
O São Paulo tem números piores com Fernando Diniz no Brasileirão do que antes da chegada dele. O time não vence há quatro jogos – derrotas em casa para Fluminense e Athletico-PR e empates fora com Santos e Ceará – e tentará se recuperar contra o Vasco, às 20h30 de quinta-feira, no Morumbi.
Diniz acumula cinco vitórias, quatro empates e quatro derrotas em 13 partidas, com aproveitamento de 48,7% dos pontos. Nas 21 rodadas rodadas anteriores, sob o comando de Cuca, o time somou nove vitórias, oito empates e as mesmas quatro derrotas (55,5% de aproveitamento).
Se computados os jogos por Paulistão e Copa do Brasil, o aproveitamento de Cuca é pior que o de Diniz: 47,4% (nove vitórias, dez empates e sete derrotas).
Outros números pioraram com o atual treinador no Brasileirão: a defesa sofre mais gols, o ataque marca menos gols e o aproveitamento como visitante despencou. O que melhorou foi o aproveitamento como mandante:
COMO VISITANTE:
Cuca: 56,7% (cinco vitórias, dois empates e três derrotas)
Diniz: 33,3% (uma vitória, quatro empates e duas derrotas)
COMO MANDANTE:
Cuca: 54,5% (quatro vitórias, seis empates e uma derrota)
Diniz: 66,6% (quatro vitórias e duas derrotas)
ATAQUE:
Cuca: 1,09 gol/jogo (23 gols em 21 jogos)
Diniz: 0,8 gol/jogo (11 gols em 13 jogos)
DEFESA:
Cuca: 0,71 gol/jogo (15 gols sofridos em 21 jogos)
Diniz: 0,76 gol/jogo (10 gols sofridos em 13 jogos)
A quatro rodadas do fim do Brasileirão, o São Paulo está em sexto lugar, exatamente onde estava quando Cuca pediu para sair e Diniz assumiu. A distância para o último integrante do G4 aumentou de três para cinco pontos, mas agora para ir direto à fase de grupos da próxima Libertadores basta manter-se no G6 – Flamengo e Athletico-PR já asseguraram suas vagas por outros meios.
Diniz 2020?
Apesar dos números ruins, a diretoria do São Paulo trabalha neste momento com o nome de Fernando Diniz para 2020. Raí, diretor de futebol do clube, acha que não seria o ideal iniciar um trabalho do zero novamente, sendo que o Tricolor foi comandado por quatro treinadores diferentes ao longo desta frustrante temporada (Jardine, Mancini, Cuca e Diniz). Em entrevista ao site da ESPN na semana passada, o presidente Leco afirmou que está satisfeito com o trabalho e que a ideia é mantê-lo.
Também pesa a favor de Diniz a boa relação com as lideranças do elenco, que sugeriram sua contratação à diretoria quando o mais provável era a efetivação de Vagner Mancini, coordenador-técnico que acabou pedindo demissão por causa desse episódio. Vale lembrar que Daniel Alves disse, logo após a saída de Cuca, que “Diniz veio dar este ‘upzinho’. Mais posicionamento, organização tática e personalidade. Planta um pouco da modernidade”.
Não é possível, no entanto, afirmar que será ele o técnico do Tricolor na pré-temporada. Além dos resultados ruins e do rendimento fraco do time, não se sabe se Raí estará à frente do departamento de futebol (tem contrato somente até dezembro) e nomes bem avaliados no clube possivelmente estarão disponíveis no mercado, casos de Jorge Sampaoli e Juan Carlos Osorio.
Sampaoli tem contrato com o Santos até o fim de 2020, mas a partir de janeiro não será preciso pagar a multa de R$ 10 milhões para contratá-lo. A tendência é de saída, e o Racing (ARG) já manifestou interesse. Já Juan Carlos Osorio, que passou pelo clube em 2015 e deixou admiradores (Diego Lugano e o próprio Leco entre eles) sinalizou em entrevista no fim de semana que pode deixar o Atlético Nacional em dezembro e ficar livre no mercado.
Fonte: Lance
Manter Diniz para 2020 é repetir os erros de 2017 (Ceni) e 2019 (Jardine), quando começamos o ano com treinadores sem a capacidade e experiência necessárias para dirigir o SPFC com sucesso.
Voltando na história lembro que Rubens Minelli veio para o Morumbi como bicampeão Brasileiro, e aqui conquistou seu Tricampeonato individual. Carlos Alberto Silva havia sido campeão Brasileiro pelo Guarani em 1978 antes de ser contratado pelo SPFC. Telê Santana já havia comandado a seleção Brasileira em duas Copas do Mundo quando foi contratado pelo Tricolor. Muricy, cria da casa, teve que sair e amadurecer dirigindo times como Náutico e outros de médio porte antes de ter uma oportunidade no São Paulo. Mesmo Parreira, um caso de fracasso, já havia conquistado uma Copa do Mundo como técnico antes de vir trabalhar aqui.
Hoje falamos de Sampaoli e Osorio, dois profissionais de carreira internacional que comandaram seleções nacionais. Alguns pedem Luxemburgo – que tem provado no Vasco que ainda pode fazer um bom trabalho, e muitos sonham com a volta do Muricy. Só Leco e Raí parecem satisfeitos com o trabalho de Diniz.
Vou lançar um nome com carreira internacional vitoriosa como atleta e amadurecendo como treinador:
Diego Armando Maradona como treinador, e eu até deixaria o Diniz como assistente.
Sampaoli
é um grande tecnico!!!!!!!!!!!!!!!!!
Cairia muito bem no SPFC mesmo porque é SAMPAOLINO!!!!!
Mandaria embora todos os velhinhos do SP e promoveria a maioria dos
meninos do sub 20, que são bons !!!
Pode pagar 900.000,00 que vale a pena !!!Economiza nos medalhões
e valoriza os meninos !!!
Se os velhinhos não correrem , com ele vaõ todos para a reserva, junto com o Pato !
Fernando Diniz tem que sair imediatamente.
E não estamos falando de mudança de técnico. Estamos falando da contratação de um técnico.
Porque Fernando Diniz é uma ideia, não é um técnico profissional. O São Paulo precisa de um técnico cujo objetivo é tirar o time da fila. Um sujeito com esse perfil é necessariamente experiente. E precisa ser muito acima da média. O que me faz crer que no Brasil esse perfil é raríssimo. E entre os gringos mesmo Sampaoli e Osorio não seriam os melhores nomes porque são caras que adicionam caos e o São Paulo precisa de estabilidade emocional.
Historicamente o SP sempre teve treinadores “linha dura” em suas trajetórias vitoriosas. Mesmo em 2005 quando Leão conduziu a equipe que viria a ser campeã com Autuori. Desde Bella Gutman, Minelli, Colinho, Telê, Muricy… que só conseguimos nossas glórias com esse perfil. Treinadores morosos não dão conta do SP.
Não sou a favor de mudança constante de técnico, mas é evidente que Fernando Diniz não dará em nada. O SPFC está perdendo tempo e dinheiro com ele. A tendência é de um novo técnico em 2020. Raí, entenda que é um técnico de verdade, vencedor, assim como o SPFC. Não vá trazer outra aposta. Aliás, a sua cota de apostas já se esgotou (Jardine e Diniz).
#ForaLeco
Onde assino? Comentário conciso e perfeitamente enquadrado na realidade!