São Paulo se impôs frente ao Atlético-MG, como se faz um campeão!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo fez, contra o Atlético-MG, uma das suas melhores partidas no ano. Se impôs como um verdadeiro líder, como um time que almeja o título de campeão.

Não gosto do termo, mas sou obrigado a dizer que Fernando Diniz deu um nó tático em Sampaoli. O argentino entrou com três zagueiros e Diniz entrou com Tchê Tchê, deixando, aparentemente, só Brenner para brigar lá na frente contra três.

Mas o que vimos foi um time ocupando todos os espaços do campo, co Gabriel Sara e Igor Gomes ganhando liberdade para flutuarem no ataque, Tchê Tchê chegando por todos os cantos, os laterais avançando e Daniel Alves regendo a orquestra.

Além de não permitir contra-ataques ao time mineiro, quando o adversário tinha a bola, o São Paulo formava uma grande linha, ocupando todo o seu campo, a ponto de não deixar que eles avançassem da intermediária.

Além disso, Fernando Diniz deu mostras que não senta no comodismo. Poderia ter, simplesmente, colocado Pablo no lugar de Luciano. Não. Colocou Tchê Tch~e. Recebeu minha crítica antes do início da partida na Web Rádio São Paulo. Mas queimei a língua. Tchê Tchê foi o melhor em campo, aumentou o poder de marcação e não tirou o viés ofensivo do time.

Que corram atrás de nós, porque a lição de casa estamos fazendo. E com louvor. Agora é a Copa do Brasil. Se segura, Grêmio, porque nós estamos chegando.

Perder clássico dói, mas foi jogo “perdível”

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, ninguém gosta de perder clássico,nem ter contra si um tabu de qualquer natureza. O jogo deste domingo talvez tenha sido o de maior condição de acabarmos com a história de nunca termos vencido em itaquera. Time líder do campeonato, sobrando, sem torcida e o adversário na parte de baixo da tabela. Mas perdemos.

É inacreditável o que acontece com o time quando joga lá. Aliás, foi o primeiro clássico que perdemos no ano. Mas houve uma recaída e o time apresentou um futebol patético, com erros primários, resultando num futebol medonho e resultado justo. Afinal, o Corinthians treinou 10 dias para marcar o São Paulo. E conseguiu.

Me causou estranheza a quantidade de erros de Daniel Alves. Errou todos os passes, deu chutes grotescos, desarticulou o time. Não quero pensar que isso possa ter alguma coisa a ver com a eleição de Júlio Casares para a presidência do São Paulo e a quase certa demissão de Raí. Aliás, espero que isso seja uma simples viagem na maionese de meu pensamento.

Mas o jogo foi “perdível”. Não se imagina ganhar um campeonato sem derrotas. E nosso jogo é o da quarta-feira. Esse sim, contra o Atlético-Mg, temos que ganhar. Preocupa a situação de Luciano. Parece ter sido uma lesão muscular e isso pode deixá-lo fora de ação por até um mês.

Vamos aguardar, mas sem entrar em desespero e jogar por terra tudo o que foi feito até agora. Seguimos líder do Brasileiro. E isso é o que interessa.

Vitória obrigatória, lição de casa feita e liderança ampliada. Caminho aberto para o título.

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo está me permitindo sonhar. Não sei se é uma ilusão, só sei que estou viajando nas nuvens. Mais uma vitória, mais diferença de pontos sobre quem vem atrás e o caminho completamente aberto – eu diria escancarado – para o título.

O time não jogou bem no Morumbi contra o Sport, reconheço. Mas também entendo que o elenco vem vindo de uma maratona intensa com jogos quartas e domingos, e que o físico, em determinado momento, arreia. E Fernando Diniz, ao contrário de alguns outros técnicos, não gosta de ficr trocando e poupando jogadores.

Aliás, um time campeão começa pelo ponto do torcedor saber a escalação, de ponta a ponta, de cor e salteado. Acho que todos sabiam a escalação do Flamengo ano passado. E tenho certeza que todos sabem a escalação do São Paulo, inclusive com a numeração dos jogadores.

É fato que Fernando Diniz encontrou o time e está apostando isso para levar o São Paulo ao título brasileiro e, quem sabe, da Copa do Brasil.

Lá atrás voltamos a ganhar a segurança de Arboleda e Bruno Alves; lá no meio, Daniel Alves comanda as ações enquanto Luan marca tudo e Gabriel Sara e Igor Gomes flutuam atrás do meio de campo adversário; lá na frente Brenner e Luciano se alternam na feitura dos gols; sem contar que Juanfran e Reinaldo estão em ótima fase. Tudo isso é receita de um time campeão.

Espero três pontos contra o Botafogo, ao menos um em Itaquera e outros três contra o Atlético-MG. Com esses resultados, pavimentaremos de vez nosso caminho vitorioso.

Vou manter os pés no chão, mas estou me permitindo sonhar alto. Afinal, de ilusão também se vive.

Chegamos à liderança. Agora: não para, não para, não para!

Amigo são-paulino, o São Paulo chegou finalmente, à liderança no Brasileiro. Com a goleada sobre o Goiás, passamos o Atlético-MG (dois pontos) com um jogo a menos. E agora é só manter a cabeça no lugar, pés o chão, que poderemos ter um final muito feliz.

E não me venham dizer que só estamos na liderança porque os outros times derraparam. Faz parte. Quem é melhor, ou menos ruim, leva o título. E não acho que chegamos por mera sorte, mas por competência.

Dou minha mão à palmatória nas críticas que fiz a Fernando Diniz. Não morro de amores por ele, mas vendo Rogério Ceni no Flamengo e Wagner Mancini (pedido por muitos) o time de Itaquera, acho que estamos com o melhor.

No mínimo ele conseguiu encontrar o time e dar liga. Isso é reflexo da persistência com ele no cargo, e aqui dou méritos a Raí, que segurou a pressão e manteve a comissão técnica, mesmo após as eliminações no Paulista, Libertadores e Sul-Americana.

O São Paulo está fazendo por merecer, e me fazendo acreditar. Há muito tempo não temos uma certeza, se não de um título, ao menos de muita emoção na briga por ele até o fim.

E como sempre falamos, não deixem o São Paulo chegar, pois já sabemos (ou sabíamos) o que acontece. Chegamos. Deixaram. Agora vamos em frente. Não para, não para, não para.

Seis pontos obrigatórios: Sport e Botafogo. Depois vemos o que fazer.

Dois em um: vitória em Salvador e o resultado das urnas

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, foi um sábado exaustivo, mas que trouxe definições na linha futura do São Paulo Começo pela vitória em Salvador.

Disse, após o empate contra o Vasco, que em toda caminhada vitoriosa existem tropeços. Os líderes do Brasileiro vem tropeçando há algum tempo. Não é diferente com o São Paulo. Mas essa vitória contra o Bahia nos colocou na vice-lideraença, um ponto a menos que o Atlético-MG, mas com dois jogos a menos; dois pontos a mais que o Flamengo, que vem e terceiro, e com um jogo a menos que os cariocas. Temos que reconhecer que a situação está prá lá de boa para nós.

O jogo em si foi ruim demais até o primeiro gol do São Paulo. Um primeiro tempo modorrento e começo de segundo tempo pior ainda. Mas aos 10 minutos Luciano resolveu marcar um golaço, de meia-bicicleta e tudo mudou. O São Paulo partiu para cima, não recuou em nenhum momento, e chegou facilmente à vitória. Merecida demais, diga-se de passagem.

No outro campo tivemos a eleição para o Conselho Deliberativo. O resultado, conhecido somente na manhã deste domingo, com a chapa Juntos pelo São Paulo, de Júlio Casares, elegendo 73 conselheiros contra 27 da chapa Resgate Tricolor, liderada por Roberto Natel, definiu, que Júlio Casares pode ser considerado virtual presidente do São Paulo para o próximo triênio

Ainda não tenho domínio sobre os nomes dos 100 conselheiros eleitos, mas espero que eles estejam nutridos do espírito são-paulino e possam ajudar a nova diretoria a reerguer nosso clube e colocá-lo de volta ao patamar que merece, com respeito e dignidade acima de tudo.

Com o tempo vou falar mais dessa nova etapa da política Tricolor.

Mais um resultado ruim, mas continuamos na briga

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, não há como não aceitar que os dois últimos resultados do São Paulo foram ruins. Pior foi domingo, em casa. O deste quarta-feira, ainda podemos aceitar. Afinal, foi fora de casa. E basta lembrar que o Atlético-MG, líder do Brasileiro, empatou semana passada com o Ceará no Castelão.

O que me preocupa, no entanto, é o nível do futebol do São Paulo. Esse sim muito instável. Em alguns momentos dos jogos somos insuperáveis; em outros presa fácil.

Os primeiros 20 minutos deste jogo contra o Ceará foram dignos de um time que luta pelo título. Com 10 minutos já estávamos ganhando por 1 a 0 e pressionando muito o adversário. Depois abandonamos o jogo e curtimos uma praia.

O empate foi merecido. Mas quero abrir aqui outra discussão: a atuação do árbitro.

A anulação do gol de Pablo teria sido natural, pois ele estava impedido no primeiro lance. Mas a regra não permite que o VAR entre em ação se o juiz der reinício ao jogo. Por exemplo: houve um pênalti numa área. o time que estava se defendendo sai com a bola, vai para o ataque e acontece um escanteio, ou falta, ou algo que paralise a partida.O árbitro deve ser orientado pelo VAR a aguardar para reiniciar a partida e, se o pênalti foi confirmado, volta toda a jogada. Por outro lado, se o árbitro der reinício ao jogo, com a cobrança do lateral, escanteio ou falta, o VAR fica inutilizado.

O que ocorreu no castelão? O árbitro foi orientado pelo VAR que o gol foi legítimo. Ele reiniciou a partida. Depois parou, deu cartão amarelo a um jogador do Ceará. Tornou a reiniciar a partida (lembrando que ele fez a sinalização do VAR para dar o gol, pois o bandeira havia marcado impedimento). Então parou de novo o jogo e retirou o gol do São Paulo.

Isso não existe. Isso é erro de direito e cabe pedido de anulação da partida.

Mas isso vai acontecer? Tenho quase absoluta certeza que não. Fosse o Flamengo o prejudicado, certamente teríamos a anulação. Mas sendo o São Paulo, já sabemos o resultado.

Em suma, continuamos na briga, mesmo sendo prejudicados. E eu continuo confiante.

Tropeços fazem parte de uma caminhada que pode ser vitoriosa

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o empate indigesto contra o Vasco neste domingo, no Morumbi, pode passar para alguns a impressão – espero que falsa – de que o time continua sendo inconstante, não merecendo confiança. Não é o meu caso.

Fiquei frustrado com o empate? Claro que fiquei. Esperava uma boa vitória para evoluirmos no Brasileiro? Claro que sim. Mas temos que ver o que acontece com os outros time se analisar nossa situação por outro prisma.

Dos líderes, aqueles ocupam o G6, quem venceu nessa rodada? Só o Flamengo. Diga-se de passagem, já vinha de muitos jogos sem vitória. O São Paulo continua sendo o time com melhor aproveitamento de pontos no Brasileiro. Pelas contas que devemos fazer para almejar o título, estamos dois pontos abaixo da média exata.

E temos que lembrar que, pela diferença que os líderes (Flamengo e Atlético-MG) tem do São Paulo, bastam três improváveis empates contra Ceará, Goiás e Botafogo para sermos líderes. Disse “improváveis” porque não posso admitir que o São Paulo não ganhe do Botafogo no Morumbi, ainda que admita empates contra Ceará e Goias, fora de casa.

Entendo nossa ansiedade pela conquista de um título, mas o excesso de pessimismo que vejo em alguns comentários acabam formando uma corrente negativa em torno do time e da própria torcida. E isso é tudo o que não precisamos.

Acredito, sim, em coisas boas para nós no Brasileiro e na Copa do Brasil. Vamos torcer e ter fé.

São Paulo na semifinal. Esse time está crescendo muito.

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, foi mais uma noite memorável. Parece até brincadeira, mas ganhar do Flamengo virou rotina. Em 15 dias ganhamos as três partidas que jogamos contra eles.

Me lembro bem, quando do sorteio desta fase da Copa do Brasil, os pessimistas falaram que já estávamos previamente eliminados. Quem assim pensou, negativamente, está atordoado hoje.

O São Paulo sobrou nos dois jogos das quartas-de-final da Copa do Brasil. Fizemos um primeiro tempo fraco no Maracanã, mas viemos com tudo no segundo tempo. Marcamos com um minuto, sofremos o empate aos 2, fomos para cima até encontrarmos a vitória.

Nesta quarta-feira, no Morumbi, a situação não foi diferente. Porém, ao contrário do que muitos analisaram, eu entendo que o primeiro tempo do São Paulo foi cirúrgico. O time mostrou maturidade, deixou a ansiedade de lado, aquele “amarelão” desapareceu. O Flamengo precisava vencer, dominou a maior parte da primeira etapa, mas não ofereceu o menor risco ao São Paulo. Ao contrário, fomos nós quem ameaçamos a meta de Diego Alves duas vezes com Brenner.

No segundo tempo fomos arrebatadores. Em dez minutos Luciano já havia marcado dois gols e decidido a classificação. A arbitragem bem que tentou ajudar o Flamengo, com o VAR dando um pênalti não existente para os cariocas. Mas está decretado: eles podem ficar batendo pênalti até quando quiserem, que a bola não entrará.

Depois foi só tocar a bola, sentir a aceitação do adversário, a ponto de Rogerio Ceni ter poupado titulares e colocado alguns reservas em campo, e chegarmos ao terceiro gol para transformarmos a vitória em uma goleada.

O time está crescendo muito. Está me dando esperança. Está se tornando confiável. Meu coração está gritando que um título está perto. Ou dois títulos estão por chegar.

Vitória de um time que tem como meta o título

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, parece que os bons ares pairaram mesmo sobre o Morumbi. Depois das duas vitórias sobre o Flamengo (Brasileiro e Copa do Brasil) dentro do Maracanã, veio essa vitória sensacional contra o Fortaleza, no Castelão, pelo Brasileiro.

A fora como a vitória aconteceu, lembrando a forma como vencemos no Maracanã na última quarta-feira, mostra que o time não se contenta com o empate, mesmo fora de casa. E mais uma vez fomos prejudicados pelo VAR, porque o primeiro gol do Fortaleza teve impedimento. Qual a razão da medição não ter sido mostrada no vídeo? Entranho.

O time não jogou bem, assim como não foi bem contra o Goiás. Mas continuo na pegada de que é preferível jogar mal e ganhar do que jogar bem, colocar dez bolas na trave adversária e perder.

Estamos em terceiro lugar no Brasileiro, empatados em pontos com o Internacional e o Flamengo (ganhamos no saldo de gols de um e perdemos no número de gols marcados do outro), e com três jogos a menos. Estamos a dois pontos do Atlético-MG, líder do Brasileiro, com dois jogos a menos. Nossa situação é invejável Nós deveríamos, pelas minhas contas, ter 35 pontos. Estamos com 36 . Isso é pontuação para quem quer e pode ser campeão.

Eu só continuo lamentando parte da torcida do São Paulo para a qual quanto pior melhor. Torce pelo negativo, pela derrota do time, a pretexto de ver a demissão de Fernando Diniz ou o desgaste ainda maior de Leco. Nada disso vai acontecer até a eleição. Fernando Diniz vai continuar e Leco já está desgastado o suficiente

No jogo deste sábado, Rodrigo Nestor, Luciano e Gabriel Sara sobraram em campo. O restante do time padeceu de melhor forma física. O cansaço está batendo e isso me preocupa um pouco.

Mas vamos seguindo em frente. Continuo achando que poderemos ter boas surpresas nos dois torneios.

Nova vitória no Maracanã confirma que podemos chegar a algum lugar

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo voltou a vencer o Flamengo no Maracanã. Já está virando rotina. Cadernetinha com direito a CPF. E agora sem crises, com técnico novo e time completo.

Assim como no jogo contra o Goiás, não fizemos uma grande partida. Aliás, sofremos muito com as saídas de bola no sistema defensivo. Diego Costa muito mal mais uma vez; Daniel Alves, Luciano, Bruno Alves, Igor Gomes errando na frente da área.

Demos muitas chances ao Flamengo para nos dar uma grande goleada. Thiago Volpi, em grande noite, impediu que isso acontecesse. Isso já no primeiro tempo, onde nossa atuação foi sofrível. O Flamengo finalizou oito vezes e nós não demos um único chute ao gol.

Fernando Diniz corrigiu algumas coisas no intervalo e o time voltou bem, ou ao menos ogando alguma coisa. Tanto que com dez minutos Gabriel Sara faz um lançamento primoroso e coloca Brenner cara a cara com o goleiro. E Brenner é matador, não perde oportunidades.

Mais uma vez não soubemos segurar o resultado. Afinal, dois minutos depois já havíamos sofrido o empate.

Porém o jogo ficou equilibrado, com chances surgindo dos dois lados. O segundo gol foi uma falha grotesca do goleiro do Flamengo. Mas vou olhar para o nosso lado. Quem tem Brenner não morre pagão. Ele é um verdadeiro centro-avante. Percebeu a possibilidade e faturou o segundo gol.

Estamos classificados para a semifinal? Claro que não. Fosse uma outra condição desse time eu poderia bancar. Mas nossos altos e baixos, nossa inconstância, não nos permitem pensar assim. Mas demos um grande passo rumo à semifinal da Copa do Brasil.

Mais do que isso, o time, algumas vezes, nos dá esperança de que pode chegar em algum lugar bem alto nestes dois torneios.