São Paulo pretende usar 2013 para apagar problemas do ano passado

O ano de 2013 para o São Paulo como instituição é considerado de ressurreição. A diretoria busca incessantemente voltar ao topo da América do Sul ganhando a Libertadores e, pouco tempo depois, sair de Marrocos, sede do Mundial, dizendo que é o melhor time do mundo. Dentro de campo, uma verdadeira legião de jogadores também busca a volta por cima em relação à temporada que passou.

É o caso, por exemplo, de Paulo Henrique Ganso. O meia saiu xingado de Santos, chamado de mercenário em um ano em que ele não atuou o tanto quanto gostaria, ora por problemas burocráticos, ora por lesão. No São Paulo, ele busca recuperar o futebol que o colocou como destaque na mídia internacional e chegou a lhe dar o status até de camisa 10 da seleção brasileira.

Após pagar R$ 24 milhões por metade de seus direitos econômicos, o time do Morumbi espera já ter o retorno do investimento no jogador que apelidou de Maestro. Pelo menos nas palavras, o meia, que já treinou como titular em Cotia, mostra que está com a mesma ideia de seus superiores.

“Tem muita coisa boa para acontecer. Confio que será o ano do Ganso. De muitas conquistas e títulos pro Tricolor. A Libertadores é um sonho do torcedor são-paulino e é em busca dela que a gente vai”, disse o jogador em entrevista ao site oficial.

Outro jogador que chegou a ser consagrado e foi até campeão do mundo com a seleção brasileira é o zagueiro Lúcio. Na Juventus, o jogador não conseguia atuar por enfrentar a concorrência dos zagueiros titulares da seleção italiana e acabou jogando apenas quatro vezes em cinco meses.

Na sua reapresentação, o experiente atleta de 34 anos admitiu insatisfação na Europa e afirmou que ainda almeja seleção brasileira no seu retorno ao país.

Ao lado dos dois, ainda há Wellington, que também quer esquecer o ano de 2012. Após uma grave lesão no joelho, em fevereiro, o volante poderá provar porque é apontado pelos torcedores e diretores como a próxima grande revelação das categorias de base após a saída de Lucas.

Na mesma posição, o ano é de volta por cima para Fabrício. O jogador chegou até a dizer que estava com vergonha dele mesmo depois de tantas lesões sofridas com a camisa do São Paulo. Ele nem chegou a completar 90 minutos defendendo o time do Morumbi.

Cañete é outro que quase não mostrou a que veio. Com uma grave lesão no joelho, que o fez parar por um ano, o argentino conseguiu jogar apenas quatro vezes e não vê a hora de ter uma chance de Ney Franco para ser mais um na briga pela titularidade.

Possíveis contratações também precisam de reviravolta

Eduardo Vargas, do Napoli, e Breno, atualmente sem clube e preso na Alemanha, também querem usar 2013 para mostrarem seus valores. O chileno atuou apenas nove vezes na temporada no time italiano e pode chegar no Morumbi para recuperar espaço na seleção chilena e mostrar a categoria que o consagrou atuando em casa.

Já o zagueiro nem sabe quando será libertado, mas quer fazer de tudo para esquecer 2012. Preso por ser acusado de colocar fogo na própria casa, ele já tem contrato com o São Paulo mesmo na cadeia.

Fonte: Uol

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