Fabuloso fala em ‘reformular tudo’, e Ganso abre as portas para Muricy

A demissão de Ney Franco, na última sexta-feira, não serviu para acalmar a torcida são-paulina, que, neste domingo, voltou a reclamar ao ver o time perder o clássico para o Santos em pleno Morumbi.Antes do jogo, do lado de fora do estádio, os protestos eram direcionados à diretoria, mas depois que a bola rolou e a equipe comandada interinamente por Milton Cruz seguiu apresentando uma série de falhas, os torcedores passaram a gritar o nome de Muricy Ramalho.

– A torcida tem toda a razão, todo mundo está com razão. Agora é juntar os cacos e reformular tudo. Temos de recomeçar – declarou o atacante Luis Fabiano, que, principalmente no primeiro tempo, saiu diversas vezes na cara do gol, mas não conseguiu balançar a rede.

Questionado sobre a opinião do companheiro, Paulo Henrique Ganso foi menos radical. O meia – que deixou a partida ainda aos 14 minutos do segundo tempo, substituído por Aloísio – apontou que as chances perdidas ao longo do clássico fizeram falta no segundo tempo, quando o Santos conseguiu marcar duas vezes.

– A torcida tem razão em reclamar porque a gente perdeu, mas quem viu o jogo viu que a gente criou, teve várias oportunidades, mas não fez. Se tivesse feito o gol, eles (torcedores) não estariam gritando desse jeito – disse Ganso, que ainda abriu as portas para o retorno de Muricy Ramalho ao Morumbi.

– O Muricy tem uma história vitoriosa, mas tem de esperar o presidente Juvenal Juvêncio decidir. Já trabalhei com ele (no Santos), é um excelente treinador, que, se vier, será muito bem-vindo.

Tricampeão brasileiro com o São Paulo entre 2006 e 2008, Muricy Ramalho é o preferido da torcida, mas a diretoria ainda prefere Paulo Autuori, atualmente no Vasco, mas com passado também vitorioso no Morumbi. A situação deve ser definida até o meio da semana, provavelmente antes da partida contra o Bahia, nesta quarta-feira, em jogo antecipado da 11ª rodada, já que o time paulista vai disputar torneios na Europa no início de agosto.

Fonte: Globo Esporte

Perdemos para o time de juniores do Santos

Há um ditado que fala: “tudo que está ruim, pode piorar”. É exatamente assim que vi o São Paulo nesta tarde contra o Santos. Queriam a demissão do Ney Franco – eu também queria -. Pois ele foi demitido e o time continuou jogando um futebol digno do circo de horrores.

Pior do que o desentrosamento, do amontoado que vemos em campo, é a falta total de compromisso com a torcida e com o manto sagrado do Tricolor. Jogadores perdem grandes oportunidades, tomam gols bobos, falham na marcação, erram passes de dois metros, e continuam com o semblante tranquilo, como se nada tivesse acontecido.

Aos pouco também vamos percebendo que nosso elenco é sofrível. a improvisação de Rodrigo Caio na lateral direita hoje nos mostra que Douglas é titular absoluto, e que Caramelo e Lucas Farias não estão à altura do São Paulo. Se estivessem, Rodrigo Caio não seria improvisado.

Milton Cruz colocou o time que Ney Franco vinha escalando – e não acho que esteja errado -, mas o amontoado continuou igual. Ganso só dá toquinho de lado; Luis Fabiano cansa de perder gols; Osvaldo pensa que é o Lucas, mas é só o Osvaldo; Wellington e Denilson parece terem sido apresentados cinco minutos antes do jogo; Rhodolfo desaprendeu a jogar; e Juan, bem, Juan é aquilo. Nos sobram Rogério Ceni, que não falhou, Lúcio – voluntarioso – e Jadson, o mais lúcido.

Milton Cruz não pode ser culpado pela derrota. O time sim. Sem exceção. E a diretoria, principalmente ela, também. Qual é o mistério que existe para anunciar o nome do novo técnico? Nâo quer gastar dinheiro? Ah, então me contrata. Cobro bem baratinho e vou fazer as mesas bobagens que os outros fizeram.

Foi ridículo. Perdemos, em pleno Morumbi, do time de juniores do Santos. Agora só nos resta esperar a quarta-feira e tentar ganhar do Bahia, no Templo Sagrado do Futebol. Será uma tarefa árdua, mas estou otimista que conseguiremos um bom resultado. E dá licença!

Ney Franco caiu, mas a fase ainda é nebulosa

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na  Web, mais uma vez antecipamos, na coluna Alguém me disse, algo que efetivamente aconteceu: Ney Franco não é mais treinador do São Paulo.

Fui defensor de sua permanência até a última quarta-feira. Entendia ser necessário dar um crédito ao seu trabalho. Mas  na volta das férias, depois de sete meses do ano, o time continuar sem padrão qualquer de jogo e perdendo as partidas mais importantes, além de não mais contar com a admiração e o respeito dos jogadores, o ciclo claramente tinha chegado ao fim.

Agora é hora de começar a arrumar a casa. Ainda há tempo de recuperação. Estamos bem colocados no Campeonato Brasileiro, que está apenas no início, temos a Sul-Americana pela frente e a própria Recopa.

Mas para que o futuro seja pródigo, é preciso que o novo técnico seja anunciado ainda hoje. Tenho informações que o acerto com Muricy Ramalho está muito próximo. Não gostaria de ter Dorival Junior, pois nunca fui fã do seu trabalho. Mas aceitaria, se  não houver acordo com Muricy. Até Luxemburgo eu estou aceitando. Só que tem que ser agora, para dirigir o time já na próxima quarta-feira e participar da janela que está aberta para transferências.

Estamos de plantão para informar a qualquer momento, mas satisfeitos pela decisão da diretoria ao demitir Ney Franco. Agradeço o trabalho que fez, principalmente – e somente – ano passado, com o título da Sul-Americana e a classificação para a Libertadores. Ficou na história do clube.

Joguei a toalha para Ney Franco

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, acabo de jogar a toalha para Ney Franco. E não é porque o São Paulo perdeu do Corinthians, nem porque a maioria massacrante da torcida está pedindo sua saída. Sempre fui defensor da manutenção do técnico, por mais que os resultados não estejam satisfatórios.

Mas isso só é possível quando se enxerga evolução no time. E não é isso que estou vendo. Ao contrário, está deprimente ver o São Paulo jogar.

Não é segredo para ninguém que o ambiente está para lá de deteriorado no CT da Barra Funda. Que o elenco está rachado e mais da metade é contra a permanência de Ney Franco. O descontentamento está em todos os lugares. E isso pode explicar facilmente a falta de vontade de alguns jogadores em campo.

Entendo que ele até fez um bom trabalho ano passado, nos classificando para a Libertadores levando ao título da Copa Sul-Americana. Esperava mais, muito mais este ano. Afinal, início de temporada, ele teria um planejamento já conhecendo o elenco. O tempo foi passando, os clássicos aparecendo e o São Paulo sempre derrotado, as eliminações surgiram, e nada.

Estamos no sétimo mês do ano e até agora ele não conseguiu encontrar um padrão para o time. Não consegue fazer Ganso e Jadson jogarem juntos. Não consegue definir o esquema a ser utilizado. Deixa, na maior parte do tempo, o time nas mãos de seu auxiliar para os treinos no CT. Basta, isso não pode continuar.

Eu esperava, sinceramente, ver um time diferente no jogo desta quarta-feira. Entendia que a pausa de 15 dias ocasionada pela Copa das Confederações seria suficiente para ele dar padrão de jogo ao time, coisa que não fez o ano inteiro. Ledo engano. Nada mudou e o São Paulo perdeu mais uma vez.

Então, chega. Não dá mais. Não sei se é hora – acho até que não – da volta de Muricy Ramalho. Não sei se é hora de – desculpem o palavreado – abrir as pernas e trazer Wanderley Luxemburgo. Mas não sou pago para resolver essa questão.  Sou pago para opinar. E nesse momento quero a demissão de Ney Franco. Já. Antes do jogo de domingo, contra o Santos. Tem que ser agora.

Futuro do São Paulo neste ano passa por esta noite

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo joga esta noite contra o Corinthians o início da definição de seu futuro este ano. Não que uma derrota e a consequente perda da Recopa possa nos alijar da disputa do título do Brasileiro ou mesmo da Sul-americana, que sequer começou. Mas mudanças ocorrerão, inclusive na comissão técnica.

A rivalidade extrema entre São Paulo e Corinthians faz com que a Recopa, um título de nem tão grande importância, se torne questão de vida ou morte. Para o Corinthians, perdê-la  vai significar muito pouco, pois a torcida ainda está em lua de mel com o time; para o São Paulo será, talvez, a abertura de uma crise que poderá passar pela demissão da comissão técnica e até mudanças na área mais alta do futebol.

Apesar de entender que mudanças são necessárias não consigo me ver torcendo contra o Tricolor, principalmente frente ao adversário desta noite. Por isso estarei no Morumbi para ajudar a empurrar o São Paulo para uma bela vitória.

Ney Franco está fazendo mistério. Não definiu se entra com Ganso ou Aloísio. Espero, sinceramente, que ele deixe Ganso jogar com Jadson, pois do contrário vou entender que ele realmente é muito incompetente. Só isso para explicar a atitude de um técnico não colocando dois craques para jogarem juntos.

Como eu disse, vou confiante para o Morumbi, esperando ter uma noite feliz.

Então, à vitória, Tricolor!

Amistoso sem sentido que não permite avaliações

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, uma das coisas mais sem sentido dos últimos tempos foi este amistoso ridículo deste sábado contra o Flamengo. Depois de dez dias de férias e cinco de treinamento, o ideal seria uma boa preparação para a maratona que se aproxima. Afinal teremos jogos quarta e domingo, com partidas antecipadas do  Brasileiro para que o São Paulo possa viajar para a Europa.

Começamos – e principalmente este – com a Recopa, jogando quarta-feira contra o Corinthians; no Brasileiro pegamos o Santos no sábado. Ou seja: dois clássicos em quatro dias. Por que, então, colocar o time para correr riscos num amistoso sem pé nem cabeça?

Evidente que os jogadores entraram com freio de mão puxado e evitaram divididas e outras coisas. Mas nesse caso fica, então, a má impressão de que o elenco é fraco, de que o time não vai chegar a lugar nenhum e por aí vamos.

Não é possível, em são consciência, fazer qualquer análise profunda do jogo deste sábado. Por isso é melhor deixar de lado, fazer de conta que nem aconteceu, e pensar na maratona que se inicia. E que venha o Corinthians.

 

Recomeça tudo de (velho) novo

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, os jogadores do São Paulo voltam das miniférias de dez dias nesta segunda-feira e retomam o treinamento. Será uma semana em Cotia, com saída no sábado para o amistoso contra o Flamengo, em Uberlândia, e depois o foco total no jogo contra o Corinthians, quarta-feira da próxima semana, pela Recopa.

Nada de novo, tudo de velho. Quem esperava grandes mudanças, frustrou-se. Quem achava que poderia haver a troca do técnico, chegada e saída de jogadores, enganou-se. Ney Franco continua, mas com uma novidade: a conquista da Recopa será definitiva para sua continuidade ou não no Tricolor.

Luis Fabiano, que entrou no recesso apostando em sua saída, se acertou e continuou. Manteve o discurso que nunca quis sair do São Paulo. Quem queria sua saída era a diretoria. Na realidade, quem queria que ele fosse embora era o presidente Juvenal Juvêncio, que foi convencido por Adalberto Batista a mantê-lo.

Não chegaram os laterais. Ao contrário, com a contusão de Carleto, provavelmente Cortez será reintegrado, já que a diretoria não confia em Juan e Reinaldo é uma aposta incerta.

Vamos lá, como somos do time da fé, vamos confiar que o ano não está perdido e que poderemos almejar algo bom ainda em 2013.

O empate foi bom, mas teve sabor de derrota

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo trouxe um ponto de Porto Alegre, coisa que poucos acreditavam ser possível, mas poderia ter sido melhor, não fosse o gol sofrido aos 43 minutos do segundo tempo, e com um detalhe: Kleber estava impedido. Nenhuma televisão ficou massacrando o telespectador com repetições, linhas gráficas computadorizadas dando os centímetros e milímetros como fazem para um determinado time, mas que estava impedido, isso não há dúvida.

O São Paulo começou o jogo administrando a volúpia gremista e aos poucos foi dominando. A ponto de virar quase que um ataque contra defesa a partir dos 20 minutos do primeiro tempo. Foi um domínio amplo e absoluto, com Douglas arrancando bem pela direita, Aloísio chegando à linha de fundo, Luis Fabiano fazendo o pivô ou mesmo se posicionando bem para receber a bola e Ganso armando o jogo. O Grêmio não tinha o que fazer. Saiu o gol, poderiam ter saído mais dois pelo menos que não seria absurdo.

No intervalo Wanderley Luxemburgo colocou Elano em campo, mudou a estrutura de seu meio de campo e passou a dominar a partida. Em compensação deu o contra-ataque para o São Paulo.

Ney Franco demorou para perceber que a pressão do Grêmio existia porque o São Paulo perdia o meio de campo. Com muito atraso colocou Maicon no lugar de Aloísio e conseguiu dar equilíbrio ao setor.

Nos contra-ataques Osvaldo, Wellington e Juan perderam chances. A de Juan a mais explícita: a bola certinha, para o seu pé esquerdo, quase na pequena área, e ele isolou.

Na defesa, Lúcio e Paulo Miranda faziam uma partida soberba, dando dando qualquer chance para o ataque adversário. E o gol acabou saindo em cobrança de escanteio, cabeçada no primeiro pau para Kleber entrar por trás e marcar. Ele estava, repito, impedido. Mesmo assim, falha grotesca de Wellington, que era o responsável por esta marcação, estava à frente dele e acabou deslocado por um jogo de corpo e permitiu o empate.

Aliás, durante todo o segundo tempo era visível a intenção do árbitro ao marcar faltas a favor do Grêmio em qualquer esbarrão, enquanto para o outro lado…nada. E ele conseguiu levar o Grêmio ao empate.

Agora miniférias. Bom para treinar o time. Eu disse para treinar o time. E para arrumara casa. E que Luis Fabiano fique, por favor!

Não é hora de demitir Ney Franco

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, Ney Franco está na corda bamba. O presidente Juvenal Juvêncio está garantindo sua permanência, mas tem sofrido intensa pressão da diretoria para demití-lo.

Eu defendo a permanência de Ney Franco. Não vejo no mercado nenhum nome capaz de substituí-lo. Ele nos deu a Copa Sul-Americana ano passado, foi o melhor time do Campeonato Paulista, apesar de ter fraquejado nas semifinais, e só teve como péssimo desempenho a Libertadores da América.

Muricy Ramalho, que foi o nome pedido pela torcida na última quarta-feira no Morumbi, para mim é carta fora do baralho. Não concordo que seja a hora de sua volta. Somos eternamente gratos a ele pelo tri Brasileiro que nos deu, mas quero lembrar que ele tem o dom de “enfeiar” o futebol. Vide o que fez com o Santos. E não o vejo com competência para solucionar crises. Quando ele veio para o São Paulo, em 2006, o time havia acabado de ganhar a Libertadores e o Mundial. Agora a situação é diferente.

Outro nome que tem aí no mercado é o de Mano Menezes. Não gosto deste técnico. Fez um trabalho ruim na Seleção Brasileira e tem como os dois únicos pontos positivos em seu curriculum o título com o Corinthians e a volta do Grêmio à série A.

Portanto estamos naquela situação: ruim com Ney, pior sem Ney. Defendo sua continuidade, mas com pulso firme do presidente e da diretoria. Ouço dizer que foram detectados alguns descontentamentos no elenco e poderia haver jogo para derrubar o técnico. Então que a diretoria detecte o problema e resolva, para o bem do São Paulo.

Derrota irrecuperável no Morumbi

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, a derrota do São Paulo para o Goiás, no Morumbi, é daquela que você só vai recuperar no campeonato do ano que vem. Ou seja: são três pontos que não se conquista mais. O pior foi tomar o gol com um minuto e meio de jogo, ter mais 88 minutos (fora os acréscimos)  e não conseguir, ao menos, empatar a partida.

Não sou fervoroso defensor da demissão de Ney Franco e muito menos defendo a volta de Muricy Ramalho nesse momento para o São Paulo. Mas sou obrigado a reconhecer que nosso técnico foi o responsável direto pela derrota desta quarta-feira.

Ney Franco entrou com o time errado. Quando todos esperavam – e era a hora disso – do 4-3-3, com Aloísio, Luis Fabiano e Osvaldo na frente, e Ganso no meio, ele entra com Maicon e mantém Aloísio na defesa. Aí, no intervalo, coloca Aloísio e tira Douglas, passando Rodrigo Caio para a lateral. Numa única substituição ele matou o lado direito do São Paulo, porque, mal ou bem, Douglas fazia jogadas de ataque e causava preocupação ao lateral do Goiás, deixou o meio de campo vulnerável, pois Wellington continua muito mal, e tirou quebrou o domínio de do meio para a frente, pois Maicon, mesmo que sem qualidade, fazia isso, enquanto Ganso estava morto. Aliás, a escalação de Maicon deixou Ganso completamente sem função.

Percebendo o erro, Ney colocou Caramelo no lugar de Maicon, voltando Rodrigo Caio para o meio. Não mudou muita coisa, pois Caramelo foi responsável por uma jogada patética, quando avançou pela direita e caiu sozinho, coisa que mesmo em várzea, quando  acontece, vira motivo de risos.

Para completar o quadro, tirou Juan, numa nítida tentativa de agradar a torcida, e colocou Silvinho. Mas aí já era tarde demais.

Por incrível que pareça, mesmo jogando mal e tendo perdido a partida, o São Paulo ainda cansou de perder gols. Somente no segundo tempo foram dois com Aloísio – numa mesma jogada -, uma absurda com Juan, uma com Luis Fabiano, uma com Osvaldo e uma com Maicon. Pontarias péssimas. Sem contar o pênalti não marcado, quando um zagueiro do Goiás meteu a mão da bola para desviar um chute de Maicon.

Enfim, tudo o que fizemos para conseguir aquela “gordura” nas primeiras rodadas, jogamos por terra nessa quarta-feira. E o Goiás, para quem quer ser campeão, é daqueles times em que se faz necessário vencer dentro e fora de casa. Por isso esses três pontos perdidos nesta partida são irrecuperáveis.