Jadson tem a missão de levar o São Paulo de volta à Libertadores

Um jogador que a torcida do São Paulo não tem o direito de reclamar quanto a estar presente em campo é o meia Jadson.

Isso porque o meia simplesmente disputou todas as partidas do Tricolor neste Brasileirão, somando 2268 minutos em campo pela equipe na competição até aqui.

Diante dessa maratona nacional, vale ressaltar ainda que, só na última semana, o elenco são-paulino viajou mais de 30 horas entre a ida ao Equador, na segunda-feira, para jogar pela Sul-Americana, e a volta ao Brasil, na última sexta, para encarar o Coritiba, neste sábado, no Couto Pereira, com transmissão em tempo real peloLANCENET!.

Maratona que gerou surpresa até em Rogério Ceni, que disse a pessoas do clube que essa havia sido a pior viagem em seus 22 anos de casa.

– Viagens longas sempre desgastam, como essa última do Equador, que foi muito cansativa. Mas o jogador e a comissão têm um cuidado especial com isso. Ontem, por exemplo, estivemos de folga e aproveitei para descansar bastante. Isso é importante para recuperarmos as forças, continuar numa sequência boa e rendendo bem dentro de campo, que é o mais importante – disse o camisa 10 tricolor, ao LANCE!.

Jadson chegou ao São Paulo no início deste ano após passar sete anos vestindo a camisa do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia. Acostumado a jogos com temperaturas baixíssimas, inclusive abaixo de zero, o são-paulino revelou ter em seus primeiros meses dificuldades para se readaptar ao futebol brasileiro.

Na ocasião, chegou até a perder uma viagem ao Pará no primeiro jogo da Copa do Brasil, diante do Independente, para aprimorar a parte física no CT da Barra Funda:

– Como tinha passado muitos anos fora, é normal ter de viver um período de readaptação. Quase todos que voltam passam por isso. Aqueles treinos me ajudaram muito, serviram para readquirir melhor forma para a sequência da temporada.

Contra o Coxa, Jadson tem a missão de ajudar o Sampa e fôlego não irá faltar.

Confira um bate-bola com o camisa 10 são-paulino:

LANCENET!: Você disputou todas as rodadas do Brasileirão até aqui. Além disso jogou mais três jogos da Sul-Americana, além do Superclássico pela Seleção. Por que acredita ter conseguido essa grande sequência?
Jadson: Acho que é fruto do trabalho que a gente vem fazendo aqui no São Paulo junto com a comissão técnica e a equipe de preparação física. A gente trabalha forte para manter o ritmo de jogos e todo jogador quer se manter em forma e sempre no time. Ninguém quer ficar de fora e comigo não é diferente.

L!: De acordo com uma nota do site oficial do São Paulo, você era um dos atletas mais animados durante a viagem a Loja (ECU). Onde e como arranjar forças para estar “pilhado” durante uma viagem tão longa como a da última semana?
J.: Sabíamos que a viagem seria muito longa e cansativa, então a gente tenta dar uma descontraída e uma animada no pessoal, sempre rola aquela resenha, aquelas brincadeiras. O tempo passa mais rápido. A gente tira força da própria motivação que é jogar futebol, defender o São Paulo e disputar sempre competições importantes. É bom também estar com os companheiros, porque o clima é bom, o grupo é ótimo, isso ajuda muito também.

L!: Teme chegar muito cansado na reta final da temporada?
J.: Acho que não, a preparação física aqui no São Paulo é muito boa, o pessoal também está de olho no desgaste e ritmo de cada jogador, é tudo muito bem controlado. Os profissionais do clube são sempre muito atenciosos com os jogadores, todo o pessoal foi importante. Se existir um cansaço, é aquele cansaço natural, que todos os jogadores passam, mas nada que possa atrapalhar. Para mim, jogar todas as partidas vai ser sempre uma motivação a mais. Quero jogar, nas férias e nos momentos de folga a gente descansa.

Fonte: Lance

Um comentário em “Jadson tem a missão de levar o São Paulo de volta à Libertadores

  1. Nós torcida do São Paulo F.C. não podemos reclamar da presença dele nos jogos, mais
    podemos reclamar e muito do futebol ridiculo que ele esta jogando, se depender dele o
    São Paulo F.C. não vai a lugar nenhum, muito menos a LA.

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