Derrota para o Botafogo pode trazer consequências piores para o time

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo perdeu de novo. Mais do que isso, não mostrou nada que pudesse dar ânimo e fazer saltar a esperança de que dias melhores virão.

Dizem os analistas, Muricy e os jogadores que tudo poderia ter sido diferente se o São Paulo aproveitasse as três oportunidades que teve no primeiro tempo, já que o Botafogo não chutou uma única bola ao gol de Rogério Ceni. Apesar do “se” não jogar, vou concordar em tese: foram duas e não três, as chances claras de gol. Dois passes de Ganso que Ewandro caiu com um “sopro” que tomou e outra que Centurion, como sempre, perdeu cara a cara com o goleiro. Mas vamos lá: fizesse os dois gols, talvez saísse de lá com a vitória, pois obrigaria o Botafogo a se abrir e vir para cima.

Mas os gols não saíram e no começo do segundo tempo, gol do Botafogo. E o time se entregou como um lutador que toa um cruzado e joga a toalha. O mesmo do mesmo voltou. Futebol horizontal, sem qualquer tipo de profundidade, lentidão sonolenta e erros de passes, que propiciam contra-ataques dos adversários e gols. Ou não foram assim que saíram os gols do Botafogo? Ou não foram assim que saiu o gol do San Lorenzo? Ou não foi assim que saíram os gols do Palmeiras?

Algo está muito errado em tudo isso. Não quero acreditar que haja um movimento dos jogadores para fritar Muricy Ramalho. Rogério Ceni não permitiria esse estado de coisas. Adiou seu final de carreira para disputar a Libertadores e não jogaria para cima sua última chance de uma grande conquista por picuinhas do elenco com o técnico. Mas é fato que a fritura vem da diretoria e o caos político que o clube vive hoje contaminou profundamente o elenco. Ninguém se sente seguro e o ambiente está podre, quase igual ao que existia quando Muricy chegou e o time brigava para não ser rebaixado.

Mas a derrota para o Botafogo pode ser muito mais danosa do que parece. Ele nos impõe a obrigação de ganhar da Portuguesa, na quarta-feira, e torcer para tropeços do Palmeiras e do Santos. O Palmeiras joga em Itu, contra o Ituano enquanto o Santos joga na Vila, contra o Rio Branco. Se isso não acontecer, ou seja, se Palmeiras e Santos ganharem, seremos o pior dos grandes e só teremos vantagens nas próximas fases no jogo contra o RB Brasil. De resto, sempre jogaremos fora.

Derrota previsível para um time que não se encontrou até agora

Amigos são-paulino, leitor do Tricolornaweb, perder do San Lorenzo, atual campeão da Libertadores e líder do campeonato argentino, com o Nuevo Gazômetro lotado, é absolutamente normal. Por isso, ao contrário de muitos, não vejo como uma tragédia essa derrota. O que sinto é que o time não consegue se encontrar em campo, e até quando não joga mal, acaba perdendo.

Nesta quarta-feira, em Buenos Aires, foi o que eu vi. O San Lorenzo, um time limitado, mas com a garra argentina, tentou exercer pressão desde o começo do jogo. Mas o São Paulo foi conseguindo ter posse de bola e, aos poucos, equilibrou o jogo. A única jogada de destaque do San Lorenzo era a descida do lateral e do meia pela direita. Reinaldo, limitado, não dava conta. Ora era Ganso, outra Souza, que ajudavam na marcação, mas geralmente os argentinos levavam vantagem.

Não entendi a razão de Muricy não ter deslocado Michel Bastos para o setor. Além de ser melhor para esta marcação, poderia fazer a inversão e o 2 em 1 na frente, com descidas de Reinaldo.

A contusão de Kardec também foi fundamental para a derrota. Mas os erros de Denilson nos passes, algo que já se tornou tradição, mas, e principalmente, de Ganso, deixaram o ataque sem receber bolas. Com Pato e Centurion jogando abertos, faltava um homem referência na área.

Mesmo assim o time estava dominando o jogo no segundo tempo. Tanto que o gol saiu num contra-ataque. Bola lançada alta para o meio de campo, Lucão perde na cabeça, a bola vai para o atacante que dá um chapéu em Tolói e marca um golaço. Neste lance fatídico não dá para culpar Muricy. E, mesmo entendendo que ele cometeu alguns erros táticos ontem, não o coloco como principal culpado da derrota.

A classificação para a próxima fase está aí, só depende de nós. Temos que ganhar do Danúbio em Montevidéo e, convenhamos, não é tarefa difícil, e podemos pensar em jogar por um empate com o Corinthians no Morumbi – apesar que, para mim, nossa obrigação é vencer em nosso estádio -. E teremos tempo para melhorar este time para os jogos decisivos.

A vitória refresca a semana, mas não prova nada

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, a vitória do São Paulo, com seu time reserva, sobre o Linense, por 3 a 0, não prova absolutamente nada. Apenas dá um refresco para a semana que começa e tem uma decisão na quarta-feira: o jogo contra o San Lorenzo.

Neste domingo o time do primeiro tempo lembrou muito o titular: muitas jogadas de lado, quase nenhuma profundidade e poucos chutes a gol. Se reclamam da lentidão de Ganso, não vi nada diferente em Boschilia. Se reclamam que Michel Bastos exagera na demora para soltar algumas bolas, não vi nada de diferente em Centurion.

Inegável que o Linense veio apenas para se defender e por isso posicionou o time todo atrás da bola. Mas esperavam o que? Que viesse para ganhar o jogo? Caberia ao São Paulo entrar em campo ciente disso e conseguir uma fórmula para marcar o primeiro gol.

Mas ele só veio no segundo tempo. E, claro, após o golaço de Rogério Ceni, tudo ficou mais fácil. O Linense se abriu, arriscou algumas jogadas de ataque e deu espaço para o São Paulo jogar. Então Boschilia ficou um pouco mais rápido, Thiago Mendes também acelerou um pouco mais e Ewandro começou a aparecer, bem aberto na esquerda. Os gols foram saindo com naturalidade, tal a fragilidade do adversário.

Portanto, tirando o fato de esta goleada nos permitir começar uma semana tranquila, apesar de não nos ter levado a nada, do jogo pouco pode se aproveitar de especial para um futuro. E, como diz a torcida, “é quarta-feira”!

Derrota do time, do treinador e do presidente

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, a derrota humilhante para o Palmeiras nesta noite de quarta-feira, na Arena Palestra, não é só do time ou do treinador. É, também, do presidente e de toda a diretoria do São Paulo, que está há um ano no poder e só fez enormes e incorrigíveis asneiras até agora.

Mas vamos começar pelo time. Talvez a expulsão de Rafael Tolói a cinco minutos de jogo não fosse tão danosa se a arbitragem tivesse sido correta e expulsado, também, Dudu. Mas entramos no terreno do “se”, pois naquele momento o time já perdia por 1 a 0, numa falha grotesca do goleiro Rogério Ceni.

Manteríamos o jogo em nível equilibrado se Muricy não tivesse feito a primeira besteira – que resultaria em outras – mantendo o time com o recuo de Hudson para a zaga e formando duas linhas de quatro. Isso era o óbvio. Mas ele colocou Edson Silva, para “reforçar” a defesa e tirou Pato, jogador que seria o mais perigoso para a defesa adversária. Ou seja: deixou o time quebrado, com Ganso que não marcava ninguém, nem jogava, aliás, nem pegava na bola. E o castigo veio como segundo gol. E de novo voltamos ao campo do “se”.

No intervalo ele tentou corrigir o que já não tinha mais jeito, tirando Ganso e colocando Canturion. O argentino, que não sabe chutar para gol, também não sabe driblar. Acaba tropeçando na bola ou no chão. Chegou, algumas vezes, ao grotesco.

Esse foi um breve resumo do chocolate que tomamos na Arena Palestra. Mas e o presidente? Por que culpa também dele?

Porque desde que assumiu o mandato tem feito besteira atrás de besteira. Sua primeira declaração pública foi um ataque sem sentido contra o Palmeiras. Riu à tôa com os chapéus que deu, trazendo Kardec – que beleza de jogador -,  Wesley – onde anda ele? – e Cafu – fantástico – de lá. Mas daí para cá perdeu Dudu, alguns outros, os shows e todos os jogos que disputou contra eles. Teve que enfiar a viola no saco e a cara no chão.

Mas uma diretoria que tem um presidente falando um monte de besteiras, um vice que quer tirar o outro do poder na base da porrada, outro que, antes da eleição, deu uma porrada num sócio, que, por sua vez, se acovardou e não foi para a frente com a denúncia. Vamos esperar o que destes cidadãos, um dos quais se diz são-paulino?

Chega. Começo a achar que não chegaremos a lugar nenhum. Ao menos enquanto o clã Aidar estiver no poder.

 

Nas vezes que foi chamado, o Expressinho não “negou fogo”

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo venceu o Marília de forma muito tranquila no Morumbi, neste domingo. E jogando com o time reserva, a exceção do M1TO. E se formos ver nos últimos jogos, o Expressinho não tem negado fogo. Ganhou do Bragantino, São Bento e Ponte Preta.

Entendo que seria obrigação esta vitória, afinal jogamos contra o pior time do campeonato, dentro do Morumbi e parto do princípio que o elenco do São Paulo tem, obrigatoriamente, que ser superior a estes times do interior. Portanto, mesmo entrando com os reservas, a obrigação da vitória não poderia ser afastada.

Bom para avaliarmos o elenco, vi um Ewandro muito bem, não tendo medo de ir para cima, chutar para o gol. Assim marcou um, perdeu dois, deu uma assistência. Foi muito mais efetivo que Centurion, que deu algumas assistências, mas exagerou no direito de driblar e perder gols.

Gostei também de Boschilia. Apesar de exagerar em algumas individualidades, deu um passe sensacional para o gol de Kardec e fez outras belas jogadas, sempre colocando companheiros em condição de finalização.

Vi um time bem treinado, com os jogadores demonstrando se conhecer, com subidas dos laterais e boa cobertura dos volantes.

Enfim, se não fiquei encantado com um primor de técnica, ao menos vi que para jogos mais fáceis podemos contar com nosso elenco e poupar o que temos de melhor para os jogos mais complicados, como o que será na próxima quarta-feira, certamente.

Vitória aos 44 pode reascender a chama da Libertadores

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, foi um sufoco. Jogo decisivo, espécie de mata-mata pelas circunstâncias, com o primeiro jogo em casa, precisando ganhar ou ganhar, vencer ou vencer, e só conseguir isso aos 44 minutos do segundo tempo, não é para qualquer cardíaco suportar. Mas a vitória veio e trouxe com ela, da maneira que foi, uma chama de vai reascender o espírito guerreiro e soberano do São Paulo em Libertadores.

Foi um daqueles jogos em que eu sairia “p” da vida do Morumbi se não tivesse ganho. Não pelo futebol que o time apresentou, que se não foi de êxtase técnico, foi de determinação pela vitória, mas pelo resultado que nos deixaria em situação delicada na Libertadores.

O time perdeu Pato logo no início do jogo. Ele tem sido fundamental para o grupo e acabou virando um grande desfalque. Pato vinha alternando posição com Luis Fabiano, enquanto Ganso e Michel Bastos trocavam posições pelos lados do campo. Com a entrada de Centurion o lado esquerdo ficou congestionado, pois ele joga muito aberto e o time caiu de rendimento. O San Lorenzo teve algumas chances de gol.

Muricy fez uma alteração tática no intervalo fixando Michel bastos do lado direito, bem aberto, com Centurion pela esquerda e centralizando Ganso. Bruno e  Carlinhos continuavam bastante ofensivos e Ganso tinha opções de armar a jogada. O problema era que o time argentino estava todo acuado, com os 11 jogadores atrás da bola, esperando a chance de um contra-ataque. Aqui aplausos para Toloi e Lucão que não perderam uma única bola.

O time martelou muito, tentou pelas pontas, pelo meio. Contou com o azar de duas bolas na trave e dois erros crassos da arbitragem: um pênalti não marcado sobre Rafael Tolói e o gol anulado de Centurion. Portanto, tudo poderia ter sido mais fácil.

Entrou Kardec no lugar de Souza. Aumentou a altura na área e a atenção dos zagueiros para os cruzamentos de Bruno e Carlinhos. Por isso, no último do jogo, a bola encontrou Michel Bastos sozinho para cabecear, já que toda a zaga se preocupou com a dupla de atacantes. Ponto para Muricy. E para Michel, criticado o jogo todo, mas responsável por toda a jogada do gol e símbolo da raça que exige uma Libertadores.

São vitórias assim que nos dão forças para levantar e gritar: derrubem o São Paulo. Ou a Libertadores já tem dono!

Resultado melhor do que o futebol apresentado

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, tivemos mais uma comprovação das dificuldades que Muricy Ramalho vem encontrando na definição do time do São Paulo. A vitória contra a Ponte Preta em Campinas vale muito mais do que o futebol que o time reserva do Tricolor apresentou.

O primeiro tempo foi desanimador, com uma avenida pelo lado esquerdo composta por Boschilia e Edson Silva. O time bateu cabeça por 45 minutos, sem oferecer qualquer trabalho para a defesa pontepretana. Literalmente falando, o time reserva incorporou a falta de vontade e abatimento que o titular apresentou contra o São Bento. Resultado foi o gol de Roni, atleta com contrato vigente com o Tricolor e que acabou sendo emprestado para o clube campineiro, em um vacilo inadmissível de Auro, que fez corpo mole na jogada e lançou janela afora mais uma chance de ganhar espaço no Tricolor.

A falta de reação do time só mudou com a mudança no posicionamento de dois atletas: Lucão, que fez boa partida e vem se candidatando a ocupar vaga no sistema defensivo, foi para a lateral esquerda e Boschilia para o meio campo, mais centralizado. O jogo se tornou mais equilibrado, com o São Paulo sofrendo menos defensivamente, ainda que não fosse extremamente criativo no ataque, mas conseguiu virar o jogo, com boas jogadas de Thiago Mendes e Ewandro para os gols de Paulo Miranda e Alan Kardec.

O segundo tempo do jogo serve de alento, mas é certo que o São Paulo precisa evoluir. Que esta evolução se confirme contra o San Lorenzo, na quarta-feira…

E a desconfiança continua…

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo venceu pelo placar mínimo o São Bento, mas não espantou o clima de desconfiança que ronda o Morumbi. Ao contrário, mesmo com os três pontos, deixou mais um monte de pulgas na orelha da torcida, em razão do péssimo futebol apresentado na noite desta quinta-feira. O time todo deixou a desejar em mais uma partida do Campeonato Paulista, exceção a Rogério Ceni, Michel Bastos, Hudson e Boschilia – os dois últimos entraram no decorrer do jogo e merecem chances contra a Ponte Preta, no domingo.

Uma vez mais fica claro que a questão não passa simplesmente pela troca de peças, mas também pelo esquema de jogo, que continua capenga. No começo do jogo, o time tentou avançar a marcação para pressionar os zagueiros do São Bento, mas a iniciativa parou por aí. No restante da partida, o que se viu foi um número infindável de passes errados, falta de profundidade, lentidão e pasmaceira. A defesa, que ficava exposta sempre que os volantes subiam para tentar dar opção ofensiva aos meias e atacantes, só não sofreu durante os noventa minutos porque o ataque sorocabano é muito ineficiente.

O resultado confirma a liderança do grupo no Estadual, mas é mais uma oportunidade desperdiçada pelos jogadores e técnico de mostrarem uma reação ao marasmo que vem atingindo o clube. Se já foi difícil vencer o São Bento, imagina o San Lorenzo, que é melhor armado e (muito) mais técnico.

A partida contra a Ponte, em Campinas, tem que ser levada muito a sério para que tentemos organizar nosso jogo. Se repetirmos a performance desta quinta-feira contra nosso principal rival pela vaga às oitavas da Libertadores, a chance é grande de uma eliminação precoce.

Mais uma derrota patética para um time que não joga futebol

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo voltou a perder para um time que não joga futebol. É incrível como nosso jogo não se encaixa e nós perdemos sempre num erro grotesco do time.

Qual não foi neste domingo? Um arremesso lateral, Reinaldo fica olhando a paisagem, Guerreiro joga para trás com Denilson, provavelmente, também olhando a paisagem, e Danilo marca o único gol do jogo. E claro que nada mais aconteceria. O Corinthians é um time que não joga, não deixa o adversário jogar e encontra um momento de pane coletiva para marcar um gol. E depois deixa o tempo passar.

A ansiedade do time são-paulino é tão grande que  M1TO consegue perder um pênalti e o time , com quase um tempo inteiro de jogo, atuando com um homem a mais, não consegue, sequer, empatar a partida.

Culpa dos jogadores, do técnico e de todos que, de uma forma ou de outra, estão envolvidos com o futebol do São Paulo. A situação só não é mais grave por ter sido um jogo do Campeonato Paulista, que não vale nada. Fosse o jogo de volta da Libertadores, “o bicho iria pegar”.

Vamos ter que trabalhar muito para mudar essa situação. Será mais uma semana difícil pelos lados do Morumbi. Espero que Carlos Miguel Aidar não faça mais nenhuma bobagem. Ele anda quieto. E que continue assim, pois quando abre a boca, a coisa envereda para caminhos que não trazem frutos quaisquer para o clube.

Jogo horrível num campeonato medíocre

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o jogo desta tarde em Rio Claro foi daqueles de dar sono. Ou raiva em quem tinha que assistir até o fim para escrever no Tricolornaweb, fazer comentário, dar notas dos jogadores, enfim, trabalhar no site. E, juro, não fosse uma obrigação quase profissional, teria desligado a televisão com 30 minutos de jogo, tal a ruindade e falta de vontade dos jogadores.

Aí vão reclamar do gramado e do calor. Ok, o gramado é ruim e o calor estava forte. Mas o Rio Claro não foi a campo para jogar. Apenas para se defender. E o São Paulo, assim como o fez contra o Corinthians, tocou a bola de lado, não conseguiu penetrações, não chutou a gol e aceitou passivamente a marcação.

O time ficou 76% do tempo de jogo com o domínio da bola. Não tenho medo em arriscar dizer que desses, 50%, no mínimo, a bola esteve nos pés de Lucão e Edson silva. É um jogo irritante. Thiago Mendes, volante que tinha obrigação de sair para o jogo, como segundo volante, só recuava a bola para os zagueiros. Os laterais não passavam do meio. E quando o faziam, erravam tudo. Auro, pedido por tantos, não acerta um único cruzamento. Reinaldo…Bem, Reinaldo nós conhecemos. É o de hoje, não o que quarta-feira.

Mas o Paulista é medíocre. Bons tempos aqueles que tínhamos Ferroviária de Araraquara, do São Bento de Sorocaba, América de Rio Preto, Prudentina, de Presidente Prudente, times que jogavam sério e formavam grandes jogadores. Hoje todos os times do Interior, inclusive sem tradição alguma, estão nas mãos de empresários e não acrescentam nada ao futebol.

Foi o Expressinho, mas acredito que se fosse todo o time titular nada seria diferente. Depois do orgasmo de quarta-feira, no jogo da Libertadores, hoje virou café com leite e ninguém quis saber de nada.