Empate: ruim no campeonato, mas bom pelas circunstâncias

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, estou com o técnico Paulo Autuori, quando diz que não devemos comemorar empate. E não vou comemorar, até porque o resultado, em termos de campeonato, foi ruim. Mas temos que convir que pelas circunstâncias atuais, não deixou de ser um bom resultado.

Autuori veio com uma surpresa: Fabrício no lugar de Ganso. Ele deu mais consistência ao meio de campo, equilibrou o time e fez com que o São Paulo jogasse em condições iguais contra o Corinthians. E digo mais: depois de um equilíbrio no primeiro tempo, nos primeiros 20 minutos o São Paulo dominou o jogo. Pena que Jadson estava em tarde pouco inspirada e nosso ataque foi ridículo.

Não acredito que Paulo Autuori vá manter essa formação para a eternidade. Entendi como uma solução de emergência, onde ele precisava estancar a sequência de derrotas, ainda que fosse com um empate. Mas contra um arquirrival e na casa dele.

Vi uma dupla de zaga funcionando como no ano passado. A diferença é que no lugar de Rhodolfo estava Paulo Miranda. Todavia, apesar das críticas que são feitas ao baiano, nas vezes que atuou pelo lado esquerdo da zaga foi bem. E hoje repetiu a dose.

Apesar do elenco ser fraco e o time, consequentemente, também, não vejo, como alguns se arvoram em dizer, que corremos grande risco de rebaixamento. O time vai brigar na parte debaixo da tabela, isso é fato. Mas entendo que é uma coisa momentânea e logo estaremos retomando as vitórias e nosso caminho pelo Brasileiro.

A viagem cansativa que será feita a Europa pode ser ruim na parte física, mas dará um alento e fará com que jogadores e comissão técnico aparem as arestas que existem e voltem focados no Campeonato Brasileiro. Afinal, estamos apenas na metade do primeiro turno. Ou seja, tem muita coisa pela frente ainda.

Mais uma chance para sair da crise

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo tem, nesta tarde, mais uma chance de retomar as vitórias e sair da crise. Não, não estou louco não. Quer uma retomada de moral melhor que uma vitória sobre o adversário desta tarde, na casa que eles dizem ser deles?

Paulo Autuori mexeu no time. Afastou Lúcio, que vinha sendo responsável por boa parte dos gols que estávamos sofrendo, e pode colocar Paulo Henrique Ganso no banco. Ele ainda não definiu, mas em determinado momento do treino armou o time com Maicon no lugar de Ganso.

O jogo vai ser tenso e, lógico, entramos como franco atiradores. Eles são ultra favoritos. Mas é numa dessas que a casa cai. E, quem sabe, seja hoje o dia.

Vou, como sempre, exercer o papel que nos cabe: torcer. E torcer muito. Com fé e confiança.

À vitória, Tricolor!

Adalberto já saiu. Juvenal sai em abril. Ou…

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, Adalberto Batista não é mais diretor de futebol do São Paulo. Ele conseguiu ser unanimidade: era odiado pelos jogadores, pela torcida e pelos conselheiros. Apenas Juvenal Juvêncio o segurava no cargo.

O ambiente de Adalberto ficou insustentável depois que bateu de frente com Rogério Ceni. Técnicos que outrora resolveram enfrentá-lo tiveram esse destino. E com o diretor não foi diferente.

Mas seria esse o real motivo dos péssimos resultados do São Paulo, com oito derrotas seguidas e 11 jogos sem vitória? Trocou-se o técnico e nada mudou. Se essa for mesmo a razão, então o São Paulo tem obrigação de vencer o Corinthians domingo, no Pacaembu.

Vamos jogar sem Luis Fabiano e Aloísio, o que quer dizer que o ataque será formado por Osvaldo e, talvez, Ademilson. Vai ser duro conseguir alguma coisa, salvo inspiração – rara – de Ganso e Jadson.

Em princípio fica João Paulo de Jesus Lopes acumulando função. Não se sabe se algum diretor remunerado será contratado ou algum conselheiro será indicado. O que é certo é que Adalberto não pediu demissão. Longe disso. A situação ficou insustentável e Juvenal foi obrigado a demití-lo.

Mas a limpeza no campo diretivo do São Paulo ainda não terminou. Falta Juvenal. Bom, esse só em abril. Salvo se os acontecimentos de domingo último, no clube, anteciparem o fim desta administração. Com a palavra o presidente do Conselho Deliberativo, José Carlos Ferreira Alves, que ficou de nos responder os questionamentos até hoje, sexta-feira.

Mais uma derrota e a diretoria continua passiva

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo voltou a perder (foi a oitava seguida), a décima-primeira partida sem vitória. E aos poucos Juvenal Juvêncio e sua diretoria vão conseguindo alcançar número inéditos. Com a arrogância e soberba que eles possuem, não importa se os números são negativos. o que importa é ficar marcado na história do clube.

Mais uma vez vimos o abalo psicológico do time. Começou jogando bem, teve uma chance com Douglas, que parou nas mãos do goleiro do Inter, e tocava bem a bola. Mas Lúcio, de novo ele, acha que é meia, foi tentar sair jogando, perdeu a bola e…pronto: tomamos o gol. E a história se repetiu, com o time se perdendo completamente.

O Inter dominou inteiramente a partida e foi perdendo chances de gol. Rodrigo Caio atuava pela lateral direita e deixava um corredor inteiro em suas costas. Douglas pela esquerda era outro caminho para o Inter. Sem contar que o meio estava perdido, com Paulo Miranda se esforçando na marcação, mas Denilson errando todas as saídas de bola.

No segundo tempo o time até criou algumas chances. Teve uma com Jadson, uma com Aloísio e uma com Paulo Miranda. Mas é muito pouco para quem precisa desesperadamente de uma vitória.

É duro olhar para o banco e ver jogadores como Ademilson, Silvinho, Edson Silva, Roni, Reinaldo serem os substitutos que podem resolver uma partida. Triste demais.

Enquanto Adalberto Batista continuar à frente do elenco, a situação não vai mudar. Quanto mais agora, que ele entrou em rota de colisão com Rogério Ceni. Não tem remédio.

Quanto ao caso envolvendo Juvenal Juvêncio, a Independente e os sócios do clube no último domingo, eu lembro que o presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, José Carlos Ferreira Alves, me pediu até esta sexta-feira para responder as dúvidas que colocamos sobre as medidas estatutárias que podem ser tomadas contra o mandatário máximo do clube.

A massa são-paulina espera explicações sobre os acontecimentos de domingo

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, esse editorial eu poderia fazer dirigido apenas aos sócios do São Paulo. Mas como nosso clube é uma nação, e tem como componente principal essa maravilhosa e apaixonada torcida, vou falar com todos.

Os fatos que ocorreram neste domingo no interior do clube são para lá de gravíssimos. O vídeo, que foi publicado com absoluta exclusividade pelo Tricolor na Web (depois jogaram no You Tube e os outros vieram atrás),mostra por si só o destempero do nosso presidente. Ao ver opositores vestindo a camisa de Marco Aurélio Cunha, falou “da cacete”, “pega ele” e, mais para a frente, chamou o opositor de fdp.

Não bastasse isso, com a nítida incitação à violência, membros da Independente, não sócios do clube, agrediram três sócios. Um membro da Independente que também teria sido agredido prometeu vingança e fez ameaças aos sócios.

Esse é o nível que chegou o São Paulo. Em queda livre no futebol, fazendo todo o possível para visitar a série B, no clube, no setor social, um ambiente que nem clubes de várzea conseguem ter.

Nasci e fui criado neste clube. Aprendi com meu pai, sócio-contribuinte na época da construção do Morumbi, a amar o São Paulo. Aprendi que ali a diretoria era maioral, de nível ultra elevado, o que fazia nossos adversários morrerem de inveja.

Hoje, como sócio e torcedor, vejo meu presidente fazendo ameaças a outros sócios e cidadãos, no mínimo suspeitos, andando prá lá e prá cá, como se donos fossem daquele espaço, batendo e barbarizando. Eu poderia estar lá com minha mulher e meus filhos.

Este, seguramente, não é o clube que aprendi a amar, a respeitar e a frequentar. Hoje, a mesma insegurança que sinto nas ruas, também sinto dentro daquele que deveria ser um lugar de extrema segurança para mim.

Mas, como sócio e jornalista, tenho o dever de querer algumas respostas:

– O estatuto do clube diz que cada sócio tem o direito de levar um convidado, desde que pague a taxa de R$ 20. Esse convidado preenche uma ficha, é fotografado, deixa documentos e fica atrelado ao sócio. Seu cadastro fica ali e ele só pode realizar outra visita daqui a seis meses. E qualquer coisa que ele aprontar no clube, a responsabilidade recai para o sócio que o trouxe para dentro. Quem, então, trouxe esses elementos da Independente para o interior do clube? Foi feito o registro?

– O estatuto diz que quando um sócio discute com outro, ou age de maneira errada nas dependências do clube, ele vai para uma espécie de Conselho de Ética, dirigido pelo conselheiro Paulo Mutti. Lá ele poderá ser advertido ou até suspenso. Em casos mais graves, como uma briga, por exemplo, ele pode ser expulso do quadro associativo. Juvenal Juvêncio é um sócio. Quais as sanções que recaem sobre ele, por ter incitado a violência e ofendido moralmente alguns sócios?

– Há nesse caso um agravante: Juvenal Juvêncio é presidente. Então, não passaria pela comissão disciplinar, mas sim seria caso de resolução do Conselho Deliberativo. E o que o Estatuto diz a respeito? O vídeo é muito claro. Não há como negar o que estamos comentando.

Gostaria muito que o presidente do Conselho Deliberativo respondesse com o fim de elucidar os sócios e, claro, a imensa massa de torcida do Tricolor. Mas o desembargador José Carlos Ferreira Alves, presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, numa troca de e-mails comigo, recentemente, afirmou nunca ter ouvido falar no Tricolor na Web (o site, segundo alguns cardeais, mais discutido dentro do Conselho), nunca ter ouvido falar em meu nome, não saber que eu era sócio, não me conhecer da Jovem Pan, enfim, sou um mero estranho a ele. Como sei que ele não vai ler esse editorial e, consequentemente, responder essas minhas dúvidas, farei o encaminhamento a ele via e-mail. Pois o intuito único é conhecer o que o Estatuto do clube diz quando casos assim acontecem. E quando digo que quero saber o que o Estatuto diz, é que tipo de punição ele prevê para o presidente.

Tenho certeza que os mais de 20 mil sócios do São Paulo, os mais de dez milhões de são-paulinos que acessam todos os meses o Tricolor na Web, e os mais de 30 milhões de torcedores do São Paulo espalhados por todo o Brasil vão ficar muito agradecido se tiverem essa deferência do presidente do egrégio Conselho Deliberativo do São Paulo.

 

ATENÇÃO: quero informar  que acabo de receber um e-mail do dr. José Carlos Ferreira Alves, presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, acusando a leitura do nosso editorial, informando que está se recuperando de uma cirurgia e que até sexta-feira nos encaminhará as respostas às perguntas formuladas. O Tricolor na Web continuará acompanhando o desenrolar dos fatos.

A partir de agora é fora Juvenal! e seus asseclas do comando do São Paulo

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, nosso site, por lema e ideal histórico, não entra na política do clube, apoiando este ou aquele candidato. Mas chega a hora em que as coisas precisam ser mudadas. E talvez essa seja a hora. Sinceramente, está me dando náuseas pensar em Juvenal Juvêncio, João Paulo de Jesus Lopes e Adalberto Batista como triunvirato todo poderoso do Soberano, como, de fato o são.

A goleada sofrida pelo São Paulo contra o Cruzeiro no Morumbi foi só mais uma das humilhações que sofremos nos últimos dias. E Juvenal, quando apareceu em público para apresentar Paulo Autuori, roubou a cena, discursou, falou que era um grande gestor, mas, acima de tudo, mostrou que está seguindo os passos de Alberto Dualibi, Mustafa Contursi, Eurico Miranda e todos aqueles que representam o que de pior existiu na direção de clubes brasileiros, cujos resultados das péssimas administrações todos nós conhecemos.

O São Paulo nem jogou mal. Pelo contrário, o primeiro tempo foi muito bom, com posse de bola, tabelas, aproximações, até dando a impressão de que era um time, e não um amontoado jogando. Começou o segundo tempo colocando pressão, perdendo gols, mas bastou tomar o primeiro gol para tudo desandar. De novo voltamos a ver um time patético, desesperado, sem padrão, sem condição psicológica de tentar mudar o resultado.

Mas é chover no molhado ficar falando do time. Quando entra um Silvinho e, de frente para gol, chuta para trás; tem Roni no banco e ele entra como salvador da pátria, mas não sabe o que fazer com a bola; tem um Aloísio que é muito esforçado mas é ruim demais (esforçado eu também sou e pediria bem menos do que ele para correr desesperadamente no campo e perder os gols que ele perde).

Os outros times contratam e nós trazemos Caramelo e outros semelhantes. E cadê o dinheiro do Lucas? Falaram que pagariam dívidas do clube. Mas a notícia que circulou hoje no Morumbi foi que as dívidas estão aí, e até que Adalberto Batista seria o fiador das dívidas com seus imóveis e por isso precisaria ser “engolido” pelos conselheiros. Logicamente não vou colocar aqui onde é que acho que foi parar o dinheiro de Lucas, pois há um ano disse que iria para os ralos do Morumbi e estou sendo processado por isso.

Mas o fato é que a partir de agora o Tricolor na Web vai aderir a campanha de Fora Juvenal! Fora João Paulo de Jesus Lopes! Fora Adalberto Batista! Nós sabemos que, a não ser que ele renuncie, Juvenal não sairá do poder até abril de 2014. Sei, também, que como a grande maioria do Conselho diz amém para seu dono, ela fará o seu sucessor. Mas nem por isso vamos nos calar e tentar fazer algo para mudar essa história, pois Juvenal não é, como ele pensa que é, o dono do São Paulo.

A quem dedico o vice da Recopa

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, o São Paulo é vice-campeão da Recopa Sul-Americana. Mas como no Brasil não temos costume de comemorar “vice”, então vamos dizer que o São Paulo é o melhor entre os piores. Mas como ninguém ficou para trás, posso afirmar que o São Paulo foi o pior.

Comentar o jogo de ontem? Um time que precisava ganhar, entra com três volantes, teoricamente para marcar a saída de bola adversária, mas não faz isso, dá o primeiro chute a gol aos 20 minutos do segundo tempo, fica totalmente dominado pela linha de impedimento da defesa adversária; na única que consegue se dar bem, seu atacante, cara a cara com o goleiro, chuta em cima dele. Enfim, não há o que comentar.

Vou, então, dedicar o vice-campeonato da Recopa para todos que trabalharam com muito afinco para alcançá-lo:

– Presidente Juvenal Juvêncio: o todo poderoso do Morumbi, que rasgou o estatuto do clube, massacrou a oposição com farta distribuição de cargos e carteirinhas, se perpetuou no poder e se auto-conclamou como “grande gestorrrrrrrrrr”;

– Adalberto Baptista: num primeiro momento fui iludido por ele. O tinha como um mega negociador, capaz de fazer um grande trabalho no departamento de futebol, mas ele preferiu correr de Porche por aí ao invés de ficar no CT da Barra Funda, acompanhando de perto o dia a dia do elenco;

– João Paulo Jesus Lopes: o vice-presidente de futebol, que um dia foi diretor de futebol, e que o máximo que sabe é que não sabe. Chega a ser patético nas entrevistas, tipo parlamentar do DEM, que é assim, mas pode ser assado;

– Elenco: sinceramente, tenho muita pena do Rogério Ceni. Com a dedicação que teve por toda vida ao São Paulo, não merecia um ocaso de carreira com um time tão medonho quanto esse;

– CT de Cotia: se gaba de ter revelado Lucas e Breno, mas é pouco, muito pouco para toda estrutura que lá existe. Comem, bebem e dormem muito bem. O triste é que leva o nome de Laudo Natel, o patrono do São Paulo, a quem devem ser rendidas todas as homenagens pela sua capacidade administrativa. O dr. Laudo Natel deve estar deprimido vendo tanto amadorismo na direção do clube.

Agora temos que ter atenção voltada ao Campeonato Brasileiro. Só a ele. Lembrando que estamos sem vencer há nove jogos (a última vez que isso aconteceu foi em 1936) e com seis derrotas consecutivas (a última vez que isso aconteceu foi em 1987). Juvenal Juvêncio tem cumprido sua meta de ficar marcado na história do clube por quebra de recordes. Precisamos ficar  de olhos bem abertos para que ele não cumpra, na totalidade, sua profecia.

Hoje é dia de decisão. E pode ser a redenção!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, poucas vezes o São Paulo entrou numa decisão tão desprestigiado, desanimado e bagunçado como nesta noite. Poucas vezes um time entrou em campo para decidir tão favorito quanto o nosso adversário. Está em melhor fase, não vive período de turbulência, tem o time jogando junto há mais tempo, ganhou a primeira partida e hoje joga pelo empate, e em sua casa. Quer mais?

O São Paulo teve a estreia de Paulo Autuori no último domingo. Apesar de ter perdido para o Vitória e contar com um sistema defensivo pessimamente posicionado, mostrou evolução na movimentação dos jogadores do meio para a frente e alguma variação tática.

Mas ninguém espera que ele faça milagre e, em três dias, mude tudo o que vinha sendo feito de errado, passando a mostrar um belo padrão de jogo. O que se espera é o empenho de jogadores para tentar mudar o atual quadro.

E para uma guinada no nosso ano, nada melhor que o título. Não que ele represente tanto em termos de currículo, mas para conquistá-lo teremos que ganhar do nosso rival em sua casa. Ou seja: teremos que inverter os prognósticos antecipados. E isso será fundamental para acabar com o tal abalo psicológico que nossos jogadores dizem estar vivendo.

Eu acredito. Eu confio. Vou torcer muito, com bastante fé.

Então, á vitória, Tricolor!

Esposa de Wellington xinga torcedores e confirma provável saída do volante

Após a derrota do São Paulo para o Vitória, em Salvador, a esposa de Wellington tomou as dores do volante tricolor e respondeu aos torcedores que reclamavam do jogador no Twitter. O camisa 5 cometeu pênalti e depois foi expulso. Aline Verteiro xingou com fortes palavrões e provocou ainda mais a ira dos são-paulinos na rede social.

Em uma das mensagens, ela confirma que Wellington está perto de deixar o clube. O jogador tem propostas da Internazionale (ITA) e Galatasaray (TUR), ambas por empréstimo. A tendência é de uma definição logo após a Recopa Sul-Americana, que será disputada na próxima quarta-feira.
Fonte: Lance

 

Nota do PP: mais uma vez a mulher de um jogador entra em cena para criticar a torcida, usando uma rede social. Qual será o ambiente do Wellington com a torcida se ele não for embora?

Fabrício nota “velhos hábitos” e “cada um fazendo o que quer”

Mais de dois meses depois, Fabrício voltou neste domingo a atuar com a camisa do São Paulo. Afastado por Ney Franco, ele foi reintegrado e utilizado por Paulo Autuori já na estreia do novo treinador. O retorno, porém, foi no segundo tempo da derrota por 3 a 2 para o Vitória.

Conhecido por declarações sinceras e polêmicas, o jogador fez avaliação bastante crítica do desempenho da equipe na capital baiana. “Não vêm de hoje (as atuações ruins), vem de muito tempo”, disse à TV Bandeirantes.

“Em uma semana, não dá para mudar velhos hábitos. A gente começou bem, exerceu uma pressão, mas voltamos a mostrar velhos hábitos. Um jogo lento, cada um fazendo o que quer. Vamos ter muito trabalho pela frente. Infelizmente, dois ou três treinos não dão para modificar muito”, continuou.

Autuori foi contratado na quinta-feira e teve apenas três trabalhos em campo antes da estreia. Neste domingo, viu seu time sair em vantagem, levar a virada e buscar novamente o empate ainda no primeiro tempo. Na segunda etapa, no entanto, o São Paulo caiu muito de produção, sofreu o terceiro gol e ainda perdeu o volante Wellington, expulso.

“Mas as coisas vão melhorar”, minimizou Fabrício, por fim. “Treinador não resolve tudo sozinho. Temos que dar as mãos e sair juntos dessa situação”.

A derrota deste domingo aumentou para sete jogos a sequência sem vitórias. A próxima chance de quebrar a série negativa será na quarta-feira, diante do Corinthians, pela decisão da Recopa Sul-americana. Após perder o jogo de ida por 2 a 1, a equipe precisa vencer por dois gols de vantagem para ser campeã – ou da diferença mínima para levar a disputa à prorrogação.

 

Fonte: Gazeta Esportiva