Último algoz do Nacional contou com “apagão” do time de Osorio

Era um sábado, dia 4 de abril de 2015, quando o Atlético Nacional-COL, então treinado por Juan Carlos Osorio, sofreu um “apagão”. Levou três gols do Cortuluá em 16 minutos de jogo, em pleno estádio Atanasio Girardot, e perdeu por 3 a 1 pelo Campeonato Colombiano. Desde então, o time de Medellín não sabe o que é perder por dois tentos de diferença em sua casa.

Do time que enfrentará o Tricolor na partida de volta pelas semifinais da Copa Libertadores da América, apenas Farid Díaz, Jonathan Mejía e Alejandro Guerra integravam a equipe de 15 meses atrás, que fez seu gol de honra através de Jonathan Copete, contratado do Santos em junho passado.

O cenário daquele 4 de abril de 2015 é tudo o que o São Paulo deseja para esta quarta-feira, a partir das 21h45 (de Brasília), quando espera alcançar sua sétima final de Libertadores. Derrotado por 2 a 0 no Morumbi, a equipe comandada por Edgardo Bauza precisa de um triunfo por dois gols de diferença desde que balance as redes adversárias ao menos três vezes (3 a 1, 4 a 2, 5 a 3…). Caso devolva o placar da semana passada , a decisão irá para a disputa por pênaltis.

A única vez que o Tricolor conseguiu reverter um placar de dois gols de diferença em um mata-mata de Libertadores foi em 1993, quando o time de Telê Santana aplicou uma acachapante vitória por 4 a 0 no Newell’s Old Boys, da Argentina, no Morumbi, devolvendo em dobro a derrota sofrida em Rosário.

“Não temos apenas que fazer gols, isso é importante, mas a equipe tem que fazer um jogo inteligente. Vamos arriscar em alguns momentos, mas o Nacional é um adversário perigoso, principalmente quando tem a bola”, analisou o Patón.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

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