Jogo para decidir o que queremos

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo tem nesta tarde, em Porto Alegre, um jogo que será o divisor de águas e indicará, consequentemente, o que queremos para este fim de temporada. Se vencer o Grêmio, algo que julgo um pouco improvável, estará firme na briga pela vice-liderança, o que significa dizer que tem chance de entrar na Libertadores já na fase de grupos, eliminando a pré-Libertadores.

Em caso de derrota esse objetivo ficará totalmente afastado. Então o foco vai se virar para a conquista do título da Copa Sul-Americana, o que significa dizer que alguns jogadores poderão ser poupados nos três últimos jogos do Brasileiro para que estejam inteiros nas partidas do torneio continental.

Eu disse que é improvável uma vitória do São Paulo hoje por uma razão muito simples: o time vai praticamente completo. A única ausência é Wellington, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Este é o ponto. A entrada de Wellington acertou o time, deu equilíbrio e a marcação que a defesa tanto precisava. Com ele começamos a ganhar jogos sucessivamente. O futebol de Denilson cresceu, assim como a zaga ficou menos vulnerável. Ele é, sem dúvida, peça de suma importância no time. E não estará em campo hoje.

Mas creio também que, se Lucas e Luis Fabiano estiverem inspirados, a coisa vai ficar difícil para o Grêmio e, então, poderemos sair com um grande resultado do Olímpico.

Então, à vitória, Tricolor!!

Mais do que um jogo, foi um desfile

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o Pacaembu foi o palco para o desfile tricolor na noite desta quarta-feira. E com este cenário diferente do que estamos acostumados a ver, no Templo Sagrado do Futebol, mas que já foi palco de títulos históricos do São Paulo nas décadas de 40 e 50, o desfile foi majestoso e o Tricolor vendeu a Universidad Chile por 5 a 0.

O futebol apresentado pelo time foi encantador. No nível daquele jogado no primeiro tempo em Santiago do Chile, contra esta mesma La U, quando vencemos por 2 a 0.

Ney Franco optou por um time mais recuado, mas apenas na estrutura. Com a entrada de Maicon no lugar do machucado Osvaldo, deixamos de ter três atacantes para ficarmos com quatro no meio de campo. Só que isso funcionou apenas na teoria.

Com a entrada de Maicon no meio, Douglas e Cortez ganharam muito mais liberdade para atacar. E a todo momento estavam na frente. Até por isso fizeram grande apresentação.

É preciso ver, também, que o gol de Jadson, aos 4 minutos do primeiro tempo, fez desmoronar qualquer tática que a Universidad Chile quisesse implantar no Pacaembu.

Defesa, meio e ataque funcionando com perfeição. Lucas desequilibrando e decidindo; Jadson fazendo sua melhor partida no São Paulo; Fabuloso deixando sua marca; Rafael Toloi marcando um golaço e sobrando na defesa; Wellington e Denilson formando uma dupla quase intransponível; a torcida, um show, com mais de 32 mil pessoas no Pacaembu. Assim fica difícil para qualquer adversário.

Se o São Paulo conseguir manter esse ritmo até o fim, não tenho nenhum receio em afirmar que ganharemos do Grêmio domingo, em Porto Alegre, e nos credenciamos, agora, como o grande favorito para conquistar a Sul-Americana.

E para finalizar, exponho meu sentimento: está dando gosto ver o São Paulo jogar.  Que continue assim.

Noite para ratificar a classificação

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo entra em campo nesta noite, no Pacaembu, para ratificar sua classificação para a semifinal da Copa Sul-Americana. Depois de uma brilhante vitória sobre a Universidad de Chile, semana passada, em Santiago, por 2 a 0, onde jogou um primeiro tempo primoroso, agora basta liquidar o assunto.

Não teremos Paulo Miranda e Osvaldo, machucados, mas Luis Fabiano está escalado. Ney Franco vai mudar o esquema tático. Ao invés dos três atacantes terá dois meias, com a entrada de Maicon no lugar de Osvaldo. Com isso ele pretende ter mais posse de bola e dar mais qualidade na saída de jogo.

É evidente, no entanto, que a euforia e o “já ganhou” tem que ficar na cabeça da torcida. Os jogadores precisam entrar concentrados para que nenhuma surpresa desagradável aconteça. E é plenamente possível uma nova vitória hoje, sobre a “La U”.

Então, à vitória, Tricolor!!!

Empate ruim, mas não desesperador

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, é claro que eu, torcedor do São Paulo, fiquei frustrado com o empate deste domingo, frente o Fluminense, no Morumbi. O São Paulo teve chance de matar o jogo pelo menos duas vezes, depois de já estar vencendo por 1 a 0. Não o fez. Conclusão: tomou o empate.

Incrível é que eu me preparava para dar nota 10 ao Rafael Tolói, que fazia uma partida impecável. Ele simplesmente não deixou o Fred jogar. Anulou o atacante carioca por inteiro. Mas num erro primário e grotesco, deu o gol de empate para o Fluminense. E sua atuação foi por água abaixo.

O time não foi tão brilhante quanto em jogos passados, quando dominou o adversário, apertou contra seu campo e foi construindo o placar. Hoje o equilíbrio foi total. Os dois times implantaram o mesmo sistema de jogo, uma base de 4-2-3-1, onde o “1” de cada lado é artilheiro.

Só que o São Paulo teve Osvaldo e Jadson em tarde nada inspirada. Isso prejudicou a armação do jogo, apesar que Lucas funcionou muito mais como um meia armador que propriamente atacante, mas, até por isso, ele ficou sobrecarregado tendo que cobrir as duas funções. Enquanto teve fôlego, foi bem. Depois caiu, assim como todo o time.

O lado positivo, no entanto, é ver que o São Paulo enfrentou de igual para igual o tão badalado Fluminense, virtual campeão Brasileiro deste ano. E dá mostras que pode chegar forte ano que vem, quando, com quase certeza absoluta, estaremos na Libertadores.

Então o empate foi ruim, pelas chances que tivemos e por ser no Morumbi, com mais de 54 mil pessoas no estádio, mas não desesperador em termos de classificação. Afinal tudo está muito bem encaminhado.

Mais uma prova de fogo para o São Paulo

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo tem mais uma prova de fogo neste domingo. O jogo contra o líder do Campeonato Brasileiro, e campeão virtual, Fluminense, tem tudo para ser emocionante e repleto de duelos táticos.

O Tricolor vem crescendo muito de produção. Tivesse alcançado esse nível de futebol que vem desempenhando lá atrás, hoje não estaríamos brigando por um terceiro lugar, ou ainda pelo vice-campeonato, mas estaríamos disputado o título. Percebam que se ganharmos do Fluminense hoje, vamos assumir a liderança isolada do segundo turno, o que demonstra bem o que estou falando.

Mas o São Paulo vem sendo testado consecutivamente, e não tem decepcionado. Basta ver o futebol primoroso do primeiro tempo contra a La U, na última quarta-feira, em Santiago do Chile.

Entendo que uma vitória sobre o Fluminense hoje nos coloca a um ponto – um empate com o Grêmio em Porto Alegre, por exemplo – da Libertadores. Até porque depois os nossos jogos serão bem mais tranquilos.

Ney Franco encontrou a forma ideal para o atual elenco do São Paulo. Sem contar que a entrada de Wellington deu mais segurança à defesa, com sua marcação implacável no meio de campo, e nos deu o futebol de Denilson, que cresceu muito nessa parceria que se formou.

Se o Fluminense tem Fred, nós temos Luis Fabiano. E eu ou mais o Fabuloso nessa disputa. Eles têm Thiago Neves, e nós temos Lucas. Sou muito mais Lucas nessa disputa. Eles tem Diego Cavalieri e nós temos Rogério Ceni, o M1TO. Aqui é até sacanagem querer fazer qualquer tipo de comparação.

O Morumbi receberá um grande público nesta tarde. Até ontem quase 36 mil ingressos tinham sido vendidos. Estou esperando público próximo da casa dos 50 mil. E nós, claro, estaremos lá para apoiar o nosso Tricolor.

Então, à vitória, Tricolor!!!

Vitória maiúscula em Santiago

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo obteve uma grande vitória nesta quarta-feira, jogando em Santiago, no Chile, contra o La U, e deu um passo importantíssimo para a classificação para a semifinal da Copa Sul-Americana. Venceu por 2 a 0 e ficou barato para os chilenos.

O primeiro tempo do Tricolor foi primoroso. Sofreu cinco minutos de pressão, mas equilibrou o jogo e passou a dominá-lo por completo. A ponto de, com 22 minutos, já estar ganhando por 2 a 0.

Jadson, em vários momentos, aparecia mais avançado do que Lucas, que vinha de trás com a bola. Wellington, em noite perfeita, desequilibrou a partida, participando diretamente dos dois gols. E Willian José, desta vez, fez a ausência de Luis Fabiano não ser sentida.

Para completar, a La U teve um jogador expulso por falta em Osvaldo, quando ele ia em direção ao gol. O domínio ficou maior ainda e o São Paulo só não dilatou o placar por excesso de preciosismo.

Mas aí veio o segundo tempo. E Ney Franco conseguiu estragar tudo. Tirou Cortez, que tinha recebido cartão amarelo no primeiro tempo e corria risco de ser expulso e colocou Maicon. Com isso deslocou Douglas para a lateral esquerda e Wellington, o melhor em campo, para a lateral direita. E o São Paulo passou de dominador a dominado. E toma sufoco.

Percebendo a grande besteira que tinha feito, dez minutos depois tirou Jadson e colocou Edson Silva, voltando Douglas para a lateral direita, Edson Silva indo jogar como lateral esquerdo e Wellington voltando ao meio.

Essa nova mudança fez com que o São Paulo recuperasse as rédeas do jogo, mas não com a velocidade do primeiro tempo, até porque Ney Franco trocou a rapidez de Jadson pela lentidão de Maicon.

Mas o que importa é o resultado, de extrema importância para nossa sequência na competição. Basta dizer que o São Paulo pode até perder por um gol de diferença quarta-feira próxima, no Pacaembu, que estará classificado. Muito bom!

Missão difícil no Chile

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo terá uma missão muito difícil esta noite: enfrentar a Universidad de Chile, atual campeão da Copa Sul-Americana, em Santiago do Chile. É um time tinhoso, com bom padrão tático e bons jogadores, que conseguiu reverter um placar desfavorável (empatou em casa com o Emelec em 2 a 2 e ganhou em Quito) e foi tido, ano passado, como o Barcelona da América do Sul.

Sei que a Copa Sul-Americana não tem o glamour de uma Libertadores, nem mesmo do título Brasileiro. Mas, se é o que nos sobrou para tentar ganhar algo este ano, então vamos com raça e vontade.

Em relação à Libertadores, o título da Sul-Americana tem o mesmo peso do quarto lugar do Brasileiro. Por ter sido um brasileiro o último campeão da Libertadores, terceiro e quarto colocados do Brasileiro disputarão a pré-Libertadores. Caso um brasileiro – São Paulo ou Grêmio – vença a Sul-Americana, este também disputará a pré-Libertadores junto com o terceiro do Brasileiro. O quarto colocado ficaria de fora.

No jogo desta noite não teremos Paulo Miranda – quem diria que eu iria sentir sua falta – e Luis Fabiano. Douglas volta à lateral direita e William José entra no lugar do Fabuloso. Assim Ney Franco mantém o esquema que vem dando certo, com a dupla de volantes formada por Wellington e Denilson, Jadson fazendo a ligação com Lucas e Osvaldo abertos pelas pontas.

Acho que o São Paulo pode conseguir um bom resultado e apresentar bom futebol, pois, ao menos em termos de tradição, o gramado do estádio Nacional do Chile é bom, o tamanho ideal, não temos altitude desfavorável e a La U joga e permite jogar. Estarei contente com um empate, principalmente se for com gols. Mas dá para ganhar.

Então, à vitória, Tricolor!!!

Vitória conta o Sport nos deixou a um passo da Libertadores

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo conseguiu uma grande vitória contra o Sport, em Recife, e deu um passo decisivo para estar na Libertadores de 2013. Nesse momento estamos sete pontos à frente do Internacional e oito à frente do Vasco, faltando apenas cinco rodadas para o final do Brasileiro.

O jogo começou eletrizante, com ataque de um lado e do outro. Mas em poucos minutos o Sport passou a dominar até marcar o primeiro gol. Ney Franco, que tinha entrado no sistema 3-5-2 alterou rapidamente e mandou Douglas para o ataque, com Paulo Miranda passando para a lateral direita. O jogo do São Paulo começou a aparecer e o Sport passou de dominador a dominado.

O que os pernambucanos não podiam contar, no entanto, é que Lucas estaria tão inspirado como estava. De cara acertou uma bomba de fora da área, marcando o gol de empate. Depois numa falha grotesca do goleiro do Sport, colocou para o fundo do gol, marcando o gol da virada. Ainda haveria espaço para Cortez fazer grande jogada pelo meio e marcar o terceiro gol.

No segundo tempo todos sabiam que o negócio seria administrar o resultado. Mas Lucas ainda encontrou espaço para fazer grande jogada, uma linda tabela com Luis Fabiano e marcar o quatro do São Paulo, seu terceiro gol na partida.

Por mais que o Sport tenha feito o segundo gol em cobrança de pênalti, o São Paulo estava com a partida nas mãos e garantiu o resultado até o final do jogo.

Com isso estamos muito próximos da Libertadores. É só manter o ritmo que não há como qualquer time nos tirar desta posição. E ainda podemos beliscar o terceiro lugar. É esperar para ver.

Um portante jogo contra o Sport

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo tem jogo dos mais importantes neste sábado, em Recife, contra o Sport. Uma vitória poderá quase que garantir nossa permanência definitiva no G4, até porque o Grêmio vai a Salvador jogar contra o Bahia e, numa combinação de resultados, poderemos ficar oito pontos à frente do quinto colocado, faltando cinco jogos para o final do Brasileiro.

É fato que será um jogo muito difícil. O Sport, além de estar brigando desesperadamente para fugir da zona de rebaixamento, está vinvendo um momento bom. Vem crescendo e ganhando alguns jogos seguidos nesta fase do campeonato. Tem um time experiente, com Hugo, Cicinho e outros jogadores com bagagem internacional e uma torcida fanática que vai lotar a Ilha do Retiro.

O São Paulo não terá Jadson, que se não é o meia dos nossos sonhos, ainda assim consegue ser o peça importante no meio de campo do Tricolor. Ney franco não definiu ainda o que fará. Poderia colocar simplesmente Maicon naquele lugar, mas parece que vai recuar Lucas para essa função e colocar Ademilson jogando aberto pela direita, com Osvaldo aberto pela esquerda e Luis Fabiano no centro. O restante do time será o mesmo dos últimos jogos.

O horário favorece um pouco o São Paulo, pois no horário de verão o jogo será às 17h30 de Recife (18h30 para nós). Isso faz com que o sol já tenha se recolhido e o calor não seja tão extenuante.

Vamos torcer porque a Libertadores está aí, à nossa frente.

Então, à vitória, Tricolor!!!

A polêmica Rogério Ceni x Ney Franco

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, parece que todos estão querendo tumultuar o ambiente do São Paulo mais uma vez. Boa parte da imprensa, e dos adversários – esses mais do que nunca – não conseguem ver o sucesso do Tricolor que a inveja bate, e bate pesado. Estamos muito próximos de atingir o objetivo maior deste ano – e praticamente único possível – que é o de voltarmos para a Libertadores. Mas parece que só o negativismo prevalece no noticiário.

É fato que o time jogou muito mal contra a LDU de Loja e que não mereceu a vitória contra um time semi-amador. Mas o objetivo, que era a classificação para as quartas de final da Copa Sul-Americana, foi alcançado. Então tinham que encontrar um corpo para velar. Encontraram uma polêmica entre Rogério Ceni e Ney Franco.

Em minha opinião Rogério Ceni, por mais que seja o M1TO, o maior jogador da nossa história, não tem o direito de pedir substituição de um jogador por outro de forma explícita como fez na quarta-feira. Por mais que estivesse coberto de razão, há formas e formas. Por exemplo, mandasse um recado pelo massagista, ou por Paulo Miranda, que corre pela lateral e, consequentemente, passa na frente de Ney Franco. A forma ostensiva foi o que pegou mal.

Ney Franco foi bem ao falar, na entrevista coletiva, quando perguntado sobre o teme, que cada um faz a sua. E Rogério, ontem, rapidamente desmentiu qualquer mal estar, elogiando a postura e o caráter de Ney Franco e dizendo que o ambiente no clube está muito bom.

Mas a imprensa – na qual me incluo, nesse caso, como reprodutor do material jornalístico  – alardeou o fato. Já vieram Leão, Muricy e outros dar palpite onde não foram chamados. Até de forma anti-ética, pois não são profissionais do clube e não têm o direito de opinar sobre nada que envolva o São Paulo publicamente.

Nossa posição, portanto, é de que Rogério Ceni, por mais que tivesse razão no pedido, o fez de forma ostensiva e, portanto, errada, e Ney Franco, por mais que tivesse errado na substituição, é o técnico e assim tem que ser respeitado.

E, vambora, vambora, porque tem Sport Recife amanhã. O momento não é de crise, mas de continuar a luta pela Libertadores.