Calleri, Jadson e novo 9: diretoria do São Paulo explica atuação no mercado

A diretoria do São Paulo está focada na busca por um centroavante para reforçar a equipe ainda neste primeiro semestre. É o que garante o diretor de futebol José Jacobson Neto, que conversou com os jornalistas logo após a apresentação do meia Cícero, quarto reforço da equipe para a temporada 2017.

O dirigente aproveitou para falar sobre a situação do argentino Calleri, que está em baixa no West Ham e entrou na mira como possível reforço da equipe do Morumbi.

– Acho que falta um camisa 9. No mais, acredito estarmos bem preparados para este primeiro semestre. O Calleri interessa, mas existe o problema com o grupo de investidores, que pagou alto por ele e quer sua permanência no futebol europeu, mesmo que ele não fique no West Ham. O São Paulo não tem condições de investir nada, é fora da nossa realidade. Além disso, um empréstimo por seis meses não nos interessa. Não posso trazer o Calleri de novo por um período curto. No ano passado, tinha a Libertadores – afirmou.

Jacobson também falou sobre o meia Jadson, que rescindiu seu vínculo com o Tianjin Quanjian, da China. O dirigente são-paulino confirmou que teve conversas com o atleta no final do ano passado, mas que agora não há interesse, principalmente porque a pedida salarial é muito acima do teto do clube, que é de R$ 400 mil mensais.

Jacobson, diretor de futebol do São Paulo (Foto: Marcelo Prado)Jacobson, diretor de futebol do São Paulo (Foto: Marcelo Prado)

– Passei uma tarde junto com o Jadson em novembro, conversamos sobre um possível retorno e ele mostrou bastante vontade de voltar a jogar pelo São Paulo. Mas na época havia o problema da rescisão com o clube chinês. Hoje fiquei sabendo que ele ficou livre, mas não o procuramos mais. Além do mais, a sua pedida salarial é aproximadamente o dobro do nosso teto. Não temos como arcar com isso – ressaltou.

O dirigente garantiu que o São Paulo não tem mais interesse no atacante Cristian Colmán, do Nacional do Paraguai. Seu destino provável é o Dallas, dos Estados Unidos.

– Tivemos várias conversas. O jogador foi oferecido, o Rogério gostou e começamos a negociar. Chegamos a um acordo. Trouxemos o jogador e seu tio para conhecer o Morumbi, o CT da Barra Funda e o CFA de Cotia. Ele ficou deslumbrado. Depois, pediram para o São Paulo aumentar o valor do pagamento da primeira parcela e topamos. Mas eles vieram com a história do Dallas e começaram a fazer leilão. Não podemos trabalhar dessa maneira – explicou.

Além de um centroavante, Rogério Ceni também pediu a contratação de um primeiro volante, mas isso deve ficar para o meio do ano, visando o Campeonato Brasileiro. A diretoria chegou a conversar com Bruno Henrique, ex-Corinthians, que pediu para ficar no Palermo até o final da temporada italiana.

3 comentários em “Calleri, Jadson e novo 9: diretoria do São Paulo explica atuação no mercado

  1. Pessoal, esse é o ano de termos um elenco menor. Não é hora de gastar muito, basta ir para libertadores e montar uma base. Em 2018 reforçamos essa base.

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