O clima no São Paulo é de crise. Se dentro de campo a equipe não vence uma partida desde o dia 29 de maio, fora dele os bastidores também não são animadores. A começar pela troca de farpas entre o diretor de futebol Adalberto Baptista e o goleiroRogério Ceni, o Tricolor vive uma espécie de guerra fria em seu departamento de futebol. Ciente de que a situação é preocupante, o vice-presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, pediu calma aos dirigentes para que tudo possa retomar o curso normal no São Paulo. Neste sábado, o Tricolor volta a campo pelo Brasileirão contra o Cruzeiro, no estádio do Morumbi, e a previsão é de protestos.
Na manhã desta quinta-feira, durante evento de lançamento dos novos uniformes do Tricolor, Leco se mostrou preocupado preocupado quando questionado sobre a crise atual. O dirigente recomendou menos apreensão e mais efetividade.
– Precisamos de trabalho e sossego. O que menos precisamos nesse momento é de agitação. Nossa situação é complicada, e a única saída é trabalhar. Encontrar um foco bem definido e seguir a partir dele – argumentou.
A Recopa Sul-Americana, que era vista como uma possível saída para aliviar a crise, piorou sensivelmente as coisas. A derrota por 2 a 0, na última quarta-feira, e a perda do título, agravou a crise. A equipe acumula ainda a pior série da história no estádio do Morumbi, perdendo quatro jogos consecutivos.
Por isso, a partida deste sábado é vista como fundamental para, ao menos, avistar uma luz no fim do túnel. A diretoria sabe que outra derrota no Morumbi tornará a pressão da torcida praticamente insuportável. Atualmente, o São Paulo ocupa a 14ª colocação do Campeonato Brasileiro, com oito pontos em oito jogos. Um tropeço em casa pode mandar o time para a zona de rebaixamento.
– Temos de ganhar do Cruzeiro a qualquer custo. Não adianta pensarmos em saídas para o momento difícil se não vencermos. A retomada da equipe é essencial – completou. Leco
Fonte: Globo Esporte
Essa diretoria vai afudnar o tricolor! Esta mais do que na hora de sair toda esta coeja!
Paulo Pontes, eu te pergunto: Onde está o dinheiro do Lucas e do Oscar???. Em corridas de Formula Porche na Europa?
Esse conhece de futebol tanto quanto o “diretor”.