Ney Franco aprova teste de Wellington como titular do São Paulo

O São Paulo teve muito a lamentar na derrota por 1 a 0 diante do Atlético-MG, na última quarta-feira. Além de se afastar do G-4, o time teve um Lucas apagado e um meio-campo que quase não criou nada. De quebra, o Tricolor ainda perdeu Paulo Miranda e Douglas para o confronto com a Portuguesa, às 18h30m do sábado, no Morumbi. Por outro lado, o técnico Ney Franco tem um motivo para comemorar: o volante Wellington, que voltou a ser titular depois de sete meses, foi aprovado em seu teste de fogo.

Wellington já tinha conquistado o rótulo de xodó da torcida são-paulina e estava bem cotado para defender a Seleção nas Olimpíadas de Londres. No entanto, uma lesão no joelho esquerdo o obrigou a passar por uma cirurgia e a ficar cinco meses no departamento médico. Aos poucos, Ney Franco foi colocando o volante em campo. Com a suspensão de Denilson, Wellington ganhou sua primeira oportunidade de ser titular diante do Galo.

– O Wellington surpreendeu contra o Atlético. Eu estava preparando ele porque considero que ele tem nível técnico para ser titular do São Paulo. A ideia era ele jogar apenas o primeiro tempo em Belo Horizonte, mas ele foi muito bem, aguentou a pressão do Atlético e só começou a cair de rendimento quando tomou um cartão amarelo. Ficou com medo de toma mais um e deixar o Tricolor com dois jogadores a menos. Por isso, eu o retirei – disse Ney Franco.

O volante foi bastante exigido contra os mineiros. Desde que o lateral Douglas foi expulso aos 25 minutos do primeiro tempo, o Atlético engatou uma artilharia pesada. Wellington e a defesa tricolor conseguiram afastar quase todas as tentativas. Apenas o atacante Leonardo conseguiu passar pelo bloqueio.

Conta a Lusa, Denilson estará de volta ao Tricolor. Mesmo assim, Wellington pode ganhar mais uma chance entre os titulares. Ele pode ser escalado como segundo volante para fazer dupla com Denilson ou ainda ser improvisado na lateral-direta, já que Douglas e Paulo Miranda terão de cumprir suspensão. Ele se coloca à disposição.

– Pelo São Paulo eu jogo até de goleiro, só não posso porque o camisa 1 aqui é o patrão – brincou Wellington, referindo-se ao capitão Rogério Ceni.

Fonte: Globo Esporte

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