Artilheiro do Paulista, Pato é esperança no São Paulo. E não só pelos gols

Alexandre Pato já se acostumou a viver numa gangorra. Depois de momentos de baixa e de ter iniciado a temporada fora do time titular, o atacante deslanchou. Ele já anotou seis gols no Campeonato Paulista, lidera a tabela de artilheiros e se transformou em esperança do São Paulo para a Copa Libertadores.

No sábado , Pato balançou as redes duas vezes na vitória do São Paulo por 4 a 0 sobre o Audax. Com isso, chegou a seis e se isolou na artilharia do Campeonato Paulista. Ele é responsável por um terço dos gols marcados pela equipe tricolor no torneio estadual.

“O que eu posso falar em relação ao Pato é que se trata de um baita jogador. Sempre que ele quiser jogar no limite, vai render muito para a nossa equipe”, disse Muricy Ramalho depois da vitória sobre o Audax.

Os gols são apenas parte da relevância de Pato. O camisa 11 também se tornou fundamental para o São Paulo por ser o mais versátil entre os atacantes. Pode jogar na frente, como fez em parte do segundo tempo contra o Audax, ou pode atuar atrás de um centroavante.

É assim que Pato vai atuar na quarta-feira (25), contra o Danubio, na segunda rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. Ele jogará atrás de Luis Fabiano, que vai ser mais uma vez o titular no comando do ataque tricolor.

Pato ainda não estreou na Copa Libertadores. Na primeira rodada, o atacante foi vetado do jogo contra o Corinthians por questões contratuais – ele está emprestado pela equipe alvinegra, e o acordo tem cláusulas que impedem a utilização do atacante.

Se quiser ter Pato contra o Corinthians, o São Paulo precisa desembolsar R$ 5 milhões e ter anuência do time alvinegro. Caso contrário, a equipe do Parque São Jorge pode encerrar imediatamente o empréstimo.

“Assistir é diferente de estar lá dentro. Da TV você vê muitos espaços, e eu fiquei muito nervoso. O Corinthians foi muito superior e mereceu vencer, mas precisamos esquecer isso. Foi só o primeiro jogo”, disse Pato.

Como escolta de Luis Fabiano, o camisa 11 dará ao São Paulo uma opção de velocidade e profundidade que Alan Kardec não conseguiu ser contra o Corinthians. O time tricolor não teve uma finalização certa sequer no clássico da quarta-feira passada.

 

Fonte: Uol

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