Antony celebra estreia no profissional e tem apoio de Lucas Moura

Quando pisou em campo durante o duelo com o Grêmio, na última quinta-feira, Antony realizou um sonho de infância: o de atuar pelo time do coração em seu estádio. Foi a estreia do meia-atacante de 18 anos como jogador profissional do São Paulo, a quem defende desde 2011.

“Foi um dia que vai ficar para o resto da minha vida. Desde pequeno vou ao estádio, sempre fui são-paulino. Minha tia sempre me levava em jogos. Poder estrear, realizar um sonho, podendo ajudar minha equipe dentro de campo… Não tem coisa melhor que o momento que passei”, celebrou à Spfctv.

Promovido por Diego Aguirre no fim de setembro, Antony já havia integrado a lista de relacionados do time principal em outras ocasiões, mas sem ser utilizado. Desta vez, logo no primeiro jogo após a demissão do uruguaio, o jovem atleta foi acionado pelo técnico interino André Jardine, durante o segundo tempo da partida contra os gaúchos.

“Veio um frio na barriga de poder estar estreando, com o Morumbi cheio. Passa um filme. Tenho que agradecer muito ao Jardine, pela confiança, e à equipe por ter me recebido bem”, afirmou Antony, que exaltou o treinador, seu velho conhecido da base.

“O Jardine é um dos melhores treinadores com que já trabalhei. É um cara muito inteligente em sistema tático. Na semana trabalhou firme isso e deu certo. Espero que a torcida e a equipe confiem nele, que tudo vai dar certo”, declarou.

Nesta sexta-feira, Antony revelou ter recebido mensagem de apoio de um de seus ídolos no futebol, o atacante Lucas Moura, do Tottenham, da Inglaterra, também revelado nas categorias de base do clube, em Cotia.

“Recebi muitas mensagens, mas recebi de um cara que a humildade dele é sem comentários. É o Lucas Moura, que é um ídolo no São Paulo. Ele me passou força, tranquilidade. É sempre bom ouvir de um cara experiente para colocar em prática nos jogos. É um cara que me inspiro muito, pela humildade, trabalho. Tenho de agradecer muito a ele também”, contou.

Por fim, Antony também falou sobre ter substituído Helinho, um amigo dos tempos da base, que fez o seu segundo jogo pelo time profissional. Ele foi chamado por Jardine aos 23 minutos da etapa complementar, quando o São Paulo perdia por 1 a 0. Pouco depois, o Tricolor chegou ao empate com um gol contra do volante Michel.

“Fico muito feliz pelo Helinho, um parceiro desde a base. A gente está podendo fazer o que a gente ama e pelo clube que a gente ama. Desde meus seis, sete anos, vou ao estádio. Minha tia era são-paulina fanática e sempre me levava. Fui pegando gosto e até hoje tenho um amor pela torcida e pelo São Paulo que é inexplicável”, concluiu.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

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