Definitivamente estamos mais para Z4 do que para G8

Amigo são-paulino, mais uma derrota vexatória, ridícula, de um time que vai ficar até o final do Brasileiro brigado para não cair. Esqueçam G8. Esqueçam Libertadores. Nosso destino é ficar fora do Z4. Nem Sul-Americana vamos conseguir.

A atuação do time neste domingo foi sofrível. Um meio de campo ineficiente, ataque inoperante, alas presos na defesa. Vivemos do contra-ataque, sem termos treinamento para isso.

Quando o time joga no esquema 3-5-2 se prevê que os dois alas serão atacantes e dois meias vão impulsionar o ataque. Quando o time se defende os dois alas viram laterais e os meias ajudam na marcação.

O que vimos no São Paulo, no entanto, foram dois alas sendo apenas laterais e os meias completamente perdidos, sem concluir uma só jogada. Aliás, o jogo foi um completo clássico de times beirando a zona de rebaixamento.

Rogerio Ceni foi culpado de tudo isso. Entrou com a escalação errada ao deixar Calleri no banco. Depois piorou ainda mais as coisas ao colocar Shaylon no lugar de Orejuela. Não que o colombiano não devesse sair. Mas foi plena invenção do técnico, assim como já houvera feito Crespo ao locar Igor Gomes por ali.

O fato é que antes tínhamos um time, longe de termos um elenco. Hoje nem time temos, pois com a saída de Daniel Alves ficamos com Igor Vinicius e Orejuela. O nhô ruim e nhô pior.

Triste São Paulo, que continua sendo um caldeirão político efervescente, onde o odor da podridão política se espalha por todos os cantos, e o time desmorona para entrarmos em outro ano sendo apenas coadjuvantes, longe de sermos protagonistas.

Com tudo isso arrisco a dizer: Deus nos livre de irmos para a série B. Se formos, seremos o novo Cruzeiro, um time multi-campeão, mas que pagou o preço dos desmandos administrativos, se afundou em dívidas, foi para a série B, não voltou e ainda corre o risco de ir para a série C. Esse, se uma tragédia ocorrer, será o nosso destino.

Vitória importante, nos distancia do Z4 e aproxima do G8

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, a vitória do São Paulo sobre o Internacional foi fundamental para nos dar alívio no Brasileiro. Além de nos distanciar do Z4 (estamos a sete pontos e com cinco clubes entre nós e o primeiro do Z4), nos colocou a dois pontos do G8 (temos só dois clubes a nossa frente). O mais importante: fizemos uma grande partdia.

Sempre digo que dentro do Morumbi não podemos pensar em não ganhar, não importa como, se jogando bem ou mal. O que vale são os três pontos. Mas neste domingo o time reeditou a atuação que teve contra o Corinthians. Foram 15 minutos de inferno para o Internacional, tanto que o gol saiu logo no começo. Depois uma sequência de gols perdidos, que, se convertidos, resultariam numa goleada ainda no primeiro tempo

O meio de campo de Cotia finalmente funcionou. Lizeiro comandou a frente da área e permitiu que Gabriel Sara e Igor Gomes se lançassem ao ataque servindo os companheiros. Jogando com três zagueiros, Reinaldo e Orejuela também tiveram liberdade para atacar. E mais uma vez Reinaldo foi decisivo, com um passe perfeito para Gabriel Sara marcar o gol.

Por mais que o time tenha diminuído o ritmo no segundo tempo e o Inter crescido um pouco, foi o São Paulo quem continuou criando e perdendo chances. Para não dizer que o Inter não ameaçou, houve um chute a gol, de fora da área, que acertou o travessão. De resto, Volpi só assistiu a partida. A defesa esteve perfeita e o meio de campo não deu espaço para o time adversário.

Li alguns comentários aqui de leitores dizendo que tomamos um sufoco do time quase reservado Inter. Em primeiro lugar não vi sufoco algum; em segundo, era o Internacional, não importa se com muitos reservas ou não; em terceiro lugar, nós também não tivemos Calleri, Luan, Rigoni não estava cem por cento…

Muitas vezes queremos desmerecer um resultado. Mas ele foi importante. E nos dá tranquilidade para um confronto direto no próximo domingo, em Salvador, contra o Bahia. Seguimos em frente.

O Tricolornaweb cobrou ação do Conselho. E ela veio: arquivamento!

Amigo são-paulino, o Conselho Deliberativo, de novo, deu uma demonstração de total omissão e cumplicidade com a coisa errada. Talvez eu tivesse que isentar o Conselho, e deixar o foco de luz apenas em seu presidente, Olten Aires de Abreu Filho.

A decisão do presidente do CD de arquivar o pedido feito por alguns conselheiros da oposição, de afastamento temporário de Carlos Miguel Aidar, Douglas Shwartzmann e Leonardo Serafim por conta do indiciamento de ambos pelo Ministério Público, é sinônimo de cumplicidade com a coisa errada.

Apenas para lembrar, os três, mais cinco, incluindo a ex-namorada de Aidar, Cinira Maturana, foram indiciados por diversos crimes, entre os quais roubo, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Mas o digníssimo presidente do Conselho Deliberativo entendeu que é necessário esperar a decisão final da Justiça para tomar alguma atitude.

O que se pediu, aliás a partir de publicação do Tricolornaweb nesse sentido, foi que estes três mosqueteiros fossem afastados provisoriamente, para que esperassem fora do Conselho a decisão da Justiça, após a defesa que estão apresentando. Ao arquivar a não afastá-los, Olten Aires de Abreu Filho mostra-se cúmplice dos erros cometidos, assim como Júlio Casares, que manteve Douglas Shwartzmann na diretoria até outro dia (foi Douglas quem saiu do cargo) e Leonardo Serafim como principal negociador do clube.

O curioso é que, enquanto três conselheiros indiciados por crimes continuam ocupando cadeiras no nosso CD, alguns outros que ousaram denunciar esses fatos, como Newton Ferreira e Edson Lapolla, estão suspensos, precisando recorrer à Justiça para retomar suas funções (no caso de Newton Ferreira voltar a frequentar o clube). É uma administração que pune os inocentes e protege os bandidos (ao menos assim entendeu o Judiciário, ao devolver os direitos a Newton e Lapolla e indiciar os três mosqueteiros).

É preciso salientar que o arquivamento foi pedido pelo o presidente da comissão de ética, Antonio Maria Patiño Zorz, que afirmou que não cabe ao órgão investigar e indicou que é preciso esperar o fim do processo –, mas a decisão final foi do presidente do Conselho Deliberativo.

O Tricolornaweb manifesta sua indignação com essa decisão. Isso só endossa o quadro em que se encontra nosso clube, onde a política suja e podre fala mais alto que os conceitos do são-paulinismo, e que os presidentes da diretoria, Júlio Casares e do Conselho, Olten Aires de Abreu  Filho, fazem bem o jogo. Pena que é o jogo do mal.

A tudo isso só podemos dar o nome de cumplicidade. Pobre São Paulo.

Quem ama o clube fica afastado, enquanto quem se usa dele continua nadando de braçadas.

Mais uma derrota. Nosso destino é brigar contra o Z4

Amigo são-paulino, nossa sina continua. Mais uma derrota, mostrando que nosso destino será mesmo brigar contra o Z4. Nossas emoções vão ficar assim até o final deste campeonato. Que sina maldita é essa que carregamos nos últimos anos. Entra ano, sai ano, e nós nos vemos nessa situação.

Contra o Bragantino o São Paulo até começou jogando bem. O primeiro tempo, diria, os primeiros 30 minutos foram de domínio do Tricolor. Tivemos contra nós um jogador que veste nossa camisa: Pablo. Além de perder gols, impede que seus companheiros façam. Luciano iria fazer o gol, mas Pablo impediu. Impressionante como dão chance para ele se reabilitar e ele a joga fora.

Neste domingo foi possível perceber a falta que Calleri faz ao time. Tivemos cinco centro-avantes em campo: Pablo, Luciano (que fez a função quando Pablo saiu), Marquinhos, Vitor Bueno e Eder. Ninguém conseguiu absolutamente nada. Aliás, Luciano até estava tentando, mas foi substituído por Rogerio Ceni, numa péssima alteração.

Aliás, dizem que em time que está ganhando não se mexe. Qual a razão dele ter entrado com Rodrigo Nestor e deixado Benitez no banco? Se errou, por que não corrigiu no intervalo. Pior: preferiu colocar Vitor Bueno e deixar Benitez no banco apenas para os últimos dez minutos.

Quanto à sua insistência com Orejuela, me parece claro. Ele tem que optar pelo nho ruim e nho pior. Ou seja, entre ele e Igor Vinicius. Fica muito difícil sua situação.

Pior do que o pesadelo deste ano está a previsão para 2022. Com a precária situação financeira do clube, me parece que nada vai mudar para 2022. Então o São Paulo continuará sendo coadjuvante, longe de voltar a ser protagonista.

Vitória para dar moral ao time

Amigo são-paulino, o Tricolor conseguiu uma grande vitória, que pode dar o moral que o time estava precisando. Ganhar clássico sempre é muito bom. Ainda mais quando o time joga bem, como o fez nesta segunda-feira contra o Corinthians.

Rogerio Ceni mudou o sistema tático do 3-5-2 para o clássico 4-4-2, mas o invés de colocar dois volantes colocou três meias. Com isso deixou o time mais ofensivo, sem desguarnecer o sistema defensivo. Ele sacrificou as descidas de Orejuela e Reinaldo, que foram mais laterais e menos alas.

Quem ocupou esses espaços na frente foram Igor Gomes e Gabriel Sara. Benitez armarva o jogo pelo meio, enquanto Luciano e Calleri jogavam centralizados. Mas foi numa das poucas investidas de Reinaldo no ataque que saiu o gol, logo no início do jogo. Sua assistência foi perfeita para o gol de Calleri. Um pouco antes Benitez já havia deixado Luciano na cara do gol. Ele marcou, mas estava impedido.

Depois o Corinthians até cresceu um pouco, até teve maior posse de bola, mas, exceção a dois lances com grandes defesas de Tiago Volpi e uma saída errada dele num cruzamento, não corremos qualquer risco de sofrer gols, mesmo quando Jô entrou e a bola aérea passou a predominar o ataque deles contra nossa defesa. Arboleda fez uma partida impecável e Léo também esteve muito bem.

Na entrevista, Rogerio Ceni disse que o meio-campo do São Paulo foi soberano. E realmente foi. Por mais que Gabriel S ara tenha falhado na cobertura da defesa pelo seu lado, deixando Reinaldo contra dois, nosso meio de campo sobrou. Igor Gomes fez grande partida e a entrada de Gabriel no segundo tempo deu mais qualidade, tanto na marcação quanto no passe

Enfim, vimos um time vibrante, combativo, da maneira como gostaríamos de ver. Oxalá isso se repita no próximo domingo.

Empatamos, mas merecíamos a vitória

Amigo são-paulino, tem sido uma rotina para nós. Mais um empate. É o sexto seguido algo nunca visto antes em nossa história. Mas desta vez merecíamos a vitória, assim como foi contra o Santos. Porque os outros quatro, merecíamos a derrota.

A estreia de Rogerio Ceni mostrou uma coisa: vamos parar de ver um zagueiro jogando a bola para o outro e devolvendo para o goleiro. Nesta quinta-feira foram pouquíssimas vezes que isso aconteceu. O time foi muito ofensivo, amassou o Ceará em seu campo e só não venceu por conta da má sorte. Foram duas bolas na trave, algumas grandes defesas do goleiro Richard e outras bolas que passaram raspando a trave.

É fato que Thiago Volpi também teve ótima atuação com algumas grandes defesas. Mas o volume de jogo do São Paulo foi muito forte, com domínio total do jogo.

Algumas coisas, porém, ficaram evidentes e nos calam a boca das críticas feitas a Crespo. Orejuela é um andante em campo. Não vibra, não acerta passe, não arma contra-ataque, não chega à linha de fundo, não nada. A ponto de ser substituído por um lateral esquerdo, porque ali corríamos risco a todos momento.

Outro é Benitez. Ele, que foi nosso maestro no Campeonato Paulista, curtiu muito tempo de Refis e de reserva. Parece que ele desaprendeu ou não conseguiu entrar em forma até agora. Por incrível que pareça, Gabriel Sara e Igor Gomes conseguiram ser mais efetivos do que ele neste jogo contra o Ceará.

Talvez os empresários deles devam vir a público dar novas declarações sobre a condição dos dois no clube.

Os adversários teoricamente mais fáceis se passaram, e nós não ganhamos de ninguém, assim como aconteceu no primeiro turno. Agora vem os vilões. Talvez – torço muito para isso – sejamos o Robin Wood.

Crespo demitido. Júlio Casares é mais do mesmo.

Amigo são-paulino, o São Paulo demitiu Hernam Crespo nesta quarta-feira. O anúncio foi feito no site oficial e diz que houve comum acordo entre as partes. Vou tentar aqui analisar o conteúdo central e o periférico. Começo pela segunda parte.

Júlio Casares, por diversas vezes, disse a esse editor que comissão técnica que entrasse com ele permaneceria com ele até o final da gestão. Naquela época os nomes dessa comissão tinham Muricy Ramalho e Rogerio Ceni. Muricy veio. Rogerio se antecipou, foi para o Flamengo e estragou os planos.

Casares sempre deixou claro que a comissão que comandou o São Paulo no Brasileiro que seguia, e que fora montada por Raí e Leco, não continuaria. Apoiou Fernando Diniz, mas o demitiu antes mesmo do fim do Brasileiro.

A escolha de Crespo foi um parto. A diretoria fez entrevistas com vários treinadores. Naquele momento apostei na astúcia jornalística de Carlos Belmonte para entrevistar, de Muricy Ramalho para analisar tecnicamente os candidatos e Júlio Casares para….para…cartolar.

Veio Crespo, elogiado por todos em vários momentos. Ganhou o Campeonato Mundial Paulista. Só faltou lhe colocarem uma placa na frente do Morumbi. Os dirigentes, sim, saíram com a taça nas redes sociais, comemorações a mil.

Aí veio a decepção. Eliminações e briga para fugir do rebaixamento do Brasileiro. E Júlio Casares mostrou que é mais do mesmo. Aliás, Carlos Belmonte também mostrou que virou um verdadeiro cartola. Deu uma entrevista na terça-feira garantindo a permanência de Crespo. E Júlio Casares não cumpriu sua promessa de comissão técnica “eterna” e demitiu o treinador.

Agora vou ao conteúdo. Crespo perdeu a mão do elenco, já não conseguia mais fazer o time jogar. O time andava em campo. Mas aí falhou também Muricy Ramalho, que tinha por obrigação do cargo que ocupa chamar o elenco para uma conversa e dar uma dura. E se fosse o caso, interceder na teimosia de Crespo.

Por tudo que vem acontecendo, me coloco contrário a sua demissão. Clubes que estão prestes ao rebaixamento é que trocam de técnico ao menor problema. Vejam o que fizeram Grêmio e Bahia. Parece que nos encontramos nesse meio.

Sei que com Crespo não poderíamos chegar muito longe. Só que o campeonato está no fim. E sem ele acho que a situação só tende a piorar.

Para encerrar, um post do setorista do São Paulo, Marcelo Prado. Sai Crespo e ficam Leonardo Serafim, Douglas Schwartzmann e Carlos Miguel Aidar (Conselho Consultivo). Isso mostra bem o que o São Paulo é hoje.

Mais um empata. De grão em grão, chegamos à segunda divisão.

Amigo são-paulino, cada jogo que passa, cada empate que obtemos, ficamos mais próximos do Z4 do que do G8. Num campeonato onde a distância entre os últimos e os primeiros, principalmente no bloco do meio, é tão pequena, não podemos vacilar. Mas o São Paulo conseguiu o improvável: perdeu pontos para América-MG e Santos, no Morumbi, e para Chapecoense e Cuiabá, fora de casa.

Observem que são times de pequeno investimento, pela própria estrutura, e entram no campeonato para não cair. O Santos é uma exceção nesse contexto, mas tem um time ridículo. E nós somos, portanto, ridículos também.

Não fosse Thiago Volpi, teríamos saído de Cuiabá com uma grande derrota. Ele e Miranda foram gigantes nesse jogo, enquanto os demais foram apenas coadjuvantes, mal ensaiados, pessimamente treinados.

Sempre digo que você pode colocar cinco atacantes e não ter um time ofensivo, como pode ter três zagueiros, dois volantes e apenas dois atacantes, e ter um time hiper ofensivo. Crespo está tentando dar uma resposta aos críticos que o chamam de retranqueiro colocando o time “para a frente”. Mas o resultado tem sido ineficiente.

Uma mudança tática não se implementa com sucesso com apenas dois ou três treinos. Além do mais, qual a razão da insistência com Igor Gomes na lateral direita? Li alguns elogios para a atuação dele contra o Santos. Só se foi pelo sacrifício, porque futebol ele não jogou nada.

O meio de campo é acéfalo, não serve ninguém. O atacantes ficam perdidos lá na frente e a bola não chega. Então fica difícil faze gols.

Os empates estão incomodando e nos deixando próximos ao Z4. Vamos ver o comportamento contra o Ceará na quinta-feira.

São Paulo jogou bem no clássico. Mas precisa de mais.

Amigo são-paulino, o São Paulo fez uma boa partida contra o Santos. Crespo entrou com um time bastante ofensivo, mas foi surpreendido com o gol logo nos primeiros 15 minutos.

Isso poderia ter colocado em dúvida a opção de Crespo pelo ataque. Mas o time partiu para cima, conseguiu empatar ainda no primeiro tempo e mostrou que um time ofensivo dificilmente passa um jogo em branco.

No segundo tempo o domínio, que já era amplo na primeira etapa, foi ainda maior. A entrada de Gabriel Sara no lugar de Marquinhos deu um pouco mais de qualidade na chegada à frente. Calleri, Rigoni, Luciano, tiveram oportunidades mas as desperdiçaram.

Como eu disse no título deste comentário, o São Paulo jogou bem, mas precisa de mais. A intensidade mostrada em campo deve ser repetida contra o Cuiabá e quem vier pela frente. Mas quando eu digo que precisamos de mais, é porque nossa situação no Brasileiro ainda é ruim. Estamos mais para o Z4 do que para o G6, ou G8. Temos time para andar um pouco mais para cima da tabela, que está toda embolada, e buscar uma vaga na Libertadores. Mas para isso precisamos encaixar mais a bola lá na frente e o ataque funcionar melhor

Fico otimista quando vejo essa dupla de ataque de argentinos, com Rigoni e Caller, e acho que colheremos bons frutos. Também me empolgo ao ver que Crespo, finalmente, partiu para a frente,com Luciano fazer parte deste triângulo. Quem sabe os três mais Benitez possa ser o resultado positivo para os gols saírem. É uma questão de testar. Eu ainda não desisti totalmente do Benitez.

Espero vitória contra o Cuiabá para sonharmos com a Libertadores no próximo ano. É um confronto direto e temos time para ganhar lá no Pantanal.

Um time que reflete em campo o que acontece na política do clube

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, não dá para separar os acontecimentos desta semana na política do clube com o pífio desempenho do time em campo na Arena Condá. O São Paulo poderia ter ganho de 3 ou 4 a 0, é fato, mas, graças aos gols perdidos, acabou cedendo o empate e não fez nada para modificar o quadro, perdendo mais dois pontos para o lanterna do Brasileiro. Sim, em seis pontos disputados contra a Chape, ganhamos apenas dois. Campanha de time que só briga para não cair.

Crespo, me parece, perdeu a mão do time. Ele não insistiu com os três zagueiros e três volantes, mas deixou o time sem um meia para armar o jogo. Luciano não sabia se fazia essa função ou era terceiro atacante; Rodrigo Nestor não sabia se ia para a frente ou ficava atrás. Sobrou para Liziero ser o primeiro volante, o meia e ainda chegar lá na frente chutando para o gol. Aliás nosso gol surgiu de uma tentativa frustrada de chute de Liziero, quando o rebote fica para Rigoni que manda no ângulo e faz um golaço.

Depois criamos chances em contra-ataques, mas Rigoni perdeu dois gols inacreditáveis, Calleri, quando entrou, perdeu dois, Luciano perdeu dois. Mas tudo isso não justifica o empate ridículo contra um time que perde de todos, fora ou dentro de casa.

A impressão é que os jogadores sentiram tudo o que aconteceu esta semana e, ou ligaram o “foda-se” para tudo ou o sistema nervoso dominou tanto, que eles não conseguiram sair da letargia.

Triste São Paulo, outrora um clube exemplo, hoje um clube lixo, administrado por pessoas que se servem do São Paulo, não servem o São Paulo. Triste São Paulo que hoje tem pessoas desqualificadas no seu comando e no seu Conselho.

O Cruzeiro é logo ali.