Thiago Mendes, Calleri e Ganso aliviam ‘ressaca’ das saídas de ídolos

Se havia preocupação sobre quem seriam os sucessores de Rogério Ceni, Alexandre Pato e Luis Fabiano como líderes técnicos do elenco do São Paulo, ela precisou de apenas quatro jogos para ela diminuir. Para fazer o Tricolor entrar de vez na disputa pelo tetra da Libertadores, as esperanças moram em Thiago Mendes, Ganso e Calleri. Juntos em campo, o trio já ajudou o time a fazer quatro gols em somente 34 minutos em dois jogos.

O primeiro a mostrar o cartão de visitas para o um bom começo de ano foi o volante. Logo no primeiro teste do ano, o amistoso contra o Cerro Porteño (PAR) foi decidido com um chute rasante no canto direito do goleiro Anthony Silva. Depois, no último sábado, foi Roberto, do Água Santa, quem sofreu com patada do camisa 23 são-paulino, chamado por Edgardo Bauza no segundo tempo para ser preservado para a decisão contra o César Vallejo, às 21h45 de quarta-feira, no Pacaembu.

– O segredo é o trabalho do dia a dia nos treinamentos, com muitas finalizações para conseguir aproveitar nos jogos. E estou sendo feliz. Não conseguimos títulos no ano passado e isso nos deixou muito frustrados. Por isso queremos tanto conquistar muitos títulos nesta temporada – avisou.

No segundo compromisso da temporada, a estreia no Campeonato Paulista contra o Red Bull Brasil, foi Ganso quem decidiu ao fazer gol de cabeça em cruzamento de Michel Bastos. Na partida seguinte, o duelo de ida com o César Vallejo, o Maestro deu lançamento impecável justamente para Calleri garantir o empate em 1 a 1 que deixa o Tricolor a um 0 a 0 de uma vaga no Grupo 1.

– A gente tem que buscar sempre os atacantes para deixá-los na cara do gol. Calleri um cara de área, que sabe fazer gols como Kieza e Alan Kardec, que dependem da gente servi-los bem. O segredo é fazer uma boa preparação na pré-temporada e ter uma alimentação controlada – receitou o camisa 10.

O último, e talvez o em maior intensidade, a empolgar a torcida para o confronto de volta com os peruanos foi Calleri. O toque por cobertura em Trujillo, as cabeçadas certeiras e a assistência para Michel Bastos diante do Água Santa têm deixado até a imprensa argentina impressionada com o início de Jony, concorrente de Alan Kardec.

– Sei que preciso seguir trabalhando por uma vaga de titular. Esse é o caminho, mas a decisão é da comissão técnica. A mim cabe trabalhar pela equipe e por meus companheiros. Ver e escutar os companheiros está me ajudando, por isso marquei os gols. Mas ser titular depende da comissão. Ser titular é melhor sempre, mas também estou ajudando como reserva, é muito bom – vibrou.

Fonte: Lance

Um comentário em “Thiago Mendes, Calleri e Ganso aliviam ‘ressaca’ das saídas de ídolos

  1. Muito obrigado ao M1T0 mas ele estava fazendo de tudo pra nao ser mais idolo , alexandre pato quando preciso sumiu , luis fabiano prefere briga com torcedor e imprensa que joga bola ,E MUITA CALMA NESSA HORA , NAO ME ILUDO COM UMA VITORIA SOBRE O PODEROSO AGUA SANTA

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