
Os últimos dias do presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, têm sido dominados por reuniões e conversas com conselheiros. O rendimento abaixo do esperado da equipe, que não vence há quatro partidas no Brasileirão, fez a pressão interna sobre o dirigente aumentar substancialmente. Até mesmo em encontro com bases aliadas, os pedidos foram de reformulação. Por isso, a situação do executivo de futebol, Raí, mudou, e a renovação de contrato ficou ameaçada.
A decisão só deve ser tomada após o término do nacional. O desempenho da equipe nestes últimos jogos e uma classificação direta para a fase de grupos da Copa Libertadores devem contar pontos para o veredicto de Leco. Hoje (28), às 20h30, no Morumbi, o Tricolor recebe o Vasco. Mas entre pessoas da base aliada já é cogitada até a substituição de Raí por um conselheiro, em vez de um profissional remunerado.
Antes, o mandatário havia acenado com a possibilidade de renovação do vínculo, que termina no fim deste ano. Existia até a possibilidade de o acordo ter um formato diferente do atual —com a redução do valor atual pago mensalmente para o dirigente, mas com bônus por metas alcançadas.
Leco faz uma avaliação positiva do trabalho do ex-jogador, porém internamente ele é questionado pelas mudanças constantes de treinador, pela demissão de Diego Aguirre cinco rodadas antes do término do Brasileirão de 2018, por contratações caras como a de Diego Souza, pela falta de títulos e por esperar uma postura mais incisiva do campeão mundial de 1992. Por isso, há quem diga no Morumbi que Raí corre mais risco de perder o cargo do que o técnico Fernando Diniz.
Para pessoas próximas, o presidente disse que mudanças serão feitas no departamento de futebol após o encerramento da temporada. No primeiro semestre, porém, também havia a expectativa de que uma reformulação fosse promovida no setor e apenas trocas pontuais foram efetuadas.
Quando acertou as bases com o Tricolor paulista, em dezembro de 2017, Raí assinou vínculo de dois anos com salário fixo. Para fechar logo a transação e nos termos atuais, o nome do ex-jogador nem sequer passou pela aprovação do Conselho de Administração na época —algo previsto no estatuto do clube para cargos de direção executiva.
Como a gestão Leco termina no fim de 2020, o novo contrato com o executivo de futebol deve ter a mesma duração. Além de Raí, o departamento conta hoje com o gerente executivo, Alexandre Pássaro, e o diretor-adjunto, Fernando Chapecó.
Fonte: Uol
Esse Raí também é burro pra cacete , essa do Diniz foi a gota d’agua . Vai errar assim lá no mato . Trelez , Pato , Raniel , Calazans , Diego Souza , goleiro que veio do Bahia , são apenas alguns jogadores carissimos que não foram aproveitados . Se juntar o gasto deles todos daria pra comprar o Bruno Henrique que era do Santos .
Ele ja cagou ao bancar o Jardine no início do ano. Se juntar os gastos com essas tranqueiras e mais um monte de outras, daria para contratar Gerson, Bruno Henrique, Gabigol e Arrascaeta tranquilamente.
Acho que o Muricy Ramalho seria um bom nome para exercer a função que o Raí exerce, tem experiência como jogador e treinador, conhece o clube, idolo, vencedor. Mas acho que o Muricy não aceitaria trabalhar com o Leco, o Muricy é profissional.