
O São Paulo anunciou na noite deste domingo a data para a reunião do Conselho Deliberativo que votará a reforma estatutária que prevê a reeleição presidencial. Ela será realizada no dia 5 de setembro, uma segunda-feira. O edital de convocação é assinado por Olten Ayres de Abreu Júnior, presidente do CD.
O Conselho Deliberativo do São Paulo irá votar a mudança no estatuto que permite a reeleição para a presidência da diretoria e para a presidência do Conselho Deliberativo. Neste caso, tanto Julio Casares quanto Olten Ayres de Abreu Júnior poderiam permanecer em seus respectivos cargos, iniciando o segundo mandato.
A proposta deverá ser aprovada sem resistência no Conselho Deliberativo, em que a maioria de seus integrantes compõe a situação. Há um consenso entre os conselheiros de que o mandato de três anos não é suficiente para que o presidente do clube possa implementar as mudanças necessárias para reconstruir o São Paulo.
“Entendemos que o Julio Casares tem feito uma gestão bastante produtiva até agora e nada mais justo do que permitir que ele tenha direito a disputar a reeleição. O trabalho é de união em prol do São Paulo. No fim de tudo, será o sócio de nosso clube que irá definir democraticamente se isso será possível”, afirmou o conselheiro Leandro Alvarenga.
Caso seja realmente aprovada no Conselho, a proposta será levada para votação aos sócios do clube em uma Assembleia Extraordinária. A situação adota um discurso mais cauteloso ao projetar a escolha dos associados, mas crê em um desfecho positivo.
Em janeiro deste ano o grupo que comanda o São Paulo atualmente já havia tentado aprovar a reeleição presidencial, incluída em um pacote de 14 mudanças propostas pelo Conselho. Mas, como os sócios não puderam votar em cada uma dessas alterações separadamente, todo o pacote acabou sendo reprovado.
A situação confia que os sócios aprovariam a proposta de reeleição presidencial se ela tivesse sido apresentada separadamente. Para alguns conselheiros, outras mudanças, como a redução do quadro de conselheiros vitalícios e do Deliberativo, além da ampliação do mandato dos conselheiros de três para seis anos, pesaram para a reprovação dos associados.
Julio Casares caminha para seu último ano de mandato. Ao final de 2023 o presidente do São Paulo entregaria o cargo para seu sucessor, mas, pela movimentação nos bastidores do Morumbi, o mandatário tricolor tem tudo para continuar no cargo por um período maior.
Deixo aqui meu comentário e uma declaração antecipada de voto, pois o tema passará facilmente pelo Conselho Deliberativo e será decidido pela Assembleia Geral.
Entre as 24 propostas apresentadas em novembro de 2021, 14 das quais aprovadas no Conselho Deliberativo e levadas para votação na Assembleia Geral Extraordinária de janeiro passado, a reeleição seria a menos danosa, PORÉM, se fosse aplicada a partir do próximo mandato.
Conceder a possibilidade de reeleição a um mandatário que foi eleito EXPRESSAMENTE SEM TER ESSE BENEFÍCIO (artigo 108 do Estatuto Social), é equivalente a mudar a regra do jogo durante o transcorrer da partida.
Defensor do mandato de três anos, sem direito à reeleição, durante os debates que precederam a aprovação do Estatuto vigente, Casares muda convenientemente de opinião, quando ele mesmo passa a ser o possível beneficiado com a alteração.
Enquanto era apenas um aspirante a concorrer à presidência, queria barrar a reeleição, para acelerar sua chegada ao “topo da fila”. Agora não tem a menor dúvida que um mandato apenas é insuficiente. O que mudou?
O primeiro ano de mandato de Julio Casares foi marcado por grande prejuízo e aumento da dívida. As despesas em geral excederam em muito a previsão orçamentária. Neste ano os relatórios bimestrais publicados até o ano passado deixaram de ser levados ao conhecimento público. Em minha opinião, a administração Casares não tem merecido nota suficiente para ganhar uma nova oportunidade.
Desempenho fraco no campo e nas finanças, mas isso pouco importa à maioria silenciosa e cordata do Conselho Deliberativo que aprova toda e qualquer iniciativa vinda da Diretoria.
Os sócios do Clube decidirão.
Isso não se caracteriza como golpe, vai ser colocado pra votação e a princípio ninguém vai ser alijado do processo de votação.
Cabe a ala que é contra se mobilizar como outrora e fazer campanha para vencer novamente. É imoral? Sim concordo, mas se ao final os sócios aprovarem, não é golpe e para a história não será golpe.
Isso foi feito no Brasil nos anos 90 pelo governo FHC, sim eu sei como foi aprovado… foi feito agora de uma outra forma através de uma canetada de um ministro do STF amigo do Molusco, uma canetada anulando condenações em todas instâncias, ou melhor engavetado, não inocentou! Mas isso para os “jornalistas não é golpe”, ou seja o golpe é seletivo.
Se o André Mendonça ou Kassio Nunes der uma canetada para o Presidente Bolsonaro ter um terceiro mandato seria golpe? Ou mesmo se isso passar no parlamento que são os representantes do povo??? Rsrsrs
Democracia nem sempre é bom!!! Não faltam exemplos…
O mundo não gira, ele capota e quica!!!
É inacreditável que alguém pense que “Casares junto com Ceni e Muricy estão reconstruindo os erros e as lambanças anteriores”. Primeiro, porque Muricy é, atualmente, apenas uma figura decorativa, contratado como um símbolo na tentativa de conferir a sensação de profissionalismo e correção desta gestão perante o público. É um funcionário do clube que não decide sobre contratações, não manda no Reffis, não interfere/influencia as decisões do Ceni. Segundo: Ceni e Casares não estão juntos. Ambos tão somente toleram-se mutuamente. Terceiro (mais importante): esta gestão segue aplicando rigorosamente o mesmo modus operandi das duas anteriores. Não há reconstrução alguma sendo feita. O São Paulo FC segue firme e forte no seu triste processo de “Cruzeirização”.
Neste caso concordo com a reeleição pois querendo ou não Casares junto com Ceni e Muricy estão reconstruindo os erros e as lambanças anteriores.
Não vejo na oposição ninguém q poderia dar sequência.
Que mundo você vive??
Ridículo e patético isso tudo!!!
O time beirando o rebaixamento e os caras querem votar isso!! E vem esse tal de Leandro defender o indefensável!!!
E cadê o tal João Farah, nobre conselheiro vitalício e sócio desde 1810??!!?!! Vai sumir mesmo?? Covarde!!!
Esse conselheiro foi o q entrou no plenário há um tempo atrás , quando fazia parte da oposição xingando todos os membros de vagabundos etc etc
Depois como em um passe de mágica foi para a situação
Ele é palmeirense, filho do conselheiro Douglas Alvarenga, também palmeirense. Douglas, cuja mulher Priscila, é funcionária do Refis e dá as cartas lá para compras de equipamentos.
Ele não é filho do palmeirense Douglas! Nada a ver.
Errei. É sobrinho.