) Perdemos o jogo em Buenos Aires, no Arsenal, depois de estar empatando em 1 a 1 e o Aloísio ter perdido gols de maneira bisonha, ridícula e até irritante. E no mais grotesco, após Aloísio perder o gol veio o segundo gol do Arsenal, meio sem querer;

6) Perdemos o jogo do The Strongest, na altitude, mas, novamente, o time jogou bem, estava empatando em 1 a 1, Aloísio perdeu gol, Osvaldo perdeu gol e Paulo Henrique Ganso, também, com o gol aberto. Aí sofremos o segundo gol numa falha de Rogério Ceni, algo difícil de acontecer;

7) Ney Franco, finalmente, entendeu que Paulo Henrique Ganso só vai ganhar ritmo de jogo jogando. E conseguiu fazer com que ele sentisse a responsabilidade de ser o nome a resolver algo dentro do São Paulo;

8) Aposto todas as minhas fichas, e ainda peço algumas emprestadas para dobrar a aposta, que o The Strongest não ganha o jogo na Argentina. Não sei se o Arsenal vai vencer, mas o máximo que os bolivianos podem conseguir será um empate. O The Strongest depende exclusivamente da altitude para jogar e tentar ganhar;

9) O São Paulo não perde jogo no Morumbi. Mais do que não perder, ganha todoso. E terá ao seu lado uma grande torcida para empurrar o time para cima do Atlético. E o Galo, que me desculpem os mineiros, é só o Galo, nada muito mais do que isso. É aquele que começa todos os Campeonatos Brasileiros voando e terminam rastejando;

10) Por último, o São Paulo é o São Paulo. Tem camisa, força e seus jogadores vão honrar essa camisa. Então só posso afirmar mais uma vez que, enquanto houver um por cento de chance, eu terei 99% de esperança. Vai, São Paulo! Vai, Tricolor!

Mais uma vitória no Paulista, mas pensamos na Libertadores

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o Expressinho continua invicto e bateu o Botafogo, em Ribeirão Preto, por 3 a 1. Mais uma vez o meia do time, Cañete, decepcionou.Era mais uma oportunidade que ele tinha para mostrar sua qualidade e o que a torcida pode esperar dele, mas não jogou nada. Por incrível que pareça foi Douglas quem armou o time.

O Botafogo foi retranca pura. Jogando num esquema 6-3-1 não dava espaço para o São Paulo. Douglase Wallyson alternavam posições, enquanto Ademilson ficava no miolo do ataque. As coisas não funcionavam, pois a armação do time estava muito deficiente.

Nos segundo tempo, com a entrada de Aloísio, Ademilson foi colocado pelo lado esquerdo do campo, enquanto Wallyson ocupou o lado direito. O futebol de Ademilson cresceu muito, pois ele começou a fazer a incursão pela diagonal e com isso sofreu a falta que gerou o primeiro gol e marcou um golaço.

Para o Paulistinha, o Expressinho dá para o gasto. Vou esperar a Libertadores, pois ainda tenho fé. Aliás, minha campanha está aí: enquanto o time tiver 1% de chance de se classificar, eu terei 99% de esperança.