A classificação estava encaminhada, mas, de novo, Volpi falhou.

Amigo são-paulino, mais uma vez fomos prejudicados por uma péssima atuação do goleiro Thiago Volpi. Depois das falhas nos mata-matas contra o Palmeira, que ajudaram a nos desclassificar na Libertadores, agora foi contra o Fortaleza. A classificação estava muito bem encaminhada. Afinal, poderíamos até perder por um gol de diferença lá, no jogo de volta, que passaríamos à semifinal. Mas Thiago Volpi fez lambança e nós vamos ter que nos virar no próximo duelo.

Inacreditável a falha dele no primeiro gol. Não vou nem falar do segundo, porque me parece que a bola foi indefensável. Mas a saída estapafúrdia, sem pegar nada, foi típica de goleiro de várzea. Aliás, me desculpem, ofendi os goleiros de várzea. Foi típica de amador, que foi colocado no gol por falta de alguém da posição naquele jogo de casados e solteiros. Portanto atribuo a ele a responsabilidade direta pela nossa possível desclassificação da Copa do Brasil.

Porém nosso time teve outros jogadores que não rederam absolutamente nada. Começo por Daniel Alves, errando todos os passes e perdendo bolas que geraram contra-ataques dos cearenses; passo por Léo, que começou o jogo tenso, errando tudo e acabou no mesmo patamar. Aliás, os dois gols saíram pelo seu lado, por mais que Thiago Volpi tenha sido diretamente culpado pelo primeiro gol; Rodrigo Nestor, que tem sido importantíssimo, tanto na marcação quando na armação, foi nulo e sucumbiu na marcação do meio de campo do Fortaleza; Benitez, completamente sem ritmo físico e técnico, errando todos os passes – alguns de maneira ridícula-; e Pablo. o caso do centro-avante, foi sacrificado pelo esquema de marcação individual de Crespo. Como o zagueiro a quem ele tinha que marcar descia muito, ele jogou mais no campo de defesa que no de ataque.

É possível conseguir a classificação em Fortaleza? Sim, mas a situação ficou difícil. O jogo estava ganho, poderíamos ter feito o terceiro gol com Reinaldo, antes de sofrermos o primeiro. Mas, de novo, o time não teve maturidade para segurar um resultado e agora vai pagar pelo seu próprio erro.

De volta ao Brasileiro, domingo temos jogo com vitória obrigatória contra o Juventude, ainda que em Caxias do Sul. Afinal, nos resta brigar pelo G6 do Brasileiro para chegarmos à próxima Libertadores. Até porque título da Copa do Brasil…

Partida medíocre, mas valeu pelo resultado

Amigo são-paulino, a partida entre Sport e São Paulo pode ser retratada como uma das piores do campeonato. Sem emoção, sem técnica, sem raça, sem nada. Mas para nós valeu o resultado. Conseguimos o gol logo no começo e isso nos deixou em condição de jogar nada, mas um nada ainda melhor que o Sport.

As mudanças constantes na escalação do time, motivadas principalmente pelos problemas físicos, tem feito com que o São Paulo não consiga apresentar um padrão de jogo confiável. Por mais que tenha engatado a terceira vitória consecutiva (uma preciosa em Curitiba e outras duas obrigatórias), não devolveu à torcida a confiança necessária de que poderemos arrancara para disputar uma vaga do G6. A sombra do Z4 ainda ronda nossos pensamentos.

Ontem fiquei com a impressão de que Rodrigo Nestor não pode sair desse time. Ele é muito superior a Liziero. E Luan não pode ficar no banco, a não ser por conta de lesões. Também precisamos ter Reinaldo na ala esquerda, porque Léo vai muito bem como terceiro zagueiro, mas é horrível como lateral.

Daniel Alves precisa definir sua vida, porque desde a volta da Olimpíada tem sido um fiasco do lado direito. Já Rojas, parece muito claro, não pode continuar no elenco. Vinha voando, mas bastou renovar o contrato para deixar de jogar.

Pablo fez o gol, deu uma bela assistência de calcanhar, mas foi só e continua não sendo confiável. Já Rigoni foi mal, mas tem muito crédito com o time e a torcida.

O melhor da noite, no entanto, foi a entrevista de Crespo. Ao falar da estrutura defasada, arcaica, do departamento médico do São Paulo foi na alma do negócio. Não é possível termos 33 lesões em uma temporada. Ele disse que isso tem que melhorar. Finalmente alguém falou Já que a diretoria, omissa e sem transparência, não fala, o técnico colocou para fora o que está acontecendo.

Que isso não gere punição a ele. Ao contrário, que crie incentivo às mudanças que são necessárias e fundamentais.

Crespo, Pablo, time, enfim, todos responsáveis pelo desastre.

Amigo são-paulino, foi um desastre. Como eu disse após o jogo contra o Grêmio, não xingaria todo o mundo se fôssemos eliminados da Libertadores. Entendo que o Palmeiras tem muito mais elenco e gigantescamente mais dinheiro, estando num patamar muito acima do São Paulo. E vou cumprir o prometido.

Não posso, no entanto, deixar de analisar a derrota, um verdadeiro desastre, e tudo o que cercou o jogo. Por mais que considere que Hernám Crespo tem méritos e muito crédito junto a todos nós, não posso deixar de atribuir a ele a responsabilidade direta pela derrota.

Começo pela escalação. É inadmissível deixar Benitez e Reinaldo, dois dos jogadores que mais fazem assistência no time, no banco. Depois, na coletiva, ele disse que Benitez está com problemas físicos. Ora, então deveria estar no Refis, não no banco para não entrar.

Jogar com Léo fazendo as vezes de lateral, ou iniciar o jogo com três zagueiros e três volantes, para um time que precisava da vitória, é impensável.

Para piorar, no intervalo Crespo tirou Luan, o único jogador que ainda funcionava bem no time, marcando seu setor e evitando coisa pior, para colocar Rojas, que é um zero à esquerda. Depois colocou Igor Gomes. E Benitez no banco. Colocou Vitor Bueno e Eder. E Benitez e Reinaldo no banco. E os gols saindo pelo lugar onde deveria estar Luan (que já tinha saído) e Léo (já um lateral esquerdo).

Foi o pior momento de Crespo no São Paulo. Pior até do que aqueles 5 a 1 para o Flamengo.

E Pablo? Esse poderia ter mudado a sorte do jogo. Talvez tenha perdido o gol da classificação. Tivesse feito aquele gol ficaria 1 a 1. A história poderia ser bem diferente.

Enfim, aconteceu o que todos sabiam que aconteceria. Estamos fora da Libertadores. E para estarmos nela ano que vem teremos que conquistar um improvável título da Copa do Brasil ou mais improvável ainda sexto lugar no Brasileiro. Isso quer dizer que o ano que começou tão bem com o título paulista, vai terminar mal sem sequer uma vaga na Libertadores do próximo ano.

Ufa! Vitória no fim, mas muito importante!

Amigo são-paulino, a vitória nos últimos minutos contra o Grêmio neste sábado à noite, no Morumbi, foi importante demais. Além de nos dar fôlego para jogar a Libertadores na terça-feira despreocupados com o Z4, nos eleva a moral e devolve o respeito que os outros devem ter por nós

Crespo optou por um time misto, poupando muitos titulares e colocando em campo apenas Thiago Volpi, Miranda, Reinaldo e Luan. Aos poucos foi percebendo a necessidade de encorpar um pouco mais o time e lançou Gabriel Sara e Rigoni.

Não gostei do garoto Talles. Ele tem ótimo potencial, mas parece que entrar jogando como titular contra o Grêmio pesou em suas costas. Falhou na marcação e, como elemento surpresa nas chegadas á frente também não foi bem

Já Rigoni, é impressionante sua fase. O cara entra e precisa de poucos minutos para aparecer na frente do gol, ou mais um pouco para colocar alguém na cara do gol, como Igor Gomes.

E o mais importante: o time mostra raça e determinação, lutando até o último minuto.

Ganhamos, fomos para a décima quarta posição (claro que dependemos dos jogos de hoje), e respiramos aliviados. Pensando apenas em Brasileiro, temos Sport em Recife e América-MG no Morumbi. Se ganharmos esses dois jogos, arrisco dizer que nos livraremos em definitivo da ameaça do Z4.

Agora é a Libertadores. O que conseguirmos contra o Palmeiras aceitarei com tranquilidade. Pela diferença financeira e de elenco, o que vier, será lucro.

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Empate ruim, mais uma falha e mais um contundido. É a nossa rotina.

Amigo são-paulino, nossa rotina continua. Um empate ruim, mais uma falha e um contundido.

Em jogo onde o gol fora vale dois, é melhor empatar em casa em 0 a 0 do que em 1 a 1. Portanto, se fosse para jogar pelo empate, era melhor segurar lá atrás. Se bem que o gol que tomamos foi por falha absoluta do Thiago Volpi. Inadmissível uma falta cobrada daquele lugar do campo entrar.

Mas agora teremos que reverter esse quadro no chiqueiro. Difícil? Sim. e muito. Impossível? Não. Se conseguimos fazer isso com o Racing, na Argentina, por que não conseguiremos na Arena deles? Já passou o tempo de não ganharmos lá, porém temos que admitir que a faca e o queijo estão nas mãos deles.

Apoio incondicionalmente o Crespo, mas me dou o direito de criticá-lo. Benitez é o melhor meia que nós temos. Eu diria que é um dos melhores meias em atuação no futebol brasileiro. Imaginei que sua permanência no banco se devesse, mais uma vez, a algum problema físico. Mas não. Foi pura opção de Crespo, entendendo que o sistema tático implatado não dava lugar para ele. Ridículo, me desculpem.

Por fim, mais uma baixa: agora Wellington. É inacreditável, mas não passamos um único jogo sem um contundido. E ninguém da diretoria assume seu papel e dá alguma declaração.

Alguns diretores preferem camuflar verdades e ficar enchendo a paciência de quem lida com a informação séria do que agir de forma transparente. Seria muito bom que alguns “aspones”, que usam “maritacas” para se manifestar, dessem lugar a quem realmente quer trabalhar e levar ao torcedor a verdade do que acontece nos bastidores do clube.

Classificação garantida na Copa do Brasil. Mas o Brasileiro é o que preocupa.

Amigo são-paulino, conseguimos, como era de se esperar, a classificação para as quartas-de-final da Copa do Brasil. Essa classificação foi obtida já aqui no Morumbi, ao ganharmos por 2 a 0.

Finalmente o VAR atuou de forma correta desta vez. Se bem que o gol do Vasco foi anulado no campo e só confirmado no vídeo. A expulsão do jogador vascaíno – uma agressão absurda – teve a participação do vídeo corretamente.

O time jogou fácil, não complicou o jogo, fez o gol que matou qualquer possibilidade do time carioca, até porque o vasco já estava com dez jogadores, e administrou o resultado.

Agora é hora de virar a chave e pensar muito no Brasileiro. Temos jogo de suma importância em Curitiba, onde normalmente perdemos, mas ultimamente a sorte tem virado. De qualquer maneira, não podemos continuar nesse Z4, pois as rodadas vão passando e, de repente, quem está na nossa frente se distancia e vira um nervoso que ninguém controla.

Vamos confiar, porque o time está voltando a jogar o que jogou no Paulista. É só as contusões deixarem. Nesta quarta foi Willian, de novo. Não passa um jogo sem alguém ter uma lesão.

Continuo aguardando alguma explicação dos responsáveis pelo setor médico do clube, algo que não vem. Mas sou insistente e vou continuar cobrando.

Poucas vezes vi algo tão absurdo no Morumbi. Parabéns ao time! Meus pêsames ao VAR!

Amigo são-paulino, poucas vezes presenciei algo tão absurdo, tão fora de propósito, tão calamitoso quando na noite deste sábado. A atuação do VAR pode ser colocado na prateleira das piores de toda a história de sua existência.Anular um pênalti absolutamente claro, indiscutível, que só nas mentes do VAR, do árbitro e do comentarista de arbitragem anti-são-paulino da Globo não foi, já caracterizou-se por um roubo. Anular um gol contra, cujo jogador hipoteticamente em posição de impedimento sequer chegou perto da bola, consagrou a gatunagem.

A repercussão nas redes sociais, de jornalistas renomados, desprovidos de qualquer dependência financeira da Crefisa foi muito rápida. Houve unanimidade na avaliação de que o São Paulo foi roubado no Morumbi.

Costumo falar que a diretoria é fraca nos bastidores. A era Leco nos deixou num patamar muito baixo entre as principais confederações. Mas quero ressaltar a atitude do diretor de Futebol Carlos Belmonte. Ele falou ao árbitro, após o jogo, tudo o que qualquer torcedor gostaria de falar. Ele me lembrou as manhãs seguintes a jogos com esse tipo de acontecimento, na Jovem Pan, quando xingávamos o tempo todo o árbitro do dia anterior. Foi o Belmonte que conheci.

Sobre o jogo em si, claro que o São Paulo saiu moralmente fortalecido para os jogos contra o time da Leiloca na Libertadores. Taticamente perfeito, com marquinhos dando um nó na defesa contrária e Rigoni sobrando. A mudança de esquema não fez o time se perder como outrora e foi quem mais esteve perto da vitória o tempo todo.

Mais uma vez tivemos um jogador contundido. O atleta da vez foi Marquinhos. Algo tem que ser explicado pela diretoria, porque não ficamos um jogo sequer sem perder um jogador por lesão muscular. Dos 38 atletas do planetel, 19 já tiveram lesões musculares nesta temporada. É muito.

Agora é fazer o mínimo necessário e trazer a classificação da Copa do Brasil na quarta-feira.

Vitoria obrigatória, com bom futebol

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo conseguiu um bom resultado pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. A vitória por 2 a 0 nos permite perder por até um gol de diferença no Rio para seguirmos na competição.

O time apresentou um bom futebol, principalmente nos primeiros 15 minutos, quando exerceu muita pressão sobre o time carioca até marcar o primeiro gol. Depois tirou um pouco o ritmo, administrou o jogo e só foi marcar o segundo gol já no final da partida.

Mesmo assim não corremos grandes riscos, tanto que Volpi foi pouco exigido.

O que temos a lamentar de novo é outro jogador lesionado. Agora foi a vez de Arboleda. Que preço estamos pagando pelo que dedicamos ao Campeonato Paulista. Até quando vamos continuar vendo um jogador atrás do outro se estourando e ficando no departamento médico por longos dias? Sem contar nos que tem que ser poupados o tempo todo ou que jogam meio tempo apenas.

Outra coisa: Reinaldo tem que ser titular. Dá assistências e lidera o time muitas vezes. Sábado será ele, porque Wellington está suspenso. Que a vitoria nos sorria no sábado.

São Paulo merecia sorte melhor no Rio, mas não deixou de ser um vexame

Amigo são-paulino, pode parecer absurdo, mas o resultado vexatório do Maracanã não reflete o que foi a partida. O São Paulo não jogou para perder de cinco. Houvesse ganho o jogo ou mesmo empatado, ou até perdido por um gol de diferença, não seria anormal. Porém isso não retira de nós mais um vexame colhido, ao sofrer a maior derrota para o Flamengo em toda a nossa história.

E coloco aqui um erro de Crespo para justificar, não só a goleada, mas a própria derrota:a substituição de Rodrigo Nestor por Igor Gomes. Além de abrir o meio de campo, ainda contou com um jogador que não consegue manter o ritmo do time. Se tivesse sentido alguma contusão, o normal seria colocar Talles em seu lugar. Afinal, estávamos ganhando o jogo.

O fato é que o meio abriu e o time se desestruturou. Até Miranda falhou em alguns lances. Mas o pior foi Igor Vinicius. No sistema de marcação individual implantado por Crespo, coube a ele marcar Bruno Henrique. E o resultado nós vimos o que foi.

Estamos de volta ao Z4, e me parece que essa será nossa briga durante todo o campeonato. No momento em que a diretoria decidiu abrir mão do Brasileiro e jogar suas fichas nas copas (Brasil e Libertadores), o negócio vai ser preparar o Isordil e o Bromazepan para segurar nossas emoções e sofrimento.

Uma noite de gala na Argentina

Amigo são-paulino, o São Paulo teve uma noite de gala na Argentina. Muitos gostam de falar que um técnico deu aula e engoliu o outro. Pois Crespo fez isso com o técnico do Racing.

Nosso treinador teve coragem suficiente para, em pleno jogo decisivo e dentro de Avellaneda, colocar um garoto de 18 anos e barrar medalhões como Pablo e Vitor Bueno, isso no comando de ataque. E Marquinhos foi show. Um dos melhores em campo.

O São Paulo não se acovardou em nenhum momento. Juntou muita técnica, tática e vontade. Aquilo que vimos nos grandes times do Tricolor em grandes conquistas. Como disse a Fifa em seu comunicado, o time que está em busca do seu quarto título mundial.

Miranda é um monstro sagrado. Já estava na história do São Paulo pelos títulos conquistado, mas voltou para galgar lugares ainda mais altos; Rigoni, uma descoberta e tanto. Benitez, um maestro; Arboleda, um gigante, Enfim, o São Paulo, na noite desta terça-feira, voltou a ser o São Paulo.

Não sei o que virá pela frente. Só sei que essa vitória devolve a confiança ao elenco e, certamente, à torcida.

Aliás, quando digo que não sei o que virá é em termos de Campeonato Brasileiro. Porque em se tratando de Libertadores, quem tem que temer são eles, do chiqueiro, não nós.