Rhodolfo aponta fim da desmotivação por queda na Copa do Brasil

Ney Franco cobrou publicamente mais empenho a um time que, segundo ele, estava sem “alma” em campo. A resposta foi a primeira vitória do São Paulo com o técnico, nesse domingo, contra o Figueirense. E Rhodolfo acredita que o jogo em Santa Catarina é o marco do fim da má influência da eliminação na semifinal da Copa do Brasil.

“Saímos da Copa do Brasil e o time deu uma desmotivada. Sabemos que demos mole no começo do Brasileiro. Mas agora já passou, não adianta tentar voltar atrás”, relatou o zagueiro. O time caiu diante do Coritiba há mais de um mês, em fracasso que custou o emprego de Emerson Leão.

Agora, o camisa 4 aponta nova realidade. “O Ney Franco botou ânimo neste grupo, falou que cada jogo é uma final para somarmos pontos e o time está entendendo isso. Precisamos nos esforçar. Só sobraram duas competições e o São Paulo não pode passar tanto tempo sem sercampeão”, disse, citando o Brasileiro e a Sul-americana – em um dos dois, a obrigação, para a diretoria, é, ao menos, a classificação à Libertadores.

Rubens Chiri/Site Oficial SPFC

São Paulo de Cortez mostrou a força que faltava para vencer as dividas com rivais: aposta é em nova realidade

A pressão da falta de títulos desde o Brasileiro de 2008 está clara nas declarações dos jogadores e na impaciência da torcida, que tem cobrado “raça” mesmo durante vitórias no Morumbi. Ter os rivais Santos, Corinthians e Palmeiras levantando troféus nesta temporada piora ainda mais a situação.

 

Mas a competitividade que os dirigentes tanto gostam de ressaltar no elenco aparecerá com mais constância, segundo Rhodolfo. “Temos qualidade, mas só vencemos o Figueirense porque houve empenho em campo. Quando o time joga unido, nos saímos bem. Se todos ajudarem, não fica mais fácil, mas dá para ter resultado”, apostou.

Um dos líderes do grupo, o defensor pede que todos lembrem da caminhada em suas carreiras até serem contratados pela equipe do Morumbi. “Todos ralaram para chegar ao clube, não podíamos fazer o que estávamos fazendo. Precisamos nos doar mais, e demos a vida contra o Figueirense. Se continuar assim, vai ser difícil o São Paulo ser batido”, indicou.

Fonte: Gazeta Esportiva

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