Quebra de tabu virou desafio tricolor na Libertadores: “Motivação a mais”

De 2006 para cá, o São Paulo caiu sete vezes na Copa Libertadores da América após perder para um rival brasileiro na fase de mata-mata. Portanto, em todas as participações do Tricolor desde então. Na atual edição, o tricampeão terá novamente um adversário compatriota dentro do torneio continental: o Atlético-MG, pelas quartas de final, que serão disputadas nos dias 11 e 18 de maio, no Morumbi e no Estádio Independência, respectivamente.

O Galo, inclusive, foi algoz do São Paulo em 2013, quando bateu duas vezes o time comandado, naquela ocasião, por Ney Franco nas oitavas de final (2 a 1, no Morumbi, e 4 a 1, no Independência). Além da equipe mineira, Internacional (final de 2006 e semifinal de 2010), Grêmio (oitavas de 2007), Fluminense (quartas de 2008) e Cruzeiro (quartas de 2009 e oitavas de 2015) foram carrascos do time paulista na Libertadores.

O péssimo retrospecto recente diante dos clubes brasileiros, no entanto, servirá para incentivar ainda mais os comandados do técnico argentino Edgardo Bauza, segundo o meio-campista Hudson.

“É uma motivação a mais acabar com esse tabu. Mas antes dele, o São Paulo já eliminou vários brasileiros. É uma situação aberta. É claro que é uma motivação a mais para acabar com isso. Estávamos devendo boas atuações e estamos revertendo isso. Espero que possamos repetir contra o Atlético-MG”, declarou o capitão tricolor, referindo-se aos recentes resultados positivos na Libertadores, diante de Trujillanos-VEN, River Plate e Toluca-MEX.

Vitórias essas que, embora tenham sido expressivas, ainda não fazem o São Paulo sonhar com o tetracampeonato do torneio internacional. “Não (dá para pensar em título). Depois do jogo contra o The Strongest, a gente se fechou e focou em ir longe. Mas é para dar um passo de cada vez”, explicou, já adiantando que o time do Morumbi não vai priorizar a Libertadores em detrimento do Campeonato Brasileiro, que começa neste final de semana. O Tricolor estreia contra o Botafogo, domingo, em Volta Redonda, no Rio de Janeiro.

“Não tem como deixar o Brasileiro de lado, porque são jogos difíceis, não tem partidas contra equipes fracas e medianas. Quando formos jogar o Brasileiro, temos que dar o máximo, porque é um campeonato tão importante como o outro”, finalizou.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

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