Bauza diz que contratação de Pintado não foi exigência sua: “Tema político”

O iminente anúncio de Pintado para trabalhar como auxiliar técnico do São Paulo não mudará o trabalho de Edgardo Bauza, segundo o próprio técnico. Em entrevista concedida no Morumbi, o argentino classificou a contratação do atual treinador do Guarani como uma decisão política do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva.

– O Pintado vai desempenhar a mesma função do Milton Cruz. Conversei com a direção sobre isso, é um tema político, não foi uma exigência minha. Ele vai trabalhar junto com a comissão no dia a dia, ajudará igual ao Milton – afirmou o treinador são-paulino, citando o ex-auxiliar, demitido na semana passada.

Pelo que explicou em entrevista concedida ao GloboEsporte.com na última quarta-feira, o diretor de futebol Luiz Antônio Cunha explicou que Pintado será um auxiliar da diretoria no relacionamento diário com os atletas. Ele fará o papel que foi de Marco Aurélio Cunha no passado, quando a equipe conquistou o tricampeonato brasileiro em 2006, 2007 e 2008.

Bauza também disse que Pintado será mais um a opinar na busca por reforços para a sequência da temporada 2016.

– Há muita gente trabalhando nisso, tenho vídeos de jogadores dos profissionais. Falo com Gustavo (Vieira de Oliveira, diretor executivo), Renê (Weber, coordenador)… Obviamente a opinião dele será importante. A decisão eu tomo, mas não sozinho, depois de analisar muitas coisas. Estamos olhando jogadores de outros times, do Brasil e do exterior, para começar a buscar os jogadores que vão ser parte da solução – ressaltou Bauza.

 

Fonte: Globo Esporte

3 comentários em “Bauza diz que contratação de Pintado não foi exigência sua: “Tema político”

  1. Ninguém sabe explicar quem é, o que faz e por que Pintado foi contratado.
    O Bauza claramente acha isso uma bobagem. E eu tendo a concordar com ele.

  2. Trocando em miúdos, o Pintado foi contratado pra fazer nada: espero que ele tenha o maior sucesso na empreitada!
    É que o tricolor está nadando em dinheiro e não pode deixar de contratar alguém, ainda mais para esta nobre função do “dolce far niente” no Morumbi…

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