Grupo de patrocinadores é plano do São Paulo, que reclama de lanchonete

Enquanto a briga política segue intensa no São Paulo, o departamento de marketing tenta trabalhar para que o clube, ao menos, amenize os problemas financeiros. Um dos planos da pasta é deixar para trás o conceito de patrocinador master e angariar até dez parceiros para o Tricolor. A ideia é focar em ações de marketing no Morumbi e nas redes sociais e, em um revezamento – algo já pensado anteriormente – da exposição das marcas nos uniformes do time.

Desde que a Semp Toshiba deixou o Tricolor no fim de julho, algo que causa revolta da diretoria atual contra a gestão passada, o São Paulo tem usado uniformes limpos. Com o grupo de até dez patrocinadores, os dirigentes consideram que o clube terá mais segurança e até mais dinheiro em caixa, pois o alto número de parcerias pode superar um contrato gordo de apenas um patrocinador e evita lacunas como esta deixada pela saída da empresa de eletrônicos no meio de uma temporada.

Os profissionais do clube entendem que não há mais tanto espaço para que os clubes exijam quantias exorbitantes para que empresas assumam o posto de patrocinadoras master. O departamento de marketing crê que a exibição de marcas durante os jogos transmitidos em televisão aberta já não é o principal atrativo para os publicitários, mas sim outros tipos de ações. Isso, porém, não impede que haja um rodízio entre os parceiros para que as marcas apareçam nas camisas.

A ideia, então, é chegar aos torcedores e consumidores de forma mais direta, como já tem acontecido nos últimos meses. As redes sociais do São Paulo apresentaram salto importante nos resultados, enquanto a revista SPFC Inside tem surpreendido os dirigentes após duas edições lançadas. A outra maneira de aproximação é promover ações dentro do Morumbi.

O clube alega que tem diversas marcas e empresas interessadas em trabalhar em parceria no estádio. Atualmente, a casa são-paulina já conta com um andar destinado a lojas, restaurantes, livraria e até academia, o Morumbi Concept Hall, mas há uma parceria já selada que tem incomodado os dirigentes: a exclusividade da rede de fast foof Habib’s para comercializar bebidas e alimentos no local.

O acordo com a rede já foi colocado sob suspeita pelo presidente Carlos Miguel Aidar, que insinuou que o negócio tem participação de uma filha de Juvenal Juvêncio e que seria umas razões para que o ex-presidente continuasse apegado ao poder. Para o marketing, o modelo atual da relação com o Habib’s é prejudicial porque impede que outras lanchontes e restaurantes funcionem nos setores fora do Morumbi Concept Hall.
Fonte: Lance

6 comentários em “Grupo de patrocinadores é plano do São Paulo, que reclama de lanchonete

  1. se você colocar no papel o pagamento das comissões da camisa e da divida alguém vai ganhar
    r$ 102.000.000,00 quase o valor da divida bom negocio você não acha?

  2. tenho certeza do que eu estou falando,no futuro vamos ver quem tem razão,continuo a afirmar que sei o que estou falando
    assim como sei que quem levou a puma para o são Paulo não foi a cinira conforme o carlos Miguel aidar declarou ontem.e a pessoa que levou não teria comissão nenhuma,tornando a proposta da puma melhor que a da amour.assim como não foi o carlos Miguel que levou o contrato da cinira para o conselho,colocando ele numa fria e obrigando a admitir a existência do contrato

  3. paulocomo você não me respondeu vou expor novamente o pagamento da divida com o grupo bwa
    e o seguiente 175.000.000,00 menos 30% de comissão
    sobra para o são Paulo 120.000.000,00 e o contrato e de 15 anos e não 11 anos
    eea renda do são Paulo sem disputar nenhum e entorno de 25.000.000,00 por ano sem libertadores
    então o são Paulo receberia 120.0000,000,00 e pagaria no mínimo 375.000.000,00
    se nesses 15 anos nos estivermos em pelo menos 8 vezes na libertadores são no mínimo mais 55.000.000,00
    então pagaria no total 430.000.000,00
    porque não vender o recebimento futuro da venda da cmisa para ppagar a divida em pelo menos 5 anos
    seria metade da divida
    olho aberto
    sei do que estou falando

    • Anri, respondi sim. Você é que não viu. Mas vou repetir o caso aqui: isso ainda não está fechado e foi por isso que não publiquei nada. Mas será, se fechado, assim: o São Paulo paga hoje, por mês, só de juros bancários, R$ 3 milhões, mais R$ 4 milhões para amortização. E a dívida fica em R$ 170 milhões. A empresa daria o dinheiro para o São Paulo quitar a dívida. Em contrapartida ficaria com a renda dos jogos do São Paulo no Morumbi por 11 anos. Seria estimada arrecadação de R$ 20 milhões por ano. Ao final dos 11 anos, a empresa teria 220 milhões. Isso daria juros de 1% ao mês, bem menor do que eles cobram de times europeus e da América Central, onde já fizeram negócio. E o São Paulos se livraria dessa dívida. Sem ter juros a pagar, sobraria dinheiro para a contratação de jogadores. Nos termos que vi, reputo como bom negócio. Isso é o que tenho de concreto. Os números que você expõe não conferem com o que eu tenho.

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