Após abolir protesto, organizada são-paulina promete apoio absoluto

Maior organizada do São Paulo, a Independente optou por não cobrar os dirigentes do clube no Aeroporto de Guarulhos, ao contrário do que prometia nota publicada em seu site – já retirada do ar – há uma semana. A ação de sexta-feira foi abolida, segundo a torcida, por ter sido mal interpretada ao longo dos últimos dias.

“Muita gente acabou deturpando a ideia do protesto, disse que seria contra o time, e não seria”, diz André Nascimento, relações-públicas da torcida. “Com isso, poderia fugir ao nosso controle, o protesto poderia sair do que foi planejado. Infelizmente, tem gente que coloca nossa camisa, às vezes nem são-paulino é, e vai para praticar violência e sujar nosso nome”.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Mesmo sem protesto de torcedores organizados, delegação não passou pelo saguão do aeroporto

Os alvos do protesto eram José Francisco Manssur (assessor da presidência), Rui Branquinho (diretor de marketing) e Gilberto Ratto (gerente de marketing). A “comitiva da alegria”, como o trio foi apelidado, causou revolta por conta de uma fotografia em que aparece bebendo ao lado de outros são-paulinos durante a excursão pelo exterior, depois da derrota para o Bayern de Munique.

 

“Vamos promover o maior brinde que a torcida são-paulina já viu”, prometia a convocação de sábado passado, a qual não se concretizou e pode ser esquecida. “Ficamos realmente revoltados com aquilo. Não pegou bem. Mas ainda não definimos quais os próximos passos quanto a isso. Não tem nada definido”, explica Nascimento, negando que a uniformizada apoie o presidente Juvenal Juvêncio.

“Não temos posicionamento político, partido, até porque não podemos votar (nas eleições presidenciais). Não recebemos nenhum benefício do clube. A gente considera que todo mundo está errado, e cada um – situação, oposição, time e torcida – tem que fazer seu papel para sair dessa fase ruim”, argumenta o porta-voz da Independente.

O papel da uniformizada, ele explica, será apoiar o time de modo irrestrito, a partir de domingo, quando ela enfrenta a Portuguesa, no Canindé, lutando para deixar a zona de rebaixamento. “Vamos fazer o que temos que fazer, que é apoiar na arquibancada. A gente já viveu época de ‘vacas magras’ no passado e depois ganhamos tudo. Essa época voltou, mas uma hora passa”.

Na sexta-feira, mesmo sem qualquer protesto, a delegação do São Paulo não passou pelo saguão do aeroporto ao voltar do Japão, última etapa da excursão de três derrotas e uma vitória. O único treino para a próxima partida será na manhã deste sábado, no CT da Barra Funda.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Um comentário em “Após abolir protesto, organizada são-paulina promete apoio absoluto

  1. Dependente narcisista, vai protestar o que ?????

    Sao farinhas do mesmo saco, se completam.

    A dependente, nao torce pro SAMPAULO,

    E torcedora da dependente mesmo, mas depende de migalhas,

    Deveria ter seu proprio time, seja la do que for

    ???????? Entao ???????????

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