Dono da área, gols de primeira e bom de cabeça: como Calleri pode decidir

6 de julho de 2016. Dia de cantar “toca no Calleri que é gol”. E seus gols serão ainda mais importantes.

Sem os passes de Ganso e os dribles de Kelvin (dois de seus principais garçons), o argentino ganha maior protagonismo no setor ofensivo na semifinal da Libertadores contra o Atlético Nacional, às 21h45, no Morumbi. Em 29 jogos neste ano, ele fez 15 gols, oito no torneio internacional. É o artilheiro do São Paulo na temporada.

Sabe como foram esses gols?

Eles mostram a letalidade do centroavante na área. Todos foram feitos dali. A imensa maioria com apenas um toque na bola, incluindo o único de pênalti, um feito no rebote da própria cobrança de pênalti, e os seis de cabeça, número que desmente uma previsão de que ele não era tão bom assim no fundamento.

Foi de cabeça que ele classificou o São Paulo. Marcou assim sobre o The Strongest, na altitude, no último jogo da fase de grupos da Libertadores.

No infográfico ao lado, um resumo de como Calleri pode ajudar o Tricolor a sair na frente nesta quarta-feira, no Morumbi, palco de sete de seus gols. A segunda partida, em Medellín, será na próxima quarta-feira.

Calleri, São Paulo x Trujillanos (Foto: Geovani Velasquez/Código 19/Estadão Conteúdo)Calleri comemora um de seus 15 gols pelo São Paulo (Foto: Geovani Velasquez/Código 19/Estadão Conteúdo)
Fonte: Globo Esporte

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