Ceni faz elogios e deixa o colega Cavalieri orgulhoso no Morumbi

Rogério Ceni e Diego Cavalieri não conseguiramdeixar o Morumbi, neste domingo, sem evitar gols de dois dos artilheiros do Campeonato Brasileiro – Luis Fabiano e Fred marcaram novamente. Ainda assim, ambos tiveram atuações destacadas no empate por 1 a 1 entre São Paulo e Fluminense e trocaram elogios após a partida.

“Achei que venceríamos o Fluminense no momento em que fizemos o gol, mas o Cavalieri teve outra grande atuação”, sorriu Ceni, que fez questão de cumprimentar o colega, a quem quer ver na Seleção Brasileira. “Ele também está muito perto de ser campeão brasileiro. Pelos números, a gente vê que as chances do Fluminense são enormes.”

Último jogador a deixar o gramado do Morumbi, bastante procurado por repórteres, Cavalieri abriu um sorriso ao comentar as palavras de Ceni. “É um motivo de orgulho para mim. O Rogério é um cara que já viveu muita coisa na Seleção, com vitórias dentro e fora de campo. Ele revolucionou a posição de goleiro. Temos que agradecer muito pelo que ele fez por nós”, afirmou.

Apesar de animado com a possibilidade de chamar a atenção do técnico Mano Menezes e ser convocado para a Seleção Brasileira, como quer Rogério Ceni, Diego Cavalieri ponderou que o seu objetivo é outro no momento. “A meta principal é o título brasileiro. Vamos continuar trabalhando em cima disso. O gol que marcamos contra o São Paulo nos ajudou muito”, afirmou.

Não foi apenas de Rogério Ceni que Diego Cavalieri arrancou elogios com a sua atuação. Ney Franco, técnico do São Paulo, voltou a apontar o goleiro do Fluminense como o melhor da posição no Campeonato Brasileiro. “O confronto dos dois goleiros foi marcante. O Rogério também vem muito bem”, disse.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Empate ruim, mas não desesperador

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, é claro que eu, torcedor do São Paulo, fiquei frustrado com o empate deste domingo, frente o Fluminense, no Morumbi. O São Paulo teve chance de matar o jogo pelo menos duas vezes, depois de já estar vencendo por 1 a 0. Não o fez. Conclusão: tomou o empate.

Incrível é que eu me preparava para dar nota 10 ao Rafael Tolói, que fazia uma partida impecável. Ele simplesmente não deixou o Fred jogar. Anulou o atacante carioca por inteiro. Mas num erro primário e grotesco, deu o gol de empate para o Fluminense. E sua atuação foi por água abaixo.

O time não foi tão brilhante quanto em jogos passados, quando dominou o adversário, apertou contra seu campo e foi construindo o placar. Hoje o equilíbrio foi total. Os dois times implantaram o mesmo sistema de jogo, uma base de 4-2-3-1, onde o “1” de cada lado é artilheiro.

Só que o São Paulo teve Osvaldo e Jadson em tarde nada inspirada. Isso prejudicou a armação do jogo, apesar que Lucas funcionou muito mais como um meia armador que propriamente atacante, mas, até por isso, ele ficou sobrecarregado tendo que cobrir as duas funções. Enquanto teve fôlego, foi bem. Depois caiu, assim como todo o time.

O lado positivo, no entanto, é ver que o São Paulo enfrentou de igual para igual o tão badalado Fluminense, virtual campeão Brasileiro deste ano. E dá mostras que pode chegar forte ano que vem, quando, com quase certeza absoluta, estaremos na Libertadores.

Então o empate foi ruim, pelas chances que tivemos e por ser no Morumbi, com mais de 54 mil pessoas no estádio, mas não desesperador em termos de classificação. Afinal tudo está muito bem encaminhado.

Mais uma prova de fogo para o São Paulo

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo tem mais uma prova de fogo neste domingo. O jogo contra o líder do Campeonato Brasileiro, e campeão virtual, Fluminense, tem tudo para ser emocionante e repleto de duelos táticos.

O Tricolor vem crescendo muito de produção. Tivesse alcançado esse nível de futebol que vem desempenhando lá atrás, hoje não estaríamos brigando por um terceiro lugar, ou ainda pelo vice-campeonato, mas estaríamos disputado o título. Percebam que se ganharmos do Fluminense hoje, vamos assumir a liderança isolada do segundo turno, o que demonstra bem o que estou falando.

Mas o São Paulo vem sendo testado consecutivamente, e não tem decepcionado. Basta ver o futebol primoroso do primeiro tempo contra a La U, na última quarta-feira, em Santiago do Chile.

Entendo que uma vitória sobre o Fluminense hoje nos coloca a um ponto – um empate com o Grêmio em Porto Alegre, por exemplo – da Libertadores. Até porque depois os nossos jogos serão bem mais tranquilos.

Ney Franco encontrou a forma ideal para o atual elenco do São Paulo. Sem contar que a entrada de Wellington deu mais segurança à defesa, com sua marcação implacável no meio de campo, e nos deu o futebol de Denilson, que cresceu muito nessa parceria que se formou.

Se o Fluminense tem Fred, nós temos Luis Fabiano. E eu ou mais o Fabuloso nessa disputa. Eles têm Thiago Neves, e nós temos Lucas. Sou muito mais Lucas nessa disputa. Eles tem Diego Cavalieri e nós temos Rogério Ceni, o M1TO. Aqui é até sacanagem querer fazer qualquer tipo de comparação.

O Morumbi receberá um grande público nesta tarde. Até ontem quase 36 mil ingressos tinham sido vendidos. Estou esperando público próximo da casa dos 50 mil. E nós, claro, estaremos lá para apoiar o nosso Tricolor.

Então, à vitória, Tricolor!!!

Vitória maiúscula em Santiago

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo obteve uma grande vitória nesta quarta-feira, jogando em Santiago, no Chile, contra o La U, e deu um passo importantíssimo para a classificação para a semifinal da Copa Sul-Americana. Venceu por 2 a 0 e ficou barato para os chilenos.

O primeiro tempo do Tricolor foi primoroso. Sofreu cinco minutos de pressão, mas equilibrou o jogo e passou a dominá-lo por completo. A ponto de, com 22 minutos, já estar ganhando por 2 a 0.

Jadson, em vários momentos, aparecia mais avançado do que Lucas, que vinha de trás com a bola. Wellington, em noite perfeita, desequilibrou a partida, participando diretamente dos dois gols. E Willian José, desta vez, fez a ausência de Luis Fabiano não ser sentida.

Para completar, a La U teve um jogador expulso por falta em Osvaldo, quando ele ia em direção ao gol. O domínio ficou maior ainda e o São Paulo só não dilatou o placar por excesso de preciosismo.

Mas aí veio o segundo tempo. E Ney Franco conseguiu estragar tudo. Tirou Cortez, que tinha recebido cartão amarelo no primeiro tempo e corria risco de ser expulso e colocou Maicon. Com isso deslocou Douglas para a lateral esquerda e Wellington, o melhor em campo, para a lateral direita. E o São Paulo passou de dominador a dominado. E toma sufoco.

Percebendo a grande besteira que tinha feito, dez minutos depois tirou Jadson e colocou Edson Silva, voltando Douglas para a lateral direita, Edson Silva indo jogar como lateral esquerdo e Wellington voltando ao meio.

Essa nova mudança fez com que o São Paulo recuperasse as rédeas do jogo, mas não com a velocidade do primeiro tempo, até porque Ney Franco trocou a rapidez de Jadson pela lentidão de Maicon.

Mas o que importa é o resultado, de extrema importância para nossa sequência na competição. Basta dizer que o São Paulo pode até perder por um gol de diferença quarta-feira próxima, no Pacaembu, que estará classificado. Muito bom!

Missão difícil no Chile

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo terá uma missão muito difícil esta noite: enfrentar a Universidad de Chile, atual campeão da Copa Sul-Americana, em Santiago do Chile. É um time tinhoso, com bom padrão tático e bons jogadores, que conseguiu reverter um placar desfavorável (empatou em casa com o Emelec em 2 a 2 e ganhou em Quito) e foi tido, ano passado, como o Barcelona da América do Sul.

Sei que a Copa Sul-Americana não tem o glamour de uma Libertadores, nem mesmo do título Brasileiro. Mas, se é o que nos sobrou para tentar ganhar algo este ano, então vamos com raça e vontade.

Em relação à Libertadores, o título da Sul-Americana tem o mesmo peso do quarto lugar do Brasileiro. Por ter sido um brasileiro o último campeão da Libertadores, terceiro e quarto colocados do Brasileiro disputarão a pré-Libertadores. Caso um brasileiro – São Paulo ou Grêmio – vença a Sul-Americana, este também disputará a pré-Libertadores junto com o terceiro do Brasileiro. O quarto colocado ficaria de fora.

No jogo desta noite não teremos Paulo Miranda – quem diria que eu iria sentir sua falta – e Luis Fabiano. Douglas volta à lateral direita e William José entra no lugar do Fabuloso. Assim Ney Franco mantém o esquema que vem dando certo, com a dupla de volantes formada por Wellington e Denilson, Jadson fazendo a ligação com Lucas e Osvaldo abertos pelas pontas.

Acho que o São Paulo pode conseguir um bom resultado e apresentar bom futebol, pois, ao menos em termos de tradição, o gramado do estádio Nacional do Chile é bom, o tamanho ideal, não temos altitude desfavorável e a La U joga e permite jogar. Estarei contente com um empate, principalmente se for com gols. Mas dá para ganhar.

Então, à vitória, Tricolor!!!

Vitória conta o Sport nos deixou a um passo da Libertadores

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo conseguiu uma grande vitória contra o Sport, em Recife, e deu um passo decisivo para estar na Libertadores de 2013. Nesse momento estamos sete pontos à frente do Internacional e oito à frente do Vasco, faltando apenas cinco rodadas para o final do Brasileiro.

O jogo começou eletrizante, com ataque de um lado e do outro. Mas em poucos minutos o Sport passou a dominar até marcar o primeiro gol. Ney Franco, que tinha entrado no sistema 3-5-2 alterou rapidamente e mandou Douglas para o ataque, com Paulo Miranda passando para a lateral direita. O jogo do São Paulo começou a aparecer e o Sport passou de dominador a dominado.

O que os pernambucanos não podiam contar, no entanto, é que Lucas estaria tão inspirado como estava. De cara acertou uma bomba de fora da área, marcando o gol de empate. Depois numa falha grotesca do goleiro do Sport, colocou para o fundo do gol, marcando o gol da virada. Ainda haveria espaço para Cortez fazer grande jogada pelo meio e marcar o terceiro gol.

No segundo tempo todos sabiam que o negócio seria administrar o resultado. Mas Lucas ainda encontrou espaço para fazer grande jogada, uma linda tabela com Luis Fabiano e marcar o quatro do São Paulo, seu terceiro gol na partida.

Por mais que o Sport tenha feito o segundo gol em cobrança de pênalti, o São Paulo estava com a partida nas mãos e garantiu o resultado até o final do jogo.

Com isso estamos muito próximos da Libertadores. É só manter o ritmo que não há como qualquer time nos tirar desta posição. E ainda podemos beliscar o terceiro lugar. É esperar para ver.

Um portante jogo contra o Sport

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo tem jogo dos mais importantes neste sábado, em Recife, contra o Sport. Uma vitória poderá quase que garantir nossa permanência definitiva no G4, até porque o Grêmio vai a Salvador jogar contra o Bahia e, numa combinação de resultados, poderemos ficar oito pontos à frente do quinto colocado, faltando cinco jogos para o final do Brasileiro.

É fato que será um jogo muito difícil. O Sport, além de estar brigando desesperadamente para fugir da zona de rebaixamento, está vinvendo um momento bom. Vem crescendo e ganhando alguns jogos seguidos nesta fase do campeonato. Tem um time experiente, com Hugo, Cicinho e outros jogadores com bagagem internacional e uma torcida fanática que vai lotar a Ilha do Retiro.

O São Paulo não terá Jadson, que se não é o meia dos nossos sonhos, ainda assim consegue ser o peça importante no meio de campo do Tricolor. Ney franco não definiu ainda o que fará. Poderia colocar simplesmente Maicon naquele lugar, mas parece que vai recuar Lucas para essa função e colocar Ademilson jogando aberto pela direita, com Osvaldo aberto pela esquerda e Luis Fabiano no centro. O restante do time será o mesmo dos últimos jogos.

O horário favorece um pouco o São Paulo, pois no horário de verão o jogo será às 17h30 de Recife (18h30 para nós). Isso faz com que o sol já tenha se recolhido e o calor não seja tão extenuante.

Vamos torcer porque a Libertadores está aí, à nossa frente.

Então, à vitória, Tricolor!!!

A polêmica Rogério Ceni x Ney Franco

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, parece que todos estão querendo tumultuar o ambiente do São Paulo mais uma vez. Boa parte da imprensa, e dos adversários – esses mais do que nunca – não conseguem ver o sucesso do Tricolor que a inveja bate, e bate pesado. Estamos muito próximos de atingir o objetivo maior deste ano – e praticamente único possível – que é o de voltarmos para a Libertadores. Mas parece que só o negativismo prevalece no noticiário.

É fato que o time jogou muito mal contra a LDU de Loja e que não mereceu a vitória contra um time semi-amador. Mas o objetivo, que era a classificação para as quartas de final da Copa Sul-Americana, foi alcançado. Então tinham que encontrar um corpo para velar. Encontraram uma polêmica entre Rogério Ceni e Ney Franco.

Em minha opinião Rogério Ceni, por mais que seja o M1TO, o maior jogador da nossa história, não tem o direito de pedir substituição de um jogador por outro de forma explícita como fez na quarta-feira. Por mais que estivesse coberto de razão, há formas e formas. Por exemplo, mandasse um recado pelo massagista, ou por Paulo Miranda, que corre pela lateral e, consequentemente, passa na frente de Ney Franco. A forma ostensiva foi o que pegou mal.

Ney Franco foi bem ao falar, na entrevista coletiva, quando perguntado sobre o teme, que cada um faz a sua. E Rogério, ontem, rapidamente desmentiu qualquer mal estar, elogiando a postura e o caráter de Ney Franco e dizendo que o ambiente no clube está muito bom.

Mas a imprensa – na qual me incluo, nesse caso, como reprodutor do material jornalístico  – alardeou o fato. Já vieram Leão, Muricy e outros dar palpite onde não foram chamados. Até de forma anti-ética, pois não são profissionais do clube e não têm o direito de opinar sobre nada que envolva o São Paulo publicamente.

Nossa posição, portanto, é de que Rogério Ceni, por mais que tivesse razão no pedido, o fez de forma ostensiva e, portanto, errada, e Ney Franco, por mais que tivesse errado na substituição, é o técnico e assim tem que ser respeitado.

E, vambora, vambora, porque tem Sport Recife amanhã. O momento não é de crise, mas de continuar a luta pela Libertadores.

Empate sonso com arbitragem grotesca

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, nem o empate sonso do São Paulo com a LDU de Loja (que time é este, mesmo?), em pleno Morumbi, me deixou tão irritado nesta noite de quarta-feira quanto a arbitragem do paraguaio Julio Quintana. Além de horrível, ele é mal intencionado – para não dizer “ladrão” -.

Foram quatro pênaltis não marcados a favor do São Paulo: um sobre Paulo Miranda, no começo do jogo; dois num mesmo lance, sendo o primeiro em Ademilson e o segundo em Lucas; e outro em Paulo Miranda, no final do primeiro tempo.

Além disso, muitas faltas claras, algumas agressões amplamente visíveis, contra jogadores do São Paulo não eram marcadas nem os jogadores punidos. Talvez isso venha a provar, mais uma vez, falta total de força política desta diretoria nos bastidores da Sul-Americana. Ser roubado por um paraguaio jogando contra a LDU de Loja, no Morumbi, já é demais.

Do jogo propriamente dito, muito pouco a falar. Por mais que tenha havido o prejuízo pelos “erros” da arbitragem, não há justificativa para não ganhar da LDU de Loja, um time semi-amador,  em pleno Morumbi. Um time que se espantou ao conhecer o Templo Sagrado do Futebol. Seus jogadores tiraram fotos em todos os cantos, ao lado do símbolo do São Paulo. Não dá para não ganhar deste time.

Ney Franco manteve o esquema, mas voltou a errar. Ademilson nem jogou tão mal, mas estava evidente que precisávamos de um homem de área. E ele demorou uma eternidade para colocar Willian José. Já eram quase 30 minutos do segundo tempo. E de novo tirou Jadson, que era o mais lúcido daquela linha de frente.

Dos males o menor e estamos classificados para as quartas de final da Copa Sul-Americana. Agora é pensar no Sport Recife, sábado, pelo Brasileiro. Lá na Ilha do Retiro a missão será das mais difíceis.

LDU de Loja: quem é mesmo?

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo enfrenta a LDU de Loja esta noite, no Morumbi, precisando de uma vitória simples, ou mesmo um empate em 0 a 0 para se classificar para as quartas-de-final da Copa Sul-Americana. Convenhamos que isso é o mínimo que esperamos.

Se ponderamos, e até aceitamos,  alguns resultados acidentais dentro do Morumbi, isso vale para times de camisa e que mereçam respeito pelo futebol e pela tradição. Com todo o respeito do mundo que eu possa ter pelo adversário de hoje, mas quem é mesmo a LDU de Loja?

Ficou evidente que o São Paulo só não ganhou o jogo de ida, no interior do Equador, em virtude do cansaço pela exaustiva viagem até Loja e pela altitude da cidade. Mas aqui não há como não vencer.

O time de Loja vem deslumbrado. Imaginem que aqui vão fazer um “tour” de Metro e curtir uma balada após a partida. Ou seja: vieram para fazer turismo e curar esse deslumbramento.

O time estará quase completo. Só não joga Luis Fabiano, mais por precaução do que propriamente por necessidade. Mas quem entrar em campo fará o necessário para o São Paulo sair classificado. Afinal, se ganhar é obrigação; se perder, um vexame.

Claro que entendo que o time tem que respeitar o adversário, mesmo não tendo tradição. Isso é fundamental para evitar o “já ganhou” antecipado. Mas isso fica para o time. Para a torcida continua a pergunta: LDU de Loja. Quem é mesmo?

Então, à vitória, Tricolor!