Mais uma eliminação. Resta o Brasileiro

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo conheceu mais uma eliminação dentro do Morumbi. De novo não chegamos ao título da Copa do Brasil. De novo somos alvos de chacota dos torcedores adversários. De novo ficamos o quase. De novo continuamos na fila.

O time não conseguiu jogar. Na realidade, o técnico Renato Portaluppe embolsou Fernando Diniz. Montou um esquema de marcação rígida, sem dar espaço a Daniel Alves, Gabriel Sara e Igor Gomes, que acabaram sucumbindo ante a marcação. Mesmo Tchê Tchê, que funcionou como coringa e foi muito bem no jogo contra o Atlético-MG, não conseguiu jogar. Brenner, por sua vez, isolado no ataque, entre dois zagueiros, não teve uma única chance de receber a bola em condição de marcar.

Não cometemos falhas, mas também não soubemos sair da armadilha feita pelo técnico do Grêmio. O resultado acabou sendo justo pelo que os dois times apresentaram em campo

Resta o Brasileiro. Aliás, temos o Brasileiro, que para mim tem muito mais importância que a Copa do Brasil. E nesse estamos nadando de braçada. Faltam 11 rodadas para o fim do campeonato. Pela diferença que temos de sete pontos para o segundo colocado, faltam nove rodadas para nós. Vamos continuar jogando jogo a jogo, decidindo uma partida por vez. E vamos conquistar o título.

Que 2021 chegue cheio de saúde, paz e luz a todos e, mais do que nunca, carregado de conquistas.

Vitória com cara de time campeão

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, a vitória do São Paulo neste sábado, no Maracanã, teve ar de time campeão. Jogamos com soberania, não deixando o Fluminense se encontrar em campo.

Continuamos tendo em Luciano e Brenner nossos matadores. Brenner ficou alguns jogos sem marcar, Luciano esteve presente. Agora, que Luciano está sem marcar, é Brenner quem aparece.

Nosso meio de campo domina as ações e servem nossos atacantes. Aliás, o gol do Fluminense só saiu numa falha bisonha de Gabriel Sara, que errou uma saída de bola e a entregou nos pés de Fred. De resto, os cariocas não fizeram nada.

Por mais que conheçam o estilo de jogo do São Paulo, ninguém consegue marcar. Percebam que sempre alguém aparece livre na área. Sejam os atacantes, os meias, ou os laterais.

Pelos jogos deste sábado e contra o Atlético-MG, não temo em dizer que estamos jogando com ar de campeão. Que assim seja!

São Paulo jogou melhor, mas a bola puniu

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, como Muricy Ramalho sempre diz: “a bola pune”. E ela puniu o São Paulo em Porto Alegre. O time foi muito superior ao Grêmio, perdeu chances incríveis de gol e acabou sofrendo a derrota numa bola dominada por Reinaldo, que acaba perdendo, escorrega, aí vem um bate-rebate e…o resultado já sabemos.

Mas vamos lembrar que não só tivemos uma supremacia impressionante no domínio de bola, como também de chances claras perdidas. Não preciso nem ir buscar o lance do primeiro tempo. Só quero lembrar o gol perdido por Brenner e outro pelo Luciano, em duas assistências espetaculares de Daniel Alves.

Falei durante a transmissão do jogo pela Web Rádio São Paulo que ficaria contente com o empate. Mas não acho que a derrota por 1 a 0 signifique o fim. Pelo contrário. Resultado absolutamente reversível no Morumbi E eu confio muito.

Agora vamos curtir o Natal, porque sábado tem mais. Feliz Natal, com muita paz e a luz do Nosso Senhor Jesus Cristo no coração de todos.

São Paulo se impôs frente ao Atlético-MG, como se faz um campeão!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo fez, contra o Atlético-MG, uma das suas melhores partidas no ano. Se impôs como um verdadeiro líder, como um time que almeja o título de campeão.

Não gosto do termo, mas sou obrigado a dizer que Fernando Diniz deu um nó tático em Sampaoli. O argentino entrou com três zagueiros e Diniz entrou com Tchê Tchê, deixando, aparentemente, só Brenner para brigar lá na frente contra três.

Mas o que vimos foi um time ocupando todos os espaços do campo, co Gabriel Sara e Igor Gomes ganhando liberdade para flutuarem no ataque, Tchê Tchê chegando por todos os cantos, os laterais avançando e Daniel Alves regendo a orquestra.

Além de não permitir contra-ataques ao time mineiro, quando o adversário tinha a bola, o São Paulo formava uma grande linha, ocupando todo o seu campo, a ponto de não deixar que eles avançassem da intermediária.

Além disso, Fernando Diniz deu mostras que não senta no comodismo. Poderia ter, simplesmente, colocado Pablo no lugar de Luciano. Não. Colocou Tchê Tch~e. Recebeu minha crítica antes do início da partida na Web Rádio São Paulo. Mas queimei a língua. Tchê Tchê foi o melhor em campo, aumentou o poder de marcação e não tirou o viés ofensivo do time.

Que corram atrás de nós, porque a lição de casa estamos fazendo. E com louvor. Agora é a Copa do Brasil. Se segura, Grêmio, porque nós estamos chegando.

Perder clássico dói, mas foi jogo “perdível”

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, ninguém gosta de perder clássico,nem ter contra si um tabu de qualquer natureza. O jogo deste domingo talvez tenha sido o de maior condição de acabarmos com a história de nunca termos vencido em itaquera. Time líder do campeonato, sobrando, sem torcida e o adversário na parte de baixo da tabela. Mas perdemos.

É inacreditável o que acontece com o time quando joga lá. Aliás, foi o primeiro clássico que perdemos no ano. Mas houve uma recaída e o time apresentou um futebol patético, com erros primários, resultando num futebol medonho e resultado justo. Afinal, o Corinthians treinou 10 dias para marcar o São Paulo. E conseguiu.

Me causou estranheza a quantidade de erros de Daniel Alves. Errou todos os passes, deu chutes grotescos, desarticulou o time. Não quero pensar que isso possa ter alguma coisa a ver com a eleição de Júlio Casares para a presidência do São Paulo e a quase certa demissão de Raí. Aliás, espero que isso seja uma simples viagem na maionese de meu pensamento.

Mas o jogo foi “perdível”. Não se imagina ganhar um campeonato sem derrotas. E nosso jogo é o da quarta-feira. Esse sim, contra o Atlético-Mg, temos que ganhar. Preocupa a situação de Luciano. Parece ter sido uma lesão muscular e isso pode deixá-lo fora de ação por até um mês.

Vamos aguardar, mas sem entrar em desespero e jogar por terra tudo o que foi feito até agora. Seguimos líder do Brasileiro. E isso é o que interessa.

Vitória obrigatória, lição de casa feita e liderança ampliada. Caminho aberto para o título.

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo está me permitindo sonhar. Não sei se é uma ilusão, só sei que estou viajando nas nuvens. Mais uma vitória, mais diferença de pontos sobre quem vem atrás e o caminho completamente aberto – eu diria escancarado – para o título.

O time não jogou bem no Morumbi contra o Sport, reconheço. Mas também entendo que o elenco vem vindo de uma maratona intensa com jogos quartas e domingos, e que o físico, em determinado momento, arreia. E Fernando Diniz, ao contrário de alguns outros técnicos, não gosta de ficr trocando e poupando jogadores.

Aliás, um time campeão começa pelo ponto do torcedor saber a escalação, de ponta a ponta, de cor e salteado. Acho que todos sabiam a escalação do Flamengo ano passado. E tenho certeza que todos sabem a escalação do São Paulo, inclusive com a numeração dos jogadores.

É fato que Fernando Diniz encontrou o time e está apostando isso para levar o São Paulo ao título brasileiro e, quem sabe, da Copa do Brasil.

Lá atrás voltamos a ganhar a segurança de Arboleda e Bruno Alves; lá no meio, Daniel Alves comanda as ações enquanto Luan marca tudo e Gabriel Sara e Igor Gomes flutuam atrás do meio de campo adversário; lá na frente Brenner e Luciano se alternam na feitura dos gols; sem contar que Juanfran e Reinaldo estão em ótima fase. Tudo isso é receita de um time campeão.

Espero três pontos contra o Botafogo, ao menos um em Itaquera e outros três contra o Atlético-MG. Com esses resultados, pavimentaremos de vez nosso caminho vitorioso.

Vou manter os pés no chão, mas estou me permitindo sonhar alto. Afinal, de ilusão também se vive.

Chegamos à liderança. Agora: não para, não para, não para!

Amigo são-paulino, o São Paulo chegou finalmente, à liderança no Brasileiro. Com a goleada sobre o Goiás, passamos o Atlético-MG (dois pontos) com um jogo a menos. E agora é só manter a cabeça no lugar, pés o chão, que poderemos ter um final muito feliz.

E não me venham dizer que só estamos na liderança porque os outros times derraparam. Faz parte. Quem é melhor, ou menos ruim, leva o título. E não acho que chegamos por mera sorte, mas por competência.

Dou minha mão à palmatória nas críticas que fiz a Fernando Diniz. Não morro de amores por ele, mas vendo Rogério Ceni no Flamengo e Wagner Mancini (pedido por muitos) o time de Itaquera, acho que estamos com o melhor.

No mínimo ele conseguiu encontrar o time e dar liga. Isso é reflexo da persistência com ele no cargo, e aqui dou méritos a Raí, que segurou a pressão e manteve a comissão técnica, mesmo após as eliminações no Paulista, Libertadores e Sul-Americana.

O São Paulo está fazendo por merecer, e me fazendo acreditar. Há muito tempo não temos uma certeza, se não de um título, ao menos de muita emoção na briga por ele até o fim.

E como sempre falamos, não deixem o São Paulo chegar, pois já sabemos (ou sabíamos) o que acontece. Chegamos. Deixaram. Agora vamos em frente. Não para, não para, não para.

Seis pontos obrigatórios: Sport e Botafogo. Depois vemos o que fazer.

Dois em um: vitória em Salvador e o resultado das urnas

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, foi um sábado exaustivo, mas que trouxe definições na linha futura do São Paulo Começo pela vitória em Salvador.

Disse, após o empate contra o Vasco, que em toda caminhada vitoriosa existem tropeços. Os líderes do Brasileiro vem tropeçando há algum tempo. Não é diferente com o São Paulo. Mas essa vitória contra o Bahia nos colocou na vice-lideraença, um ponto a menos que o Atlético-MG, mas com dois jogos a menos; dois pontos a mais que o Flamengo, que vem e terceiro, e com um jogo a menos que os cariocas. Temos que reconhecer que a situação está prá lá de boa para nós.

O jogo em si foi ruim demais até o primeiro gol do São Paulo. Um primeiro tempo modorrento e começo de segundo tempo pior ainda. Mas aos 10 minutos Luciano resolveu marcar um golaço, de meia-bicicleta e tudo mudou. O São Paulo partiu para cima, não recuou em nenhum momento, e chegou facilmente à vitória. Merecida demais, diga-se de passagem.

No outro campo tivemos a eleição para o Conselho Deliberativo. O resultado, conhecido somente na manhã deste domingo, com a chapa Juntos pelo São Paulo, de Júlio Casares, elegendo 73 conselheiros contra 27 da chapa Resgate Tricolor, liderada por Roberto Natel, definiu, que Júlio Casares pode ser considerado virtual presidente do São Paulo para o próximo triênio

Ainda não tenho domínio sobre os nomes dos 100 conselheiros eleitos, mas espero que eles estejam nutridos do espírito são-paulino e possam ajudar a nova diretoria a reerguer nosso clube e colocá-lo de volta ao patamar que merece, com respeito e dignidade acima de tudo.

Com o tempo vou falar mais dessa nova etapa da política Tricolor.

Mais um resultado ruim, mas continuamos na briga

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, não há como não aceitar que os dois últimos resultados do São Paulo foram ruins. Pior foi domingo, em casa. O deste quarta-feira, ainda podemos aceitar. Afinal, foi fora de casa. E basta lembrar que o Atlético-MG, líder do Brasileiro, empatou semana passada com o Ceará no Castelão.

O que me preocupa, no entanto, é o nível do futebol do São Paulo. Esse sim muito instável. Em alguns momentos dos jogos somos insuperáveis; em outros presa fácil.

Os primeiros 20 minutos deste jogo contra o Ceará foram dignos de um time que luta pelo título. Com 10 minutos já estávamos ganhando por 1 a 0 e pressionando muito o adversário. Depois abandonamos o jogo e curtimos uma praia.

O empate foi merecido. Mas quero abrir aqui outra discussão: a atuação do árbitro.

A anulação do gol de Pablo teria sido natural, pois ele estava impedido no primeiro lance. Mas a regra não permite que o VAR entre em ação se o juiz der reinício ao jogo. Por exemplo: houve um pênalti numa área. o time que estava se defendendo sai com a bola, vai para o ataque e acontece um escanteio, ou falta, ou algo que paralise a partida.O árbitro deve ser orientado pelo VAR a aguardar para reiniciar a partida e, se o pênalti foi confirmado, volta toda a jogada. Por outro lado, se o árbitro der reinício ao jogo, com a cobrança do lateral, escanteio ou falta, o VAR fica inutilizado.

O que ocorreu no castelão? O árbitro foi orientado pelo VAR que o gol foi legítimo. Ele reiniciou a partida. Depois parou, deu cartão amarelo a um jogador do Ceará. Tornou a reiniciar a partida (lembrando que ele fez a sinalização do VAR para dar o gol, pois o bandeira havia marcado impedimento). Então parou de novo o jogo e retirou o gol do São Paulo.

Isso não existe. Isso é erro de direito e cabe pedido de anulação da partida.

Mas isso vai acontecer? Tenho quase absoluta certeza que não. Fosse o Flamengo o prejudicado, certamente teríamos a anulação. Mas sendo o São Paulo, já sabemos o resultado.

Em suma, continuamos na briga, mesmo sendo prejudicados. E eu continuo confiante.

Tropeços fazem parte de uma caminhada que pode ser vitoriosa

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o empate indigesto contra o Vasco neste domingo, no Morumbi, pode passar para alguns a impressão – espero que falsa – de que o time continua sendo inconstante, não merecendo confiança. Não é o meu caso.

Fiquei frustrado com o empate? Claro que fiquei. Esperava uma boa vitória para evoluirmos no Brasileiro? Claro que sim. Mas temos que ver o que acontece com os outros time se analisar nossa situação por outro prisma.

Dos líderes, aqueles ocupam o G6, quem venceu nessa rodada? Só o Flamengo. Diga-se de passagem, já vinha de muitos jogos sem vitória. O São Paulo continua sendo o time com melhor aproveitamento de pontos no Brasileiro. Pelas contas que devemos fazer para almejar o título, estamos dois pontos abaixo da média exata.

E temos que lembrar que, pela diferença que os líderes (Flamengo e Atlético-MG) tem do São Paulo, bastam três improváveis empates contra Ceará, Goiás e Botafogo para sermos líderes. Disse “improváveis” porque não posso admitir que o São Paulo não ganhe do Botafogo no Morumbi, ainda que admita empates contra Ceará e Goias, fora de casa.

Entendo nossa ansiedade pela conquista de um título, mas o excesso de pessimismo que vejo em alguns comentários acabam formando uma corrente negativa em torno do time e da própria torcida. E isso é tudo o que não precisamos.

Acredito, sim, em coisas boas para nós no Brasileiro e na Copa do Brasil. Vamos torcer e ter fé.