São Paulo está longe de alcançar meta prevista em venda de jogadores

Esta semana o São Paulo conseguiu dar um equilíbrio em seu caixa, mas continua longe da previsão orçamentária na venda dos jogadores.

Com as vendas de Morato ao Benfica por 6 milhões de euros (R$ 27,5 milhões) e Miguel Alcântara (sub-20) ao Ascoli, da Itália, por 500 mil euros (R$ 2,3 milhões), o Tricolor respirou financeiramente, mas segue com esta ‘preocupação’.

O valor arrecadado por transferências pelo clube paulista até agora é de R$ 71, 3 milhões, longe dos R$ 120 milhões esperados pela diretoria. Com o fechamento da janela de transferências, alcançar este valor será tarefa difícil para o Tricolor.

Cláusulas de metas atingidas por jogadores vendidos também costumam aliviar os cofres tricolores. Somente neste ano, o São Paulo recebeu R$ 2,2 milhões do Lille (FRA) pelo fato de Thiago Mendes ter atingido um certo número de jogos, além de levar o clube francês à Liga dos Campeões. O mesmo aconteceu com Maicon, zagueiro que rendeu R$ 1 milhão ao Tricolor por classificar o Galatasaray ao principal torneio de clubes do planeta.

Outro fator que pode rendar uma grana ao São Paulo são pagamentos pendentes. Recentemente o Tricolor recebeu R$ 5,7 milhões referentes à segunda parcela do volante Petros, vendido ao Al Nassr, da Arábia Saudita, e outros R$ 27,1 milhões da transferência de Éder Militão do Porto para o Real Madrid, por conta do mecanismo de solidariedade da FIFA.

Resta ainda, duas parcelas da venda de Lucas Pratto ao River Plate, da Argentina. Os argentinos ainda devem 2 milhões de euros (cerca de R$ 9 milhões). Uma já venceu e a outra está prestes a vencer. Esse dinheiro pode ser bem-vindo para aliviar o São Paulo, e ajudar a fechar o ano no ‘azul’.

 

Fonte: Lance

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