Pode ser improvável, mas não é impossível!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, por culpa dele mesmo, a tarefa do São Paulo é das mais árduas na noite de hoje, em Mogi Mirim. Precisar ganhar de três gols de diferença da Ponte Preta, por mais que seja um time rebaixado para a série B do Campeonato Brasileiro, não é fácil. Até porque o jogo desta noite é completamente atípico, com ampla vantagem para o time de Campinas.

Mas tenho muita fé em nosso time e estou usando essa máxima: pode ser improvável, mas não é impossível. Se achasse que em hipótese alguma o resultado poderia ser obtido, não estaria aqui sentado em frente do computador, escrevendo esse editorial. Deixaria o dia correr com as notícias e, depois do jogo, abriria o espaço para os comentários, com as famosas notas dos jogadores e o Sobe e Desce.

Mas não. Acredito sim, e sempre acreditarei. Enquanto houver um por cento de chance há esperança. E é exatamente disso que estou alimentando meu espírito e me preparando para o jogo.

Também tenho em mente que estamos colhendo muito lucro. Nosso objetivo maior traçado para esse segundo semestre era fugir do rebaixamento, situação dantesca que essa diretoria repugnante nos colocou. Mas Muricy conseguiu esse feito e, desde então, passei a defender a tese de que o que viesse dali para a frente seria lucro. Até por isso não fiquei tão chocado com a acachapante derrota para a Ponte Preta, no jogo de ida, no Morumbi. Só reduziu um pouquinho do lucro.

Torcer é nosso dever. É exatamente isso o que eu vou fazer.

Então, à vitória Tricolor!

Empate sem valor no Morumbi

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, todo dia de jogo do São Paulo é dia especial para mim. Mas hoje o jogo seria daqueles que não valeria nada. Aliás, valia, sim, pelo novo recorde de Rogério Ceni. E isso, por si só, já foi mais importante que o próprio jogo.

Um jogador atingir 1117 jogos envergando a camisa de um clube não é para qualquer um. E não é mesmo. Antes dele, apenas Pelé, o rei do futebol, havia atingido a marca de 1116. Agora Rogério, o M1TO, é recordista. Vai para o Livro dos Recordes. Fez história. Uma história que pode ter acabado no Morumbi neste domingo. É que, graças à Independente (salve, Independente!) não jogaremos contra o Coritiba no Morumbi. E se não vencermos a Ponte Preta por três gols de diferença na quarta-feira, estaremos fora da Sul-Americana. O que quer dizer que não jogaremos mais no Morumbi este ano. E se Rogério se aposentar mesmo, no Templo Soberano e Monárquico do Futebol não mais o verá atuando com a camisa um do São Paulo.

Pena que foi um dia de muita chuva, com pouco mais de 12 mil pessoas no estádio e um empate contra o Botafogo. Poderia ter sido melhor. Poderia ter sido disputando um título, como a Sul-Americana. Mas, foi um simples empate, quando marcamos a três minutos, sofremos o gol de empate com extrema naturalidade, chutamos três bolas na trave e o resto ficou por isso mesmo.

Por tudo isso o empate sem valor e eu preferi falar do recorde co M1TO, esse sim, merece toda a nossa reverência.

Uma ponte desabou sobre nós

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, por essa ninguém esperava. Nem o mais otimista torcedor da Macaca afirmaria, antes do jogo, que a Ponte faria três gols no São Paulo dentro do Morumbi, praticamente definindo sua passagem para a final da Copa Sul-Americana. E foi um banho, com direito a muita água que veio do céu.

Para mim duas coisas explicam essa derrota: a soberba e o erro humano. Soberba porque o time começou bem, marcando na frente, pressionando e conseguiu logo marcar o gol através de Paulo Henrique Ganso. Aí começou a soberba, pois foram toques de calcanhar, chapéus e relaxamento na  marcação. Então ficou claro o erro humano, de Muricy Ramalho, pois com escalação de Lucas Evangelista no lugar de Douglas (olhem só, estou reclamando a ausência de Douglas), o lado direito da defesa são-paulina ficou vulnerável e a Ponte ganhou o jogo por esse setor.

Absoluta falta de ver o que ocorreu na Argentina, quando a Ponte venceu o Veles. O jogo da Macaca foi toda pelo lado esquerdo com o Rildo, bom jogador. Nessa quarta-feira não foi diferente. Lucas Evangelista e Ademilson, que se revezavam pelo lado direito, não voltavam para ajudar na marcação e os dois homens da esquerda pontepretana jogavam em cima de Paulo Miranda. Denilson, que deveria cobrir o lado direito não o fazia e Rodrigo Caio não deixava a área. O resultado foi trágico, com Paulo Miranda sendo humilhado pelo setor e a Ponte deitando e rolando.

Muricy percebeu o erro e colocou Wellington, no intervalo, no lugar de Evangelista, mas entendo que errou duplamente, pois a situação ficou inalterada.  Além disso, a chuva colaborou decisivamente para o desastre total e agora a situação ficou complicada demais.

Não acho que seja impossível marcar três gols em Mogi Mirim contra a Ponte. Se ela fez isso aqui, por que nós não podemos fazer isso lá? Mas é fato que, se for para repetir a atuação de ontem, é melhor mandar o time reserva, dar férias já para os titulares e começar a reformulação profunda que deverá ser feita para 2014.

Lugar de chorar é na cama

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, noticiamos nesses últimos dias o imbróglio envolvendo São Paulo e Ponte Preta, e a questão do estádio Moisés Lucarelli. Somente ontem a Ponte se pronunciou oficialmente sobre a decisão da Conmebol, que vetou o estádio pontepretano para a semifinal da Sul-Americana.

Sinceramente não estou entendendo os ataques que o presidente da Ponte está fazendo contra o São Paulo, só porque o Tricolor exigiu o cumprimento do regulamento do torneio, que prevê capacidade mínima de 20 mil lugares no estádio que sediar a semifinal da competição. Não foi essa mesma Ponte que cobrou ética do São Paulo na contratação do goleiro de 16 anos e que liderou um boicote na Copinha contra o Tricolor?

E não concordo, também, com o que dizem que essa atitude do São Paulo vai gerar para a eternidade mal-estar entre as duas agremiações e torcedores. Isso é forçardemais. Até porque a diretoria do Tricolor fez o que é de seu ofício: defender o São Paulo e existir que se cumpra o que foi assinado.

Acho que as pessoas precisam se enxergar melhor e serem menos incoerentes em suas iniciativas. Por que o São Paulo vive de picuinhas por exigir o cumprimento do regulamento?Brigar por um garoto de 16 anos, que ninguém sabe o que vai virar daqui a quatro anos, não é picuinha?

Vamos lembrar 1977? Quem já era nascido naquela época e acompanhou os acontecimentos vai lembrar.A final do Campeonato Paulista, entre Corinthians e Ponte Preta, seria realizada em dois jogos, um com o mando de cada time. E a Ponte se vendeu e jogou seu mando no Morumbi. Portanto, a história não credencia o time de Campinas criticar quem quer cumprir regulamento.

Desculpem se vou ofender, mas cresçam e se estabeleçam. Se acham que são grandes o suficiente para disputar um torneio internacional, apresentem estrutura para isso.  E, como ocorreu em 1977, se quiserem o Morumbi para mandar o seu jogo, estamos abertos ao alugá-lo. Ou vão chorar na cama, que é o lugar ideal para isso.

Partida no Rio serviu para testar o elenco

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo jogou com o time reserva e perdeu, de virada, para o Fluminense. Algo esperado, mas valeu a atitude de Muricy para preservar os jogadores para quarta-feira, jogo que realmente é o nosso foco, pois no Brasileiro estamos em situação confortável sem, no entanto, ter chance de chegar a lugar nenhum.

O time até começou bem. Aguentou dez minutos de pressão do Fluminense, equilibrou o jogo e fez o gol. Aliás, uma pintura: passe preciso de Jadson, toque mágico de calcanhar de João Schmidt e conclusão feliz de Welliton. Era tudo o que precisávamos para enervar ainda mais o adversário e ter o contra-ataque à nossa disposição.

O São Paulo só não podia contar – mais uma vez – com uma falha do Denis. Primeiro um chute à queima-roupa no travessão; depois um chute forte, é verdade, mas de fora da intermediária.  Ele, ao invés de espalmar, tenta segurar. A gola, lisa, passa sob seus braços, explode na trave e, no rebote, com a defesa dormindo, Jean marca o gol de empate.

Isso mudou o jogo. O São Paulo foi recuando e o Fluminense dominando. Muricy ainda tirou o horrível Lucas Silva e pôs o quase horrível Caramelo. O corredor continuou quase igual, só que conseguimos ter um mínimo de tentativa de ataque pela direita.

Mas um erro simples, mas fundamental da arbitragem mudou o resultado. Gum, que já tinha cartão amarelo, deu um carrinho violento em Lucas Evangelista e deveria ser expulso. Não o foi e acabou marcando o gol aos 44 minutos do segundo tempo, num cochilo total da terrível defesa do São Paulo. Portanto atribuo sim, ao árbitro, responsabilidade pelo resultado.

Quanto ao elenco, do que se apresentou nesse domingo, acho que Denis deve continuar sendo apenas reserva; Caramelo não serve para nada, deve ser emprestado; Rafael Toloi é, no máximo, reserva; Edson Silva tem que ir embora; Lucas Evangelista deve ser emprestado; Wellington pode ser reserva; Fabrício tem que ser dispensado; João Schmidt tem um grande futuro e deve ser preservado; Jadson deve ter mais chances e ficar, nem que seja para a reserva; Osvaldo precisa ser mais exigido e pode compor elenco, assim como Welliton. Já jogadores como Clemente Rodrigues e Lucas Farias, que não é escalado mesmo com a ausência total de lateral, devem ser mandados embora.

E, repito: sem mágoas. Nosso jogo é quarta-feira!

A vitória sobre o Flamengo foi natural

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, a vitória do São Paulo sobre o Flamengo nesta quarta-feira, em Itu, foi absolutamente natural. Eu não esperava nada diferente. Nem tanto pela supremacia absoluta do Tricolor, mas por ser um jogo sem interesse para os dois times – Copa Sul-Americana e Copa do Brasil são os focos – e, por ser “em casa” e o Flamengo não ter um time tão brilhante, seria óbvio imaginar a vitória do São Paulo.

O primeiro tempo foi muito ruim, típico mesmo de quem não está interessado para nada. Sem grandes emoções, duas chances apenas para o São Paulo, nenhum chute a gol dado pelo Flamengo, as defesas superando os ataques mesmo sem qualquer esforço, e assim sucessivamente.

Muricy Ramalho, que não é destes de ficar brincando, deve ter dado uma dura danada no vestiário que o time voltou pegando mais. E quando resolveu jogar, em cinco minutos resolveu a parada. Pênalti e Rogério Ceni quebrou a sequência incômoda de cobranças perdidas marcando o primeiro gol do São Paulo.

O segundo não tardou a sair. Ganso, que havia sido peso morto – como todos – no primeiro tempo, fez aquela assistência mágica para Ademilson, que tratou de marcar o gol para não ficar vermelho de vergonha se perdesse.

E o jogo se arrastou até o final. O São Paulo sem vontade de mais nada e o Flamengo sem vontade e força para reagir.

Domingo tem mais um jogo para cumprir tabela, já que o foco é a Ponte Preta, quarta-feira que vem. Mas seria bom ganhar do Fluminense, no Maracanã, para afundá-lo um pouco mais, e, quiçá, mandá-lo cumprir a série B que ele está devendo desde que voltou ao grupo de elite pelo tapetão.

Faltaram físico e raça: o resultado foi o que conhecemos

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo foi goleado em Curitiba pelo Atlético-PR por 3 a 0, num jogo e um time só. Os paranaenses fizeram o que quiseram e nós observamos passivamente. Faltaram pegada, raça e força física. Sobrou ruindade, que é exatamente o que vimos o ano todo e que está sendo compensado pelo voluntarismo imposto por Muricy Ramalho.

Desde o começo do jogo podíamos perceber que a situação seria difícil. Por mais que a primeira chance tenha sido do São Paulo, com um chute de Ademilson desviado pela defesa, a partir daí o Atlético fez o que quis. Uma falha de Ganso no meio de campo, bola perdida, defesa mal posicionada e gol do Atlético. Um golaço, diga-se de passagem.

O São Paulo apresentava um pseudo domínio de bola, facilmente marcado pelos paranaenses. Mais uma falha defensiva, ataque atleticano, escanteio e gol, com a defesa subindo meio metro contra um ataque que subiu um metro e meio.

Não tinha esperança de qualquer mudança para o segundo tempo. No entanto, a tentativa de Muricy colocando Osvaldo no lugar do ineficaz Denilson – coitado, não só ele, mas todos foram ineficazes – me animou um pouco. Imaginei que, depois das reclamações de Osvaldo ameaçando ir embora no fim do ano, fosse o momento dele mostrar futebol. Mas exatamente o Osvaldo que nós conhecemos, justificando sua posição de quinto reserva do ataque.

Aí, com Aloísio cansado, entrou Welliton. Mas já estava 3 a 0, em mais uma falha defensiva e por cima de Reinaldo, que hoje foi aquele jogador medíocre que nós conhecemos, mas que também estava se salvando pela raça.

Conclusão: só não foi por mais porque o Atlético, também cansado do jogo pela Copa do Brasil, se poupou e administrou o resultado sem correr qualquer risco.

A chance de irmos para a Libertadores está na Sul-Americana. Então vamos nos concentrar nela, porque no Brasileiro, o que tínhamos que fazer já o fizemos. Agora é continuar auferindo o lucro.

Estamos na semifinal. E o lucro continua!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo está na semifinal da Copa Sul-Americana e, com isso, se aproximando cada vez mais da Libertadores de 2014. Como já escrevi há algumas semanas, nosso objetivo era fugir do risco de rebaixamento no Brasileiro. O resto seria lucro. E este lucro continua aumentando.

O empate em Medellin foi, antes de tudo, mais um ato de raça e vontade dos jogadores, pois a técnica não existiu. O São Paulo se defendeu o primeiro tempo inteiro, dando um único ataque, com chance desperdiçada por Aloísio.

No segundo tempo a situação não se alterou nos primeiros 15 minutos. Foi quando Muricy Ramalho tirou Luis Fabiano e Jadson e colocou Ademilson e Wellington. Com isso aumentou o poder de marcação no meio de campo e criou velocidade no ataque. Essa possibilidade mais concreta de contra-ataques segurou alguns jogadores do Nacional na defesa, o que diminuiu o poder de ataque dos colombianos.

Então o São Paulo passou a ter um pouco mais de posse de bola e até arriscou alguns chutes a gol, tendo, enfim, algumas possibilidades.

Mas é bom ressaltar que, apesar do pleno domínio do Atlético Nacional, chance de gol mesmo foram mínimas para os colombianos. Mérito da defesa que esteve impecável nesta noite de quarta-feira, em Medellin. Foi uma atuação de gala de Paulo Miranda, Rodrigo Caio e Antonio Carlos. A impressão que passava era que o juiz poderia dar jogo até os 60 minutos que o São Paulo não sofreria gol.

Com a chance real de conquistarmos a Sul-Americana e com o Brasileiro já resolvido, entendo que Muricy poderia poupar alguns jogadores no jogo deste domingo, contra o Atlético-PR em Curitiba. É um tipo de jogo onde, mesmo com o time completo, dificilmente sairemos sem uma derrota, pois há um grande tabú do São Paulo não vencer o Atlético-PR em Curitiba. E a viagem de volta de Medellin será muito cansativa.

Parabéns Muricy Ramalho, por mais este grande resultado. Parabéns, guerreiros. A torcida são-paulina está orgulhosa de vocês.

Uma noite de decisão

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo tem decisão pela frente. Neste noite, em Medelin, precisamos de um empate para prosseguir na Sul-Americana, atingindo a semifinal. Até aí, novidade alguma para todos que acompanham o futebol. Só fiz esta abertura e este título para refletir: até algumas semanas atrás estávamos sofrendo muito nos jogos do Tricolor com o risco de rebaixamento. Esta noite sofreremos também, mas visando o título da competição. Santo Muricy!

Como escrevi alguns dias atrás, depois de nos livrarmos do rebaixamento, o que viesse seria lucro. E já estamos contabilizando os ganhos. Temos chances reais de irmos à Libertadores, seja pela Sul-Americana, se passarmos esta noite pelo Atlético Nacional e seguirmos na Sul-Americana, seja no Brasileiro, se o Grêmio ou o Atlético-PR ganhar a Copa do Brasil, estamos próximos do Goiás, com quem lutaríamos pela quarta vaga.

Ademilson deve sair do time para a entrada de Luis Fabiano. Não critico Muricy por esta mudança. O que preocupa, de verdade, é a ausência de Paulo Henrique Ganso, suspenso em mais uma decisão suspeita da Conmebol.

Entretanto, como as coisas viraram para o nosso lado, estou confiante. E é fato que não me decepcionarei se a classificação não vier. Mas acredito numa grande noite.

Então, à vitória, Tricolor!

Vitória com a cara de Muricy

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo conseguiu uma vitória importantíssima nesta noite de sábado, no Morumbi, sobre a Portuguesa. Foi uma vitória com a cara de Muricy Ramalho. Um gol de bola aérea e o outro de raça, oportunismo, numa noite onde o time não esteve bem, mas conseguiu superar suas falhas técnicas com vontade e determinação, o que é a marca de Muricy Ramalho.

O time começou bem, marcou o primeiro gol sem maiores dificuldades, mas aos poucos foi recuando a acabou acuado pela Portuguesa. A Lusa empatou e merecia virar ainda no primeiro tempo. E tudo isso nem foi por falha do meio de campo, mas por uma mudança de postura da Portuguesa, que adiantou seu meio de campo e passou a marcar a saída de bola do São Paulo. Com Ganso muito bem marcado, a criação ficava por conta de Maicon, que muitas vezes errava os passes e dificultava o ataque.

No segundo tempo a Portuguesa voltou a marcar adiantado,  mas Ganso recuou um pouco mais e passou a aparecer mais no jogo. Isso permitiu ao São Paulo retomar as rédias da partida e impor um verdadeiro sufoco contra a Portuguesa.

Mesmo assim estava difícil entrar na zaga da Lusa, que tinha um time muito fechado. Foi o acaso, ou melhor, a persistência de Ademilson que foi atrás de uma bola perdida, tocou para Aloísio marcar o segundo gol. E a partir daí não corremos mais risco.

Saímos de vez de qualquer risco de rebaixamento, provando mais uma vez a tese de que: Time grande não cai!

Agora, que venha a Sul-americana.