Usar força máxima ou fazer testes: a dúvida do técnico do São Paulo

O técnico Ricardo Gomes terá quatro dias de treinos para decidir qual estratégia usa nas duas partidas que o São Paulo ainda tem pela frente no Campeonato Brasileiro. No domingo, a equipe enfrentará o Atlético-MG no estádio Independência, em Belo Horizonte. No final de semana seguinte, o rival será o Santa Cruz, no Pacaembu.

Ele tem duas opções: escalar a melhor equipe possível para tentar melhorar a posição na tabela e deixar pelo menos uma impressão mais positiva na despedida ou então utilizar jogadores que têm pouco espaço e precisam ser avaliados para ver se podem ficar em 2017.

São os casos, por exemplo, do meia Jean Carlos e do atacante Robson. Ambos foram contratados por empréstimo durante o Campeonato Brasileiro e têm vínculos até o final do Paulista do ano que vem. O primeiro disputou seis partidas até agora, enquanto o segundo só atuou em três ocasiões.

Já outros jogadores não serão utilizados. São os casos do meia Michel Bastos, cuja saída já está decretada, e do lateral-esquerdo Carlinhos que, apesar de ter mais um ano de contrato, é considerado carta fora do baralho pela diretoria para a próxima temporada. Vale lembrar que Wesley está machucado e João Schmidt suspenso para o jogo de domingo. Ele será substituído por Hudson.

No ataque, Chavez está livre de suspensão e deverá atuar, já que Pedro e Gilberto, que jogaram em Chapecó, deixaram a desejar. O time entrará em campo sem a preocupação de rebaixamento, já que o risco acabou com a derrota do Internacional para o Corinthians na última segunda-feira.

Fonte: Globo Esporte

Um comentário em “Usar força máxima ou fazer testes: a dúvida do técnico do São Paulo

  1. Isso jumento. Na partida que ainda lutávamos pra escapar matematicamente do rebaixamento fez testes e perdeu. Agora que já está livre, que pode fazer testes, aí não sabe se vai com força máxima.
    É uma piada.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*