Clubes manifestam apoio a Biro Biro; São Paulo não se pronunciou

A rivalidade entre os clubes do Rio de Janeiro ficou de lado na última terça-feira. Após o diagnóstico de que Biro Biro sofreu uma parada cardíaca durante o treinamento do Alvinegro, na parte da tarde, o clube de General Severiano recebeu mensagens de apoio vindas de torcedores e dos outros três grandes times do estado. Além disto, outras agremiações também se pronunciaram.

Este, porém, não foi o caso do São Paulo. Apesar de ter sido o último clube que Biro Biro defendeu antes de chegar ao Botafogo, o Tricolor, até a publicação desta matéria, não se pronunciou oficialmente pela situação do atacante. O atleta de 24 anos vestiu a camisa do clube do Morumbi por cerca de seis meses – ele havia sido contratado no início da atual temporada.

Apesar disto, as redes sociais foram tomadas rapidamente por mensagens de apoio a Biro Biro, que realizou exames ainda na noite da última terça-feira e possui quadro estável. Em poucas horas, a hashtag “#ForçaBiroBiro” era um dos assuntos mais comentados no Twitter brasileiro.

Os pronunciamentos de apoio superaram o âmbito estadual e também foi comum notar outros clubes brasileiros postando mensagens de apoio. A Ponte Preta, outro time que Biro Biro defendeu durante sua carreira, também postou um tweet de apoio.

Também no Twitter, o Botafogo fez questão de responder as mensagens de Flamengo, Fluminense e Vasco. O clube agradeceu ao carinho mostrado pelos rivais e destacou o desejo pela melhora do atacante.

 

Fonte: Lance

7 comentários em “Clubes manifestam apoio a Biro Biro; São Paulo não se pronunciou

  1. O SPFC deveria aposentar há pelo menos 1 ano o nosso veterano .medico.
    Ele já está pedindo para parar p-orqie não dá mais para se atualizar na medicina
    que tem novidades todo dia !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    O Leco e o Raí que precisa acordar logo!

  2. Coitado desse rapaz, que zica. Não tem nada a ver, não é má vontade do rapaz, mas me fez lembrar a história daquele jogador da década de 70 que não jogava bola, ficava só dando migué, assinava um contratinho curto, embolsava as luvas, fingia que estava machucado e na hora de jogar já tinha acabado o contrato e pulava para outro clube.

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