Bola aérea do São Paulo volta a dar dor de cabeça para Ney Franco

Ney Franco não demorou para se dirigir à entrevista coletiva neste domingo. O treinador não precisava perder tempo pensando em quais seriam as perguntas feitas pelos jornalistas depois do tropeço para o Grêmio. O problema era dar a resposta de como parar de tomar gols de bola aérea.

Ele admite a grande dificuldade neste quesito e quer ter uma semana sem jogos para trabalhar especificamente essa jogada. No entanto, o calendário do futebol brasileiro não será tão generoso com o comandante. Pelo menos até a 25 rodada do Brasileirão, o São Paulo entrará em campo no meio e no fim de semana.

Então a brecha na tabela não pode vir tarde demais, Ney Franco?

– Pode vir, mas não significa que vamos tomar gols em todos os jogos com falhas do setor defensivo. Vamos conversar com os atletas, saber se temos que fazer algumas mudanças de posicionamento ou da forma como marcamos para tentar solucionar esse problema – disse.

Irritado, Rogério Ceni preferiu o silêncio. Rhodolfo falou e pediu para que todo o time tenha mais atenção nos cruzamentos, que foram determinantes para as derrotas diante de Fluminense e Grêmio.

– Infelizmente tomamos dois gols de bola aérea e precisamos de mais concentração para quem for marcar. Demos bobeira. No fim, quisemos sair para o ataque e acabamos levando – declarou o zagueiro, que é um dos líderes da defesa.

A postura de buscar o gol da vitória partiu do banco de reservas. Ney Franco não admite perder pontos no Morumbi e, por isso, trocou Casemiro, que atuava como zagueiro, por Willian José. Pouco depois, saiu o gol de André Lima.

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