Mais um expulso. Mais uma derrota

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo conheceu mais uma derrota no Campeonato Brasileiro neste domingo, em Salvador. E mais uma vez terminou com dez jogadores em campo. Na quarta-feira terminou com nove.

Por incrível de pareça, o time nem jogou tão mal. Gostei da movimentação no primeiro tempo, apesar do buraco no meio de campo e do desastre defensivo. Mas do meio para a frente o time andou bem. E não podemos esquecer que jogamos sem cinco jogadores considerados titulares: Douglas, Rafael Toloi, Rodrigues, Jadson e Luis Fabiano.

E vou mais além: o pênalti para o Vitória não aconteceu. Eu sei que não saiu o gol, mas gerou um cartão amarelo para o Wellington que depois, por burrice plena, acabou expulso.

É verdade, também, que o time caiu no segundo tempo. O jogo ficou chato e bem no perfil do Vitória, que cansou de perder gols. Ou seja: a tragédia poderia ter sido pior.

O elenco é fraco. Concordo plenamente. Mas não sou catastrofista. E vou mais além: uma vitória na quarta-feira dará uma guinada geral na moral do grupo e a recuperação terá início.

Estou “p” da vida como todos os torcedores são-paulinos, mas vou acreditar que as coisas vão melhorar.

Começa uma nova era no São Paulo

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo inicia uma nova era neste domingo. Ao entrar em campo contra o Vitória, em Salvador, vai ter no banco Paulo Autuori. Não é unanimidade na torcida. Sabemos até que uma minoria aprovou essa contratação, já que o grito da galera era pelo nome de Muricy Ramalho.

Não podemos, no entanto, deixar de apoiar o técnico que seja e acreditar num bom trabalho. Afinal foi ele quem nos deu a última Libertadores e o último título mundial. O fato de não ter desenvolvido bons trabalhos no Brasil de lá para cá – foi muito mal no Grêmio e no Vasco – não quer dizer que ele desaprendeu. Sempre o reputei como bom técnico e ele precisa ter o nosso apoio.

Não vou imaginar que, de um dia para o outro, o time vai mudar da água para o vinho. Afinal, foram apenas três dias de treinamento e ele nem contra com cinco jogadores que, teoricamente, são titulares: Rafael Toloi, Denilson, Jadson, Rodrigues e Luis Fabiano. Então podemos dizer que o São Paulo entra joga com um time misto.

Com o elenco que temos, com a diretoria – principalmente a diretoria – que temos, se Autuori nos classificar para a Libertadores do próximo ano já terá feito um bom trabalho. E terá a pré-temporada de 2014 para montar o time e tentar coisas melhores para o São Paulo.

Por isso vou apostar nesse trabalho. E esperando um grande resultado hoje, em Salvador.

Então, à vitória, Tricolor!

A esperança de que Paulo Autuori melhore o que foi estragado

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, falar sobre a derrota do São Paulo para o Bahia nesta quarta-feira, no Morumbi, é chover no molhado. É falar que o time não se encontrou, que foi dominado pelo Bahia, que Milton Cruz conseguiu fazer um amontoado de besteiras nas substituições, e daí afora.

Só acho, e não justifico com isso a derrota, que os árbitros continuam extremamente rigorosos com o São Paulo. O primeiro cartão amarelo para Luis Fabiano foi absurdo e a expulsão, pelo toque de mão, excesso de rigor da arbitragem. Outros jogadores fizeram as mesmas faltas e nada aconteceu. A expulsão do Rodrigues, também, rigor em excesso, pois faltas semelhantes as que ele fez ocorreram durante o jogo e a mesma providência não foi adotada.

Mas entendo que mesmo com 11 em campo até o fim o resultado não seria diferente, pois o São Paulo foi dominado pelo Bahia durante o jogo inteiro.

A lenta – para não dizer outra coisa – diretoria do São Paulo vai anunciar hoje Paulo Autuori como novo técnico. Ele assinará contrato pela manhã e à tarde já comandará treino. Não é o técnico dos meus sonhos – podem me criticar, mas queria o Cuca, ou mesmo o Muricy -, mas entendo que ele chega com moral perante o grupo – entenda-se Rogério Ceni – e terá um pouco de crédito com a torcida. Afinal foi campeão da Libertadores e do Mundial em 2005.

Com a experiência que ele tem, e um lado psicológico fortíssimo, entendo que ele poderá dar uma guinada neste  elenco e fazer com que o time comece a andar. A situação no Brasileiro é difícil, mas o campeonato ainda não chegou a metade do primeiro turno e a recuperação é absolutamente possível.

Vamos acreditar. Afinal, somos do clube da fé. E quem nasceu Soberano, sempre será Soberano.

São Paulo vai encarar o Bahia olhando para Belo Horizonte

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, parece incrível mas é verdade. Nossa diretoria se superar a cada dia. Mandou Ney Franco embora – demorou – e até agora não trouxe ninguém para o seu lugar. Muricy está aí, desempregado e se oferecendo para o São Paulo. A torcida inteira pede sua volta. Mas a diretoria nada.

Então partiu para Paulo Autuori. Ele se desligou do Vasco, disse que gostaria de voltar ao São Paulo. Eu não acho que é o seu momento. Entendo que a situação exige Muricy de volta. Mas, enfim, que tragam o Autuori para “ontem”. Mas até agora nada.

Aí o que se diz é que Juvenal Juvêncio quer Cuca. Mas ele dirige o Atlético-MG hoje à noite pela semifinal da Libertadores. E Cuca estava desempregado, se oferecendo para o São Paulo quando Juvenal optou por contratar Ney Franco. E eu não acredito que, pelo momento que os dois clubes vivem, Cuca vai deixar o Atlético-MG, independente do resultado desta noite, para vir para o São Paulo.

E nós vamos a campo hoje com Milton Cruz no comando. Certamente jogaremos no final de semana em Salvador, contra o Vitória, com Milton Cruz no banco. Assim o campeonato vai fluindo, nossas incertezas aumentando e a chance de humilhações futuras (Recopa e Copa Audi), estão aí, para quem não é cego ver.

Otimista e possuidor de amor eterno por este clube, estarei no Morumbi nesta noite. Mas tenho certeza que é só por esse sentimento intenso que possuo que estarei lá, por repeito ao nosso manto sagrado. E em repúdio a esta diretoria nefasta às nossas cores.

Fabuloso fala em ‘reformular tudo’, e Ganso abre as portas para Muricy

A demissão de Ney Franco, na última sexta-feira, não serviu para acalmar a torcida são-paulina, que, neste domingo, voltou a reclamar ao ver o time perder o clássico para o Santos em pleno Morumbi.Antes do jogo, do lado de fora do estádio, os protestos eram direcionados à diretoria, mas depois que a bola rolou e a equipe comandada interinamente por Milton Cruz seguiu apresentando uma série de falhas, os torcedores passaram a gritar o nome de Muricy Ramalho.

– A torcida tem toda a razão, todo mundo está com razão. Agora é juntar os cacos e reformular tudo. Temos de recomeçar – declarou o atacante Luis Fabiano, que, principalmente no primeiro tempo, saiu diversas vezes na cara do gol, mas não conseguiu balançar a rede.

Questionado sobre a opinião do companheiro, Paulo Henrique Ganso foi menos radical. O meia – que deixou a partida ainda aos 14 minutos do segundo tempo, substituído por Aloísio – apontou que as chances perdidas ao longo do clássico fizeram falta no segundo tempo, quando o Santos conseguiu marcar duas vezes.

– A torcida tem razão em reclamar porque a gente perdeu, mas quem viu o jogo viu que a gente criou, teve várias oportunidades, mas não fez. Se tivesse feito o gol, eles (torcedores) não estariam gritando desse jeito – disse Ganso, que ainda abriu as portas para o retorno de Muricy Ramalho ao Morumbi.

– O Muricy tem uma história vitoriosa, mas tem de esperar o presidente Juvenal Juvêncio decidir. Já trabalhei com ele (no Santos), é um excelente treinador, que, se vier, será muito bem-vindo.

Tricampeão brasileiro com o São Paulo entre 2006 e 2008, Muricy Ramalho é o preferido da torcida, mas a diretoria ainda prefere Paulo Autuori, atualmente no Vasco, mas com passado também vitorioso no Morumbi. A situação deve ser definida até o meio da semana, provavelmente antes da partida contra o Bahia, nesta quarta-feira, em jogo antecipado da 11ª rodada, já que o time paulista vai disputar torneios na Europa no início de agosto.

Fonte: Globo Esporte

Perdemos para o time de juniores do Santos

Há um ditado que fala: “tudo que está ruim, pode piorar”. É exatamente assim que vi o São Paulo nesta tarde contra o Santos. Queriam a demissão do Ney Franco – eu também queria -. Pois ele foi demitido e o time continuou jogando um futebol digno do circo de horrores.

Pior do que o desentrosamento, do amontoado que vemos em campo, é a falta total de compromisso com a torcida e com o manto sagrado do Tricolor. Jogadores perdem grandes oportunidades, tomam gols bobos, falham na marcação, erram passes de dois metros, e continuam com o semblante tranquilo, como se nada tivesse acontecido.

Aos pouco também vamos percebendo que nosso elenco é sofrível. a improvisação de Rodrigo Caio na lateral direita hoje nos mostra que Douglas é titular absoluto, e que Caramelo e Lucas Farias não estão à altura do São Paulo. Se estivessem, Rodrigo Caio não seria improvisado.

Milton Cruz colocou o time que Ney Franco vinha escalando – e não acho que esteja errado -, mas o amontoado continuou igual. Ganso só dá toquinho de lado; Luis Fabiano cansa de perder gols; Osvaldo pensa que é o Lucas, mas é só o Osvaldo; Wellington e Denilson parece terem sido apresentados cinco minutos antes do jogo; Rhodolfo desaprendeu a jogar; e Juan, bem, Juan é aquilo. Nos sobram Rogério Ceni, que não falhou, Lúcio – voluntarioso – e Jadson, o mais lúcido.

Milton Cruz não pode ser culpado pela derrota. O time sim. Sem exceção. E a diretoria, principalmente ela, também. Qual é o mistério que existe para anunciar o nome do novo técnico? Nâo quer gastar dinheiro? Ah, então me contrata. Cobro bem baratinho e vou fazer as mesas bobagens que os outros fizeram.

Foi ridículo. Perdemos, em pleno Morumbi, do time de juniores do Santos. Agora só nos resta esperar a quarta-feira e tentar ganhar do Bahia, no Templo Sagrado do Futebol. Será uma tarefa árdua, mas estou otimista que conseguiremos um bom resultado. E dá licença!

Ney Franco caiu, mas a fase ainda é nebulosa

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na  Web, mais uma vez antecipamos, na coluna Alguém me disse, algo que efetivamente aconteceu: Ney Franco não é mais treinador do São Paulo.

Fui defensor de sua permanência até a última quarta-feira. Entendia ser necessário dar um crédito ao seu trabalho. Mas  na volta das férias, depois de sete meses do ano, o time continuar sem padrão qualquer de jogo e perdendo as partidas mais importantes, além de não mais contar com a admiração e o respeito dos jogadores, o ciclo claramente tinha chegado ao fim.

Agora é hora de começar a arrumar a casa. Ainda há tempo de recuperação. Estamos bem colocados no Campeonato Brasileiro, que está apenas no início, temos a Sul-Americana pela frente e a própria Recopa.

Mas para que o futuro seja pródigo, é preciso que o novo técnico seja anunciado ainda hoje. Tenho informações que o acerto com Muricy Ramalho está muito próximo. Não gostaria de ter Dorival Junior, pois nunca fui fã do seu trabalho. Mas aceitaria, se  não houver acordo com Muricy. Até Luxemburgo eu estou aceitando. Só que tem que ser agora, para dirigir o time já na próxima quarta-feira e participar da janela que está aberta para transferências.

Estamos de plantão para informar a qualquer momento, mas satisfeitos pela decisão da diretoria ao demitir Ney Franco. Agradeço o trabalho que fez, principalmente – e somente – ano passado, com o título da Sul-Americana e a classificação para a Libertadores. Ficou na história do clube.

Joguei a toalha para Ney Franco

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, acabo de jogar a toalha para Ney Franco. E não é porque o São Paulo perdeu do Corinthians, nem porque a maioria massacrante da torcida está pedindo sua saída. Sempre fui defensor da manutenção do técnico, por mais que os resultados não estejam satisfatórios.

Mas isso só é possível quando se enxerga evolução no time. E não é isso que estou vendo. Ao contrário, está deprimente ver o São Paulo jogar.

Não é segredo para ninguém que o ambiente está para lá de deteriorado no CT da Barra Funda. Que o elenco está rachado e mais da metade é contra a permanência de Ney Franco. O descontentamento está em todos os lugares. E isso pode explicar facilmente a falta de vontade de alguns jogadores em campo.

Entendo que ele até fez um bom trabalho ano passado, nos classificando para a Libertadores levando ao título da Copa Sul-Americana. Esperava mais, muito mais este ano. Afinal, início de temporada, ele teria um planejamento já conhecendo o elenco. O tempo foi passando, os clássicos aparecendo e o São Paulo sempre derrotado, as eliminações surgiram, e nada.

Estamos no sétimo mês do ano e até agora ele não conseguiu encontrar um padrão para o time. Não consegue fazer Ganso e Jadson jogarem juntos. Não consegue definir o esquema a ser utilizado. Deixa, na maior parte do tempo, o time nas mãos de seu auxiliar para os treinos no CT. Basta, isso não pode continuar.

Eu esperava, sinceramente, ver um time diferente no jogo desta quarta-feira. Entendia que a pausa de 15 dias ocasionada pela Copa das Confederações seria suficiente para ele dar padrão de jogo ao time, coisa que não fez o ano inteiro. Ledo engano. Nada mudou e o São Paulo perdeu mais uma vez.

Então, chega. Não dá mais. Não sei se é hora – acho até que não – da volta de Muricy Ramalho. Não sei se é hora de – desculpem o palavreado – abrir as pernas e trazer Wanderley Luxemburgo. Mas não sou pago para resolver essa questão.  Sou pago para opinar. E nesse momento quero a demissão de Ney Franco. Já. Antes do jogo de domingo, contra o Santos. Tem que ser agora.

Futuro do São Paulo neste ano passa por esta noite

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo joga esta noite contra o Corinthians o início da definição de seu futuro este ano. Não que uma derrota e a consequente perda da Recopa possa nos alijar da disputa do título do Brasileiro ou mesmo da Sul-americana, que sequer começou. Mas mudanças ocorrerão, inclusive na comissão técnica.

A rivalidade extrema entre São Paulo e Corinthians faz com que a Recopa, um título de nem tão grande importância, se torne questão de vida ou morte. Para o Corinthians, perdê-la  vai significar muito pouco, pois a torcida ainda está em lua de mel com o time; para o São Paulo será, talvez, a abertura de uma crise que poderá passar pela demissão da comissão técnica e até mudanças na área mais alta do futebol.

Apesar de entender que mudanças são necessárias não consigo me ver torcendo contra o Tricolor, principalmente frente ao adversário desta noite. Por isso estarei no Morumbi para ajudar a empurrar o São Paulo para uma bela vitória.

Ney Franco está fazendo mistério. Não definiu se entra com Ganso ou Aloísio. Espero, sinceramente, que ele deixe Ganso jogar com Jadson, pois do contrário vou entender que ele realmente é muito incompetente. Só isso para explicar a atitude de um técnico não colocando dois craques para jogarem juntos.

Como eu disse, vou confiante para o Morumbi, esperando ter uma noite feliz.

Então, à vitória, Tricolor!

Amistoso sem sentido que não permite avaliações

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, uma das coisas mais sem sentido dos últimos tempos foi este amistoso ridículo deste sábado contra o Flamengo. Depois de dez dias de férias e cinco de treinamento, o ideal seria uma boa preparação para a maratona que se aproxima. Afinal teremos jogos quarta e domingo, com partidas antecipadas do  Brasileiro para que o São Paulo possa viajar para a Europa.

Começamos – e principalmente este – com a Recopa, jogando quarta-feira contra o Corinthians; no Brasileiro pegamos o Santos no sábado. Ou seja: dois clássicos em quatro dias. Por que, então, colocar o time para correr riscos num amistoso sem pé nem cabeça?

Evidente que os jogadores entraram com freio de mão puxado e evitaram divididas e outras coisas. Mas nesse caso fica, então, a má impressão de que o elenco é fraco, de que o time não vai chegar a lugar nenhum e por aí vamos.

Não é possível, em são consciência, fazer qualquer análise profunda do jogo deste sábado. Por isso é melhor deixar de lado, fazer de conta que nem aconteceu, e pensar na maratona que se inicia. E que venha o Corinthians.