São Paulo teve o melhor 1º tempo e o pior 2º tempo da era Diniz

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o primeiro tempo do São Paulo nesta quinta-feira, contra o Atlético-Mg, foi, seguramente, o melhor da era Diniz. Um time envolvente, sufocante, que deixou o time mineiro completamente atordoado.

Foram duas bolas chutadas contra o travessão, um gol perdido, um gol legítimo anulado com auxílio do VAR, enfim, tudo o que um grande time precisa apresentar de futebol.

Seguramente afirmo: não fosse o roubo que fomos vítimas em Belo Horizonte teríamos saído do Mineirão com uma grande vitória. O gol de Luciano, pessimamente anulado, daria mais ímpeto ainda ao São Paulo e deixaria o Atlético ainda mais atônito.

Mas o Galo conseguiu encontrar um gol, logo depois fez o segundo e tudo desmoronou. Ainda pensei, no intervalo, que apresentando o futebol de alto nível do primeiro tempo, seria possível buscar o resultado, mas estava enganado.

A dupla de zaga, muito bem em jogo anteriores, entrou em parafuso. Diniz fez substituições erradas, ao colocar Vitor Bueno no lugar de Gabriel Sara (deveria ter entrado Igor Gomes), e depois tirando Hernanes e Paulinho Boia, que faziam boa partida, para colocar Igor e Brenner. Nada deu certo e o time desandou. Foi um horror.

Mas atribuo exclusivamente ao erro crasso da arbitragem nossa derrota. Não admito transferir para as costas do treinador, apesar do erro das substituições, esse resultado. E digo mais: estamos no caminho certo. A ver pelo primeiro tempo e pela nossa classificação no Brasileiro.

Domingo é vitória no Morumbi. Quarta-feira que vem também. E seguimos em frente.

Vitória para lavar a alma!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, que vitória mágica, que nos faz esquecer de tudo de ruim que a vida nos apresenta é nossa faz sorrir, de orelha a orelha e ter um almoço em alto astral.

Há quanto tempo não tínhamos três vitórias seguidas no Brasileiro, sendo a última um clássico contra um de nossos maiores rivais?

O São Paulo mandou não partida. Sufocou o Corinthians até oab 35 minutos, ganhando por um a zero. Marcando pressão o tempo todo, muitas vezes dentro da área corintiana, não permitindo qualquer organização de jogada por parte deles.

O gol de empate só veio por uma sucessão de falhas nossas: estávamos saindo em contra ataque, Luciano perde a bola, sai um lançamento longo, Liziero perde não velocidade, Thiago Volpi também falha e sai o gol. O empate nos tirou o foco.

No segundo tempo continuamos dominando. Com todos exaustos, as alterações de Diniz acabaram surtindo efeito e chegamos à vitória. Ainda que aos 46 minutos, mas ganhamos.

Se lembrarmos do início da temporada, o time foi muito mal mos primeiros jogos, mas cresceu e quando o futebol parou por conta da pandemia, éramos tidos como favoritos ao Paulista.

Pelo que podemos perceber, os times do Diniz se ajustam após dez partidas.

Parece que o time começa a se encontrar. É tudo o que queremos.

Outra decepção. Continuamos colhendo várias

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o empate com o Bahia no Morumbi, na noite desta quinta-feira, foi mais uma decepção, entre as tantas que temos colecionado.

Perdemos Pato, quase perdemos Hernanes, Liziero entrou no time, e tudo ficou ainda pior do que estava. Depois do que vi neste jogo contra o Bahia, não consigo crer que Hernanes não tenha lugar nesse time, por mais que a idade esteja pesando e ele esteja em má fase.

Arboleda ainda não conseguiu adquirir seu ritmo. Igor Vinicius, que eu até entendi que poderia ser mais útil do que Juanfran, enterrou o time. Liziero não marca, não defende, não ataca, não chuta. Entrou para melhorar a defesa. Não melhorou e piorou o ataque.

Entendo que Fernando Diniz perdeu a mão no time. E se isso é fato, é melhor trocar antes que seja tarde demais. Eu lembro que ele deixou o Athletico-PR e o Fluminense na zona de rebaixamento. Portanto…

Mas Raí disse que não vai mudar e mantém Diniz. Só nos resta rezar e torcer para que o pior não ronde nossa casa.

Time jogou bem, mas perdeu como sempre

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, não podemos dizer que neste jogo de São Januário o São Paulo foi apático, presa fácil, ou algo semelhante. Tivesse Cano do nosso lado, terminaríamos o primeiro tempo vencendo por 3 a 0.

O time dominou o jogo, sofreu perigo apenas uma vez, com grande defesa de Thiago Volpi, mas perdeu chances com Daniel Alves, Tchê Tchê, Paulinho. Ou seja: jogamos para ganhar.

Nosso grande problema está na dúvida de Fernando Diniz em mexer no time. Podendo fazer cinco alterações, ele não consegue encontrar onde mudar e com quem mudar.

No segundo tempo, por volta dos dez minutos, já era evidente que Paulinho Boia e Liziero deveriam sair. Que Igor Gomes deveria voltar para o meio, que Pato deveria entrar e que Helinho poderia vir junto para o jogo. Também era evidente que Igor Vinicius deveria entrar no lugar de Juanfran. Mas nosso técnico parece não saber da nova regra Ou só perceer quando faltam cinco minutos e estamos perdendo de dois a zero.

Aliás, o que está acontecendo com Pato? Será que ele cometeu algum crime? Será que ele é tão ruim assim, pior que Gonzalo Carneiro, Helinho, Paulinho?

O fato é – e repito o que disse na quinta-feira – que Diniz mudou o time e foi para pior. Ele mexeu no ataque, que vinha dando certo, e não acertou a defesa, que vinha e continua dando errado Ou seja: mudou para pior.

Perdemos fora, o que não pode ser considerado um prejuízo monumental. Mas era tipo daqueles jogos “ganháveis”. Essas chances não podemos desperdiçar. Depois não vai adiantar chorar, porque será tarde.

Vitória modorrenta no Morumbi

O São Paulo venceu o Fortaleza nesta quinta-feira, um resultado absolutamente obrigatório. Mas precisava ser tão sofrido assim?

Foi um jogo horrível, um futebol horripilante do São Paulo, digno de solteiros e casados. A ponto de eu ter demorado tanto para escrever esse comentário e ter tão pouco a colocar aqui.

A destacar Thiago Volpi, que fez três defesas sensacionais, nos salvando de algo vexatório; Daniel Alves, justificando ser o principal nome do time; Pablo, muito esforçado e Tchê Tchê, sempre absolutamente regular. Nossa defesa continua muito ruim, com péssimas colocações e o meio de campo não serve o ataque.

Aliás, as modificações de Diniz no time – uma por necessidade de última hora – não surtiram efeito algum. Liziero foi o pior em campo. Só não deu um gol para o Fortaleza porque o VAR anulou – corretamente, diga-se de passagem -, e outro porque zaga cortou.

Parafraseando meu amigo Daniel Perrone, o resultado veio, o futebol, ficou para depois. Só não sei quando.

Mais uma vergonha! Já estamos acostumados!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, passamos mais uma vergonha. Depois de Collon, Defensa Y Justicia, Penapolense e outros que tais, agora foi a vez do Mirassol, time que trocou 18 jogadores e perdeu oito na pandemia, nos eliminar em pleno Morumbi.

Antes de qualquer coisa, quero deixar claro que não defendo a demissão de Fernando Diniz e que reconheço que o São Paulo tem um bom time, não um bom elenco.

Porém, a nova vergonha tem que ser direcionado a quem comanda. E nesse caso, em primeiro lugar, ao presidente Leco. Cinco anos à frente do clube e só o que fez foi fazer crescer nossa dívida sem conquistar um único título. É um presidente perdedor, incompetente, despreparado para o cargo. Aliás, disse um dia Juvenal Juvêncio que não indicaria Leco para sua sucessão pois ele não serviria nem para síndico de condomínio. Eu não chegaria a tanto, mas as evidências mostram que o errado sou eu

Também direciono essa responsabilidade a Raí, diretor Executivo de Futebol, que ganha um salário considerável (até onde sei perto de R$ 180 mil mensais), e Alexandre Pássaro (até onde sei R$ 130 mil mensais) para não darem um único título ao São Paulo.

Essa diretoria fez com que o São Paulo continuasse mergulhando no caos, no pântano, algo que começou com a eternização de Juvenal Juvêncio, passou pelo nefasto Carlos Miguel Aidar e culminou com o incompetente e perdedor Leco.

No pós jogo da Web Rádio São Paulo disse, e vou cravar aqui. Não vejo a hora de dezembro chegar, mas temo que não haverá mudança nos rumos. Júlio Casares, que hoje se diz independente, está no Conselho de Administração indicado por Leco e sempre votou a favor do presidente. Roberto Natel, que hoje se diz oposição, é vice-presidente. Ou seja, não abriu mão do cargo. Marco Aurélio Cunha, outro que se intitula como opositor, votou em Leco em 2017. Sobra Sylvio de Barros, que até onde sei, sempre atuou na oposição, mesmo sendo desconhecido do público.

Não estou com isso me contradizendo. Tenho afirmado – e depois que falei isso todos vieram na minha sombra – que nessa eleição não haverá situação nem oposição. Todos estão misturados. Mas os cabeças desta eleição não podem fugir da responsabilidade de em algum momento ter dado amparo e suporte para a administração Leco.

Agora, como temos feito nos últimos 12 anos, é hora de juntar os cacos e começar tudo de novo. Até quando viveremos essa sina?

São Paulo cumpriu a obrigação de um time grande: ganhou!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo fez o que um time grande tem que fazer: ganhar e que se dane se ajudou esse ou prejudicou aquele.

Estou incrédulo de ver torcedores criticando a vitória do São Paulo sobre o Guarani, que só serviu para classificar o Corinthians, que vamos ser eliminados por eles, que blá blá blá, blá blá blá.

Eu poderia dizer só o seguinte: o Guarani não foi eliminado pelo São Paulo, mas pelo Botafogo de Ribeirão Preto, o time que foi rebaixado neste domingo.

Mas vou falar diferente: time com a grandeza do São Paulo não pode pensar, sequer de relance, em entregar um jogo para prejudicar um rival. Por mais que esse seja o time presidido pelo cara de areia mijada. Somos gigantes demais para ter medo de alguém, seja quem for.

Quando fomos disputar o primeiro Mundial, não tivemos chance de escolher. Tivemos que enfrentar o Barcelona. E deu no que deu. No ano seguinte, a mesma coisa. Sobrou o Milan e…deu no que deu. Depois foi o Liverpool, e de novo…deu no que deu.

Então, que se dane se nossa vitória classificou o time de Itaquera. Não estou nada preocupado com isso, até porque tenho quase certeza que eles não vão passar pelo Bragantino.

Dito isso, quero deixar claro que assim como não me atirei no fundo do poço pelo time titular ter perdido para o Bragantino, de virada, no Morumbi, também não vou subir no Pico do Jaraguá para comemorar a vitória do time reserva sobre o Guarani.

Quero, sim, destacar as ótimas partidas que fizeram Helinho, Igor Vinicius, Everton e Diego Costa. E mais do que isso: Thiago Volpi, com quatro defesas gigantescas, mostrando que na quinta-feira era um sósia dele quem estava no gol, não ele.

Por último a constatação de que Fernando Diniz é absolutamente fiel ao seu estilo. O time reserva joga exatamente igual ao time titular, sem tirar nem por. E, convenhamos, é um futebol bonito, que poderá nos trazer alegrias.

Passar pelo Mirassol é obrigação. Depois veremos o que vai acontecer.

Derrota na volta, mas é só um recomeço

Finalmente o futebol voltou. Não do jeito que gostaríamos. Sem torcida e com derrota. Mas nada fora do comum. Afinal, o resultado, em termos de campeonato nada muda. Já estamos classificados.

Se voltarmos no tempo e chegarmos ao começo do ano, veremos que o time teve toda a dificuldade do mundo para engrenar e entender o esquema Diniz. Quando o futebol parou, já estávamos voando em campo.

Isso me faz crer que essas duas partidas (a de ontem e a de domingo) servirão para começar a engrenar o time e continuo colocando o São Paulo como favorito ao título paulista. Ou vocês não viram o que Santos, Palmeiras e Corinthians jogaram nesta volta?

Não creio que jogadores como Thiago Volpi, Arboleda e Reinaldo, por exemplo, vão falhar tanto nos próximos jogos, ou que Daniel Alves vá jogar tão pouco.

Então vamos com calma. Foi o primeiro jogo após férias de 120 dias. Não é e 20 dias que eles voltarão ao estado normal.

Minha fé não se abala nunca.

Laudo Natel: eterno e real cardeal de nossa história

A segunda-feira, 18 de maio pode ser considerada como um dos dias mais tristes da história do São Paulo. A morte de Laudo Natel deixa um vazio gigante em todos os torcedores do Tricolor. Ninguém foi tão gigante quanto ele.

Responsável pela construção de nosso estádio, de nosso clube. Laudo Natel foi o exemplo maior do quanto uma pessoa pode dizer que é são-paulina e se doa para o clube. Sim, ele se doou para o clube, não fez o clube se doar para ele.

Foi um cardeal com C maiúsculo. Sem a ironia e o escracho que o termo é empregado nos clubes. Mas ele foi de fato. O melhor presidente da história do São Paulo. O responsável de tudo de bom que nos aconteceu, por sermos o que somos hoje.

Laudo Natel foi gigante. Nos fez ter orgulho de falar que o tínhamos como presidente. Ele resolvia, fazia, não enganava. Ele era o cara.

Eu sou muito grato a tudo o que ele fez ao São Paulo. Tive a felicidade de, ao lado de Helo Cavalari, conhecê-lo e privar de sua amizade. Também somos gratos a tudo o que ele representou para nossa família.

Estamos duplamente enlutados com essa passagem. Mas temos absoluta certeza que ele já foi recebido pelos seus mentores. E lá onde se encontra estará torcendo, como sempre o fez, pelo São Paulo.

Que seu espírito ilumine os próximos presidentes, para que tentem fazer uma migalha do que ele fez por nós.

O São Paulo está de luto. O Tricolornaweb está de luto. A Web Rádio São Paulo está de luto. A torcida Tricolor está de luto. Minha família está de luto.

Obrigado por tudo, dr. Laudo Natel, nosso eterno patrono e presidente!

Virada no clássico. Time continua crescendo

O São Paulo demonstrou mais uma vez que está atingindo o patamar que todos gostaríamos de ver. Neste sábado de Morumbi vazio, que transformou o palco que joga a nosso favor em campo neutro, conseguiu uma grande vitória, de virada, sobre o Santos, tido como o melhor time do Paulista até então.

O São Paulo, tão criticado por todos, é o único que, com duas rodadas de antecipação, já está matematicamente classificado para a próxima fase. Só não está garantido na primeira posição. Outros grandes,como Palmeiras e Santos, ainda tem que lutar. Corinthians pode ficar de fora da próxima fase. Mas nós não conseguimos ver esse mérito no time.

Os pessimistas vão falar que nossa vitória só aconteceu porque estávamos com 11 contra dez. Mas e daí? Por acaso o animal do time do Santos, tal de Jobson, não merecia expulsão? Para mim teria que ser expulso na primeira entrada sobre Daniel Alves quando tomou o amarelo. Então o problema não é nosso.

Temos que reconhecer, também, a ousadia e coragem do Fernando Diniz. Enquanto muitos manteriam o time daquele jeito, só colocando as peças mais para a frente, ele tirou Bruno Alves e colocou Pablo. Foi, sim, responsável direto pela vitória.

Aliás, em relação à classificação antecipada, só não estamos classificados desde a última rodada, e com o primeiro lugar garantido, graças aos dois roubos que sofremos no Morumbi, contra Novorizontino e Corinthians. Seriam mais quatro pontos que nos dariam essa condição, além de nos permitir ser o melhor time do torneio, tendo todas as vantagens na última fase.

Sei que não temos elenco suficiente para suportar todas as competições deste ano. Mas nas que estamos, por enquanto, não há o que reclamar. Só a derrota contra o Binacional, em razão dos erros e gols perdidos. Mas é inegável que o time está crescendo cada vez mais e se tornando um time confiável. Quem sabe o título paulista os dê essa confiança e diminua nossa “cornetagem”.

Além de Fernando Diniz e Pablo, não posso deixar de destacar Daniel Alves. Assumiu o meio de campo, a maestria do time e, com 36 anos, é incansável. E Antony. Esse, que bom, foi vendido. E muito bem vendido. Porque não vai fazer falta alguma.

Vamos São Paulo, vamos São Paulo. Vamos ser campeões!