Sem desespero, Ney Franco pede crescimento tricolor na reta final

Depois de uma arrancada de três vitórias seguidas, o São Paulo amargou uma série de três jogos sem vencer – perdeu para o Bahia e empatou com o Internacional e Santos. No entanto, o G-4, tratado como primeiro objetivo tricolor na competição, segue à vista. Os tropeços do Vasco, atual quarto colocado, fizeram com que a diferença para o time do Morumbi caísse para três pontos – o São Paulo está no sexto posto, com 36 pontos. Por isso, o técnico Ney Franco mantém a confiança para conquistar uma vaga na Taça Libertadores de 2013.

– Tem campeonato para caramba ainda. E nós temos duas possibilidades para disputar a Libertadores. Temos a Sul-Americana e o Brasileirão. Não precisamos nos desesperar. Em termos de briga pelo G-4, somar um ponto na Vila Belmiro nos manteve em condições – disse Ney Franco.

A tranquilidade não deixou Ney Franco, mas o treinador também tem preocupações. O Tricolor teve uma leve queda de rendimento se comparado o início do primeiro turno com o segundo turno. Após os primeiros quatro jogos da competição, o São Paulo somava seis pontos. No retorno, a equipe conquistou um a menos. O suficiente para deixar o treinador alerta, uma vez que ele tem como meta um crescimento para brigar pela ponta da classificação.

– Se formos comparar o início do primeiro turno com o início do segundo, estamos aquém do esperado.Temos agora de fazer um meio e um final de returno melhores – disse o jogador.

No entanto, o próximo desafio do Tricolor é dos mais complicados. Para melhorar essa comparação de turnos o mais rápido possível, o time tem de vencer o Atlético-MG novamente, só que agora fora de casa e depois ainda precisa de uma vitória sobre a Portuguesa no Morumbi. O duelo com o Galo está agendado para a próxima quarta-feira, às 22h, no estádio Independência.

Fonte:  Globo Esporte – Foto: Vipcomm

Um comentário em “Sem desespero, Ney Franco pede crescimento tricolor na reta final

  1. Seria cômico, se não fosse trágico. Esse senhor consegue fazer o time dele jogar 90 minutos sem nenhuma jogada coletiva pelas linhas de fundo. Os laterais não fazem ultrapassagem e, caso acidentalmente, o façam, quem tem a bola não lança (faltou treino, ensaio). Não tem um time; tem um amontoado, cada jogador jogando pra si (veja o LF q não devolve uma bola para um companheiro em condições melhores de arrematar pra gol). Acho que o tricolor está pagando salários muito altos por contratos longos demais que acabam deixando todos os jogadores numa linha de extremo conforto; isso não é bom . . . .

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