O dia da volta à Libertadores

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo volta a disputar a Libertadores esta noite. O Morumbi vai receber um grande público para empurrar  o Tricolor para cima do Bolivar. Afinal, temos que fazer um bom resultado esta noite, tipo 3 a 0, para jogarmos tranquilos na altitude de La Paz.

Ney Franco surpreendeu e tirou Paulo Henrique Ganso, promovendo Aloisio a titular do time. Ele explicou que precisa voltar ao sistema 4-3-3 para sufocar a saída de bola dos bolivianos. Além disso, Aloísio é mais um goleador que poderá ajudar o time a marcar gols.

Se por um lado eu não consigo entender um craque, como Paulo Henrique Ganso, que dentro da sua genialidade, num lance, pode decidir um jogo, por outro entendo a opção do técnico. O esquema com três atacantes deu certo em 2012 e merece ser repetido hoje. O ataque vai ficar mais forte e poderá, mesmo, pressionar a saída de bola do Bolivar.

Espero que a torcida tenha a paciência necessária e incentive o time, não ficando preocupada ao primeiro erro de Jadson a vaiar e pedir Ganso. Se o São Paulo conseguir um bom resultado, Ganso voltará ao time em La Paz, quando precisaremos controlar o jogo com domínio de bola e passes certeiros. Aí será a sua hora.

Hoje vamos para cima, para ganhar. Mais do que isso, para golear.

Então, à vitória (à goleada), Tricolor!

Rogério M1TO Ceni chega aos 40 anos com físico de 20

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, Rogério Ceni completa nesta terça-feira 40 anos de idade. Mas está com preparo físico, elasticidade e reflexo de 20.

O que falar do M1TO para homenageá-lo? Há dias venho pensando o que iria escrever neste 22 de janeiro e cheguei à conclusão de que tudo o que eu disser será pouco pelo que ele representa para toda a Nação são-paulina, pelo exemplo de atleta que é para todos os que jogam e os que ainda sonham em jogar futebol. Um exemplo para aqueles que acham que o vínculo com um clube deve ser apenas pelo dinheiro, e não pelo sentimento.

Talvez resumir seu histórico seja o melhor caminho.

Rogério Ceni chegou no São Paulo em 1990 e teve sua estreia no Troféu Santiago de Compostela, quando Tricolor venceu o Tenerife por 4 a 1, em 1993.

Disputou 1057 jogos com nosso manto sagrado, vencendo 577. Marcou 107 gols, dos quais 63 no Templo Sagrado do Futebol. É o atleta com mais vitórias no São Paulo e o goleiro do Tricolor com maior série sem sofrer gols no Brasileiro: 990 minutos.

Em sua carreira conquistou 31 títulos, a saber: dois Mundiais, duas Libertadores, três Brasileiros, uma Sul-Americana, duas Copas dos Campeões Mundiais, uma Conmebol, uma Supercopa dos Campeões da Libertadores, uma Recopa Sul-Americana,  três Paulistas, uma Euro-América, um torneio Santiago de Compostel, um troféu Jalisco, um troféu do torneio Cidade de Los Angeles, um Campeonato Paulista de Aspirantes, uma Copa São Paulo de Futebol Junior e um  Campeonato Paulista Juvenil.

Isso é Rogério Ceni, um atleta que abriu mão do dinheiro que poderia ganhar na Inglaterra e preferiu ficar no São Paulo. Que não esconde seu amor pelo Tricolor. Que honra como poucos nosso manto sagrado. Que se emociona a cada título conquistado. Mais: que se emociona cada vez que veste seu uniforme e entra em campo.

Que me desculpem os leitores pelas palavras de baixo calão, mas puta que o pariu, é o melhor goleiro do Brasil…Rogério!

 

Eliminação na Copinha requer explicações

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, esperei toda a Copinha para falar do time sub-20 do São Paulo, para não ser acusado de responsável por qualquer mal-estar no elenco. Longe de querer ser pretensioso, um site que tem quase sete milhões de acessos por mês e que sabe que é lido por todos na diretoria, no Conselho e dentro dos elencos profissional e amador sabe que pode causar problemas com qualquer crítica que venha a fazer. Além do mais, o que a diretoria do São Paulo mais gosta, no momento, é de me processar. E, sinceramente, isso está virando uma diversão para mim.

O jogo de hoje foi patético. O time sai perdendo por 1 a 0, empata, vê seu centro-avante perdendo um gol feito, depois mais um tão feito quanto o primeiro  – errou bisonhamente uma cabeçada de dentro da pequena área, sozinho -, vira para 2 a 1 e aí vê seu técnico tirar seus dois atacantes para colocar dois volantes, jogando com um homem a mais. Aí vê um desses volantes perder um gol que certamente entrará para o inacreditável futebol clube. Percebe que com as alterações o técnico trouxe o adversário para cima. E aos 48 minutos, em outra falha do ridículo goleiro Felipe, toma o gol de empate.E seu técnico manda o mesmo volante que acabara de perder o gol da classificação bater o pênalti e ele, como era de se esperar, mais uma vez errar. E o time ser eliminado. Foi patético.

O que se viu nesta Copa São Paulo do Tricolor? Um time que foi reforçado por cinco jogadores que estavam no profissional e que só por isso – eu disse só por isso – chegou até as quartas-de-final da competição. Que desses jogadores que foram guindados do profissional tem um João Schimidt que está talhado a ser craque e tem um futuro brilhante, se algum empresário não resolver atravessar o caminho; que pode ter esperança em Lucas Farias, num momento de marasmo na lateral direita; que Rodrigo Caio, Henrique Miranda e Luis Eduardo servirão, no máximo, para compor elenco.

Mas o que incomoda são os que efetivamente estão na base. E aí deixo várias perguntas, querendo explicações, do sr. Juvenal e do sr. Geraldo, o manda-chuva de Cotia:

– Por que o CFA Laudo Natel, tido e havido como um dos maiores, melhores e mais bem equipados do mundo, não conseguiu entregar jogadores à altura da Copa São Paulo em 2012? Ou seja, passou um ano sem revelar ninguém!

– Por que contratou o tal de Adelino junto ao Guarani? O cara é horrível, grosso ao extremo, um dos grandes responsáveis pela nossa eliminação. Não há como negar que soa estranho esse negócio.

– Por que  um time que tem em Rogério Ceni seu grande ídolo e capitão não consegue revelar um goleiro na base e põe esse que jogou a Copinha e tomou vários gols defensáveis e um grande “frango”, contra o Santa Cruz?

– Por que tivemos que contratar Lucas Evangelista do Desportivo Brasil, se não estou enganado no nome, do Espírito Santo, para ser o meia, sendo que nem titular ele conseguiu ser, a não ser nos dois últimos jogos?

– Por que contrataram outro jogador, que colocou a número 10, cujo nome nem me lembro, pois entrou cinco minutos no primeiro jogo e depois nem no banco ficou.

– Por que Sergio Baresi continua sendo mantido no cargo? Um técnico, que é fato, conseguiu um título da Copa São Paulo, em 2010, mas que tem colhido tropeços atrás de tropeços, seja no time principal do São Paulo, onde mostrou seu despreparo para o cargo, seja no Paulista de Jundiaí, seja na volta ao São Paulo na base, pelo péssimo ano de 2012, com campanhas grotescas.

– Por que, com toda essa sucessão de derrotas do principal time da base, a estrutura diretiva do CFA Laudo Natel é mantida, como se nada estivesse acontecendo? Trouxeram Renê Simões, profissional sério e competente, mas a estrutura não conseguiu acomodar um profissional com essas qualidades.

– Enfim, o slogan #FazHistória é perfeito. Pena que alguns não querem nos deixar fazer essa história.

Tudo normal para uma estreia na temporada

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo venceu o Mirassol por 2 a 0 no Morumbi, na estreia do Campeonato Paulista e da temporada 2013.

O primeiro tempo foi fulminante, pois logo a 12 minutos já marcou o primeiro gol, depois de belíssima triangulação entre Osvaldo, Ganso e Luis Fabiano, mostrando que algo de novo tem no front para ser visto.

Lúcio, mostrando bem que deverá ser nosso xerife, não se intimidou com a volta para o futebol e manteve seu estilo. Viril nas entradas, sem ser desleal, ganhou todas as bolas na defesa, saiu jogando com eficiência e deu a impressão nítida que a idade não está pesando e que ele será de muita utilidade à nossa defesa.

O segundo tempo mostrou uma queda vertiginosa de rendimento e só não saímos com derrota porque Rogério Ceni parece vinho: quanto mais velho, melhor. E ele voltou com uma forma tão absurda que parece que nem parou um mês nas férias. Mas já era de se esperar essa queda, pois os jogadores estão retomando aos poucos o preparo físico.

Outro ponto positivo foi o entrosamento de Wellington e Denilson algo fundamental para a melhora que o time teve em 2012 e o levou ao título de campeão da Sul-Americana. O São Paulo precisa de dois volantes que saibam marcar e sair jogando e essa dupla está afinadinha.

Apesar de sentir a falta de Lucas e perceber que não há um substituto para ele no elenco, consegui ver, também, que Paulo Henrique Ganso poderá ser esse diferencial. Basta atingir a forma física ideal. E que o time vai se encontrar e nos trazer alegrias neste ano. A começar pela próxima quarta-feira, tenho certeza.

O novo uniforme: avanço na tecnologia, recuo na aparência

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo e a Penalty apresentaram, nesta quinta-feira, o novo uniforme do Tricolor para 2013. O Tricolor na Web publicou, rapidamente, muitas fotos mostrando os diversos uniformes, desde a camisa principal, passando pela segunda e aquelas que são de treino e viagem.

Recentemente, cobrado que fui por muitos leitores, disse que só me posicionaria a respeito da nova camisa quando a visse e a tocasse. Não fui eu quem a toquei, mas a equipe de reportagem do Tricolor na Web que esteve presente ao evento, composto por mulheres que, há de convir, entendem muito mais de tecido do que eu.

Ouvindo o presidente da Penalty, que não esteve presente e falou através de um vídeo previamente gravado, a tecnologia implantada nesse uniforme ocupou meses de estudos, testes, onde um grama a mais poderia impactar no rendimento do jogador. É um material que absorve o suor rapidamente, sem ficar pesado. Quanto a isso não posso discutir e, usando da minha boa fé, vou acreditar no que ouvi, pois não sou técnico no assunto.

Mas na aparência, acho que regredimos alguns anos. Certamente as camisas feitas pela Reebok foram todas, indistintamente, mais bonitas do que estas, principalmente a número dois.

A camisa 1 tem até uma frente muito bonita. A gola que lembra um pouco o “tipo polo” dá um visual diferente e mais clássico ao uniforme. O que não gostei foi o fato das listras horizontais vermelha e preta pararem no meio do corpo, não chegando às costas. Quem olha o jogador por trás vai achar que está vendo o Santos em campo, e não o São Paulo. Por isso minha desaprovação.

Já o uniforme número dois ganhou no formato das listras, mais dinâmicas e com espessura condizente com o que meu visual gosta, mas pecou – e muito – na manga preta, contradizendo até a atual filosofia do São Paulo, que é investir no vermelho. Afinal, o estádio está ficando vermelho, Júlio Casares diz que o vermelho é a cor mais forte do nosso escudo, que mais identifica o torcedor. Aí vem a Penalty e faz as mangas pretas. Não dá. Ou continua o listrado, o que para mim seria mais óbvio, ou faz vermelho.  Preto, não!

Enfim, é com estas camisas que vamos caminhar este ano. Que, ao menos, a Penalty nos dê sorte, pois ganhou os títulos importantes conosco na década de 90. Jà será uma boa recompensa.

Se existe dinheiro, é para ser investido

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, começa a me irritar a demora do São Paulo em definir a tal cereja do bolo para o lugar de Lucas. Há algumas semanas vem se arrastando a vinda ou não de Vargas, atacante chileno que é reserva do Nápoli e que está sendo disputado por Grêmio, Atlético-MG e Arsenal.

Não me parece que este jogador seja tão bom assim e que mereça toda essa briga. Até porque se fosse fora de série, ou seria titular do Nápoli ou estaria jogando em outro clube importante da Europa.

É óbvio que todos nós sabemos que não existe no futebol mundial, dentro dos nossos padrões, alguém para substituir Lucas. Mas com o dinheiro que o São Paulo recebeu dessa transferência, algo em torno de 82 milhões de reais líquidos, dava para investir em alguém de peso para o elenco.

Não faz muito tempo fiz um editorial onde me colocava contrário à venda de Lucas, por ter certeza que o dinheiro iria fluir pelo ralo. Isso me causou uma interpelação judicial por parte do diretor financeiro do São Paulo, cujo nome não me ocorre no momento, por entender que eu quis dizer que seria roubado ou iria parar em contas obscuras, quando na realidade eu quis dizer que o dinheiro desapareceria com gastos mal feitos, ou em reforços que não cobririam nossa necessidade ou em dívidas que por ventura o clube tivesse. E, ao que parece, o caminho é este.

Não venham me convencer que Wallyson vai resolver nossos problemas.  Wallyson e Aloísio formam uma boa dupla de ataque para disputar o Campeonato Paulista.  E, além do mais, ele veio de graça, asim como Aloísio. Lúcio, grande contratação, também veio de graça. Ganso, a DIS pagou boa parte.

A diretoria tem que entender que precisamos urgentemente de um grande nome para completar o elenco, que é bom, mas tem que ser ótimo para disputar os títulos deste ano, em condição de ganhar.

Esperei um mês, da conquista do título da Sul-Americana, para cobrar. Pensei que a diretoria tivesse tudo encaminhado para um grande nome. Mas, ao que parece, nem Vargas (grande nome?) virá. Ou se vier, me desculpem, mas não será a tão falada “cereja do bolo”. Está longe disso.

Nova camisa: vou esperar para tomar uma posição

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, tenho sido cobrado por e-mails, e até em comentários no site, sobre um posicionamento do Tricolor na Web a respeito da entrada da Penalty como nossa nova fornecedora de material esportivo, no lugar da Reebok.

Quero deixar claro que, ao contrário de muitos leitores que postaram aqui – os quais respeito integralmente -, não acho ser pequeno fechar com a Penalty e não com uma multinacional, como Adidas, Nike, Mizuno ou outra qualquer.

O que valem, para mim, são o valor a ser pago –  e este só perde para o Flamengo – e a qualidade e modelo da camisa. E isso só veremos depois do dia 17, quando será lançada.

Portanto, digamos, estou 50% satisfeito com a Penalty, apesar de achar que a Reebok fez um excelente trabalho nos anos que ficou com o São Paulo e a nova marca terá que trabalhar muito sério para superá-la. Mas vou esperar o lançamento da camisa, pois ela poderá mudar completamente o meu conceito. E é por isso que disse que ainda não tenho opinião formada sobre a nova fornecedora de material esportivo do São Paulo.

Começa 2013, nosso ano no tetra

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, os jogadores do São Paulo se apresentam nesta quinta-feira para começar o trabalho visando, principalmente, o jogo do próximo dia 23 de janeiro contra o Bolivar, pela pré-Libertadores.

De acordo com a programação, a pré-temporada será feita no CFA Laudo Natel, em Cotia, que reúne todas as condições para um trabalho eficaz, ou seja, de primeiro mundo.

O ano será repleto de competições: Campeonato Paulista, Libertadores, Campeonato Brasileiro, Copa Sul-Americana, Recopa e, de quebra, a Copa Suruga. E por que não, o Mundial de Clubes.

Sim, estou sentindo que 2013 será o ano do tetra. O tetra da Libertadores e o tetra mundial.

Só tempo pela ausência de Lucas. Outro dia, pensando no que pode acontecer nestes jogos contra o Bolivar, com o time voltando das férias, imaginei que, se ficar difícil, dá a bola para o Lucas que ele resolve. Só que, então, me caiu a ficha e lembrei que ele não está mais no São Paulo.

Mas vamos nos arrumar, não tenho dúvida disso. Só espero que em tempo de tirar o Bolivar da frente e caminhar na Libertadores.

Ney Franco já andou falando que vai colocar o time que ele julga titular na estreia do Paulista contra o Mirassol, quatro dias antes do jogo da Libertadores. E acho que está absolutamente certo. É fundamental para mostrar o conjunto e ganhar, ainda que um pouquinho só, ritmo de jogo.

Ney Franco também falou que vai escalar Paulo Henrique Ganso como titular. Só não disse se sai Jadson ou ele muda o esquema para o 4-4-2, deixando Osvaldo e Luis Fabiano no ataque.

O fato é que ele terá 16 dias para trabalhar para a estreia do Paulista e 20 dias para o início da Libertadores. Não é o tempo ideal para uma pré-temporada, mas entendo como suficiente para não passar sufoco nesse início de ano.

Boa sorte, Soberano, o Tricolor na Web estará ao seu lado, pois é o site que está sempre com o São Paulo.

2012 acaba como tem que ser 2013

Amigo são-páulino, leitor do Tricolor na Web, estamos chegando ao final de mais um ano. 2012 começou muito mal, com o Tricolor indo mal no Paulista, sendo eliminado na Copa do Brasil e dando a impressão de que marcaria passo e não conseguiria, sequer, chegar a Libertadores.

De repente a diretoria acerta um técnico que consegue dar padrão ao time. Então as vitórias começam a aparecer, o elenco se enche de brio e vontade, Lucas é vendido mas garante que só sai do clube com um título, a diretoria deixa de fazer tantas bobagens como vinha fazendo no primeiro semestre e as coisas passam a se encaixar.

Quando ninguém esperava, vem a classificação para a Libertadores no Campeonato Brasileiro. E mais: vem a possibilidade de um título. Mais ainda: ganhamos o título da Copa Sul-Americana.

A torcida do São Paulo bateu recordes de público no Morumbi. Foram os melhores públicos no Brasileiro, na Sul-Americana, mostrando que quando a coisa é séria, quando a diretoria trabalha e o elenco dá seu recado em campo, o público comparece.

Por tudo isso é inegável que terminamos 2012 muito bem. E o que espero é que 2013 seja igual o final do ano que está terminando. Teremos o Paulista, a Libertadores, o Brasileiro e a Copa Sul-Americana, sem contar a Recopa contra o time da Marginal.

O Tricolor na Web se orgulha de ter passado mais um ano junto a vocês, ampliando a cada dia seus leitores, vendo a fan page do Facebook ganhando seguidores dia após dia, mostrando a força que conquistou junto do coração do torcedor são-paulino.

E no findar deste ano não podemos deixar de agradecer ao Bradesco, que apostou no nosso trabalho e desde julho está avalizando nosso trabalho com seu apoio publicitário. E assim continuará no primeiro semestre de 2013, pois nosso contrato foi renovado para os próximos 180 dias. Afinal, são mais de 5 milhões de acessos por mês.

Por tudo isso queremos deixar aqui nosso esterno agradecimento a vocês, que fizeram e fazem do Tricolor na Web a potência que é e revigorar nossas forças para 2013, que certamente será um ano de muitas vitórias.

A vocês, nossos queridos leitores, os desejos de um 2013 repleto de realizações e vitórias. Continuem com o Tricolor na Web, o site que está com o São Paulo.

Nosso difícil caminho pela Libertadores

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo conheceu nesta sexta-feira seu adversário na Pré-Libertadores e seu grupo, caso consiga a classificação. De cara vamos pegar o Bolivar. A primeira partida será no Morumbi e a decisão em La Paz, a mais de 3.500 metros de altitude.

Depois, obtida a classificação, teremos o Arsenal, o Atlético-MG e o The Strongest.

O começo já será difícil. Ou conseguimos uma boa vitória ou vamos ter grandes dificuldades para segurar um resultado magro em La Paz. O Santos de Neymar e Ganso, que foi campeão da Libertadores, perdeu do Bolivar jogando lá na Bolívia.

Passando para o grupo, reputo como um dos mais difíceis da Libertadores. Teremos o Arsenal, que não tem nome é um time argentino. E nós temos uma experiência bem recente do que é jogar contra time pequeno argentino. Depois tem o Atlético Mineiro, um time brasileiro e lembro que sempre tivemos sérias dificuldades em jogos pela Libertadores, enfrentando brasileiros. Para concluir o The Strongest, que se me parece presa fácil aqui, lá joga, também, em altitude superior a 3.500 metros.

Não vamos ter refresco. O time vai ter que estar muito bem preparado já no início do ano.Teremos que encontrar um substituto para Lucas e que entre já funcionando. Ou do contrário 2013 poderá começar muito mal para nós.