Leco se assusta com defesa do São Paulo: “Isso era bom no Santos, lá atrás”

Presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva lançou sua campanha para a reeleição na última quarta-feira. Se fora de campo as coisas vão ficar cada vez mais acirradas, dentro de campo, pelo que o time mostrou até agora, também não deve haver tranquilidade.

Apesar da boa campanha e três vitórias em cinco jogos, são 13 gols sofridos, o que torna o time comandado por Rogério Ceni a segunda pior defesa do Paulistão (fica à frente apenas do Linense, com 15). Leco aprecia o futebol ofensivo, mas admite que os gols sofridos assustam – já chegou, inclusive, a conversar com Rogério sobre isso.

“Isso era bom no Santos lá atrás, fazia 7 e tomava 3 ou 4. Nós não estamos preparados para isso, nós temos que parar de tomar gol (risos). Ainda bem que estamos fazendo muitos, o Rogério até falou para mim: ‘estamos vivendo emoções, presidente’.  Tivemos 19 conclusões, tomamos dois gols. Isso não é bom, claro, mas nós vamos corrigir”, explicou após lançar sua campanha.

Enquanto disputa a reeleição, o presidente são-paulino não sabe se contará com o apoio político de Ceni – ele espera que sim, mas respeita as posições do ex-goleiro.

“Imagino que sim, me dou superbem com ele, ele expressa isso nas pequenas coisas do cotidiano. Estive ontem com ele depois do jogo (vitória sobre o São Bento por 3 a 2), conversamos, ele está vendo que esse São Paulo é um São Paulo que ele gosta.

As eleições do São Paulo acontecem em abril, e Leco disputa a presidência com José Eduardo Mesquita Pimenta, que presidiu o clube entre 1990 e 1994.

 

Fonte: Uol

3 comentários em “Leco se assusta com defesa do São Paulo: “Isso era bom no Santos, lá atrás”

  1. Como é que não temos defesa, gente?
    Os mesmos atletas formaram uma das melhores defesa do campeonato brasileiro no ano passado mesmo lutando contra o rebaixamento, já que não faziam gols. Então, concordo que está havendo muitas falhas individuais e elas, com certeza, são passageiras: tão logo o físico estiver suficiente para aguentar os 90 minutos jogando com intensidade elas tendem a, se não acabar, pelo menos, diminuir muito e deixaremos de tomar tantos gols!!!

  2. O problema são as falhas pessoais… Lugano, Maicon, Breno, João Schmidt, Bufarrini, Bruno, Sidão, etc. é só examinar os gols que fica fácil concluir que foram produtos de falhas pessoais e não de posicionamento da equipe. Aliás, temos uns 6 zagueiros que, noves fora, ficam reduzidos a somente 2, e olhe lá.

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