Outra decepção. Continuamos colhendo várias

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o empate com o Bahia no Morumbi, na noite desta quinta-feira, foi mais uma decepção, entre as tantas que temos colecionado.

Perdemos Pato, quase perdemos Hernanes, Liziero entrou no time, e tudo ficou ainda pior do que estava. Depois do que vi neste jogo contra o Bahia, não consigo crer que Hernanes não tenha lugar nesse time, por mais que a idade esteja pesando e ele esteja em má fase.

Arboleda ainda não conseguiu adquirir seu ritmo. Igor Vinicius, que eu até entendi que poderia ser mais útil do que Juanfran, enterrou o time. Liziero não marca, não defende, não ataca, não chuta. Entrou para melhorar a defesa. Não melhorou e piorou o ataque.

Entendo que Fernando Diniz perdeu a mão no time. E se isso é fato, é melhor trocar antes que seja tarde demais. Eu lembro que ele deixou o Athletico-PR e o Fluminense na zona de rebaixamento. Portanto…

Mas Raí disse que não vai mudar e mantém Diniz. Só nos resta rezar e torcer para que o pior não ronde nossa casa.

Time jogou bem, mas perdeu como sempre

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, não podemos dizer que neste jogo de São Januário o São Paulo foi apático, presa fácil, ou algo semelhante. Tivesse Cano do nosso lado, terminaríamos o primeiro tempo vencendo por 3 a 0.

O time dominou o jogo, sofreu perigo apenas uma vez, com grande defesa de Thiago Volpi, mas perdeu chances com Daniel Alves, Tchê Tchê, Paulinho. Ou seja: jogamos para ganhar.

Nosso grande problema está na dúvida de Fernando Diniz em mexer no time. Podendo fazer cinco alterações, ele não consegue encontrar onde mudar e com quem mudar.

No segundo tempo, por volta dos dez minutos, já era evidente que Paulinho Boia e Liziero deveriam sair. Que Igor Gomes deveria voltar para o meio, que Pato deveria entrar e que Helinho poderia vir junto para o jogo. Também era evidente que Igor Vinicius deveria entrar no lugar de Juanfran. Mas nosso técnico parece não saber da nova regra Ou só perceer quando faltam cinco minutos e estamos perdendo de dois a zero.

Aliás, o que está acontecendo com Pato? Será que ele cometeu algum crime? Será que ele é tão ruim assim, pior que Gonzalo Carneiro, Helinho, Paulinho?

O fato é – e repito o que disse na quinta-feira – que Diniz mudou o time e foi para pior. Ele mexeu no ataque, que vinha dando certo, e não acertou a defesa, que vinha e continua dando errado Ou seja: mudou para pior.

Perdemos fora, o que não pode ser considerado um prejuízo monumental. Mas era tipo daqueles jogos “ganháveis”. Essas chances não podemos desperdiçar. Depois não vai adiantar chorar, porque será tarde.

Vitória modorrenta no Morumbi

O São Paulo venceu o Fortaleza nesta quinta-feira, um resultado absolutamente obrigatório. Mas precisava ser tão sofrido assim?

Foi um jogo horrível, um futebol horripilante do São Paulo, digno de solteiros e casados. A ponto de eu ter demorado tanto para escrever esse comentário e ter tão pouco a colocar aqui.

A destacar Thiago Volpi, que fez três defesas sensacionais, nos salvando de algo vexatório; Daniel Alves, justificando ser o principal nome do time; Pablo, muito esforçado e Tchê Tchê, sempre absolutamente regular. Nossa defesa continua muito ruim, com péssimas colocações e o meio de campo não serve o ataque.

Aliás, as modificações de Diniz no time – uma por necessidade de última hora – não surtiram efeito algum. Liziero foi o pior em campo. Só não deu um gol para o Fortaleza porque o VAR anulou – corretamente, diga-se de passagem -, e outro porque zaga cortou.

Parafraseando meu amigo Daniel Perrone, o resultado veio, o futebol, ficou para depois. Só não sei quando.

Mais uma vergonha! Já estamos acostumados!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, passamos mais uma vergonha. Depois de Collon, Defensa Y Justicia, Penapolense e outros que tais, agora foi a vez do Mirassol, time que trocou 18 jogadores e perdeu oito na pandemia, nos eliminar em pleno Morumbi.

Antes de qualquer coisa, quero deixar claro que não defendo a demissão de Fernando Diniz e que reconheço que o São Paulo tem um bom time, não um bom elenco.

Porém, a nova vergonha tem que ser direcionado a quem comanda. E nesse caso, em primeiro lugar, ao presidente Leco. Cinco anos à frente do clube e só o que fez foi fazer crescer nossa dívida sem conquistar um único título. É um presidente perdedor, incompetente, despreparado para o cargo. Aliás, disse um dia Juvenal Juvêncio que não indicaria Leco para sua sucessão pois ele não serviria nem para síndico de condomínio. Eu não chegaria a tanto, mas as evidências mostram que o errado sou eu

Também direciono essa responsabilidade a Raí, diretor Executivo de Futebol, que ganha um salário considerável (até onde sei perto de R$ 180 mil mensais), e Alexandre Pássaro (até onde sei R$ 130 mil mensais) para não darem um único título ao São Paulo.

Essa diretoria fez com que o São Paulo continuasse mergulhando no caos, no pântano, algo que começou com a eternização de Juvenal Juvêncio, passou pelo nefasto Carlos Miguel Aidar e culminou com o incompetente e perdedor Leco.

No pós jogo da Web Rádio São Paulo disse, e vou cravar aqui. Não vejo a hora de dezembro chegar, mas temo que não haverá mudança nos rumos. Júlio Casares, que hoje se diz independente, está no Conselho de Administração indicado por Leco e sempre votou a favor do presidente. Roberto Natel, que hoje se diz oposição, é vice-presidente. Ou seja, não abriu mão do cargo. Marco Aurélio Cunha, outro que se intitula como opositor, votou em Leco em 2017. Sobra Sylvio de Barros, que até onde sei, sempre atuou na oposição, mesmo sendo desconhecido do público.

Não estou com isso me contradizendo. Tenho afirmado – e depois que falei isso todos vieram na minha sombra – que nessa eleição não haverá situação nem oposição. Todos estão misturados. Mas os cabeças desta eleição não podem fugir da responsabilidade de em algum momento ter dado amparo e suporte para a administração Leco.

Agora, como temos feito nos últimos 12 anos, é hora de juntar os cacos e começar tudo de novo. Até quando viveremos essa sina?

São Paulo cumpriu a obrigação de um time grande: ganhou!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo fez o que um time grande tem que fazer: ganhar e que se dane se ajudou esse ou prejudicou aquele.

Estou incrédulo de ver torcedores criticando a vitória do São Paulo sobre o Guarani, que só serviu para classificar o Corinthians, que vamos ser eliminados por eles, que blá blá blá, blá blá blá.

Eu poderia dizer só o seguinte: o Guarani não foi eliminado pelo São Paulo, mas pelo Botafogo de Ribeirão Preto, o time que foi rebaixado neste domingo.

Mas vou falar diferente: time com a grandeza do São Paulo não pode pensar, sequer de relance, em entregar um jogo para prejudicar um rival. Por mais que esse seja o time presidido pelo cara de areia mijada. Somos gigantes demais para ter medo de alguém, seja quem for.

Quando fomos disputar o primeiro Mundial, não tivemos chance de escolher. Tivemos que enfrentar o Barcelona. E deu no que deu. No ano seguinte, a mesma coisa. Sobrou o Milan e…deu no que deu. Depois foi o Liverpool, e de novo…deu no que deu.

Então, que se dane se nossa vitória classificou o time de Itaquera. Não estou nada preocupado com isso, até porque tenho quase certeza que eles não vão passar pelo Bragantino.

Dito isso, quero deixar claro que assim como não me atirei no fundo do poço pelo time titular ter perdido para o Bragantino, de virada, no Morumbi, também não vou subir no Pico do Jaraguá para comemorar a vitória do time reserva sobre o Guarani.

Quero, sim, destacar as ótimas partidas que fizeram Helinho, Igor Vinicius, Everton e Diego Costa. E mais do que isso: Thiago Volpi, com quatro defesas gigantescas, mostrando que na quinta-feira era um sósia dele quem estava no gol, não ele.

Por último a constatação de que Fernando Diniz é absolutamente fiel ao seu estilo. O time reserva joga exatamente igual ao time titular, sem tirar nem por. E, convenhamos, é um futebol bonito, que poderá nos trazer alegrias.

Passar pelo Mirassol é obrigação. Depois veremos o que vai acontecer.

Derrota na volta, mas é só um recomeço

Finalmente o futebol voltou. Não do jeito que gostaríamos. Sem torcida e com derrota. Mas nada fora do comum. Afinal, o resultado, em termos de campeonato nada muda. Já estamos classificados.

Se voltarmos no tempo e chegarmos ao começo do ano, veremos que o time teve toda a dificuldade do mundo para engrenar e entender o esquema Diniz. Quando o futebol parou, já estávamos voando em campo.

Isso me faz crer que essas duas partidas (a de ontem e a de domingo) servirão para começar a engrenar o time e continuo colocando o São Paulo como favorito ao título paulista. Ou vocês não viram o que Santos, Palmeiras e Corinthians jogaram nesta volta?

Não creio que jogadores como Thiago Volpi, Arboleda e Reinaldo, por exemplo, vão falhar tanto nos próximos jogos, ou que Daniel Alves vá jogar tão pouco.

Então vamos com calma. Foi o primeiro jogo após férias de 120 dias. Não é e 20 dias que eles voltarão ao estado normal.

Minha fé não se abala nunca.

Laudo Natel: eterno e real cardeal de nossa história

A segunda-feira, 18 de maio pode ser considerada como um dos dias mais tristes da história do São Paulo. A morte de Laudo Natel deixa um vazio gigante em todos os torcedores do Tricolor. Ninguém foi tão gigante quanto ele.

Responsável pela construção de nosso estádio, de nosso clube. Laudo Natel foi o exemplo maior do quanto uma pessoa pode dizer que é são-paulina e se doa para o clube. Sim, ele se doou para o clube, não fez o clube se doar para ele.

Foi um cardeal com C maiúsculo. Sem a ironia e o escracho que o termo é empregado nos clubes. Mas ele foi de fato. O melhor presidente da história do São Paulo. O responsável de tudo de bom que nos aconteceu, por sermos o que somos hoje.

Laudo Natel foi gigante. Nos fez ter orgulho de falar que o tínhamos como presidente. Ele resolvia, fazia, não enganava. Ele era o cara.

Eu sou muito grato a tudo o que ele fez ao São Paulo. Tive a felicidade de, ao lado de Helo Cavalari, conhecê-lo e privar de sua amizade. Também somos gratos a tudo o que ele representou para nossa família.

Estamos duplamente enlutados com essa passagem. Mas temos absoluta certeza que ele já foi recebido pelos seus mentores. E lá onde se encontra estará torcendo, como sempre o fez, pelo São Paulo.

Que seu espírito ilumine os próximos presidentes, para que tentem fazer uma migalha do que ele fez por nós.

O São Paulo está de luto. O Tricolornaweb está de luto. A Web Rádio São Paulo está de luto. A torcida Tricolor está de luto. Minha família está de luto.

Obrigado por tudo, dr. Laudo Natel, nosso eterno patrono e presidente!

Virada no clássico. Time continua crescendo

O São Paulo demonstrou mais uma vez que está atingindo o patamar que todos gostaríamos de ver. Neste sábado de Morumbi vazio, que transformou o palco que joga a nosso favor em campo neutro, conseguiu uma grande vitória, de virada, sobre o Santos, tido como o melhor time do Paulista até então.

O São Paulo, tão criticado por todos, é o único que, com duas rodadas de antecipação, já está matematicamente classificado para a próxima fase. Só não está garantido na primeira posição. Outros grandes,como Palmeiras e Santos, ainda tem que lutar. Corinthians pode ficar de fora da próxima fase. Mas nós não conseguimos ver esse mérito no time.

Os pessimistas vão falar que nossa vitória só aconteceu porque estávamos com 11 contra dez. Mas e daí? Por acaso o animal do time do Santos, tal de Jobson, não merecia expulsão? Para mim teria que ser expulso na primeira entrada sobre Daniel Alves quando tomou o amarelo. Então o problema não é nosso.

Temos que reconhecer, também, a ousadia e coragem do Fernando Diniz. Enquanto muitos manteriam o time daquele jeito, só colocando as peças mais para a frente, ele tirou Bruno Alves e colocou Pablo. Foi, sim, responsável direto pela vitória.

Aliás, em relação à classificação antecipada, só não estamos classificados desde a última rodada, e com o primeiro lugar garantido, graças aos dois roubos que sofremos no Morumbi, contra Novorizontino e Corinthians. Seriam mais quatro pontos que nos dariam essa condição, além de nos permitir ser o melhor time do torneio, tendo todas as vantagens na última fase.

Sei que não temos elenco suficiente para suportar todas as competições deste ano. Mas nas que estamos, por enquanto, não há o que reclamar. Só a derrota contra o Binacional, em razão dos erros e gols perdidos. Mas é inegável que o time está crescendo cada vez mais e se tornando um time confiável. Quem sabe o título paulista os dê essa confiança e diminua nossa “cornetagem”.

Além de Fernando Diniz e Pablo, não posso deixar de destacar Daniel Alves. Assumiu o meio de campo, a maestria do time e, com 36 anos, é incansável. E Antony. Esse, que bom, foi vendido. E muito bem vendido. Porque não vai fazer falta alguma.

Vamos São Paulo, vamos São Paulo. Vamos ser campeões!

Vitória contra LDU teve o tamanho do verdadeiro São Paulo

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo finalmente provou,na Libertadores, o que eu esperava ver, depois da pré-temporada. O placar de 3 a 0 tirou os pessimistas do marasmo, encheu de moral o time e deu confiança ainda maior àqueles que já viam a evolução deste time. A noite foi de muita festa no Morumbi. Revivemos bons tempos da Libertadores.

Sei que estou sendo repetitivo, mas perdemos o jogo no Peru pelos gols absurdamente perdidos por Pablo (2) e Antony. Tivéssemos feito 4 a 0 ali, no primeiro tempo, tudo seria diferente. Sei que muitos diriam que foi só o Binacional, com alguns estão pensando em dizer que a vitória de ontem foi só sobre a LDU. Tipo, “quero ver contra o River”. Esses mesmos, se ganharmos do River, vão falar: “mas foi no Morumbi, quero ver ganhar lá”.

Não é possível contestar a evolução do time. Há muito tempo não vemos um plano tático sendo executado no São Paulo. Adoramos encher a bola dos outros times. Técnico bom é técnico de time adversário. O nosso sempre é burro.

Repito aqui: não sou fã do Fernando Diniz. Não faço parte da imprensa modinha que o ama de paixão. Mas sei ter a humildade de reconhecer que as críticas que fiz no passado hoje se transformam em elogios. O estilo tic tac, que estava irritando, hoje enche os olhos. O São Paulo está desfilando técnica, aliada à vontade que os jogadores estão demonstrando. Ou não acham que entraram com sangue nos olhos nesta quarta-feira?

Desde o sorteio dos grupos, previa nove pontos no Morumbi e, no mínimo, três fora. Esses três poderiam ser cinco (contava com uma possível vitória contra o Binacional). Ainda podemos fazer os três pontos fora. Basta ganhar da LDU ou do River lá. Sei que isso já é bem mais difícil. Mas se fizermos os nove pontos aqui, dois empates lá nos possibilitarão a classificação.

Ontem vi algumas atuações gigantescas. Casos de Daniel Alves e Igor Gomes. Também Reinaldo e Tchê Tchê estiveram muito bem. Não podemos desconsiderar Pato e a dupla de zaga. Vitor Bueno e Antony tiverm participação direta em dois gols. E Juanfran, um operário da bola, também esteve em grande noite. Enfim, o time todo foi bem.

O massacre imposto pelo São Paulo nos primeiros 20 minutos não poderiam seguir o jogo todo. Muitos falam que o São Paulo recuou, mas esquecem que do outro lado existe outro time, que também tenta atacar. Por mais que tenha “recuado”, o São Paulo não correu grandes riscos. Thiago Volpi fez algumas boas defesas, mas principalmente de bolas cruzadas. O lado direito da LDU é muito forte. Fernando Diniz vai ter que pensar nisso na partida de volta.

Para encerrar, mantenho meu otimismo. Olho nas estatísticas e vejo que vencemos todos os jogos que disputamos esse ano no Morumbi, exceção de dois: Corinthians e Novorizontino. Como fomos escandalosamente roubados nestes dois jogos, acho que posso considerar que estamos cem por cento em nosso estádio. Estamos liderando o grupo e virtualmente classificados para a próxima fase do Paulista e em segundo lugar, pelos critérios de desempate na Libertadores. Acho que são componentes interessantes para esse meu otimismo.

O foco agora é o Santos. Pois que venham as sardinhas.

Time sofrível neste domingo. Mas nada tem a ver com quarta-feira

Amigo são-paulino, foi sofrível, para não dizer ridículo e estapafúrdio, o jogo do São Paulo neste domingo, em Ribeirão Preto, contra o Botafogo. A derrota, o resultado em si, foi o que menos me importou. Só uma hecatombe para nos tirar da próxima fase do Paulista.

Eu que sou contra poupar jogadores, pois entendo que o Flamengo ganhou tudo ano passado sem deixar ninguém de fora, desta vez concordei com Fernando Diniz. Primeiro porque conversei com médicos que me explicaram didaticamente, que nenhum ser humano – salvo os que já moram lá – consegue ter atividade física normal numa altitude de quase quatro mil metros. O time chegou na manhã de sexta-feira, após um jogo onde os jogadores acabaram mortos. Teriam que treinar no sábado e já viajar para Ribeirão Preto (algo em torno de quatro horas de viagem)

Além do mais, eu queria ver o que temos de elenco. Queria ver Trellez, Brenner, Everton, Shaylon e os garotos. Foi uma grande decepção.

Só não concordo com algumas precipitações passionais de parte de nossa torcida. Querer fechar Cotia que não nos dá qualquer retorno é apagar da memória o que já nos deu. Kaká, Julio Batista, Lucas Moura, David Neres, Antony. Apenas para citar alguns. Por si ó esses que citei já pagaram todo o investimento.

Querer misturar o jogo de hoje com o de quarta, outro absurdo. Vi leitor criticando quem entende, como eu, que o time está em evolução. Sim, está. Basta ver as chances de gol criadas nos jogos. Querer justificar uma opinião de que não há evolução pelo que foi visto neste domingo, outro absurdo. O time que entrou em campo nada tem a ver com o time titular.

Se me falarem que não temos elenco, então vou concordar. Aliás, tenho dito frequentemente que temos um bom time, mas não temos elenco. Alguns jogadores como Toró, Shaylon, Liziero e Brenner, me parece, não vão virar nada. Outros, como Everton e Anderson Martins, não passam de reservas. Isso sem contar o tempo de Reffis que Everton já ficou e deverá ficar novamente.

Continuo me mantendo otimista. Vamos ganhar quarta-feira da LDU. Vamos ganhar do Santos sábado, pelo Paulista. Vamos ganhar do River semana que vem. E tudo voltará ao trilho normal.