São Paulo vive maior jejum do ano e só fica atrás de Paraná e América

O São Paulo vive dias sombrios no Campeonato Brasileiro. O rendimento da equipe na competição por pontos corridos despencou a ponto de ter igualado o número de derrotas do primeiro turno em apenas dez rodadas do segundo. As estatísticas são ainda piores: atualmente, o jejum de vitórias do Tricolor paulista só não é pior do que os de América-MG e Paraná.

A sequência é de cinco rodadas sem vitória no Brasileirão – série que começou em um 0 a 0 com o rival Santos, na Vila Belmiro, e passou por derrotas para Palmeiras e Internacional, dois times da parte alta da tabela. Atualmente, é uma sequência inferior apenas às do Paraná, lanterna do Campeonato Brasileiro que está há 15 jogos sem vencer, e do América-MG. O Coelho não vence há seis partidas.

São três empates e duas derrotas na série. Antes disso, o pior jejum havia ocorrido entre o fim de abril e o começo de maio. Na ocasião, que contou com um jogo da Copa do Brasil e três do Brasileiro, o Tricolor empatou quatro partidas em sequência. O duelo do torneio mata-mata, inclusive, foi contra o Atlético-PR, rival do próximo sábado, no Morumbi.

Se levarmos em conta os últimos oito jogos do São Paulo na temporada, todos válidos pelo Brasileirão, só houve uma vitória, contra o Bahia, por 1 a 0, o que mostra que a má fase não é recente e o triunfo no Morumbi sobre os baianos foi uma exceção nesse período de queda livre na tabela do campeonato.

Somados os dois turnos do Brasileirão até aqui, o aproveitamento tricolor é de 59,8%. Preocupado com o momento do clube, até mesmo o diretor executivo de futebol Raí se pronunciou para tentar apaziguar a crise. O dirigente bancou a permanência de Diego Aguirre e negou que problemas internos causaram a brusca queda de rendimento do time.

 

Fonte: Lance

3 comentários em “São Paulo vive maior jejum do ano e só fica atrás de Paraná e América

  1. O problema é que o treinador quer resultado diferente fazendo sempre o mesmo!
    Tem 30 jogadores no elenco e utiliza-se, no máximo, a metade deles. Por que os outros continuam no elenco? O Brenner, com confiança do treinador e num time organizado, não poderia ser melhor que o Diego Souza no ataque? E o Diego Souza, treinado não poderia ser um bom substituto para o Nenê, já que também fez toda sua carreira como meia? Pois é: para o Aguirre os outros 15 atletas só servem para fazer pose no banco de reservas, já que nem coletivo do time A contra o time B se promove no tricolor. É só a tal bola parada e olhe lá! Por isso os treinamentos sempre fechados. Como já disse algum comentarista aqui mesmo, o treinador esconde tanto que, quando entram em campo, ninguém sabe o que treinou e pra que!!!

  2. O problema nao é só esse jejum, mas como os jogadores e comissao tecnica e direcao estao encarando isso, parece tudo normal, como disse amigo abaixo o time perdeu tudo de bom do 1o turno, desaprenderam de jogar, logico temos alguns jogadores com idade avançada, mas nao tem desculpa, outros adversarios tb tem jogadores assim e nem por isso estao deixando de jogar e bem, problema é a morosidade em tomar atitudes mas serias e drasticas, espera d+, espera afundar para depois tentar fazer alguma coisa, e como disse amigo abaixo esse ano ja era, é tentar pelo menos manter entre os 6o primeiros e 2019 fazer uma limpa nesse elenco fraco, ver o que presta e o que nao presta e tentar montar um time melhor e logico sem esse Aguirre pq esse ja provou que se manterem em 2019 pode dar o time do Palmeiras para ele que nao consegue fazer o time ser campeao.

  3. O mais curioso de tudo, é o sumiço da chamada “intensidade” nos jogos. Escafedeu-se a garra, sumiu a dedicação. Para onde foram? Será que o vírus da indolência dos tempos recentes de Dorival Jr. retornou? Qual o motivo? Eu sei que aos 37 anos, o Nenê não aguentaria o ritmo durante toda a campanha. Aliás, todos sabiam. E por que não se tratou de conseguir um reserva à altura? Todos, inclusive o Raí, erraram na avaliação de que os garotos da base dariam conta dessa alternância em campo. Não deram, essa é a realidade. Ficou patente que se faz indispensável um período de maturação entre o sub-20 e o time profissional. Elenco enxuto foi um requisito pedido pelo treinador. Tão enxuto que, quando se precisou de peça de reposição, o almoxarifado estava vazio. Deu no que deu! S´[o espero que esse erro de avaliação sirva como lição para melhorar o planejamento da próxima temporada, porque essa já, praticamente, acabou.

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