São Paulo bate o Palmeiras 1ª semi sub 20 da Copa do Brasil

Na noite desta terça-feira, dia 8 de maio, o São Paulo abriu o confronto com o Palmeiras por uma vaga nas finais da Copa do Brasil Sub-20. Jogando no Estádio José Liberatti, em Osasco, o Tricolor saiu na frente, com 1 a 0, gol de Rodrigo, que deixa o Tricolor em vantagem para o jogo de volta, podendo empatar ou até perder por um gol, levando aos pênaltis.

Sem poder contar com Igor Gomes, que recebeu o terceiro cartão amarelo diante do Vasco, em Cotia, nas quartas de final e cumpre suspensão automática diante do Palmeiras, mas contando com o retorno de Walce, que cumpriu suspensão pós cartão vermelho recebido no Rio de Janeiro, Orlando Ribeiro escalou o São Paulo com Júnior, Caio, Walce, Rodrigo e Weverson; Diego, Luan, Helinho; Fabinho, Toró, Gabriel Novaes.

Brenner, que treina com o elenco profissional, e Igor Gomes, suspenso, já integram o grupo da Seleção Brasileira Sub-20, que faz treinamentos no CT Joaquim Grava, de 7 a 14 de maio, para observação do técnico Carlos Amadeu, que visa a preparação para o Sul-Americano da categoria, em 2019.

Terminado o jogo em Osasco, Helinho, Luan, Walce, Jonas Toró integrarão o grupo verde e amarelo, retornando antes da próxima semifinal. O técnico da Seleção estava no Estádio José Liberatti aconpanhando os atletas das duas equipes que foram convocados e conversou com os treinadores pré jogo.

Com a bola rolando em Osasco, logo aos 9 minutos, Fabinho caiu e teve uma luxação acrômio clavicular, tendo de ser substituído por Cássio. Apesar das poucas chances dos dois lados, o Palmeiras teve uma boa sequência, com duas boas defesas de Júnior. Pelo Tricolor,   Gabriel Novaes cruzou e Luan finalizou forte, colocando para escanteio. Depois, foi Toró que invadiu a pequena área e tirou tinta da trave esquerda.

O São Paulo encontrou maior domínio no jogo e constantemente era parado com faltas. Aos 38 minutos, a melhor chance da primeira etapa. Weverson cruzou na medida, mas Gabriel Novaes chutou por cima do gol. Para a segunda etapa, o técnico Orlando Ribeiro optou por voltar sem alterações na equipe.

Logo no primeiro lance, o Palmeiras carimbou o travessão e colocou pressão no jogo, mas o Tricolor aos poucos foi reencontrando o ritmo e ditando. Aos 17 minutos, Toró fez grande jogada e foi derrubado na entrada da área. Helinho cobrou a falta, que raspou o travessão pelo lado de fora. Diego arriscou de fora da área, mas a bola saiu. Aos 36 minutos, Rafael e Danilo entraram no lugar de Helinho e Toró, respectivamente.

Aos 38 minutos, Danilo invadiu a área e foi derrubado. Pênalti! O capitão Rodrigo pegou a bola, colocou na marca, e chutou com tranquilidade para fazer 1 a 0. Agora, o zagueiro, junto com Helinho, somam três gols na competição.

O duelo de volta ocorre no dia 15 de maio, terça-feira, às 19h30, no Estádio Novelli Júnior, em Itu, com mando de campo do Palmeiras, e vantagem do empate do São Paulo. Antes disso, o Tricolor terá que enfrentar o GE Osasco, no sábado, dia 12, ás 15h, em Osasco, pela sexta rodada do Campeonato Paulista da categoria.

São Paulo: Júnior, Caio, Walce, Rodrigo e Weverson; Diego, Luan (Tuta), Helinho (Rafael); Fabinho (Cássio), Toró (Danilo), Gabriel Novaes
Técnico: Orlando Ribeiro

Um comentário em “São Paulo bate o Palmeiras 1ª semi sub 20 da Copa do Brasil

  1. Tá ai um retrocesso na vida da formação de jogadores no clube.
    É imensa a diferença do time do Jardine para o que está jogando.
    O time hoje é um amontoado onde não se vê, de maneira mínima que fosse, a mão de um treinador: de um esquema tático preferido. Também falta ousadia nas substituições. Ontem, por exemplo, o técnico à beira do gramado viu o S.Paulo ser completamente dominado o segundo tempo inteiro – lembrou até o time do Aguirre, sem se preocupar em mudanças logo que viu que o time estava perdendo os espaços e vivia de chutões pra frente. A vitória foi um achado mas, caso não haja uma mudança profunda para o segundo jogo, o parmera deverá seguir para a final.
    Então fica assim: a formação sem o Jardine fica prejudicada; e o Jardine, “assistindo” o Aguirre e seu estafe, fica desaprendendo tudo o que ele fez até agora.
    Triste São Paulo, onde parece que cada nova decisão é sempre pior que o que se tinha…

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